terça-feira, 14 de novembro de 2017

A soja no Brasil

As trinta e quatro doenças diferentes que afetam a cultura da soja podem gerar dúvidas em sua identificação a campo. Para ajudar técnicos, produtores e estudantes a diagnosticar as doenças presentes em suas lavouras, a Embrapa Soja lança o Manual de Identificação de Doença. Com fotos e textos explicativos, a publicação apresenta formato de bolso é plastificada e possui espiral para facilitar o manuseio a campo. As 72 páginas apresentam a descrição de 24 doenças fúngicas, 2 bacterianas, 5 viróticas e 3 causadas por nematóides, com destaque pra seus sintomas, as condições propícias para o desenvolvimento e as medidas de controle existentes.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Caprino da Raça Booer

Os caprinos de corte da raça Boer, são animais precoces, rústicos, de alta fertilidade e ótimo rendimento de carcaça. Enquanto os cabritos criados no Brasil são abatidos com 1 ano de idade, o cabrito Boer chega ao peso ideal de abate com apenas 6 meses, ganho de peso que ultrapassa 200 gramas por dia. Possui uma carne de excelente qualidade. Neste vídeo-curso, você verá como criar o cabrito Boer e manejar corretamente a criação. 

Conteúdo:
-Mercado
-Adaptabilidade
-A carne do Boer
-Sistema de Manejo e Instalações
-A cerca elétrica
-O cabriteiro
-Manejo reprodutivo
-Alimentação: a pastagem, a silagem, o feno
-Matrizes e reprodutores
-Alimentação dos cabritos Engorda.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

A doma de cavalos de vaquejada


como criar frango caipira colonial

Aprenda como criar frango caipira colonial.
A produção de frango caipira colonial é uma alternativa que tanto pode complementar a renda de um pequeno produtor, como ser um negócio para um grande produtor rural.
Ela está baseada na criação do frango no sistema semi-confinado, onde existe um aviário para abrigar as aves e um piquete onde podem siscar, pastejar, ficar à sombra, ou seja, um sistema onde o conforto animal é mais respeitado.
Trata-se de um vídeo onde a preocupação não é apenas de produzir um frango solto no piquete, e sim produzir um frango caipira/colonial dentro de critérios técnicos.
Um vídeo curso com a inédita técnica do uso da cerca elétrica na criação de aves, como também mostra como se construir um galinheiro móvel.
Com as técnicas para produzir frangos caipiras que atendam as exigências do mercado consumidor e dos órgãos de fiscalização.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Como fazer a doma para cavalos de vaquejada

Doma de Cavalo de Vaquejada, ensinada pelo treinador Steve Bezerra. é um sistema de treinamento que ele utiliza em seu centro de treinamento. As 4 palavras que regem este sistema são: Ensinar, Cobrar, Corrigir e Confirmar.

Veja como são treinados os futuros campeões das pistas de vaquejada!


CONTEÚDO:

Capítulo 1 - Flexionamento:com o potro na baia usando a mão e o sidepull, colocando na vida do potro as 4 palavras que regem este sistema de treinamento:ensinar, cobrar, corrigir e confirmar.

Capítulo 2 - Controle no redondel:passo, trote e galope. Controle de velocidade e paradas usando o comando de voz.

Capítulo 3 - Banho de Corda e Banho de Forro

Capítulo 4 - Charreteamento:flexionamento de nuca, controle de corpo, mudança de direção 180º(Roll Back), círculos, esbarro,spine recuo.

Capítulo 5 - Banho de Sela


Capítulo 6 - Montar e desmontar (banho de gente):andar ao passo no redondel, flexionar nuca, controle de corpo, círculos pequenos, círculos grandes, mudança de direção, oito, início do esbarro e recuo.

Duração Aproximada: 3 horas
Dividido em 3 discos

Consultor:
Steve Bezerra
Treinador e Zootecnista
Saloá - Pernambuco

Na história da humanidade temos o relato da doma do cavalo de Alexandre o Grande.  Era um animal que ninguem conseguia domar. Alexandre, fez o que todos os bons domadores devem fazer, observou. constatou que o cavalo tinha medo de sua própria sombra! Ai ficou fácil , com jeito foi aos poucos tirando este medo do animal e por fim concretizou seu trabalho e os resultados podemos ler nos livros de história, ou seja grandes conquistas montado no cavalo!
A doma pode ser descrita como doma racional, doma fácil, doma dócil, doma inteligente e outros nomes, de acordo com a região do mundo. Mas sempre ele deve estar em acordo com os preceitos do Bem Estar Animal.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Como fazer um pequeno pomar

COMO  FAZER  SEU  POMAR, é um video curso onde você vai aprender como escolher uma boa muda e definir o local para implantar o pomar. Vai conhecer as técnicas que antecedem o plantio da muda e saber como distribuir as árvores. O preparo correto da cova e a época certa de plantio ( plantas caducas de inverno e plantas perenes). Mostra, ainda todas as operações de pós-plantio.

Conteúdo:
Escolha do local
Espécies e variedades adaptadas
Práticas preliminares para implantação do pomar
Distribuição das plantas
Modo de plantio ( preparo do solo)
Preparo da cova
Época de plantio
Tipo de embalagens das mudas
Transplante da muda
Operação de pós-plantio.

Consultoria: Engº Agrº e Profº Flavio Zanete - Universidade Federal do Paraná - Especialização na Univ. de Firenze-Itália - Mestrado na Univ. do Rio Grande do Sul e Doutorado na Univ. de Clermont Ferrand- França.

Duração aproximada: 78 Minutos.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Curso de Rédeas

Treinamento de Rédeas 

Estes dvds mostram de uma maneira didática e prática como preparar seu cavalo para o Potro do Futuro e outras provas, nesses 2 DVD's eles vão revelar técnicas interessantes para o treinamento do seu potro.

CONTEÚDO DOS  DVDS:

- Treinamento potros de 2 anos
- Treinamento potros de 3 anos
      - Guiar nos circulos
      - Flexionamentos e spins
      - Inicio de esbarros
      - Trocas de mão
      - Recuo
      - rollbacks
      - Dicas para competição
     "Bonus : Doma Racional"

PRODUÇÃO: Centro de Treinamento Madalha de Ouro

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Criação de Suínos em Cama Sobreposta

Criação de Suínos em Cama Sobreposta, você conhecerá um sistema desenvolvido pela Embrapa Suínos e Aves, que trará inúmeros benefícios para sua criação, como menor custo de investimento em instalações, baixo custo de manejo de dejetos, melhor conforto e bem estar animal, o que corresponde a menos estresse. , como menor custo de investimento em instalações, baixo custo de manejo de dejetos, melhor conforto e bem estar animal, o que corresponde a menos estresse. Além disso, menos mão de obra, melhor aproveitamento da área da propriedade e eliminação do mau cheiro tradicional na criação de suínos. Este vídeo-curso ajudará também a decidir qual sistema de criação de suinos será adotado pelo produtor.

Conteúdo:
-Vantagens e Desvantagens da criação em Cama Sobreposta
-Condições para uso do sistema Comparativo: Suíno sobre cama x Suino tradicional (ripado)
-A edificação
-A cama
-Manejo dos animais
-Manejo sanitário.


Parceria: EMBRAPA SUÍNOS E AVES - CONCÓRDIA - SC.

Duração aproximada: 47 minutos.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

O treinamento de cavalos de vaquejada

O cavalo de vaquejada deve ser treinado para obter o melhor rendimento nas pistas. Aprenda como fazer um treinamento específico para vaquejada, após você ter passado pelos exercícios de rédeas, conseguindo assim o controle do seu cavalo é hora de partir para os treinos de pista. Isto é importante porque você irá preparar seu cavalo na cancela, na corrida e até a faixa de derrubada do boi. Este treinamento faz parte da rotina de Steve Bezerra em seu centro de treinamento com os cavalos de vaquejada. Com ele você vê, você faz!

CONTEÚDO; 


1 - Introdução do potro no gado (trilhar)
2 - Exercícios de cancela
3 - Alinhar o cavalo no boi de ambos os lados
4 - Exercícios de escantear
5 - Definir lado
6 - Ensinar o potro a abrir trocando de mãos com velocidade
para derrubar o boi.

Consultoria:

Steve Bezerra
Zootecnista e Treinador de Cavalos
Saloá - PE

Duração aproximada: 55 minutos

O Sistema de Treinamento de Cavalos de Vaquejada no Centro de Treinamento de Steve Bezerra é realizado com as técnicas conferidas e aprovadas por este grande profissional. Steve, como é chamado pelos amigos é Zootecnista e Vaqueiro dos bons, o que lhe garante um bom conhecimento da vaquejada e dos cavalos. Com seu olho clínico sabe escolher animais que tem grande potencial para as pistas. Viaja pelo Brasil em busca de grandes exemplares, principalmente cavalos da Raça Quarto de Milha, raça que predomina neste meio. Fora esta atividade de treinos ele ainda participa em leilões, participa do Núcleo Integrado do Cavalo (NIC), alem de promover cursos em quase toda a região Nordeste do Brasil.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Como fazer o Casqueamento de cavalos

Casqueamento e Frerrageamento de cavalos, é um videocurso extremamente prático onde o Dr. Fábio Furquim mostra em seu ambiente de trabalho como fazer de forma adequada esta prática!
Como havia muita informação a ser mostrada, este videocurso é apresentado em 2 discos.
Na parte 1, são mostrados alguns conceitos básicos e logo em seguida mostra-se como se faz o casqueamento. Como acontece no dia-a-dia de trabalho, podem surgir cavalos com diferentes problemas, e foi pensando nisto que resolvemos colocar no vídecurso 4 situaçòes diferentes de casqueamento (Capítulos 3, 4, 5 e 6), onde o Dr. Fábio Furquim explica como está fazendo.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

