sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Guia Prático de Enxertia



Guia Prático de Enxertia, como o próprio título já diz, este é um GUIA PRÁTICO para você aprender a usar a técnica mais adequada de enxertia de plantas, na época certa, para a produção de mudas frutíferas, florestais e ornamentais, e que respeitem o padrão da legislação brasileira. Conheça as diferentes técnicas para obter sucesso na enxertia de frutíferas e outras espécies vegetais. Um verdadeiro Manual da Enxertia.

Conteúdo:
-Técnicas de enxertia
-Enxertia
-Garfagem Herbácea
-Enxertia
-Garfagem Lenhosa
-Enxertia
-Borbulha
-Sobreenxertia.

Duração aproximada: 50 Minutos.

Consultoria: Prof. Flávio Zanette - Universidade Federal do Paraná

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

AEquitação



Podemos definir equitação como a arte de bem montar, dirigir, conduzir, exercitar, utilizar o cavalo em todos os seus aspectos. Podemos também dizer que é a ciência que estuda os movimentos, as ações, as reações, o equilíbrio do conjunto cavalo e cavaleiro. Então a equitação é arte ou ciência?
Há séculos os grandes mestres vêm discutindo apaixonadamente a esse respeito, e a final chegaram a um consenso.
De manelraalguma a equitação é uma ciência exata. Quando nos dirigimos a um ser dotado de vontade própria, as teorias mais sábias, as técnicas mais perfeitas, ficam sujeitas ao sucesso ou ao fracasso de maneira imprevisível.
A transformação das forças do cavalo pelas forças transmitidas do cavaleiro corresponde. todavia, mais a toque "genial", quer dizer, a arte do mestre sobrepõe a ciência, mas é através da ciência, do estudo da equitação, dos conhecimentos teóricos e práticos que cavaleiro há de elevar-se à maestria. Assim, todo conhecimento científico adquire seu maior valor .
A equittação vem sendo estudada desde a mais remota antigüidade. Podemos entender que no princípio foi instintiva e empírica, e não há dúvida de que foram inúmeros os ginetes que alcançaram assim suas vitórias. Mas toda a equitação instintiva tem seus limites e não se pode pretender alcançar as glórias desta arte, acessível tão somente àqueles que, acima de seu dom pessoal, possuem uma técnica enriquecida constantemente pela reflexão, estudo e prática.
Em resumo, podemos concluir que a equitação é primeiro instintiva, logo depois regularizada pelos conhecimentos teóricos, reforçados pela prática, para então culminar em uma síntese de ciência e arte, patrimônio dos cavaleiros que a ela se dedicam.

Fonte:
Wilson ITO Ricciluca Junior
Itapira, maio de 2004

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Freios e Bridões para cavalos

FREIOS E BRIDÕES ou simplesmente EMBOCADURAS.

João do Freio apresenta o que ele fabrica, indicando como e quando usar freios e bridões (embocaduras) no animal. Com a experiência de mais de 20 anos no ramo, ele tem muito a ensinar!

Este curso vai abordar o tema freios e bridões  e dar algumas dicas sobre esporas.

Freios e bridões são equipamentos que estão no grupo das embocaduras.
No Nordeste usa-se o termo Areio.
Na história há evidências que esses dispositivos eram feitos de osso, chifre, madeira dura, ou corda. Pedaços de metal foram utilizados pela primeira vez entre 1300 e 1200 aC. Originalmente eram feito de bronze.
Hoje, o material mais usado é o aço inoxidável. No entanto, o cobre, e o aço laminado a frio, também são combinados em alguns para induzir a salivação na boca do cavalo. Todavia, materiais mais baratos, como o níquel, também são utilizados. Alguns fabricantes também usam borracha ou plástico misturado com os metais.

ESTE DVD ESTA DIVIDIDO EM 4 CAPITULOS:

A palavra "ferramentas” é utilizada pelo João do Freio para designar os Freios e Bridões.

CAPITULO 1 -- Ferramentas para início de doma
Mostra um Bridão D liso; um Bridão de argola torcido; um Freio Billy Allen e um Gag Bitt.


CAPITULO  2 -- Ferramentas para cavalos de velocidade
São mostradas as ferramentas para cavalos de baliza e tambor (cavalos de velocidade).


CAPITULO 3 -- Ferramentas para cavalos de trabalho
Se mostra as ferramentas para cavalos e laço de bezerro, laço em dupla, apartação, rédeas, team penning, working cow horse e laço comprido (cavalos de trabalho).

CAPITULO  4 -- Perguntas e Respostas
João do Freio comenta sobrea as perguntas que mais fizeram a ele nestes 20 anos de profissão. Ele responde de forma bem prática!


CONSULTORIA:

João Magalhães Neto (João do Freio)
Cidade: Astorga - PR - Brasil

Duração aproximada: 50 minutos

SAIBA MAIS SOBRE CAVALOS AQUI

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Aprenda a corrigir cavalos de vaquejada

Em Correção de Cavalos de Vaquejada, você aprende com o treinador Steve Bezerra alguns exercícios que servem para a correção de problemas de cavalos de vaquejada.
Este trabalho não é feito só dentro da pista. Você deve voltar um pouco, fazer com que seu cavalo aprenda o princípio mais simples que é "sair da pressão".

Conteúdo:

1 - Flexionamento
2 - Charreteamento
3 - Caminhar com o cavalo
4 - Trilhar o boi dentro e fora da pista
5 - Alinhar o boi em ambos os lados
6 - Escantear voltando para a porteira

Steve Bezerra
Zootecnista e Treinador
Salóa - PE - Brasil

DVD com Duração aproximada de 51 minutos

O Flexionamento é um exercício onde você pode estreitar os laços com o cavalo, além é claro de poder perceber algum possível "trauma’ que o animal possa ter. Por exemplo ele pode ter uma senssibilidade em uma das orelhas. Ao se passar uma das mãos nela, ele recua. Neste momento se inicia um trabalho de correção!

O Charreteamento é uma etapa que acontece dentro do redondel, ou em um local adequadamente preparado para este fim. Aqui o treinador primeiramente deve estar preparado fisicamente, pois o esforço aqui é grande! Aqui se trabalha o controle do animal.

Caminhar o cavalo, é um etapa muito prezeirosa, pois aqui o treinador pode sair com o animal para fora do ambiente tradicional dos treinos.  Saia em grupos ou sozinho mesmo, ande por estradas calmas, pelo pastos, enfim onde possa trazer ao animal momentos de relaxamento e prazer. Sempre tomando cuidado com veículos, pedestrres e logicamente com a qualidade do piso.

Treilhar o boi, é muito importante, pois aqui você pode tirar possiveis traumas do cavalo em relação ao boi. E também pode trazer novamente a ele o prazer de correr junto .

Alinahs o boi, é uma etapa onde o treinador pode verificar qual o lado que o cavalo trabalha melhor.

Escantear, é uma atividade onde se condiciona o cavalo a este movimento, é um treinamento muito importante a fim de familiarizar o animal ao o que terá nas pistas de vaquejada.

Tyudo sobre vaquejada aqui

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Vaquejada com Steve Bezerra

Coleção Vaquejada Steve Bezerra

VAQUEJADA – Consultor: Treinador Steve Bezerra
Vídeos filmados em Saloá e Garanhuns - PE.
1- DVD - Doma Racional para cavalos de Vaquejada – Com 3 Discos
2- DVD - Treinamento Báscio de Rédeas para Cav Vaquejada – Com 01 Disco
3- DVD - Sistema de Treinamento para cavalos de Vaquejada- Com 01 Disco
4- DVD - Correção de cavalos de Vaquejada – Com 01 Disco
5- DVD  - Arreios para Cavalos de Vaquejada- Com 01 Disco

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Conhecer o cavalo



Pelagem, Resenha e Exterior do Cavalo. - Conhecer o cavalo não é fácil, pois muitas são as variáveis! Principalmente quanto aos regionalismos. Um bom exemplo é a pelagem Pampa, que também é conhecida como Tobiano, Bragado e até como Oveiro.
Fomos até Amparo, cidade do interior do estado de São Paulo, conhecida como a "Capital Histórica do Circuito das Águas". Do alto do morro do Cristo, temos uma visão privilegiada desta pacata cidade de, pouco mais de 65 mil habitantes. Em seu entorno o cavalo tem forte presença, haras e escolas de equitação se espalham pela região. E é bem em um deles que estaremos a partir de agora, o Hipocampo! Um ambiente harmônico. Onde o respeito pela natureza é marca fundamental. Aqui, o bem estar animal é levado a sério.
É neste ambiente que o professor e médico veterinário André Cintra vai nos ensinar a conhecer um pouco mais o cavalo. Será uma abordagem sobre o exterior do cavalo, as pelagens e de como fazer uma resenha. Aprenda como identificar pelagens de cavalos, fazer resenhas e conhecer o exterior do cavalo. O conteúdo é passado de forma prática, tudo feito ao lado do cavalo, desta forma você vê, e você aprende!

CONTEÚDO:

CAPITULO I – EXTERIOR
1.Cabeça – Partes
2.Cabeça – Tipos
3.Pescoço – Partes
4.Pescoço – Rodado, Piramidal, Pescoço de Cisne
5.Tronco
6.Membro Anterior
7.Membro Posterior

CAPITULO II – PELAGEM
1.Pelagens Simples: Alazão, Castanho e Preto
2.Pelagens Compostas: Tordilho, Rosilho e Lobuno
3.Pelagens Conjugadas: Pampa, Mantado e Leopardo

CAPITULO III – RESENHA
1.Remoinhos
2.Espigas
3.Manchas Brancas
4.Cascos
5.Outros Sinais

Consultor:

André Galvão Cintra
Médico Veterinário e Professor de Amparo SP (autor do livro "O Cavalo: Características, Manejo e Alimentação” e coautor do livro "Manual de Gerenciamento Equestre)

SAIBA MAIS SOBRE CAVALOS AQUI

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

EQUITAÇÃO BÁSICA


EQUITAÇÃO BÁSICA PARA MULHERES

Equitação para Mulheres é um video curso que foi produzido para a mulher que deseja se iniciar na prática da equitação. Tudo é mostrado passo-a-passo para que a iniciante capte todas as informações, aprenda a dominar seu cavalo e tenha grandes emoções!

Conteúdo:

DVD 1:
Cap.1 - Os benefícios
Cap.2 - Os equipamentos
Cap.3 - As modalidades
Cap.4 - Contato inicial com o cavalo
Duração: 63 minutos

DVD 2:
Cap.4 - Continuação
Cap.5 - A selaria
Duração: 77 minutos

DVD 3:
Cap.6 - Práticas de equitação
Cap.7 - Exercícios Físicos
Duração: 60 minutos

DVD 4:
Cap.8 - Tratos com o cavalo
Duração: 58 minutos


Consultoria:
Treinadora Rosana Reboli

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Como Criar Galinha Caipira

Como Criar Galinhas Semi-Confinadas
Este vídeo mostra um sistema de criação de galinhas que combina área de pasto e galpão. Indica quais raças produzem carne e ovos. Ensina passo a passo desde a choca até o final da produção.
Além disso, você aprenderá a fazer uma previsão orçamentária com os custos de implantação e com previsão de retorno do investimento. Criar galinhas semi-confinadas torna-se uma atividade bem mais simples após assistir este vídeo!
Videopar, você vê, você faz e o lucro aparece!

Conteúdo:
-Raças para produção de carne e ovos
-Incubação e choca
-Instalações
-Alimentação
-Higiene e Sanidade
-Área de Pastagem
-Custo de Implantação
-Previsão Orçamentária

Duração aproximada: 55 Minutos
Com Manual

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Coimo produzir ovos caipiras

Como Criar Galinha Caipira para a Produção de Ovos

Neste curso, você verá passo-a-passo de como criar a galinha caipira colonial para a produção de ovos.
No sistema de criação "Caipira ou Colonial", as aves têm acesso a um piquete onde podem correr pular, alimentar-se de plantas, insetos e minhocas. Resultando em ovos com aparência e sabor próprios, que o mercado reconhece e remunera de forma diferenciada. Onde o consumidor se dispõe a pagar pelo ovo caipira até o dobro do preço do ovo comum, tornando a atividade de criação de galinha caipira muito rentável.
As frangas iniciam a postura de ovos já no 5° mês de vida. E normalmente, a produção se mantém viável economicamente até os 20 meses de vida.
Adotando este sistema de criação você já estará empregando uma tecnologia que vai ser obrigatória muito em breve. Desde janeiro de 2012, a União Europeia proibiu o confinamento de poedeiras em baterias de gaiolas.
 Conteúdo:
 -Mercado e legislação de ovos caipira
-Instalações: Solo, Relevo, Água, Galpões ( características e dimensionamento)
-Cria
-Recria: Alojamento, Alimentação, Vacinações
-Estimulo para produção de ovos:  Iluminação artificial, Alimentação
-Fase de Postura: Alimentação, Coleta de ovos, Processamento do ovo (estocagem/embalagem)
-Rações

 Consultoria:
Prof. Dr. Antonio Augusto Domingos Coelho
Prof. Dr. Vicente José Maria Savino

ESALQ - USP - Departamento de Genética


Duração aproximada: 45 minutos

quinta-feira, 27 de julho de 2017

PISCICULTURA SUPERINTENSIVA

PISCICULTURA SUPERINTENSIVA COM RECIRCULAÇÃO DE ÁGUA

Aprenda todas as técnicas e manejo da piscicultura superintensiva com recirculação de água. Um novo sistema que traz muita lucratividade para a criação de peixes.

Conteúdo:
1. A água.
2. Sistema de Cultivo.
3. Povoamento.
4. Nutrição.
5. Despesca e biometria.

Consultoria: Bass - Tecnologia em piscicultura.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

O CURIÓ

Você vai acompanhar neste vídeo a criação e o manejo de curiós a partir de técnicas adquiridas e explicadas pelos maiores criadores da espécie.
 Um sistema que combina uma correta alimentação para as diversas fases de criação; o manejo diário, os cuidados fundamentais com a sanidade, as técnicas mais eficientes para a reprodução em cativeiro, as instalações adequadas, o treinamento para canto, a comercialização, leis e muitos outros detalhes sobre a criação deste pássaro nobre.

Conteúdo:
-Origens do curió
-Instalações necessárias para a criação
-Estrutura das gaiolas
-Alimentação
-Reprodução (Acasalamento, ovos e filhotes)
-A saúde das aves
-O canto do curió
-Competições e campeonatos
-Informações necessárias para quem deseja iniciar uma criação

SAIBA MAIS SOBRE PÁSSAROS AQUI

sexta-feira, 21 de julho de 2017

A Hidroponia

HIDROPONIA - Diz-se de um sistema de cultura sem solo para a produção intensiva de hortaliças, em que a nova planta desenvolve o sistema radicular mergulhado em água, com nutrientes minerais em suspensão. (A partir de um projeto inicial da NASA, para eventual possibilidade alimentar das estações orbitais. A a cultura hidropônica é muito utilizada em todo o mundo. o sistema mais empregado é o NFT (Nutrient Film Technique), onde a substancia nutritiva corre através de dutos que sustentam as plantas. Os cultivos mais comuns em hidroponia são: alface, tomate, rucula , agrião. Mas muitas outras éspecies podem ser cultivadas neste sistema, como hortelã. Alem do sistema em NFT, existe a hidroponia floating, onde as palntas "flutuam" sobe uma lamina dágua.

saiba mais sobre o cultivo em hidroponia

quarta-feira, 19 de julho de 2017

A criação de suinos

O desmame superprecoce de leitões, realizado quando o leitão atinge entre 8º e o 18º dia de vida, é uma nova e eficaz arma à disposição do suinocultor. É possível elevar a média de partos/matriz/ano e, além disso reduzir ocorrência de doenças. Porém, para aplicar tal técnica, é preciso conhecer as necessidades desses leitões tao precocemente desmamados. É preciso conhecer sobre o manejo, o ambiente e, principalmente sobre nutrição.

Conteúdo: O Peso ao Nascer A importância do Colostro Fisiologia Digestiva Nutriçao Antes e Após o Desmame A Fonte de Proteína Proteína Ideal Capacidade Tampao A Energia na Fase Pós-desmame Efeito do Ambiente Efeito da Temperatura Ativaçao do Sistema Imune

Consultoria: Coordenaçao técnica de Henrique da Silva Passos Junior - Zootecnista, Msc em Nutriçao Animal.