A Raca de Cavalo quarto de Milha

Unindo beleza e versatilidade, o quarto de milha é assim denominado pela sua impressionante invencibilidade nas provas de 402 metros (um quarto de milha). Além de seu desempenho em corridas e provas de rédeas (rodopios, galope, trote em círculos e esbarro), é bastante útil no trabalho diário, para laçar, apartar o gado, separar bezerros e outras funções, desde que seja bem treinado. Seu temperamento dócil facilita esta tarefa. O quarto de milha é um cavalo forte e musculoso, com o corpo bem proporcionado e harmonioso. A partir de um ano e meio ou dois anos, já se pode iniciar a monta. Aos dois anos está preparado para as corridas e aos dois anos e meio para o trabalho no campo. A tonalidade de pelagem mais comum é o alazão, seguido pelo castanho e pelo tordilho. Mais raros e muito procurados são os pretos e o baio amarilho (com crina e rabo brancos). Essa raça atinge em média 1,55m de altura, pesando em torno de 500 quilos. De origem norte-americana, o quarto de milha é um animal rústico, capaz de se adaptar a diferentes tipos de clima. O que irá definir sua utilização - se em competições ou trabalho de campo - é, basicamente, a alimentação, as instalações e o treinamento a que é submetido.
INSTALAÇOES
As instalações podem ser simples, desde que supram as necessidades básicas do animal. A especialização encarece a criação, e irá depender da finalidade com que os cavalos são criados. Para a lida no campo, providencie uma. baia para o garanhão, com o mínimo de conforto e espaço. Construa-a em alvenaria ou madeira, com 4x4m, coberta com telhas de barro e chão de concreto, para facilitar a limpeza e manutenção. Também são necessários cochos para ração, sal e água e uma boa cama de serragem ou feno. Um piquete com área mínima de 250m\ cercados com tábuas de 1,50m de altura deve ser utilizado para os exercícios. As éguas vivem soltas no pasto, que por esta razão é cercado com tábuas de 1,40m de altura. Evite cercas de arame, pois os animais poderão se ferir.
ALIMENTAÇÃO
Para animais cuja criação é voltada para o trabalho no campo, o pasto, desde que bem manejado, é suficiente para alimentá-los. As únicas exceções são as fêmeas gestantes e cavalos excepcionalmente submetidos a esforços extras. Nestes casos é aconselhável o forneci¬mento de uma alimentação suplementar. Animais que despendem maior quantidade de energia, como os cavalos de corrida, tam-bém recebem alimentação diferenciada. A ração é um complemento alimentar que pode ser fornecido a potros que já tenham pelo menos um mês de idade. Em geral consiste em milho com soja, feno ou capim picado, sal e outros complementos. É fornecida ao animal duas ou três vezes por dia, de preferência sempre nos mesmos horários. A quantidade, tanto de ração quanto de pasto, irá depender de fatores como a idade do animal e o clima da região. Em climas quentes, por exemplo, a digestão é mais lenta. Portanto, se o cavalo comer em demasia, poderá vir a ter distúrbios digestivos, cólicas e outros problemas. Além do pasto e da ração fazem parte da dieta diária dos cavalos o sal mineral e a água, fornecida à vontade. Eventualmente podem ser adicionadas algumas vitaminas.
REPRODUÇÃO
O quarto de milha pode ser acasalado com éguas de outras raças ou da mesma, dependendo de sua disponibilidade e de seus objetivos. A gestação dura 11 meses e aos 6 vem o desmame. A égua está preparada para uma nova cobertura uma semana após o parto. Durante o período de procriação, porém, é aconselhável separá-la no pasto. Os potros são criados no próprio pasto. As mães têm ótima lactação, principalmente quando alimentadas com ração durante a gestação e amamentação. Realize os cruzamentos de preferência nos meses de primavera e verão, pois o cio é mais produtivo de setembro a março, o que possibilita maior êxito nas coberturas.
CUIDADOS
Devido à sua resistência, o quarto de milha apresenta baixo índice de doenças, principalmente de natureza grave. Para evitar acidentes, não deixe buracos nos pastos e cuide da manutenção das cercas, consertando as que estiverem malfeitas ou pontiagudas. Em criações seletivas é recomendável o acompanhamento de um veterinário especializado, especialmente durante a época de reprodução. Vermífugos devem ser dados pelos menos a cada 60 dias durante toda a vida do animal. A vacinação é dada de acordo com as orientações do veterinário ou pessoa especializada.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Como Fazer uma Criação de Peixes

TILÁPIAS COM TUCUNARÉS
o problema de crescimento populacional acelerado ocasionado pelas tilápias pode ser resolvido com consórcio, no mesmo tanque de peixes que são seus predadores. O tucunaré, preferido para esse fim, possibilita ainda o crescimento e a engorda dos peixes com tamanho comercial.
tilápia (Oreochromis niloticus) é um dos peixes mais conhecidos da pisci-
cultura brasileira. Originário da África, é tipicamente tropical e, por sua facilidade de manejo, rusticidade e resistência às doenças, é preferido nas criações em tanques. Além de todas as facilidades, a tilápia é um peixe de reprodução rápida e fácil, chegando mesmo a se transformar em problema para os criadores, pois ocasiona um aumento populacional desgovernado, reduzindo o espaço e causando diminuição no peso médio dos peixes.
Uma das alternativas encontradas para reter o demasiado crescimento populacional das tilápias é a utilização de predadores naturais. Estes predadores, como o tucunaré, acabam. por resolver o problema de população sem impedir o desenvolvimento de ambas as espécies. Com isso tem-se uma criação em conjunto onde aproveita-se melhor as instalações já construídas.
O tucunaré (Cicha ocellaris) é um peixe carnívoro de clima tropical, originário do Brasil. Muito difundido no Norte do país, é o maior entre os de sua espécie, podendo atingir pesos superiores a 8kg. Com a criação associada esse peixe acaba por ter a função de controlar, além do crescimento populacional excessivo, a reprodução precoce e a produção de tilápias anãs. O tucunaré se alimenta dos peixes pequenos, não alterando o crescimento e engorda das tilápias já com tamanho comercial.
O mesmo controle também pode ser feito com outros preda-
dores, como o Black-bass e o trairão. Ou através do desbaste periódico, feito com pescas seletivas programadas, onde se separam os peixes machos para que terminem seu ciclo de vida (são precoces em relação às fêmeas). Outro processo utilizado é o cultivo monossexo, ou seja, a produção única de tilápias machos resultantes do cruzamento das espécies tilápianilótica e tilápia-de-zanzibar. Todos, é claro, funcionais mas menos lucrativos, o que aumenta ainda mais as vantagens comerciais com o tucunaré consorciado.
CONSORCIO
O consórcio tilápia-tucunaré é feito em tanques de 400m2 com uma profundidade de 1m. A densidade adotada é de 1 peixe
por metro quadrado.
O povoamento
dos tanques é feito com tilápias de 14 ou 15g (8,7cm de comprimento) e com tucunarés de 10 a 13g (9,4cm de comprimento). A quantidade adequada de tilápias para cada tucunaré deve ser observada, pois o equilíbrio dependerá dessa proporção. A mais indicada fica ao redor de 6 tilápias . para cada tucunaré (6: 1 Y ou, no máximo, 9 (9: I).
SISTEMAS
Existem três tipos de criação executados em função deste con-
sorcio. Um deles é a exploração extensiva, ou seja, onde se faz a adaptação da produção de peixes. aos alimentos naturais de sua região de criação.
O segundo é a exploração semiintensiva, também destinado à produção, e onde os peixes se almentam de plânctons, resultantes da adubação nos tanques.
O terceiro tipo é chamado de exploração intensiva. Nela são colocados implementos e suplementações alimentares na forma de rações destinadas à engorda dos peixes.
Para saber qual Q mais indicado
para o seu caso analise seus recur¬sos naturais e sua disponibilidade de recursos. A piscicultura, lembre-se, objetiva não só a multiplicação, mas também a obtenção de produtos com qualidade.
ADUBAÇÃO
A primeira adubação é feita duas semanas antes da colocação dos peixes nos tanques. Depois é repetida de 15 em 15 dias nos meses quentes, ou de mês em mês em épocas frias.
A quantidade mensal de adubo utilizado para tanques de 400m2 é: 100g/m2 de adubo orgânico (esterco bovino ou de aves), 3,Ig1m2 de adubo mineral (sendo 60% de superfosfato simples), 35% de sulfato de amônia e 5% de cloreto de potássio. O pH da água dos tanques deve ser mantido entre 7,8 e 8,3.
POVOAMENTO
Com o tanque adubado e depois de passado o prazo neces¬sário, você pode enchê-lo, respeitando a quantidade de 1 peixe por metro quadrado, já misturados
dentro das proporções entre as espécies (tilápia/ tucunaré).
Quando transferir os peixes para os tanques evite o choque térmico causado pela diferença de temperatura entre as águas que os guardavam. Antes de soltá-los. coloque-os em sacos plásticos e deixe-os por 15 minutos imersos nos tanques para que as tempera-turas se igualem. Se estiverem em latas ou baldes, faça a transferência bem devagar, retirando a água do balde e colocando a do tanque com lentidão.
Seja qual for o seu sistema de criação, a alimentação não varia muito e, nesse caso, é indispensável o fornecimento de comple-mentação, onde são usados subprodutos agricolas. A ração é composta de 25 a 35% de proteína pura em farinha de arroz, trigo, fa-relo de mamona, torta de babaçu. É fornecida na proporção de 5% do peso vivo de animal nos primeiros 6 meses, caindo para 3% nos meses finais (terminação). Esta proporção pode ser calculada retirando-se do tanque 10% dos peixes. Pese-os e divida o resul-tado pelo número de peixes colhidos, multiplicando em seguida pelo número de peixes existentes no tanque (número de peixes ve-zes 10). Desta maneira você terá uma média de quanto peso-vivo você tem em cada tanque e ficará fácil o cálculo da ração a ser fornecida.
Em 302 dias você pode fazer a despesca, retirando uma produção de acordo com o consórcio tilápia/tucunaré utilizado . Para o exemplo de nosso tanque (400m2) a quantidade de 400 peixes é considerada ideal.