Duração aproximada: 50 Minutos.

SAIBA MAIS SOBRE SUÍNOS AQUI

segunda-feira, 17 de julho de 2017

A Vaquejada nordestina

A Vaquejada é uma tradição que vem de geração em geração há centenas de anos. Na sociedade atual além de mantenedor da cultura de uma região do país é a mola propulsora da economia dos Estados Nordestino. Sendo o carro chefe de toda a indústria do cavalo Quarto de Milha. A Vaquejada está contida como patrimônio cultural nordestino, que vem passado de pai para filho trazendo em suas raízes a tradição através do esporte, a criação de empregos diretos e indiretos e o sustento de milhares de famílias. 

Grandes escritores e historiadores souberam transmitir em palavras a representatividade desta paixão nordestina, entre eles o cearense José Martiniano de Alencar, que escreveu em 1874 o livro "Puxada de rabo do boi"; como também o norte-rio-grandense Luís da Câmara Cascudo, em 1976, "A vaquejada nordestina e sua origem"; e, em 1986, o pernambucano Manuel Correia de Oliveira Andrade lançou "A terra e o homem do Nordeste". 

Outra importante fonte de informação para os nordestinos, que amam esta tradicionalíssima modalidade esportiva, a pesquisa divulgada com o título: "Estudo do Complexo do Agronegócio Cavalo, realizada pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) e publicada em 2006 pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a história da Vaquejada teve seu início na região Nordeste no final do século XIX, estritamente para os proprietários de fazendas e sítios. Como evento aberto ao público, o trabalho mostra que as provas começaram nos anos 40 e, a partir de 1980, as regras começaram a ser definidas de uma maneira melhor e os prêmios distribuídos aos competidores. A partir daí, começaram a se transformar em grandes eventos, apoiados por patrocinadores. Com o passar dos anos a modalidade ganhou grande impulso nos últimos dez anos, principalmente com a introdução de cavalos de maior valor, que variam entre R$ 150 e R$ 200 mil, e a consolidação das regras, embora com variações regionais. Em 2001 o vaqueiro foi equiparado ao atleta profissional ao atleta profissional, conferidos os seus direitos conforme Lei nº 10.220, de 11 de abril de 2001.

Para a realização de uma prova de Vaquejada, há o envolvimento de aproximadamente 270 profissionais, entre veterinários, juízes, inspetores, locutores, equipes de circuito como: organizadores, seguranças, limpeza e apoio de gado, entre outros. Além desta estrutura, ocorre também a contratação de pessoas ligadas às várias bandas musicais que fazem parte da programação dos shows, o setor de alimentação e outras atividades de apoio ao evento.

Segundo ainda a pesquisa, cada etapa contabiliza em média cerca de 550 duplas de vaqueiros, que desembolsam aproximadamente R$ 1,1 milhão em senhas (média de valor por senha: R$ 300,00 a 1ª e R$ 250,00 a 2ª). No período que foi realizada a pesquisa, estimava-se que existia três milhões de adeptos desta prática esportiva que atuavam em duas mil provas anualmente, sendo destas 400 oficiais e a movimentação econômica desta atividade é calculada em R$ 164 milhões. Conforme pesquisa publicada em 2006 pela Confederação da Agriculta e Pecuária do Brasil (CNA). Hoje, esses números de eventos praticamente dobraram, segundo as informações da Associação Brasileira de Vaquejada (ABVAQ): 

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Como escolher cavalos

Aprenda como escolher seu cavalo das raças: anglo árabe, appalosa, árabe, bretão, percherão, campolina, mangalarga marchador, mangalarga, pônei, puro sangue ingles, quarto de milha, jumento, burro, mula e os mestiços

O Brasil possui o maior rebanho de equinos na América Latina e o terceiro mundial. Somados aos muares (mulas) e asininos (asnos) são 8 milhões de cabeças, movimentando R$ 7,3 bilhões, somente com a produção de cavalos.
O rebanho envolve mais de 30 segmentos, distribuídos entre insumos, criação e destinação final e compõe a base do chamado Complexo do Agronegócio Cavalo, responsável pela geração de 3,2 milhões de empregos diretos e indiretos.
Quando o assunto é exportação de cavalos vivos, os números são significativos: a expansão alcançou 524% entre 1997 e 2009, passando de US$ 702,8 mil para US$ 4,4 milhões. O Brasil é o oitavo maior exportador de carne equina. Bélgica, Holanda, Itália, Japão e França são os principais

APRENDA MAIS SOBRE CAVALOS AQUI

sexta-feira, 7 de julho de 2017

A Vaquejada no Brasil


A HISTÓRIA DA VAQUEJADA

Na época dos coronéis, quando não havia cercas no sertão nordestino, os animais eram marcados e soltos na mata. Depois de alguns meses, os coronéis reuniam os peões (vaqueiros) para juntar o gado marcado. Eram as pegas de gado, que originalmente aconteciam no Rio Grande do Norte. Montados em seus cavalos, vestidos com gibões de couro, estes bravos vaqueiros se embrenhavam na mata cerrada em busca dos bois, fazendo malabarismos para escaparem dos arranhões de espinhos e pontas de galhos secos. Alguns animais se reproduziam no mato. Os filhotes eram selvagens por nunca terem mantido contato com seres humanos, e eram esses animais os mais difíceis de serem capturados. Mesmo assim, os bravos vaqueiros perseguiam, laçavam e traziam os bois aos pés do coronel. Nessa luta, alguns desses homens se destacavam por sua valentia e habilidade, e foi daí que surgiu a ideia da realização de disputas.

A primeira vaquejada ocorrida no mundo, foi na cidade de Morada Nova  no Ceará.  O Rio Grande do Norte é apontado como o estado que deu o primeiro passo para a prática da vaquejada. A cidade de Currais Novos é o berço das vaquejadas, onde a tradição é mantida até os dias atuais. O historiador Câmara Cascudo dizia que por volta de 1810 ainda não existia a vaquejada, mas já se tinha conhecimento de uma atividade parecida. Era a derrubada de vara de ferrão, praticada em Portugal e na Espanha, onde o peão utilizava uma vara para pegar o boi. Mas derrubar o boi pelo rabo, a vaquejada tradicional, é puramente nordestina. Na região Seridó do Rio Grande do Norte, mais precisamente no município de CURRAIS NOVOS onde tudo começou, era impossível o uso da vara, pois o campo era muito acidentado e a mata muito fechada, e por essa razão tudo indica que foi o vaqueiro seridoense o primeiro a derrubar boi pelo rabo.

Somente em 1874 apareceu o primeiro registro de informação sobre vaquejada. O escritor José de Alencar escreveu a respeito da "puxada de rabo de boi" no Ceará, mas não como sendo algo novo, ele deixou claro que a prática já ocorria anteriormente. E se existia no Ceará, era indiscutível que pudesse existir em estados vizinhos como, Rio Grande do Norte, Paraíba e Piauí, já que eram regiões tão semelhantes nos hábitos, atividade econômica e social, e ambiente físico. Foi isso que levantou a suspeita dos pesquisadores. Eles descobriram pela tradição falada que muito antes de 1870 já se praticava vaquejada no Seridó Potiguar. Uma indicação para isso era a existência dos currais de apartação de bois, que deram origem ao nome da cidade de CURRAIS NOVOS, também no Rio Grande do Norte. Esses currais foram feitos em 1760. E era entre 1760 e 1790 que acontecia em Currais Novos a apartação e feira de gado. Foram dessas apartações que surgiram as vaquejadas. O pátio de apartação de São Bento, no município de Currais Novos foi construído em 1830.

No Nordeste, desde a colonização, o gado sempre foi criado solto. A coragem e a habilidade dos vaqueiros eram indispensáveis para que se mantivesse o gado junto. O vaqueiro veio tangendo os bois, abrindo estradas e desbravando regiões. Foram eles os grandes desbravadores do sertão nordestino, e muito especialmente do sertão do Seridó, região cheia de contos e lendas de bois e de vaqueiros. 