Saiba mais sobre a criação de peixes

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

O Gado de Corte no Brasil

Quando se fala em gado de corte, dificilmente encontramos uma raça tão produtiva quanto a Nelore. Constituindo maioria em nossos rebanhos, este Zebuíno, além de rústico, atinge seu completo desenvolvimento precocemente - o que significa estar pronto para o abate bem mais cedo que os animais de outras raças. Sua adaptação ao nosso clima e topografia é excelente, assim como sua capacidade de conversão dos alimentos numa dieta não tão exigente quanta das raças europeias, por exemplo. Fértil e produtivo, ele é ainda criado para seleção e aprimoramento de outras raças, imprimindo nesses cruzamentos suas melhores características. O Nelore (Bos indicus) de origem indiana, juntamente com outros Zebuínos (Gir, Guzerá, Indubrasil etc ... ) suportam tempera- . turas elevadas e adaptam-se facilmente a qualquer tipo de solo, manejo e alimentação. Sua pelagem típica é branca ou branco-cinza e em alguns machos aparecem manchas escuras na cabeça, pescoço e cupim (giba). Existem ainda as. variedades como a mocha (sem chifres). malhada de preto, de pelagem vermelha e de pele rosa ou creme.
SISTEMA DE CRIAÇÃO
O sistema de criação mais apropriado é o semi-intensivo, ou seja, aquele em que o gado fica solto na estação das chuvas beneficiando¬se da vegetação e das pastagens; e que durante a estação das secas recebe suplementação alimentar no cocho. Não é aconselhável, para quem quer ter uma criação produtiva, utilizar o sistema extensivo onde o gado fica solto nas pastagens alimentando-se apenas de vegetação natural. Por outro lado é antieconômico confiná-lo (sistema intensivo) alimentando-o à base de rações e grãos.
Dentro deste sistema "intermediário" proceda da seguinte forma: deixe o gado pastar livremente durante o dia. Cuide, porém, para que os animais não sejam soltos em áreas muito extensas pois podem tornar-se ariscos. No final da tarde, recolha-os em currais secos e limpos e ofereça ração balanceada rica em sais minerais.
Usando esse sistema "intermediário" é aconselhável ainda um melhoramento nas pastagens, substituindo os pastos naturais por pastos cultivados com gramíneas que possuam maior valor protéico. Isso deve acontecer por dois motivos: 19) apesar de o Nelore aproveitar muito bem as forragens grosseiras e de qualidade inferior, ele possui alguma dificuldade em ingerir rações nos cochos já que seu aparelho digestivo é mais reduzido em comparação ao do gado europeu, o que faz com que coma menos e repetidas vezes.
Assim, com um pasto de qualidade diminui, sensivelmente, a necessidade de rações no cocho; 29) com pastagens de qualidade e conseqüente diminuição das rações os custos do criador também dimi¬nuem.
Considere o pasto como uma cultura. Use gramíneas como o capim colonião, as braquiárias, andropagon, capim-gordura e tobiatã. Faça replantes, aragens, semeaduras, consorciações e tudo que for necessário para manter o pasto saudável e rico.
INSTALAÇOES
Construa instalações simples e rústicas. Nesses currais de madeira é que você fará o manejo do gado, dando maior atenção aos animais. Ali serão efetuadas as marcações, vacinações, exames e cuidados veterinários, e a divisão do rebanho em lotes (levando-se em conta a faixa etária e o desenvolvimento). Em volta do curral, ou currais, faça piquetes - pastos menores - para animais pequenos e doentes.
Com os pastos já tratados faça as divisões necessárias com cercas. Distribua bebedouros e cochos cobertos com sal mineral por toda a área. Um ponto importante é fazer o rodízio dos animais nos pastos. O rodízio é necessário para que eles se alimentem sempre de capim maduro, com boa quantidade de nutrientes e boa massa.
REPRODUÇÃO
Não permita que os acasalamentos ocorram ao acaso, 'isto é, fora de um programa previamente estabelecido. Evite a prenhez em fêmeas que ainda não apresentem desenvolvimento suficiente para conceber. Só admita coberturas quando as vacas atingirem um peso em torno de 300kg.
A cobertura só é viável, quando a fêmea entra no período do cio, caso contrário ela evitará o macho. Pode ser efetuada a cobertura natural ou por meio de inseminação artificial, que consiste na aplicação do' sêmem diluído do macho (conservado a baixa temperatura), no interior do útero da vaca. O período do cio dura de 20 a 25 horas, com intervalos médios de 21 dias. Nas raças zebuínas, o período de duração do cio é mais curto do que nas raças européias.
Procure estar atento para identificar os sintomas e manifestações do cio: olhares vivos, inquietude e mugidos constantes, tentativa de acasalamento em outras vacas, salivação abundante e tremores. Há também uma sensível diminuição na produção de leite e os lábios vaginais ficam entumescidos e úmidos.
Espere até que o cio seja realmente constatado e proceda da seguinte forma: cerque pequenas áreas e isole de 20 a 25 vacas para cada touro. Seguindo esse sistema, você poderá obter a certeza da pa-ternidade.
Planeje as coberturas para que sejam realizadas no mínimo duas vezes por cio, respeitando interva¬los de oito horas. Lembre-se de que a primeira cobertura só pode ser efetuada 18 horas após a constatação do cio.
As fêmeas Nelore apresentam uma gestação de nove meses, têm regularmente um bezerro por ano (parem até os 20 anos), demonstram notável longevidade e os touros são considerados animais extremamente férteis.
BEZERROS
Os bezerros em geral nascem sadios, fortes e muito. espertos, já mamando. Em poucas horas eles acompanham as mães, movimentando-se entre o rebanho.
A perda de bezerros é mínima e quando desmamados (aos oito meses) estão pesando em média 200kg, e as fêmeas 150kg. A partir daí, já podem ser alimentados com gramíneas e grãos. Aos dois ou três anos de idade, os machos podem ser castrados e abatidos, fornecendo mais ou menos 255kg (17 arrobas) de carne de ótima qualidade. Em provas de ganho de peso, os garrotes Nelore disputam os primeiros lugares.
DOENÇAS
A higiene dos animais e das instalações jamais deve ser descuidada, se você pretende manter a criação sempre saudável. Os bovinos Nelore são muito resistentes, e por isso dificilmente são molestados por bernes ou carrapatos. Mas se isso acontecer procure um veterinário e siga suas orientações, não deixando que o animal permaneça muito tempo abrigando estes parasitos.
Vacine periodicamente o gado para combater as zoonoses (designação genérica das doenças dos animais), sobretudo as mais comuns. Aplique nos bezerros (até 8 meses de idade) uma única dose da vacina contra a brucelose, e nos bovinos adultos, uma dose a cada quatro meses da vacina contra a febre aftosa.
Em regiões mais úmidas e quentes, onde há uma maior proliferação de vermes, os vermífugos devem ser empregados de quatro em quatro meses; em regiões secas e frias, de seis em seis meses. É bom lembrar que o fornecimento de sal mineral ajuda no combate à verminose.

Saiba mais sobre Gado de Corte


terça-feira, 17 de outubro de 2017

O haras

O prazer de criar cavalos vem Junto com uma série de responsabilidades. Quanto maior o número de animais, maiores são os cuidados. E aí só tem um Jeito: saber direitinho como montar um haras e lidar com as baias, piquetes, farmácias, galpões ...
Imagine-se montado num ca­valo, galopando pelos campos. A cena, sem dúvida, inspira uma sensação de liberdade e har­monia. Mas o cavalo não se presta apenas a longos e relaxantes pas­seios. Ele também pode ser trei­nado para práticas esportivas como a corrida e o salto, ou para auxiliar diversos trabalhos do campo. Por isso, constitui também um ótimo investimento financeiro. Sua criação, entretanto, exige al­guns cuidados e instalações próprias, que oferecem aos cavalos as condições adequadas para um pleno desenvolvimento. Essas ins­talações são chamadas de haras.

BAIAS
As baias, ou boxes, são compar­timentos individuais destinados ao recolhimento dos animais durante a noite, para descansar e para abri­gá-los das chuvas e ventos. Para que o cavalo fique bem instalado, a cocheira deve ter no mínimo 4x4m. Para as éguas com potro ao
pé, reserve baias um pouco maio­res, com pelo menos 5x5m. Da mesma forma, você vai precisar de uma cocheira-maternidade com 5x5m ou 4x6m, e uma iluminação acessória para auxiliar a hora do parto.
Dentro da baia, você deve colo­car dois cochos, um para água e outro para ração. Faça o piso im­permeabilizado, mas tome cui­dado para não deixá-lo muito liso nem muito áspero, pois poderia ferir os cascos dos cavalos. O prin­cipal é que o animal se sinta à von­tade e que não exista qualquer tipo de risco com relação a quedas ou fraturas.
Um último cuidado que você deve observar é com relação à po­sição da baia e a sua ventilação. O haras pode ser instalado tanto num terreno montanhoso como planto. Entretanto, observe que nas regiões planas as cocheiras de­vem ter a frente voltada para leste ou oeste, no sentido do nascer ou do pôr-do-sol. Já num terreno aci­dentado é necessário observar o curso do vento. Por exemplo, se houver uma montanha nas proxi­midades, não faça a cocheira de frente para ela, pois o vento bate e volta, podendo prejudicar os cava­los. Elas precisam receber a luz so­lar mas dispensam o vento. A ven­tilação da baia, feita através de aberturas, fica numa altura supe­rior à do cavalo, de forma a evitar que correntes de ar o incomodem.

PIQUETES
Além das rações ministradas nas cocheiras, os animais precisam ter acesso ao pasto. Antes disso, entretanto, você deve fazer uma análise do pH do solo. O ideal são terrenos quase alcalinos e ricos em minerais. Quando o pH for muito baixo, significa que as terras são ácidas e precisam ser corrigidas. Uma das formas de corrigir o teor de pH do solo é através da cala­gem, que consiste na colocação de pó de calcário em terra nua. Para uma criação comercial, principal­mente de cavalos destinados a práticas esportivas, também é re­comendável verificar e corrigir o teor específico dos principais mi­nerais presentes no solo. O tipo de pastagem vai depender das condi­ções da região.
Para cercar os piquetes use tábuas com 10cm de espessura pintadas de branco (a cor facilita a visualização por parte do ani­mal). Coloque a primeira tábua a 80cm do solo e a segunda 40cm acima. Se quiser, coloque também uma terceira tábua. Além da ma­deira, pode ser usado arame liso. O inconveniente deste material é que ele cede e arrebenta com mais facilidade. Em hipótese alguma cerque os piquetes com arame far­pado, pois isso pode ocasionar sérios acidentes aos animais.
Em cada piquete instale cochos para água, alimentação e sal. Para evitar desperdícios ou a impregna­ção da água das chuvas, faça-os cobertos ou sob árvores frondosas.