 Evolução da vaquejada

De 1880 a 1910: A prática era com a lida do boi, a apresentação nos sítios e fazendas. Não existia formalmente o termo Vaquejada. O Brasil vivia um momento de transição da Monarquia para a República. As músicas de Chiquinha Gonzaga estouravam nas paradas de sucesso.

De 1920 a 1950: A ideia da festa da vaquejada começava a existir com as brincadeiras de argolas e corridas de pé-de-mourão. Nesse período, o temido Lampião costumava participar das festinhas com argolas, em fazendas de amigos. Na época destacavam-se, na música, Noel Rosa,Ari Barroso, e surgia um garoto chamado Luiz Gonzaga no Brasil republicano, onde brilhou a estrela de Getúlio Vargas.

De 1960 aos anos 70: Começam a ser disputadas as primeiras vaquejadas na faixa dos seis metros. Ainda eram eventos de pequeno porte, em sua maioria festinhas de amigos, com participação mínima de vaqueiros. O Brasil vivia a época da ditadura. O forró de Luiz Gonzaga, Trio Nordestino, Marinês e outros animavam as festas.

De 1980 aos anos 90: Mudanças nas regras da vaquejada. A faixa dos seis metros, que exigia força do vaqueiro, passou a ser de dez metros, cuja principal característica é a técnica. Começam a ser distribuídos prêmios para os competidores, mas o público ainda era pequeno. Época em que o País inteiro foi às ruas gritar pelas eleições diretas que foram consolidadas em 1988.

Anos 90 até a atualidade: A vaquejada é encarada como um grande negócio. Os organizadores começam a cobrar ingressos e o público entende a proposta. O vaqueiro é reconhecido como um atleta da pista. Nasce um novo forró com o surgimento de bandas como "Mastruz com Leite". Resultado: parques lotados e, a cada ano, surgem mais pessoas interessadas pela atividade.

Depois de muito tempo, a vaquejada só tende a crescer como um bom esporte para o povo nordestino e também para amantes da vaquejada em outras regiões. O crescimento veio pelo fato da criação das categorias(aspirante, amador, profissional), fazendo com que a prática desse esporte se expanda.

Os fazendas de antigamente com o passar do tempo vai se estruturando de acordo com as atualidades e novas vão se criando. Suas estruturas, formas de criação dos animais, qualidades são melhoradas para obter ótimos vaqueiros e animais, que na vaquejada, dão o seu melhor para levar resultado para sua equipe(Fazenda,Rancho,Haras). Dentre uma pesquisa realizada em alguns estados encontram-se os seguintes parques e haras de vaquejada com maiores títulos em disputas pelas regiões brasileiras:

Parque Nacional do vaqueiro, Serrita (Pernambuco) - Parque Haras VM, Pernambuco. - Parque Milani,Pernambuco. - Parque Rancho do Pinguim, João Pessoa, Paraíba. - Parque Ivandro Cunha Lima, Campina Grande, Paraíba. - Parque Maria do Carmo, Serrinha, Bahia. - Parque Miguel da Hora - Jaguaquara - Parque Sant'Ana Campo Grande, Rio Grande do Norte. - Parque Porcino Park Center, Mossoró, Rio Grande do Norte. - Clube do Vaqueiro, Fortaleza. - Parque Sossaite, Maragogi, Alagoas.


Regras
As disputas são entre várias duplas, que montados em seus cavalos perseguem pela pista e tentam derrubar o boi na faixa apropriada para a queda, com dez metros de largura, desenhada na areia da pista com cal. Cada vaqueiro tem uma função: um é o batedor de esteira, o outro é o puxador.

O Batedor de Esteira
É o encarregado de "tanger" o boi para perto do derrubador no momento da disparada dos animais e pegar o rabo do boi e imediatamente passar para o colega, além de empurrar com as pernas do seu cavalo, o boi para dentro da faixa caso o boi tente levantar-se fora da faixa.

O Puxador
É o encarregado de puxar o rabo do boi e de derrubá-lo dentro da faixa apropriada, e também quem faz quase todo o trabalho não desmerecendo o esteira.

O Juiz
O juiz serve como árbitro na disputa entre as duplas e deve ficar ao alto da faixa onde o boi será derrubado. Ao cair na pista, dependendo do local, pontos são somados ou não a dupla. Se o boi for derrubado dentro da faixa apropriada para esse fim, com as quatro patas para o ar, ele grita para o público: "Valeu Boi", então, soma-se pontos a dupla, se isso não acontecer, ele fala: "Zero", a dupla não consegue somar pontos.E ganha aquele que tiver mas ponto somada,e aie e só festejar mas uma vitoria.

Regulamentação

O Peão de vaquejada hoje é regulamentado pela Lei nº 10.220, de 11 de abril de 2001, que considera "atleta profissional o peão de rodeio - Entendem-se como provas de rodeios as montarias em bovinos e eqüinos, as vaquejadas e provas de laço, promovidas por entidades públicas ou privadas, além de outras atividades profissionais da modalidade organizadas pelos atletas e entidades dessa prática esportiva".
Empresários de todo o país vêem o evento como um grande e próspero negócio. As vaquejadas são consideradas "Grandes Eventos Populares" deixando de ser uma simples manifestação Cultural Nordestina, e atraindo um excelente público onde quer que aconteçam.


segunda-feira, 26 de junho de 2017

Cursos de rédeas

Aprenda com este curso de rédeas avançado como fazer o trabalho de rédeas com um potro novo e como aprimorar um cavalo já treinado.
Controlar o cavalo é dominar seus movimentos!
E não é só guiá-lo, é interagir com ele.
Baseado neste princípio é que é treinado o cavalo para rédeas.
Neste segundo vídeo de rédeas orientado pelo treinador Nélson Rodrigues você vai ver um trabalho totalmente direcionado para conjuntos que já tenham a base de rédeas.
As cobranças, as exigências são muito maiores.
Conteúdo:
Spin
Círculo
Esbarro
Recuo e RollBack
Troca de Mão
Consultor: Nelson Rodrigues
Kit com dois DVD's
Duração Aproximada:
Disco 1 – 50 minutos
Disco 2 – 51 minutos


sexta-feira, 9 de junho de 2017

Estrelas da Vaquejada


Consultores: Treinador Steve Bezerra (do 1 ao 5) e Edeilton Ramos (6)
Vídeos filmados em Saloá e Garanhuns - PE.
1- DVD - Doma Racional para cavalos de Vaquejada – Com 3 Discos
2- DVD - Treinamento Básico de Rédeas para Cavalos de  Vaquejada – Com 01 Disco
3- DVD - Sistema de Treinamento para cavalos de Vaquejada- Com 01 Disco
4- DVD - Correção de cavalos de Vaquejada – Com 01 Disco
5- DVD  - Arreios para Cavalos de Vaquejada- Com 01 Disco
6 - DVD - Vaquejada Somente com Arreios de Boca - Nova técnica - com 1 disco

como preparar drinks e cockctails

Aprenda a preparar Deliciosos Drinks e cocktails

Drinks e Cocktails - vol 1 é um video curso que mostra passo a passo, os segredos para você preparar os drinks mais incríveis, nacional e internacionalmente conhecidos. Apresenta também os utensílios e acessórios que dão o toque especial ao servir e as dicas mais quentes para você se transformar num verdadeiro barman.

Conteúdo:
-Short Drinks: Manhattan, Blue Gin, White Lady, Daiquiri
-Long Drinks: Pina Colada, Cambalacho
-Hot Drinks: Conhaque Flambado, Brazilian Coffee, Run Coffe
-Utensilios de bar e dicas sobre copos e taças.

Duração aproximada: 67 Minutos.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Casqueamento e Frerrageamento de cavalos


Casqueamento e Frerrageamento de cavalos, é um videocurso extremamente prático onde o Dr. Fábio Furquim mostra em seu ambiente de trabalho como fazer de forma adequada esta prática!
Como havia muita informação a ser mostrada, este videocurso é apresentado em 2 discos.
Na parte 1, são mostrados alguns conceitos básicos e logo em seguida mostra-se como se faz o casqueamento. Como acontece no dia-a-dia de trabalho, podem surgir cavalos com diferentes problemas, e foi pensando nisto que resolvemos colocar no vídecurso 4 situaçòes diferentes de casqueamento (Capítulos 3, 4, 5 e 6), onde o Dr. Fábio Furquim explica como está fazendo.
Parte 1 - CASQUEAMENTO BÁSICO
Capítulo 1 - Membros locomotores
Capítulo 2 - O casco
Capítulo 3 - Casqueando 1º cavalo
Capítulo 4 - Casqueando 2º cavalo
Capítulo 5 - Casqueando 3º cavalo com o uso do nível
Capítulo 6 - Casqueando 4º cavalo com aguamento crônico

Na parte 2, você aprende o básico para ferrar um cavalo. O Dr. Fábio Furquim ensina o que aprendeu nos anos de estudo e prática.
PARTE 2 - FERRAGEAMENTO BÁSICO
Capitulo 7 - A ferradura
Capítulo 8 - As ferramentas
Capítulo 9 - Os cravos
Capítulo 10 - Retirar e recolocar uma ferradura
Capítulo 11 - Ferrageamento simples no anterior
Capítulo 12 - Guarda casco
Capítulo 13 - Ferrageamento a quente no posterior com guarda casco na pinça
Capítulo 14 - Ferrageamento a quente no posterior com guarda casco lateral
Capítulo 15 - O que é justura
Capítulo 16 - Modificações em ferraduras

SAIBA MAIS SOBRE CAVALOS

segunda-feira, 29 de maio de 2017

A criação de cavalos


Há cerca de 70 milhões de anos, a Terra começava a viver no período conhecido como Eoceno. em que surgiram os primeiros animais mamíferos. Entre eles estava o chamado eohíppus (em grego, "aurora do cavalo"), do tamanho de um pequeno cachorro atual. que habitava a América do Norte. Da América. atravessando o estreito de Behring, que fica entre o Alasca e a Asía, o eohíppus chegou à região do Himalaia. onde se instalou e foi sofrendo adaptações. crescendo até assumir as características dos atuais cavalos. Na América não sobrou nenhum descendente do animal pré-histórico, e os cavalos só vieram para cá trazidos por colonizadores. O nome científico da espécie é Equus cabalus. Havia três subespécies primitivas: o Equus cabalus africanus. também chamado Equus przewalski. o cavalo das estepes. do qual descende o cavalo da península Ibérica e o bérbere (do norte da África). que ainda existe em estado selvagem na Mongólia: o Eqqus cabalusasiatícus, o cavalo do deserto. que originou o cavalo árabe: e o Equus cabalus occidentalis ou Equus robustus, o cavalo das florestas, que deu origem aos cavalos de tração da Europa Central. As primeiras indicações de domesticação do cavalo datam de cerca de 35 mil anos na Ásia Central. Inicialmente foi domesticado para fins de carne, sendo usado mais tarde para tração e depois como montaria. Na mitologia grega simbolizava a guerra. indicando a importância que acabou assumindo como montaria para combates. De fato. até o surgi-mento das modernas máquinas de guerra. o cavalo foi decisivo em diversos momentos importantes da História, para decidir disputas. A qualidade da cavalaria diferenciava os exércitos. Ainda na Antiguidade, era usado para o lazer. em corridas ou para equitação. por chineses. rnongóís e outros povos orientais. Assírios. fenícios e persas já realizavam corridas. que foram copiadas mais tarde. Roma realizava as famosas corridas de bigas (carros puxados por cavalos). A origem das raças - Quando começou a se espalhar pelo mundo. o animal foi encontrando condições ambientais muito diferentes das de sua região de origem. e foi adaptando-se a elas. A própria natureza. selecionando os espécimes mais fortes. se encarregou de promover as alterações genéticas e selecionar as primeiras raças. Depois. o homem começou a interferir nesse processo, procurando reunir características de uma determinada raça com as de outras. visando obter animais que se prestassem aos seus interesses: tração. corrida. salto etc. Além disso. animais de uma mesma raça. levados para locais diferentes. acabaram formando novas raças. mais adaptadas ao novo ambiente, mesmo sem cruzamentos. Puros-sangues - Originários do planalto central da Ásia, provavelmente da Mesopotâmia, região entre os rios Tigre e Eufrates. Os animais do mais alto nível são criados na Polônia, Estados Unidos, União Soviética e Egito. Barbo - Ou africano, berbérico, barbaresco, mongol ou mongólico. Originário da Ásia Central . Alter - Tem origem na raça barbo e se de-senvolveu em Portugal. É animal de sela, com influência de raças nacionais em sua formação. Anglo-árabe - Um pouco maior que o árabe (média de altura de 1,52 a 1,60 metro), mas de conformação parecida e as mesmas qualidades. Andaluz - Também chamado puro-san-gue-da-idade-média, esse cavalo espanhol foi bastante difundido pela Europa. Tem aparência uniforme, de linhas bem confor-madas e harmônicas. Lusitano - O cavalo de Portugal é seme-lhante à raça andaluz, chegou ao Brasil na década de 70 e impressionou pela silhueta, aprumos perfeitos e temperamento dócil. Utilizado no hipismo, realiza andamentos como passo, marcha trotada, trote e galope e sela. Tem estatura média de 1,52 a 1,54 metro, pesando de 450 a 500 quilos. As pe¬lagens mais freqüentes são a tordilha, casta¬nha e alazão Bretão - Originário da Bretanha, noroeste da França, apresenta três variedades: breão-do-norte, de tiro pesado ou grande-bretão; bretão-do-sul, postier ou norfolk, de tiro médio; e o bretão-das-montanhas, bidê ou pequeno Percherão - Originário da região francesa de La Perche. Persa - Originário do Golfo Pérsico (Munjid). Animal de talhe grande é utilizado sem sela para demonstrações circenses. Quarto-de-milha - Ou quarter horse. Originário da Virgínia e Carolina do Sul, Estados Unidos, espalhou-se pelos países americanos do Norte e do Sul. É rústico, resistente, com aptidão para montaria. Pode agüentar climas áridos e relevo montanhoso. Apaloosa - Esses cavalos pintados, origiundos do noroeste dos Estados Unidos e usados pelos índios nezperce, em Idaho, são animais de porte médio, com peso de 400 a 500 quilos e altura de 1.40 a 1.55 metro. Hanoverano - Originário da Alemanha (Hanover), é compacto, com músculos bem conformados e membros longos e fortes. Morgan - Originário da Nova Inglaterra, Estados Unidos, no século XVIII. Orloff - Chamado de trotador russo, é originário da União Soviética e apresenta corpo delgado e elegante, bons aprumos e canelas curtas, com altura variando de 1,55 a 1,70 metro e peso de 500 a 580 quilos. Trackehnen - Criada na Prússia Oriental. é uma raça grande e robusta, enérgica e dócil. Lipizzano - Originário da Espanha. esse animal escuro ou preto vai se tomando claro com a idade, embora haja pelagens alazã e preta. Mangalarga - Iniciada pelo barão de AIfenas. da família Junqueira. com infusão de sangue aI ter e andaluz. Apresenta duas va-riedades. a paulista (trotador) e a mineira (marchador). Crioula - Originária do Rio Grande do Sul, mas já bem difundida na região Centro-Sul. Tem altura média de 1.40 a 1,50 metro e peso de 400 a 500 quilos. São animais fortes e cheios. com membros bem desenvolvidos e variedade de pelagens em que predominam os baios, gateados, alazões aleonados. mouros, rosilhos, lobunos e alazões tostados. Campolina - Originária de Minas Gerais e difundida em São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo Pantaneiro - Ou curraleiro. Da região do Pantanal mato-grossense, mas já difundido pela região Centro-Oeste.

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terça-feira, 23 de maio de 2017

Como fazer enxertia de plantas

Guia Prático de Enxertia, como o próprio título já diz, este é um GUIA PRÁTICO para você aprender a usar a técnica mais adequada de enxertia de plantas, na época certa, para a produção de mudas frutíferas, florestais e ornamentais, e que respeitem o padrão da legislação brasileira. Conheça as diferentes técnicas para obter sucesso na enxertia de frutíferas e outras espécies vegetais. Um verdadeiro Manual da Enxertia.

Conteúdo:
-Técnicas de enxertia
-Enxertia
-Garfagem Herbácea
-Enxertia
-Garfagem Lenhosa
-Enxertia
-Borbulha
-Sobreenxertia.