INSTALAÇOES
Além das cocheiras e dos pique­tes, algumas construções facilitam o trabalho no haras. Um pica­deiro, por exemplo, pode ser muito útil para exercitar o gara­nhão, efetuar as domas e fazer as coberturas controladas. Além disso, um armazém para guardar o capim, feno, ração e concentra­dos. Uma selaria para guardar os equipamentos de montaria. Uma farmácia para realizar pequenas operações e curativos. E, no caso de uma criação comercial, um es­critório para tratar das documen­tações e dos assuntos burocráti­cos.

MANUTENÇÃO
Para a criação de 40 cavalos, você vai precisar de aproximada­mente 35 a 40 hectares. Observe, entretanto, que para cada égua de cria que você possuir, devem ser providenciadas cocheiras triplas para abrigar a fêmea e suas duas possíveis crias. Isto se torna desne­cessário se você vender um dos animais adultos depois de cada nascimento. Dessa forma, o potri­nho ficará com a cocheira desocu­pada e sua criação manterá a mesma quantidade de cavalos.

Em termos de pessoal, um haras com 40 cocheiras vai requisitar o trabalho de um treinador, um tratador, um veterinário (que deve comparecer no haras uma vez por semana) e alguns auxiliares. A quantidade de auxiliares varia muito, sendo que uma pessoa especializada chega a cuidar de 20 animais por dia.

SAIBA MAIS SOBRE CAVALOS AQUI



sexta-feira, 13 de outubro de 2017

A Vaquejada no Brasil

A vaquejada é uma modalidade equestre praticada essencialmente na região nordeste do Brasil.
Dois vaqueiros correm para alcançarem o boi e um deles o derrubar entre duas linhas que se encontra no final da pista.
A videopar tem uma coleção de DVDs que ensina os treinamentos desta modalidade. Onde o renomado treinador, Steve Bezerra mostra suas técnicas.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Raças de Cavalos


Puros-sangues - Originários do planalto central da Ásia, provavelmente da Mesopotâmia, região entre os rios Tigre e Eufrates. Os animais do mais alto nível são criados na Polônia, Estados Unidos, União Soviética e Egito.
Barbo - Ou africano, berbérico, barbaresco, mongol ou mongólico. Originário da Ásia Central .
Alter - Tem origem na raça barbo e se de-senvolveu em Portugal. É animal de sela, com influência de raças nacionais em sua formação.
Anglo-árabe - Um pouco maior que o árabe (média de altura de 1,52 a 1,60 metro), mas de conformação parecida e as mesmas qualidades.
Andaluz - Também chamado puro-san-gue-da-idade-média, esse cavalo espanhol foi bastante difundido pela Europa. Tem aparência uniforme, de linhas bem confor-madas e harmônicas.

Lusitano - O cavalo de Portugal é semelhante à raça andaluz, chegou ao Brasil na década de 70 e impressionou pela silhueta, aprumos perfeitos e temperamento dócil. Utilizado no hipismo, realiza andamentos como passo, marcha trotada, trote e galope 

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

REPRODUÇÃO EM ÉGUAS

REPRODUÇÃO EM ÉGUAS PARA VETERINÁRIOS DE EQUINOS

Guia de trabalho bem ilustrado e conciso sobre a saúde e o manejo reprodutivo de Éguas para médicos Veterinários e estudantes de veterinária.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Arreios para cavalos de vaquejada

Em Arreios para cavalos de vaquejada, Steve Bezerra mostra como utiliza os arreios.  Primeiro na fase inicial da doma  mostrando como  inicia,  flexiona e charreteia os animais e quais os arreios utiliza. Após vem a fase de quando se inicia os flexionamentos na boca e, mostrando também quais são os bridões utilizados.  Depois apresenta os arreios de correção. E por último mostra como gosta de utilizar os freios, o inicio de cada um, o inicio do bocado, cada tipo e como utiliza dentro da vaquejada.

Conteúdo:

1 - Fase de flexionamento
2 - Bridão
3 - Arreios de correção
4 - Fase de freios
5 - Levantadores
6 - Freios fixos
7 - Arreios definitivos
8 - Breques

Consultoria:

Steve Bezerra
Zootecnista e Treinador de Cavalos
Saloá - PE

Tudo sobre vaquejada, clique aqui!

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Como Produzir uva de mesa

Como Produzir Uva de Mesa Irrigada - Tipo Exportação - As técnicas mostradas neste vídeo, permitem que você produza 4.800 caixas por hectare com custos muito baixos se comparados com um faturamento potencial de 40 mil dólares. Sao técnicas comprovadas nas melhores produções de uva do semi-árido. Essa região representa uma área de 70% do Nordeste Brasileiro. Sao 13% das terras do Brasil. Além de muita área, tem um clima extraordinário que permite produzir 3 safras ao ano de uva de mesa. Sem dúvida, aí está uma boa alternativa de investimento para o empreendedor rural. Confira você mesmo.

Conteúdo: Implantaçao do parreiral Adubaçao de plantio e produçao Tratos culturais Irrigaçao Produtividade e Fenologia Pragas e Doenças Colheita p/ exportaçao Packing House ou Casa de Embalagem Custos e mao-de-obra.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Curso de Rédeas

Treinamento de Rédeas Avançado

Aprenda com este curso de rédeas avançado como fazer o trabalho de rédeas com um potro novo e como aprimorar um cavalo já treinado.
Controlar o cavalo é dominar seus movimentos!
E não é só guiá-lo, é interagir com ele.
Baseado neste princípio é que é treinado o cavalo para rédeas.
Neste segundo vídeo de rédeas orientado pelo treinador Nélson Rodrigues você vai ver um trabalho totalmente direcionado para conjuntos que já tenham a base de rédeas.
As cobranças, as exigências são muito maiores.
Conteúdo:
Spin
Círculo
Esbarro
Recuo e RollBack
Troca de Mão
Consultor: Nelson Rodrigues
Kit com dois DVD's
Duração Aproximada:
Disco 1 – 50 minutos
Disco 2 – 51 minutos

Saiba mais sobre Rédeas aqui!

terça-feira, 26 de setembro de 2017

como fazer embutidos e defumados

EMBUTIDOS  E  DEFUMADOS  DE  CARNE  SUINA  -  VÍDEO  II é um vídeo que mostra passo a passo como fazer os melhores embutidos e defumados, com a experiência e as dicas de quem mais entende do assunto. Apresenta toda a técnica para a obtenção de puros e saborosos produtos.

Conteúdo:
-Linguiça toscana
-Calabresa
-Blumenau (defumada)
-Colonial
-Salame italiano
-Copa (defumada)
-Queijo de porco
-Técnicas de defumação da costela, bacon, toucinho, lombo e espinha dorsal
-Modelo de defumador
-Transporte
-Dieta para abate
-Banho
-Abate correto do animal.

Aprenda a fazer EMBUTIDOS E DEFUMADOS AQUI!

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Freios e Bridões para cavalos

FREIOS E BRIDÕES ou simplesmente EMBOCADURAS.

João do Freio apresenta o que ele fabrica, indicando como e quando usar freios e bridões (embocaduras) no animal. Com a experiência de mais de 20 anos no ramo, ele tem muito a ensinar!

Este curso vai abordar o tema freios e bridões  e dar algumas dicas sobre esporas.

Freios e bridões são equipamentos que estão no grupo das embocaduras.
No Nordeste usa-se o termo Areio.
Na história há evidências que esses dispositivos eram feitos de osso, chifre, madeira dura, ou corda. Pedaços de metal foram utilizados pela primeira vez entre 1300 e 1200 aC. Originalmente eram feito de bronze.
Hoje, o material mais usado é o aço inoxidável. No entanto, o cobre, e o aço laminado a frio, também são combinados em alguns para induzir a salivação na boca do cavalo. Todavia, materiais mais baratos, como o níquel, também são utilizados. Alguns fabricantes também usam borracha ou plástico misturado com os metais.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Coleção Vaquejada de Steve Bezerra

VAQUEJADA – Consultor: Treinador Steve Bezerra
Vídeos filmados em Saloá e Garanhuns - PE.
1- DVD - Doma Racional para cavalos de Vaquejada – Com 3 Discos
2- DVD - Treinamento Báscio de Rédeas para Cav Vaquejada – Com 01 Disco
3- DVD - Sistema de Treinamento para cavalos de Vaquejada- Com 01 Disco
4- DVD - Correção de cavalos de Vaquejada – Com 01 Disco
5- DVD  - Arreios para Cavalos de Vaquejada- Com 01 Disco

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Como fazer um jardim

Ter um belo jardim em sua casa é um prazer inesquecível! Poder planejar, executar o plantio ou mesmo acompanhar esta etapa tona o dia a dia especial. As flores trazem um encantamento especial, podemos planejar o jardim de forma que este esteja florescendo todo o ano e não apenas na primavera! Vale a pena experimentar!

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Iniciação a Rédeas

Guia Prático da Doma - Iniciação a Rédeas

O curso inicia mostrando de forma rápida os exercícios de doma que o treinador Paulo Nazário faz uso. Eles são a base para o treinamento que se segue.

Após isso, o curso passa a ser ministrado em dias: Do primeiro até o décimo dia, com exercícios detalhados que são realizados no redondel. Para finalizar, Paulo Nazário refaz os mesmos exercícios numa pista, utilizando uma área ampla.
Tudo muito prático, onde você vê, você faz e os resultados aparecem!