Duração aproximada: 50 Minutos.

Consultoria: Prof. Flávio Zanette - Universidade Federal do Paraná

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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Sistema de Treinamento Vaquejada


Treinamento de Vaquejada

O cavalo de vaquejada deve ser treinado para obter o melhor rendimento nas pistas. Aprenda como fazer um treinamento específico para vaquejada, após você ter passado pelos exercícios de rédeas, conseguindo assim o controle do seu cavalo é hora de partir para os treinos de pista. Isto é importante porque você irá preparar seu cavalo na cancela, na corrida e até a faixa de derrubada do boi. Este treinamento faz parte da rotina de Steve Bezerra em seu centro de treinamento com os cavalos de vaquejada. Com ele você vê, você faz!

CONTEÚDO;  


1 - Introdução do potro no gado (trilhar)
2 - Exercícios de cancela
3 - Alinhar o cavalo no boi de ambos os lados
4 - Exercícios de escantear
5 - Definir lado
6 - Ensinar o potro a abrir trocando de mãos com velocidade
para derrubar o boi.

Consultoria:

Steve Bezerra
Zootecnista e Treinador de Cavalos
Saloá - PE

Duração aproximada: 55 minutos

O Sistema de Treinamento de Cavalos de Vaquejada no Centro de Treinamento de Steve Bezerra é realizado com as técnicas conferidas e aprovadas por este grande profissional. Steve, como é chamado pelos amigos é Zootecnista e Vaqueiro dos bons, o que lhe garante um bom conhecimento da vaquejada e dos cavalos. Com seu olho clínico sabe escolher animais que tem grande potencial para as pistas. Viaja pelo Brasil em busca de grandes exemplares, principalmente cavalos da Raça Quarto de Milha, raça que predomina neste meio. Fora esta atividade de treinos ele ainda participa em leilões, participa do Núcleo Integrado do Cavalo (NIC), alem de promover cursos em quase toda a região Nordeste do Brasil.

SAIBA MAIS SOBRE VAQUEJADA CLICANDO AQUI

sexta-feira, 28 de abril de 2017

CAVALGAR, NOSSA PAIXÃO

CAVALGAR, NOSSA PAIXÃO, apresenta narrativas com o sentimento, ou melhor, a paixão de nossos convidados por uma ou mais cavalgadas que realizaram.
Você vai conhecer 33 pessoas, com diferentes perfis, que são apaixonadas por cavalgadas. Elas se transformaram em personagens e narram suas experiências, contam fatos inusitados e excepcionais, partilhando o que encontraram em diferentes destinos visitados a cavalo.
Todos realizaram viagens que justificam estarem neste livro. Agradeço suas participações e, homenageando a todos, destaco a história do Pedro Aguiar, que teve suas longas viagens a cavalo pelo Brasil transformadas em feitos históricos. Ele levou sua paixão por cavalgar ao extremo, a um outro patamar. Ele é minha referência!
Nosso objetivo é que essas histórias e experiências sirvam de inspiração para todos aqueles que comungam da paixão por cavalgar.

>> O prazer, a sensação de cavalgar e a própria presença do cavalo na história do ser humano são tão profundos que podem ser considerados como parte de nossa memória genética. Cavalgar é uma atividade milenar; é também uma arte, é voltar às origens e sentir-se próximo da natureza.
Eu agradeço a Deus pela possibilidade de ter uma atividade que me permite estar sempre cavalgando em lugares maravilhosos, além de poder proporcionar a pessoas que gostam de ca-valos a oportunidade de conhecer, a cavalo, os melhores destinos do Brasil e do mundo.
Decidi editar este livro para compartilhar as experiências e sentimentos de amigos que têm em comum a paixão por cavalgar. Convidei a Jacira Omena, editora do Portal Viajar a Cavalo, para, como coeditora, me auxiliar nesta tarefa.
Paulo Junqueira Arantes
Diretor da Agência Cavalgadas Brasil

>> Editor: Paulo Junqueira Arantes
Coeditora: Jacira Omena
Redação: Jacira Omena e Paulo Junqueira Arantes
Revisão de texto: Sonia Glodis
Projeto Gráfico e editoração: Vera Andrion DRT-PR 10260
Fotos: Pág. 28,29,30 e 31 – Roberto Freitas, Roneijober Andrade, Ricardo Naschold,Ney Messi; pág. 57 – Ricardo Bacellar Wuerkert; pág. 60 e 61 – Valdemir Cunha;pág. 62,63,64, 76 e 78 – Eduardo Rocha; pág. 65, 66, 67 e 68 – Luiz Carlos Duarte;pág. 86 e 88 – Dirceu Martins, Lídia Muradás; pág. 87 e 89 – Sergio Ronco;pág. 90 – Modesto Wielevick e pág. 8,9,10, 14,15,16,44,46,47,48,49,50,69,70,71 e 72 – Paulo Junqueira Arantes.

saiba mais sobre cavalgadas aqui

COMO FAZER CASQUEAMENTO E FERRAGEAMENTO EM CAVALOS

Aprenda a fazer o ferrageamento em cavalos, método a frio e a quente, com o Medico Veterinário Fábio Furquim Correa.

Parte 1 - CASQUEAMENTO BÁSICO
Capítulo 1 - Membros locomotores
Capítulo 2 - O casco
Capítulo 3 - Casqueando 1º cavalo
Capítulo 4 - Casqueando 2º cavalo
Capítulo 5 - Casqueando 3º cavalo com o uso do nível
Capítulo 6 - Casqueando 4º cavalo com aguamento crônico

PARTE 2 - FERRAGEAMENTO BÁSICO
Capitulo 7 - A ferradura
Capítulo 8 - As ferramentas
Capítulo 9 - Os cravos
Capítulo 10 - Retirar e recolocar uma ferradura
Capítulo 11 - Ferrageamento simples no anterior
Capítulo 12 - Guarda casco
Capítulo 13 - Ferrageamento a quente no posterior com guarda casco na pinça
Capítulo 14 - Ferrageamento a quente no posterior com guarda casco lateral
Capítulo 15 - O que é justura
Capítulo 16 - Modificações em ferraduras

SAIBA MAIS SOBRE O FERRAGEAMENTO E CASQUEAMENTO

3 TAMBORES TREINANDO COM MARINALDO PEGOS

3 Tambores ou no popular, Tres tambor , é  conjunto de 2 DVD´s onde você aprende com o treinador Marinaldo Pegos os exercícios que ele realiza no seu dia a dia de treinos em seu rancho na cidade de Martinópolis – SP. O curso é focado no treino com tambores na pista. Onde se corrige os problemas que acontecem com os cavalos quando estão no percurso. Tudo é explicado na prática, ou seja, vai fazendo e mostrando o erro e como corrigir. No final você se torna um grande especialista!

Três Tambores é uma modalidade  praticada por homens e mulheres desde as pequenas idades. Podemos ver nas provas famílias inteiras reunidas em torno deste universo que é o cavalo. Pais torcendo pelos filhos ou o inverso! é muito bonito de ser ver, vale a pena entrar nesta modalidade!

CONTEÚDO:

PARTE 1:

Capítulo 1 – Equipamentos (selas, arreios, cabeçadas)

Capitulo 2 – Exercícios de Rédeas ( aqui é mostrado um pouco do que se faz antes de entrar na pista com os tambores)

Capitulo 3 – Treinamento de Potros de 2 anos

Capitulo 4 – Treinamento de Potro de 3 anos

Duração aproximada:   50 minutos

PARTE 2

Capítulo 5 – Correção com o uso dos 5 tambores (este tipo de exercício poupa tempo do treinador)

Capítulo 7 – Treinamento de Cavalos Prontos

Capítulo 8 – Corridas em provas e centro de treinamento (muita emoção)



Duração aproximada:  40 minutos



Consultoria: Treinador Marinaldo Pegos - Pegos Ranch



O Pegos Ranch é uma propriedade que está localizada na scidade de Martinópolis, Estado de São Paulo, bem próxima a Presidente Prudente. Sua infraestrutura é bem formada. Tendo boas pistas de treinos. Possui confortáveis cocheiras onde os animais podem estar abrigados e receberem a boa alimentação e água fresca. Possui amplas pastagens o que propicia conforat´veis passeios com os animais, o que contribui para os treinos de pista.