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Equitação e Atrelagem

Diretrizes para Equitação e Atrelagem

Este livro é a tradução do original alemão "Richtlinien für Reiten und Fahren Band 1"
Prefácio da Edição Alemã
Há 40 anos, foi lançada na Alemanha a primeira edição das Diretrizes para Equitação e Atrelagem. Desde então foram publicadas 28 edições com mais de 250.000 exemplares. Em seus diversos volumes, as "Diretrizes" constituem a referência padrão para o conhecimento básico sobre cavalos e esportes equestres. Para uso internacional, foram traduzidas para o inglês e o espanhol, entre outros idiomas.
Mantendo as normas de equitação comprovadas em décadas passadas, o volume 1 das Diretrizes pretende garantir uma formação básica padronizada nos clubes hípicos, nas escolas de equitação e nos estabelecimentos particulares. A formação de cavalo e de cavaleiro dá-se segundo os princípios da equitação clássica. Neste processo, algumas máximas são sempre respeitadas:
- o cavalo bem treinado é o melhor professor;
- um cavalo jovem deve ser montado por um cavaleiro experiente.
A formação elementar aqui descrita serve não apenas pra a preparação para competições e provas funcionais, porém antes disto pretende criar os pré-requisitos para todas as atividades relacionadas ao esporte equestre. A observância destes princípios leva ao treinamento correto do cavalo, possibilitando ao cavaleiro praticar seu esporte comprazer e segurança.
Nessa edição totalmente revista, foram alteradas subdivisão, aparência e ilustrações. As considerações psicológicas referentes à colaboração entre cavalo e cavaleiro recebem maior consideração. Além disto, foram ampliadas e complementadas as seções de trabalho de salto e de cross-coutry, para realçar o valor de uma formação básica diversificada.
As "Diretrizes para Equitação e Atrelagem" são parte integrante do ensino clássico da equitação e da atrelagem. Elas são o fundamento para a formação de todos os cavaleiros, condutores e juízes que se sentem comprometidos com esse ensino.
Concluindo, o respeito aos "princípios éticos" é um compromisso para todos aqueles envolvidos com cavalos.
FN(Federação Equestre Alemã) - Setor de Esportes
Maio de 1994
28ªEdição - Ano 2005

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Aprenda tudo sobre cavalos


Neste departamento você encontra videocursos sobre Cavalos. São produzidos para transmitir as melhores técnicas de cada modalidade à você. O Brasil é um pais de extensão continental, formado por diversas etnias, o que proporciona também variados costumes. E na equinocultura não poderia ser diferente! As principais raças de cavalos do Brasil são: Na região sul a raça Crioula reina absoluta, onde o marco é a prova do Freio de Ouro. Na região Norte e Nordeste, temos a modalidade da Vaquejada, onde vaqueiros tem o desafio de derrubar um boi entre duas faixas, numa pista desafiadora. Nesta modalidade a raça Quarto de Milha prenomina. Em Minas Gerais a raça Mangalarga Marchador tem a preferência. No Estado de São Paulo existem muitos nichos, novamente o Quarto de Milha entra no quadro das preferências, também o Mangalarga, o BH, o Andaluz Brasileiro, o Lusitano, o Puro Sangue Inglês, a raça Árabe, o Percheron e o Campolina são muito criados. Destacando: Quarto De Milha Selecionada nos Estados Unidos da América, a partir dos cavalos selvagens "Mustangs" de origem berbere e árabe, introduzidos na América pelos colonizadores espanhóis. A partir de 1611, com a chegada de algumas éguas vindas da Inglaterra, cruzadas com os garanhões "Mustangs", deu como resultado animais compactos, extremamente dóceis, muito musculosos e capazes de percorrerem pequenas distâncias com mais rapidez que quaisquer outras raças. Sua seleção foi direcionada para produzir animais de trabalho e lida com o gado, tornando-o imbatível para a condução do gado e captura de reses desgarradas, graças à sua velocidade em curtas distâncias. Atualmente cruzados com o Puro Sangue Inglês dão excelentes animais de corrida, imbatíveis nas curtas distâncias. O Quarto de Milha foi introduzido no Brasil em 1954, por iniciativa da empresa King Ranch, na região de Presidente Prudente. Características: Cavalos muito versáteis, dóceis, rústicos e inteligentes com altura média de 1.52m, cabeça pequena, fronte ampla, perfil reto, olhos grandes e bem afastados. Pescoço piramidal com linha superior reta, dorso e lombo curtos, garupa levemente inclinada, peito profundo, membros fortes e providos de excelente musculatura. Aptidões: Considerado um dos cavalos mais versáteis do mundo, pode ser utilizado nas corridas planas, salto, provas de rédeas, tambores, balizas, hipismo rural e lida com o gado.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

A criação de rãs

Já é possível criar rãs em praticamente todo o país, e com produtividade. Nas regiões mais frias, onde a ranicultura era praticamente inviável, é possível alcançar ótimos resultados. A fórmula nao é nenhum milagre. É a criação de rãs em estufas agrícolas. Nelas, consegue se manter uma temperatura ambiente mais próxima possível da ideal para as rãs.

Conteúdo: Introdução, Aspectos Biológicos da Rã Touro, Aspectos Importantes para Escolha do Local, Manejo Sanitário do Ranário, Principais Indices Zootécnicos e Receitas.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Em "Biodigestor - Geração e Utilização de Biogás", você verá os benefícios que um biodigestor traz para a propriedade. Entre eles, energia elétrica para, por exemplo aquecer pintainhos, ter água quente para lavar os equipamentos da ordenha, movimentar motores, etc. É possível utilizar variados tipos de dejetos, como o de suínos, aves, gado de leite e corte, caprinos, ovinos, eqüinos e etc.

Conteúdo:

-A tecnologia

-O biodigestor

-O biogás

-O biofertilizante

-O dimensionamento

-Construção

-Orçamento da obra.

Parceria: Embrapa Suínos e Aves
Duração Aproximada: 60 Minutos.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Manta para cavalos

A Manta possui duas bolsa, uma de cada lado , funcionando como um alforje acoplado. Mais  pratico  e evita que o alforje fique pulando quando o cavalo esta em movimentos rápidos.
Contem na parte superior, manta em gel sólido de 12mm de espessura, com alto poder de absorção de impactos e alto índice de memoria elástica, aliviando as pressões na coluna e cernelha do cavalo.
Formato anatômico para encaixe perfeito da calha da sela ao lombo do cavalo, proporcionando maior conforto para o cavalo.

Cor da manta: ton de marrom 
cor do alforje: ton de marrom
Comprimento: 63cm.
Largura: 99cm.

Manta Neoprene e Gel com Couro de Bode

Manta Neoprene e Gel com Couro de Bode


Fabricada em neoprene lavável na parte externa e na sua parte interior que vai estar em contato com o animal foi aplicado couro com pelos que evitará qualquer tipo de atrito, proporcionando conforto e segurança ao animal.

Produtos EXCLUSIVO!

Com Camada de Gel que proporciona conforto ao animal.

E com a Marca Mangalarga Marchador.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

ENERGIA SOLAR - GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA FOTOVOLTÁICA

ENERGIA SOLAR - GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA FOTOVOLTÁICA NA PROPRIEDADE RURAL

Em "Energia Solar Fotovoltaica" -você verá uma instalação simples e rápida, que quase não necessita manutenção, onde a vida útil dos módulos é acima de 25 anos. É energia elétrica para toda a propriedade. A energia pode ser armazenada, é limpa e não provoca poluição.

Conteúdo:
-Geração de Energia Elétrica na Propriedade Rural
-Conceitos básicos
-O que é um sistema fotovoltáico
-Uso racional da energia elétrica
-Equipamentos
-Instalações Elétricas
-Exemplos de uso para: Gado de Leite e Corte, Suínos, Aves de Corte e Postura, Peixes, Avestruz, Haras, Hidroponia, Mini-Agroindústria, Irrigação,
-Casa
-Sede
-Custos.

Duração Aproximada: 41 minutos.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Como produzir cachaça

Se você curte fazer artesanalmente bebidas e comidas, prepare-se para vibrar de satisfação, fazendo sua própria "cachacinha", com toda a pureza e qualidade a que tem direito.
Para desfrutar desse prazer - que praticamente não requer ne¬nhum custo nem muito trabalho -, você precisará ter: moedor de cana (moenda), tanque para fermentação (de preferência barrica de madeira), sacarômetro (de Brix ou Baumé), um termômetro, tonel de madeira, alambique e garrafas ou garrafões.
O processo de fabricação artesanal da pinga passa por nove eta¬pas: 1) moagem da cana; 2) diluição; 3) coagem; 4) preparo do pé de cuba; 5) preparo do mosto; 6) fermentação; 7) destilação do vinho; 8) envelhecimento; e 9) engarrafamento.
Antes de começarmos a falar da fabricação, é preciso dizer algo sobre a cana-de-açúcar, matéria¬prima que dará a aguardente, de-terminando até mesmo a sua qualidade. A melhor cana é aquela que contém razoável concentração de sacarose (açúcar). No começo e no fim da colheita, a cana é pobre em sacarose; ela atinge o ponto bom no meio da safra, quando contém o máximo em densidade de açúcar,
Uma explicação sobre o sacarômetro. De forma que lembra um termômetro, este aparelho de vidro tem a função de "pesar" a densidade de açúcar contida num líquido. Há dois tipos de sacarômetros que são usados comumente: o de Brix e o de Baumé. Você pode utilizar-se tanto de um como de outro, pois na tabela abaixo estão devidamente indicados os valores de ambos.
O nível ideal de sacarose na garapa, para uma boa fermentação e, conseqüentemente uma ótima pinga, é de 15 graus Brix, que cor-responde na escala de Baumé a 8 graus. Caso a densidade de sacarose ultrapasse essa marca convém diminuí-la, adicionando-se água pura (sem cloro) ao caldo, cuidadosamente até chegar ao ponto desejado.
Para sua maior segurança, apresentamos abaixo a tabela com os valores da densidade (medidos nas duas escalas) da sacarose no caldo e a proporção de água que deve ser adicionada (para efeitos de cálculos estabeleceu-se 50 litros de garapa para fazer a aguardente ).

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Sistema de Treinamento Vaquejada

Sistema de Treinamento Vaquejada

O cavalo de vaquejada deve ser treinado para obter o melhor rendimento nas pistas. Aprenda como fazer um treinamento específico para vaquejada, após você ter passado pelos exercícios de rédeas, conseguindo assim o controle do seu cavalo é hora de partir para os treinos de pista. Isto é importante porque você irá preparar seu cavalo na cancela, na corrida e até a faixa de derrubada do boi. Este treinamento faz parte da rotina de Steve Bezerra em seu centro de treinamento com os cavalos de vaquejada. Com ele você vê, você faz!