Cursos on line sobre Cavalos aqui

terça-feira, 18 de abril de 2017

O Cavalo

Saiba mais sobre Cavalos aqui
Há cerca de 70 milhões de anos, a Terra começava a viver no período conhecido como Eoceno. em que surgiram os primeiros animais mamíferos. Entre eles estava o chamado eohíppus (em grego, "aurora do cavalo"), do tamanho de um pequeno cachorro atual. que habitava a América do Norte. Da América. atravessando o estreito de Behring, que fica entre o Alasca e a Asía, o eohíppus chegou à região do Himalaia. onde se instalou e foi sofrendo adaptações. crescendo até assumir as características dos atuais cavalos. Na América não sobrou nenhum descendente do animal pré-histórico, e os cavalos só vieram para cá trazidos por colonizadores. O nome científico da espécie é Equus cabalus. Havia três subespécies primitivas: o Equus cabalus africanus. também chamado Equus przewalski. o cavalo das estepes. do qual descende o cavalo da península Ibérica e o bérbere (do norte da África). que ainda existe em estado selvagem na Mongólia: o Eqqus cabalusasiatícus, o cavalo do deserto. que originou o cavalo árabe: e o Equus cabalus occidentalis ou Equus robustus, o cavalo das florestas, que deu origem aos cavalos de tração da Europa Central. As primeiras indicações de domesticação do cavalo datam de cerca de 35 mil anos na Ásia Central. Inicialmente foi domesticado para fins de carne, sendo usado mais tarde para tração e depois como montaria. Na mitologia grega simbolizava a guerra. indicando a importância que acabou assumindo como montaria para combates. De fato. até o surgi-mento das modernas máquinas de guerra. o cavalo foi decisivo em diversos momentos importantes da História, para decidir disputas. A qualidade da cavalaria diferenciava os exércitos. Ainda na Antiguidade, era usado para o lazer. em corridas ou para equitação. por chineses. rnongóís e outros povos orientais. Assírios. fenícios e persas já realizavam corridas. que foram copiadas mais tarde. Roma realizava as famosas corridas de bigas (carros puxados por cavalos). A origem das raças - Quando começou a se espalhar pelo mundo. o animal foi encontrando condições ambientais muito diferentes das de sua região de origem. e foi adaptando-se a elas. A própria natureza. selecionando os espécimes mais fortes. se encarregou de promover as alterações genéticas e selecionar as primeiras raças. Depois. o homem começou a interferir nesse processo, procurando reunir características de uma determinada raça com as de outras. visando obter animais que se prestassem aos seus interesses: tração. corrida. salto etc. Além disso. animais de uma mesma raça. levados para locais diferentes. acabaram formando novas raças. mais adaptadas ao novo ambiente, mesmo sem cruzamentos. Puros-sangues - Originários do planalto central da Ásia, provavelmente da Mesopotâmia, região entre os rios Tigre e Eufrates. Os animais do mais alto nível são criados na Polônia, Estados Unidos, União Soviética e Egito. Barbo - Ou africano, berbérico, barbaresco, mongol ou mongólico. Originário da Ásia Central . Alter - Tem origem na raça barbo e se desenvolveu em Portugal. É animal de sela, com influência de raças nacionais em sua formação. Anglo-árabe - Um pouco maior que o árabe (média de altura de 1,52 a 1,60 metro), mas de conformação parecida e as mesmas qualidades. Andaluz - Também chamado puro-sangue-da-idade-média, esse cavalo espanhol foi bastante difundido pela Europa. Tem aparência uniforme, de linhas bem conformadas e harmônicas. Lusitano - O cavalo de Portugal é semelhante à raça andaluz, chegou ao Brasil na década de 70 e impressionou pela silhueta, aprumos perfeitos e temperamento dócil. Utilizado no hipismo, realiza andamentos como passo, marcha trotada, trote e galope e sela. Tem estatura média de 1,52 a 1,54 metro, pesando de 450 a 500 quilos. As pelagens mais freqüentes são a tordilha, castanha e alazão Bretão - Originário da Bretanha, noroeste da França, apresenta três variedades: breão-do-norte, de tiro pesado ou grande-bretão; bretão-do-sul, postier ou norfolk, de tiro médio; e o bretão-das-montanhas, bidê ou pequeno Percherão - Originário da região francesa de La Perche. Persa - Originário do Golfo Pérsico (Munjid). Animal de talhe grande é utilizado sem sela para demonstrações circenses. Quarto-de-milha - Ou quarter horse. Originário da Virgínia e Carolina do Sul, Estados Unidos, espalhou-se pelos países americanos do Norte e do Sul. É rústico, resistente, com aptidão para montaria. Pode agüentar climas áridos e relevo montanhoso. Apaloosa - Esses cavalos pintados, originados do noroeste dos Estados Unidos e usados pelos índios nezperce, em Idaho, são animais de porte médio, com peso de 400 a 500 quilos e altura de 1.40 a 1.55 metro. Hanoverano - Originário da Alemanha (Hanover), é compacto, com músculos bem conformados e membros longos e fortes. Morgan - Originário da Nova Inglaterra, Estados Unidos, no século XVIII. Orloff - Chamado de trotador russo, é originário da União Soviética e apresenta corpo delgado e elegante, bons aprumos e canelas curtas, com altura variando de 1,55 a 1,70 metro e peso de 500 a 580 quilos. Trackehnen - Criada na Prússia Oriental. é uma raça grande e robusta, enérgica e dócil. Lipizzano - Originário da Espanha. esse animal escuro ou preto vai se tomando claro com a idade, embora haja pelagens alazã e preta. Mangalarga - Iniciada pelo barão de AIfenas. da família Junqueira. com infusão de sangue aI ter e andaluz. Apresenta duas variedades. a paulista (trotador) e a mineira (marchador). Crioula - Originária do Rio Grande do Sul, mas já bem difundida na região Centro-Sul. Tem altura média de 1.40 a 1,50 metro e peso de 400 a 500 quilos. São animais fortes e cheios. com membros bem desenvolvidos e variedade de pelagens em que predominam os baios, gateados, alazões aleonados. mouros, rosilhos, lobunos e alazões tostados. Campolina - Originária de Minas Gerais e difundida em São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo Pantaneiro - Ou curraleiro. Da região do Pantanal mato-grossense, mas já difundido pela região Centro-Oeste.

Tudo sobre Equinos é aqui, confira!


quarta-feira, 12 de abril de 2017

Coleção Laço em Dupla


O melhor do Laço em Dupla agora em Kit!

DVD 1 - Laço em Dupla - Peseiro - com Rafael Paoliello
DVD 2 - Laço em Dupla - Cabeceiro - com Ricardo Bassetto (Cuca)

quarta-feira, 5 de abril de 2017

A Vaquejada

VAQUEJADA 
Consultores: Treinador Steve Bezerra (do 1 ao 5) e Edeilton Ramos (6)
Vídeos filmados em Saloá e Garanhuns - PE.
1- DVD - Doma Racional para cavalos de Vaquejada – Com 3 Discos
2- DVD - Treinamento Básico de Rédeas para Cavalos de  Vaquejada – Com 01 Disco
3- DVD - Sistema de Treinamento para cavalos de Vaquejada- Com 01 Disco
4- DVD - Correção de cavalos de Vaquejada – Com 01 Disco
5- DVD  - Arreios para Cavalos de Vaquejada- Com 01 Disco
6 - DVD - Vaquejada Somente com Arreios de Boca - Nova técnica - com 1 disco

SAIBA MAIS SOBRE VAQUEJADA AQUI

terça-feira, 28 de março de 2017

Como criar peixe em tanque rede

Tanques-Rede de Pequeno Volume, é um video curso onde você aprende como cultivar peixes em tanque-rede.
A espécie mais utilizada na produção de peixes em tanque-rede é a Tilápia do Nilo. Outra espécie que vem sendo utilizada é o Pacu. 
Para águas com temperaturas acima de 25 graus e com um bom manejo as 
tilápias atingem 600 gramas de peso vivo em cinco meses.
Já o pacu atinge 800 gramas por volta dos doze meses em média.
O retorno do investimento ocorre no período de 30 meses em média, 
quando se consegue as seguintes produtividades:
Tilápia - 120 kg por metro cúbico
Pacu -   40 Kg por metro cúbico.