CONTEÚDO;  


1 - Introdução do potro no gado (trilhar)
2 - Exercícios de cancela
3 - Alinhar o cavalo no boi de ambos os lados
4 - Exercícios de escantear
5 - Definir lado
6 - Ensinar o potro a abrir trocando de mãos com velocidade
para derrubar o boi.

Consultoria:

Steve Bezerra
Zootecnista e Treinador de Cavalos
Saloá - PE

Duração aproximada: 55 minutos

O Sistema de Treinamento de Cavalos de Vaquejada no Centro de Treinamento de Steve Bezerra é realizado com as técnicas conferidas e aprovadas por este grande profissional. Steve, como é chamado pelos amigos é Zootecnista e Vaqueiro dos bons, o que lhe garante um bom conhecimento da vaquejada e dos cavalos. Com seu olho clínico sabe escolher animais que tem grande potencial para as pistas. Viaja pelo Brasil em busca de grandes exemplares, principalmente cavalos da Raça Quarto de Milha, raça que predomina neste meio. Fora esta atividade de treinos ele ainda participa em leilões, participa do Núcleo Integrado do Cavalo (NIC), alem de promover cursos em quase toda a região Nordeste do Brasil.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Guia Prático de Enxertia



Guia Prático de Enxertia, como o próprio título já diz, este é um GUIA PRÁTICO para você aprender a usar a técnica mais adequada de enxertia de plantas, na época certa, para a produção de mudas frutíferas, florestais e ornamentais, e que respeitem o padrão da legislação brasileira. Conheça as diferentes técnicas para obter sucesso na enxertia de frutíferas e outras espécies vegetais. Um verdadeiro Manual da Enxertia.

Conteúdo:
-Técnicas de enxertia
-Enxertia
-Garfagem Herbácea
-Enxertia
-Garfagem Lenhosa
-Enxertia
-Borbulha
-Sobreenxertia.

Duração aproximada: 50 Minutos.

Consultoria: Prof. Flávio Zanette - Universidade Federal do Paraná

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

AEquitação



Podemos definir equitação como a arte de bem montar, dirigir, conduzir, exercitar, utilizar o cavalo em todos os seus aspectos. Podemos também dizer que é a ciência que estuda os movimentos, as ações, as reações, o equilíbrio do conjunto cavalo e cavaleiro. Então a equitação é arte ou ciência?
Há séculos os grandes mestres vêm discutindo apaixonadamente a esse respeito, e a final chegaram a um consenso.
De manelraalguma a equitação é uma ciência exata. Quando nos dirigimos a um ser dotado de vontade própria, as teorias mais sábias, as técnicas mais perfeitas, ficam sujeitas ao sucesso ou ao fracasso de maneira imprevisível.
A transformação das forças do cavalo pelas forças transmitidas do cavaleiro corresponde. todavia, mais a toque "genial", quer dizer, a arte do mestre sobrepõe a ciência, mas é através da ciência, do estudo da equitação, dos conhecimentos teóricos e práticos que cavaleiro há de elevar-se à maestria. Assim, todo conhecimento científico adquire seu maior valor .
A equittação vem sendo estudada desde a mais remota antigüidade. Podemos entender que no princípio foi instintiva e empírica, e não há dúvida de que foram inúmeros os ginetes que alcançaram assim suas vitórias. Mas toda a equitação instintiva tem seus limites e não se pode pretender alcançar as glórias desta arte, acessível tão somente àqueles que, acima de seu dom pessoal, possuem uma técnica enriquecida constantemente pela reflexão, estudo e prática.
Em resumo, podemos concluir que a equitação é primeiro instintiva, logo depois regularizada pelos conhecimentos teóricos, reforçados pela prática, para então culminar em uma síntese de ciência e arte, patrimônio dos cavaleiros que a ela se dedicam.

Fonte:
Wilson ITO Ricciluca Junior
Itapira, maio de 2004

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Freios e Bridões para cavalos

FREIOS E BRIDÕES ou simplesmente EMBOCADURAS.

João do Freio apresenta o que ele fabrica, indicando como e quando usar freios e bridões (embocaduras) no animal. Com a experiência de mais de 20 anos no ramo, ele tem muito a ensinar!

Este curso vai abordar o tema freios e bridões  e dar algumas dicas sobre esporas.

Freios e bridões são equipamentos que estão no grupo das embocaduras.
No Nordeste usa-se o termo Areio.
Na história há evidências que esses dispositivos eram feitos de osso, chifre, madeira dura, ou corda. Pedaços de metal foram utilizados pela primeira vez entre 1300 e 1200 aC. Originalmente eram feito de bronze.
Hoje, o material mais usado é o aço inoxidável. No entanto, o cobre, e o aço laminado a frio, também são combinados em alguns para induzir a salivação na boca do cavalo. Todavia, materiais mais baratos, como o níquel, também são utilizados. Alguns fabricantes também usam borracha ou plástico misturado com os metais.

ESTE DVD ESTA DIVIDIDO EM 4 CAPITULOS:

A palavra "ferramentas” é utilizada pelo João do Freio para designar os Freios e Bridões.

CAPITULO 1 -- Ferramentas para início de doma
Mostra um Bridão D liso; um Bridão de argola torcido; um Freio Billy Allen e um Gag Bitt.


CAPITULO  2 -- Ferramentas para cavalos de velocidade
São mostradas as ferramentas para cavalos de baliza e tambor (cavalos de velocidade).


CAPITULO 3 -- Ferramentas para cavalos de trabalho
Se mostra as ferramentas para cavalos e laço de bezerro, laço em dupla, apartação, rédeas, team penning, working cow horse e laço comprido (cavalos de trabalho).

CAPITULO  4 -- Perguntas e Respostas
João do Freio comenta sobrea as perguntas que mais fizeram a ele nestes 20 anos de profissão. Ele responde de forma bem prática!


CONSULTORIA:

João Magalhães Neto (João do Freio)
Cidade: Astorga - PR - Brasil

Duração aproximada: 50 minutos

SAIBA MAIS SOBRE CAVALOS AQUI

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Aprenda a corrigir cavalos de vaquejada

Em Correção de Cavalos de Vaquejada, você aprende com o treinador Steve Bezerra alguns exercícios que servem para a correção de problemas de cavalos de vaquejada.
Este trabalho não é feito só dentro da pista. Você deve voltar um pouco, fazer com que seu cavalo aprenda o princípio mais simples que é "sair da pressão".

Conteúdo:

1 - Flexionamento
2 - Charreteamento
3 - Caminhar com o cavalo
4 - Trilhar o boi dentro e fora da pista
5 - Alinhar o boi em ambos os lados
6 - Escantear voltando para a porteira

Steve Bezerra
Zootecnista e Treinador
Salóa - PE - Brasil

DVD com Duração aproximada de 51 minutos

O Flexionamento é um exercício onde você pode estreitar os laços com o cavalo, além é claro de poder perceber algum possível "trauma’ que o animal possa ter. Por exemplo ele pode ter uma senssibilidade em uma das orelhas. Ao se passar uma das mãos nela, ele recua. Neste momento se inicia um trabalho de correção!

O Charreteamento é uma etapa que acontece dentro do redondel, ou em um local adequadamente preparado para este fim. Aqui o treinador primeiramente deve estar preparado fisicamente, pois o esforço aqui é grande! Aqui se trabalha o controle do animal.

Caminhar o cavalo, é um etapa muito prezeirosa, pois aqui o treinador pode sair com o animal para fora do ambiente tradicional dos treinos.  Saia em grupos ou sozinho mesmo, ande por estradas calmas, pelo pastos, enfim onde possa trazer ao animal momentos de relaxamento e prazer. Sempre tomando cuidado com veículos, pedestrres e logicamente com a qualidade do piso.

Treilhar o boi, é muito importante, pois aqui você pode tirar possiveis traumas do cavalo em relação ao boi. E também pode trazer novamente a ele o prazer de correr junto .

Alinahs o boi, é uma etapa onde o treinador pode verificar qual o lado que o cavalo trabalha melhor.

Escantear, é uma atividade onde se condiciona o cavalo a este movimento, é um treinamento muito importante a fim de familiarizar o animal ao o que terá nas pistas de vaquejada.

Tyudo sobre vaquejada aqui

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Vaquejada com Steve Bezerra

Coleção Vaquejada Steve Bezerra

VAQUEJADA – Consultor: Treinador Steve Bezerra
Vídeos filmados em Saloá e Garanhuns - PE.
1- DVD - Doma Racional para cavalos de Vaquejada – Com 3 Discos
2- DVD - Treinamento Báscio de Rédeas para Cav Vaquejada – Com 01 Disco
3- DVD - Sistema de Treinamento para cavalos de Vaquejada- Com 01 Disco
4- DVD - Correção de cavalos de Vaquejada – Com 01 Disco
5- DVD  - Arreios para Cavalos de Vaquejada- Com 01 Disco

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Conhecer o cavalo



Pelagem, Resenha e Exterior do Cavalo. - Conhecer o cavalo não é fácil, pois muitas são as variáveis! Principalmente quanto aos regionalismos. Um bom exemplo é a pelagem Pampa, que também é conhecida como Tobiano, Bragado e até como Oveiro.
Fomos até Amparo, cidade do interior do estado de São Paulo, conhecida como a "Capital Histórica do Circuito das Águas". Do alto do morro do Cristo, temos uma visão privilegiada desta pacata cidade de, pouco mais de 65 mil habitantes. Em seu entorno o cavalo tem forte presença, haras e escolas de equitação se espalham pela região. E é bem em um deles que estaremos a partir de agora, o Hipocampo! Um ambiente harmônico. Onde o respeito pela natureza é marca fundamental. Aqui, o bem estar animal é levado a sério.
É neste ambiente que o professor e médico veterinário André Cintra vai nos ensinar a conhecer um pouco mais o cavalo. Será uma abordagem sobre o exterior do cavalo, as pelagens e de como fazer uma resenha. Aprenda como identificar pelagens de cavalos, fazer resenhas e conhecer o exterior do cavalo. O conteúdo é passado de forma prática, tudo feito ao lado do cavalo, desta forma você vê, e você aprende!

CONTEÚDO:

CAPITULO I – EXTERIOR
1.Cabeça – Partes
2.Cabeça – Tipos
3.Pescoço – Partes
4.Pescoço – Rodado, Piramidal, Pescoço de Cisne
5.Tronco
6.Membro Anterior
7.Membro Posterior

CAPITULO II – PELAGEM
1.Pelagens Simples: Alazão, Castanho e Preto
2.Pelagens Compostas: Tordilho, Rosilho e Lobuno
3.Pelagens Conjugadas: Pampa, Mantado e Leopardo

CAPITULO III – RESENHA
1.Remoinhos
2.Espigas
3.Manchas Brancas
4.Cascos
5.Outros Sinais

Consultor:

André Galvão Cintra
Médico Veterinário e Professor de Amparo SP (autor do livro "O Cavalo: Características, Manejo e Alimentação” e coautor do livro "Manual de Gerenciamento Equestre)

SAIBA MAIS SOBRE CAVALOS AQUI

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

EQUITAÇÃO BÁSICA


EQUITAÇÃO BÁSICA PARA MULHERES

Equitação para Mulheres é um video curso que foi produzido para a mulher que deseja se iniciar na prática da equitação. Tudo é mostrado passo-a-passo para que a iniciante capte todas as informações, aprenda a dominar seu cavalo e tenha grandes emoções!

Conteúdo:

DVD 1:
Cap.1 - Os benefícios
Cap.2 - Os equipamentos
Cap.3 - As modalidades
Cap.4 - Contato inicial com o cavalo
Duração: 63 minutos

DVD 2:
Cap.4 - Continuação
Cap.5 - A selaria
Duração: 77 minutos

DVD 3:
Cap.6 - Práticas de equitação
Cap.7 - Exercícios Físicos
Duração: 60 minutos

DVD 4:
Cap.8 - Tratos com o cavalo
Duração: 58 minutos


Consultoria:
Treinadora Rosana Reboli

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Como Criar Galinha Caipira

Como Criar Galinhas Semi-Confinadas
Este vídeo mostra um sistema de criação de galinhas que combina área de pasto e galpão. Indica quais raças produzem carne e ovos. Ensina passo a passo desde a choca até o final da produção.
Além disso, você aprenderá a fazer uma previsão orçamentária com os custos de implantação e com previsão de retorno do investimento. Criar galinhas semi-confinadas torna-se uma atividade bem mais simples após assistir este vídeo!
Videopar, você vê, você faz e o lucro aparece!

Conteúdo:
-Raças para produção de carne e ovos
-Incubação e choca
-Instalações
-Alimentação
-Higiene e Sanidade
-Área de Pastagem
-Custo de Implantação
-Previsão Orçamentária

Duração aproximada: 55 Minutos
Com Manual

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Coimo produzir ovos caipiras

Como Criar Galinha Caipira para a Produção de Ovos

Neste curso, você verá passo-a-passo de como criar a galinha caipira colonial para a produção de ovos.
No sistema de criação "Caipira ou Colonial", as aves têm acesso a um piquete onde podem correr pular, alimentar-se de plantas, insetos e minhocas. Resultando em ovos com aparência e sabor próprios, que o mercado reconhece e remunera de forma diferenciada. Onde o consumidor se dispõe a pagar pelo ovo caipira até o dobro do preço do ovo comum, tornando a atividade de criação de galinha caipira muito rentável.
As frangas iniciam a postura de ovos já no 5° mês de vida. E normalmente, a produção se mantém viável economicamente até os 20 meses de vida.
Adotando este sistema de criação você já estará empregando uma tecnologia que vai ser obrigatória muito em breve. Desde janeiro de 2012, a União Europeia proibiu o confinamento de poedeiras em baterias de gaiolas.
 Conteúdo:
 -Mercado e legislação de ovos caipira
-Instalações: Solo, Relevo, Água, Galpões ( características e dimensionamento)
-Cria
-Recria: Alojamento, Alimentação, Vacinações
-Estimulo para produção de ovos:  Iluminação artificial, Alimentação
-Fase de Postura: Alimentação, Coleta de ovos, Processamento do ovo (estocagem/embalagem)
-Rações

 Consultoria:
Prof. Dr. Antonio Augusto Domingos Coelho
Prof. Dr. Vicente José Maria Savino

ESALQ - USP - Departamento de Genética


Duração aproximada: 45 minutos

quinta-feira, 27 de julho de 2017

PISCICULTURA SUPERINTENSIVA

PISCICULTURA SUPERINTENSIVA COM RECIRCULAÇÃO DE ÁGUA

Aprenda todas as técnicas e manejo da piscicultura superintensiva com recirculação de água. Um novo sistema que traz muita lucratividade para a criação de peixes.

Conteúdo:
1. A água.
2. Sistema de Cultivo.
3. Povoamento.
4. Nutrição.
5. Despesca e biometria.

Consultoria: Bass - Tecnologia em piscicultura.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

O CURIÓ

Você vai acompanhar neste vídeo a criação e o manejo de curiós a partir de técnicas adquiridas e explicadas pelos maiores criadores da espécie.
 Um sistema que combina uma correta alimentação para as diversas fases de criação; o manejo diário, os cuidados fundamentais com a sanidade, as técnicas mais eficientes para a reprodução em cativeiro, as instalações adequadas, o treinamento para canto, a comercialização, leis e muitos outros detalhes sobre a criação deste pássaro nobre.

Conteúdo:
-Origens do curió
-Instalações necessárias para a criação
-Estrutura das gaiolas
-Alimentação
-Reprodução (Acasalamento, ovos e filhotes)
-A saúde das aves
-O canto do curió
-Competições e campeonatos
-Informações necessárias para quem deseja iniciar uma criação

SAIBA MAIS SOBRE PÁSSAROS AQUI

sexta-feira, 21 de julho de 2017

A Hidroponia

HIDROPONIA - Diz-se de um sistema de cultura sem solo para a produção intensiva de hortaliças, em que a nova planta desenvolve o sistema radicular mergulhado em água, com nutrientes minerais em suspensão. (A partir de um projeto inicial da NASA, para eventual possibilidade alimentar das estações orbitais. A a cultura hidropônica é muito utilizada em todo o mundo. o sistema mais empregado é o NFT (Nutrient Film Technique), onde a substancia nutritiva corre através de dutos que sustentam as plantas. Os cultivos mais comuns em hidroponia são: alface, tomate, rucula , agrião. Mas muitas outras éspecies podem ser cultivadas neste sistema, como hortelã. Alem do sistema em NFT, existe a hidroponia floating, onde as palntas "flutuam" sobe uma lamina dágua.

saiba mais sobre o cultivo em hidroponia

quarta-feira, 19 de julho de 2017

A criação de suinos

O desmame superprecoce de leitões, realizado quando o leitão atinge entre 8º e o 18º dia de vida, é uma nova e eficaz arma à disposição do suinocultor. É possível elevar a média de partos/matriz/ano e, além disso reduzir ocorrência de doenças. Porém, para aplicar tal técnica, é preciso conhecer as necessidades desses leitões tao precocemente desmamados. É preciso conhecer sobre o manejo, o ambiente e, principalmente sobre nutrição.

Conteúdo: O Peso ao Nascer A importância do Colostro Fisiologia Digestiva Nutriçao Antes e Após o Desmame A Fonte de Proteína Proteína Ideal Capacidade Tampao A Energia na Fase Pós-desmame Efeito do Ambiente Efeito da Temperatura Ativaçao do Sistema Imune

Consultoria: Coordenaçao técnica de Henrique da Silva Passos Junior - Zootecnista, Msc em Nutriçao Animal.

Duração aproximada: 50 Minutos.

SAIBA MAIS SOBRE SUÍNOS AQUI

segunda-feira, 17 de julho de 2017

A Vaquejada nordestina

A Vaquejada é uma tradição que vem de geração em geração há centenas de anos. Na sociedade atual além de mantenedor da cultura de uma região do país é a mola propulsora da economia dos Estados Nordestino. Sendo o carro chefe de toda a indústria do cavalo Quarto de Milha. A Vaquejada está contida como patrimônio cultural nordestino, que vem passado de pai para filho trazendo em suas raízes a tradição através do esporte, a criação de empregos diretos e indiretos e o sustento de milhares de famílias. 

Grandes escritores e historiadores souberam transmitir em palavras a representatividade desta paixão nordestina, entre eles o cearense José Martiniano de Alencar, que escreveu em 1874 o livro "Puxada de rabo do boi"; como também o norte-rio-grandense Luís da Câmara Cascudo, em 1976, "A vaquejada nordestina e sua origem"; e, em 1986, o pernambucano Manuel Correia de Oliveira Andrade lançou "A terra e o homem do Nordeste". 

Outra importante fonte de informação para os nordestinos, que amam esta tradicionalíssima modalidade esportiva, a pesquisa divulgada com o título: "Estudo do Complexo do Agronegócio Cavalo, realizada pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) e publicada em 2006 pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a história da Vaquejada teve seu início na região Nordeste no final do século XIX, estritamente para os proprietários de fazendas e sítios. Como evento aberto ao público, o trabalho mostra que as provas começaram nos anos 40 e, a partir de 1980, as regras começaram a ser definidas de uma maneira melhor e os prêmios distribuídos aos competidores. A partir daí, começaram a se transformar em grandes eventos, apoiados por patrocinadores. Com o passar dos anos a modalidade ganhou grande impulso nos últimos dez anos, principalmente com a introdução de cavalos de maior valor, que variam entre R$ 150 e R$ 200 mil, e a consolidação das regras, embora com variações regionais. Em 2001 o vaqueiro foi equiparado ao atleta profissional ao atleta profissional, conferidos os seus direitos conforme Lei nº 10.220, de 11 de abril de 2001.

Para a realização de uma prova de Vaquejada, há o envolvimento de aproximadamente 270 profissionais, entre veterinários, juízes, inspetores, locutores, equipes de circuito como: organizadores, seguranças, limpeza e apoio de gado, entre outros. Além desta estrutura, ocorre também a contratação de pessoas ligadas às várias bandas musicais que fazem parte da programação dos shows, o setor de alimentação e outras atividades de apoio ao evento.