Conteúdo:

-Introdução
-A escolha do local
-Manejo
-Manejo das Tilápias
-Manejo do Pacu
-Manejo alimentar
-Tipos de arraçoamento
-Manutenção das gaiolas
-Despesca e comercialização
-Considerações finais

Consultor:

Luiz Eduardo G. de Sá Barreto 
Engenheiro de Pesca 
Funcionário do Instituto Emater do Estado do Paraná 
Mestre em Ciências Ambientais

SAIBA MAIS SOBRE A CRIAÇÃO DE PEIXES AQUI!


segunda-feira, 27 de março de 2017

Aprenda a domar cavalos de vaquejada


video
Doma de Cavalo de Vaquejada, ensinada pelo treinador Steve Bezerra. é um sistema de treinamento que ele utiliza em seu centro de treinamento. As 4 palavras que regem este sistema são: Ensinar, Cobrar, Corrigir e Confirmar.

Veja como são treinados os futuros campeões das pistas de vaquejada! 


CONTEÚDO: 

Capítulo 1 - Flexionamento:com o potro na baia usando a mão e o sidepull, colocando na vida do potro as 4 palavras que regem este sistema de treinamento:ensinar, cobrar, corrigir e confirmar. 

Capítulo 2 - Controle no redondel:passo, trote e galope. Controle de velocidade e paradas usando o comando de voz. 

Capítulo 3 - Banho de Corda e Banho de Forro

Capítulo 4 - Charreteamento:flexionamento de nuca, controle de corpo, mudança de direção 180º(Roll Back), círculos, esbarro,spine recuo. 

Capítulo 5 - Banho de Sela


Capítulo 6 - Montar e desmontar (banho de gente):andar ao passo no redondel, flexionar nuca, controle de corpo, círculos pequenos, círculos grandes, mudança de direção, oito, início do esbarro e recuo. 

Duração Aproximada: 3 horas 
Dividido em 3 discos 

Consultor: 
Steve Bezerra 
Treinador e Zootecnista 
Saloá - Pernambuco

Na história da humanidade temos o relato da doma do cavalo de Alexandre o Grande.  Era um animal que ninguem conseguia domar. Alexandre, fez o que todos os bons domadores devem fazer, observou. constatou que o cavalo tinha medo de sua própria sombra! Ai ficou fácil , com jeito foi aos poucos tirando este medo do animal e por fim concretizou seu trabalho e os resultados podemos ler nos livros de história, ou seja grandes conquistas montado no cavalo!
A doma pode ser descrita como doma racional, doma fácil, doma dócil, doma inteligente e outros nomes, de acordo com a região do mundo. Mas sempre ele deve estar em acordo com os preceitos do Bem Estar Animal.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Estrelas da Vaquejada

VAQUEJADA
Consultores: Treinador Steve Bezerra (do 1 ao 5) e Edeilton Ramos (6)
Vídeos filmados em Saloá e Garanhuns - PE.
1- DVD - Doma Racional para cavalos de Vaquejada – Com 3 Discos
2- DVD - Treinamento Básico de Rédeas para Cavalos de  Vaquejada – Com 01 Disco
3- DVD - Sistema de Treinamento para cavalos de Vaquejada- Com 01 Disco
4- DVD - Correção de cavalos de Vaquejada – Com 01 Disco
5- DVD  - Arreios para Cavalos de Vaquejada- Com 01 Disco
6 - DVD - Vaquejada Somente com Arreios de Boca - Nova técnica - com 1 disco

O melhor da VAQUEJADA ESTA AQUI!

quinta-feira, 23 de março de 2017

Vaquejada moderna, seu uso da professora


Esse método que foi desenvolvido para correr vaquejada usando apenas arreio de boca nos cavalos é um método que facilita a vida do vaqueiro, pois o animal oferece menos resistência em comparação quando se esta fazendo uso do arreio tradicional.
Mas é preciso que o vaqueiro se prepare para assimilar a nova técnica, dominando o uso das esporas corretamente e também fazendo uso das técnicas de rédeas.
Com o passar do tempo se percebera que se tem muito mais facilidade para correr somente com arreio de boca, do que quando se utiliza o arreio tradicional.

1 - Utilizando as esporas
2 - Desbloqueio
3 - Sensibilizar
4 - Flexionar a nuca
5 - Tipos de espora
6 - Arreios de boca
7 - Corrigindo na cancela
8 - Correndo boi com arreios de boca

Consultor:
Edeilton Ramos de Paula
Técnico Agrícola e Treinador de Cavalos

Duração aproximada: 68 minutos



Mês e Ano de produção: Dezembro de 2015

Local de Gravação:
Paque Acauã
Garanhuns - PE

Tecnologia de Gravação: Full HD

Fomos até a cidade de Garanhuns, localizada no agrespe pernambucano. Cidade de clima ameno e povo hospitaleiro. E é nesta cidade onde está localizado o Parque Acauã, local provido de uma das melhores estruturas para a prática da Vaquejada no pais! Conta com uma pista muito boa, cocheiras onde os animais podem descansar e receberem os tratos. Parque conta também com belíssima estrutura para o publico que deseja assitir aos treinos e provas. 
Neste local o treinador Edeilton realizou seu trabalho que culminou neste video curso. Os animais foram trazidos por ele. São animais que estão ainda no processo de correção, ou seja corriam no método tradicional, mas que apresentaram alguns problemas, e o treinador juntamente com sues proprietários decidiram que era hora de mudar as coisa! Foi então que iniciaram o processo de Correção usando somente arreios de boca. 
Também Edeilton, nos mostrou os equipamentos que ele utiliza, como freios e bridões. São ferramentas, que ele fez algumas modificações, de acordo com o que ele foi percebendo ao longo dos treinos. Também apresentou as esporas para treinos e corridas. Sendo que ambas não causam traumas nos animais, já que não possuem pontas. Sendo esta um dos objetivos deste video, ou seja mostrar que é possível a pratica da vaquejada sem causar traumas aos animais, o que é uma das premissas das boas práticas na criação de cavalos e do bem estar animal. 
Foram dias de muita dedicação e bons resultados, que podem ser vistos neste video curso. 


quarta-feira, 22 de março de 2017

Cavalgar - Nossa Paixão!

CAVALGAR, NOSSA PAIXÃO, apresenta narrativas com o sentimento, ou melhor, a paixão de nossos convidados por uma ou mais cavalgadas que realizaram. 
Você vai conhecer 33 pessoas, com diferentes perfis, que são apaixonadas por cavalgadas. Elas se transformaram em personagens e narram suas experiências, contam fatos inusitados e excepcionais, partilhando o que encontraram em diferentes destinos visitados a cavalo. 
Todos realizaram viagens que justificam estarem neste livro. Agradeço suas participações e, homenageando a todos, destaco a história do Pedro Aguiar, que teve suas longas viagens a cavalo pelo Brasil transformadas em feitos históricos. Ele levou sua paixão por cavalgar ao extremo, a um outro patamar. Ele é minha referência! 
Nosso objetivo é que essas histórias e experiências sirvam de inspiração para todos aqueles que comungam da paixão por cavalgar.

>> O prazer, a sensação de cavalgar e a própria presença do cavalo na história do ser humano são tão profundos que podem ser considerados como parte de nossa memória genética. Cavalgar é uma atividade milenar; é também uma arte, é voltar às origens e sentir-se próximo da natureza. 
Eu agradeço a Deus pela possibilidade de ter uma atividade que me permite estar sempre cavalgando em lugares maravilhosos, além de poder proporcionar a pessoas que gostam de ca-valos a oportunidade de conhecer, a cavalo, os melhores destinos do Brasil e do mundo. 
Decidi editar este livro para compartilhar as experiências e sentimentos de amigos que têm em comum a paixão por cavalgar. Convidei a Jacira Omena, editora do Portal Viajar a Cavalo, para, como coeditora, me auxiliar nesta tarefa.
Paulo Junqueira Arantes 
Diretor da Agência Cavalgadas Brasil

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