Segundo ainda a pesquisa, cada etapa contabiliza em média cerca de 550 duplas de vaqueiros, que desembolsam aproximadamente R$ 1,1 milhão em senhas (média de valor por senha: R$ 300,00 a 1ª e R$ 250,00 a 2ª). No período que foi realizada a pesquisa, estimava-se que existia três milhões de adeptos desta prática esportiva que atuavam em duas mil provas anualmente, sendo destas 400 oficiais e a movimentação econômica desta atividade é calculada em R$ 164 milhões. Conforme pesquisa publicada em 2006 pela Confederação da Agriculta e Pecuária do Brasil (CNA). Hoje, esses números de eventos praticamente dobraram, segundo as informações da Associação Brasileira de Vaquejada (ABVAQ): 

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Como escolher cavalos

Aprenda como escolher seu cavalo das raças: anglo árabe, appalosa, árabe, bretão, percherão, campolina, mangalarga marchador, mangalarga, pônei, puro sangue ingles, quarto de milha, jumento, burro, mula e os mestiços

O Brasil possui o maior rebanho de equinos na América Latina e o terceiro mundial. Somados aos muares (mulas) e asininos (asnos) são 8 milhões de cabeças, movimentando R$ 7,3 bilhões, somente com a produção de cavalos.
O rebanho envolve mais de 30 segmentos, distribuídos entre insumos, criação e destinação final e compõe a base do chamado Complexo do Agronegócio Cavalo, responsável pela geração de 3,2 milhões de empregos diretos e indiretos.
Quando o assunto é exportação de cavalos vivos, os números são significativos: a expansão alcançou 524% entre 1997 e 2009, passando de US$ 702,8 mil para US$ 4,4 milhões. O Brasil é o oitavo maior exportador de carne equina. Bélgica, Holanda, Itália, Japão e França são os principais

APRENDA MAIS SOBRE CAVALOS AQUI

sexta-feira, 7 de julho de 2017

A Vaquejada no Brasil


A HISTÓRIA DA VAQUEJADA

Na época dos coronéis, quando não havia cercas no sertão nordestino, os animais eram marcados e soltos na mata. Depois de alguns meses, os coronéis reuniam os peões (vaqueiros) para juntar o gado marcado. Eram as pegas de gado, que originalmente aconteciam no Rio Grande do Norte. Montados em seus cavalos, vestidos com gibões de couro, estes bravos vaqueiros se embrenhavam na mata cerrada em busca dos bois, fazendo malabarismos para escaparem dos arranhões de espinhos e pontas de galhos secos. Alguns animais se reproduziam no mato. Os filhotes eram selvagens por nunca terem mantido contato com seres humanos, e eram esses animais os mais difíceis de serem capturados. Mesmo assim, os bravos vaqueiros perseguiam, laçavam e traziam os bois aos pés do coronel. Nessa luta, alguns desses homens se destacavam por sua valentia e habilidade, e foi daí que surgiu a ideia da realização de disputas.

A primeira vaquejada ocorrida no mundo, foi na cidade de Morada Nova  no Ceará.  O Rio Grande do Norte é apontado como o estado que deu o primeiro passo para a prática da vaquejada. A cidade de Currais Novos é o berço das vaquejadas, onde a tradição é mantida até os dias atuais. O historiador Câmara Cascudo dizia que por volta de 1810 ainda não existia a vaquejada, mas já se tinha conhecimento de uma atividade parecida. Era a derrubada de vara de ferrão, praticada em Portugal e na Espanha, onde o peão utilizava uma vara para pegar o boi. Mas derrubar o boi pelo rabo, a vaquejada tradicional, é puramente nordestina. Na região Seridó do Rio Grande do Norte, mais precisamente no município de CURRAIS NOVOS onde tudo começou, era impossível o uso da vara, pois o campo era muito acidentado e a mata muito fechada, e por essa razão tudo indica que foi o vaqueiro seridoense o primeiro a derrubar boi pelo rabo.

Somente em 1874 apareceu o primeiro registro de informação sobre vaquejada. O escritor José de Alencar escreveu a respeito da "puxada de rabo de boi" no Ceará, mas não como sendo algo novo, ele deixou claro que a prática já ocorria anteriormente. E se existia no Ceará, era indiscutível que pudesse existir em estados vizinhos como, Rio Grande do Norte, Paraíba e Piauí, já que eram regiões tão semelhantes nos hábitos, atividade econômica e social, e ambiente físico. Foi isso que levantou a suspeita dos pesquisadores. Eles descobriram pela tradição falada que muito antes de 1870 já se praticava vaquejada no Seridó Potiguar. Uma indicação para isso era a existência dos currais de apartação de bois, que deram origem ao nome da cidade de CURRAIS NOVOS, também no Rio Grande do Norte. Esses currais foram feitos em 1760. E era entre 1760 e 1790 que acontecia em Currais Novos a apartação e feira de gado. Foram dessas apartações que surgiram as vaquejadas. O pátio de apartação de São Bento, no município de Currais Novos foi construído em 1830.

No Nordeste, desde a colonização, o gado sempre foi criado solto. A coragem e a habilidade dos vaqueiros eram indispensáveis para que se mantivesse o gado junto. O vaqueiro veio tangendo os bois, abrindo estradas e desbravando regiões. Foram eles os grandes desbravadores do sertão nordestino, e muito especialmente do sertão do Seridó, região cheia de contos e lendas de bois e de vaqueiros. 

 Evolução da vaquejada

De 1880 a 1910: A prática era com a lida do boi, a apresentação nos sítios e fazendas. Não existia formalmente o termo Vaquejada. O Brasil vivia um momento de transição da Monarquia para a República. As músicas de Chiquinha Gonzaga estouravam nas paradas de sucesso.

De 1920 a 1950: A ideia da festa da vaquejada começava a existir com as brincadeiras de argolas e corridas de pé-de-mourão. Nesse período, o temido Lampião costumava participar das festinhas com argolas, em fazendas de amigos. Na época destacavam-se, na música, Noel Rosa,Ari Barroso, e surgia um garoto chamado Luiz Gonzaga no Brasil republicano, onde brilhou a estrela de Getúlio Vargas.

De 1960 aos anos 70: Começam a ser disputadas as primeiras vaquejadas na faixa dos seis metros. Ainda eram eventos de pequeno porte, em sua maioria festinhas de amigos, com participação mínima de vaqueiros. O Brasil vivia a época da ditadura. O forró de Luiz Gonzaga, Trio Nordestino, Marinês e outros animavam as festas.

De 1980 aos anos 90: Mudanças nas regras da vaquejada. A faixa dos seis metros, que exigia força do vaqueiro, passou a ser de dez metros, cuja principal característica é a técnica. Começam a ser distribuídos prêmios para os competidores, mas o público ainda era pequeno. Época em que o País inteiro foi às ruas gritar pelas eleições diretas que foram consolidadas em 1988.

Anos 90 até a atualidade: A vaquejada é encarada como um grande negócio. Os organizadores começam a cobrar ingressos e o público entende a proposta. O vaqueiro é reconhecido como um atleta da pista. Nasce um novo forró com o surgimento de bandas como "Mastruz com Leite". Resultado: parques lotados e, a cada ano, surgem mais pessoas interessadas pela atividade.

Depois de muito tempo, a vaquejada só tende a crescer como um bom esporte para o povo nordestino e também para amantes da vaquejada em outras regiões. O crescimento veio pelo fato da criação das categorias(aspirante, amador, profissional), fazendo com que a prática desse esporte se expanda.

Os fazendas de antigamente com o passar do tempo vai se estruturando de acordo com as atualidades e novas vão se criando. Suas estruturas, formas de criação dos animais, qualidades são melhoradas para obter ótimos vaqueiros e animais, que na vaquejada, dão o seu melhor para levar resultado para sua equipe(Fazenda,Rancho,Haras). Dentre uma pesquisa realizada em alguns estados encontram-se os seguintes parques e haras de vaquejada com maiores títulos em disputas pelas regiões brasileiras:

Parque Nacional do vaqueiro, Serrita (Pernambuco) - Parque Haras VM, Pernambuco. - Parque Milani,Pernambuco. - Parque Rancho do Pinguim, João Pessoa, Paraíba. - Parque Ivandro Cunha Lima, Campina Grande, Paraíba. - Parque Maria do Carmo, Serrinha, Bahia. - Parque Miguel da Hora - Jaguaquara - Parque Sant'Ana Campo Grande, Rio Grande do Norte. - Parque Porcino Park Center, Mossoró, Rio Grande do Norte. - Clube do Vaqueiro, Fortaleza. - Parque Sossaite, Maragogi, Alagoas.


Regras
As disputas são entre várias duplas, que montados em seus cavalos perseguem pela pista e tentam derrubar o boi na faixa apropriada para a queda, com dez metros de largura, desenhada na areia da pista com cal. Cada vaqueiro tem uma função: um é o batedor de esteira, o outro é o puxador.

O Batedor de Esteira
É o encarregado de "tanger" o boi para perto do derrubador no momento da disparada dos animais e pegar o rabo do boi e imediatamente passar para o colega, além de empurrar com as pernas do seu cavalo, o boi para dentro da faixa caso o boi tente levantar-se fora da faixa.

O Puxador
É o encarregado de puxar o rabo do boi e de derrubá-lo dentro da faixa apropriada, e também quem faz quase todo o trabalho não desmerecendo o esteira.

O Juiz
O juiz serve como árbitro na disputa entre as duplas e deve ficar ao alto da faixa onde o boi será derrubado. Ao cair na pista, dependendo do local, pontos são somados ou não a dupla. Se o boi for derrubado dentro da faixa apropriada para esse fim, com as quatro patas para o ar, ele grita para o público: "Valeu Boi", então, soma-se pontos a dupla, se isso não acontecer, ele fala: "Zero", a dupla não consegue somar pontos.E ganha aquele que tiver mas ponto somada,e aie e só festejar mas uma vitoria.

Regulamentação

O Peão de vaquejada hoje é regulamentado pela Lei nº 10.220, de 11 de abril de 2001, que considera "atleta profissional o peão de rodeio - Entendem-se como provas de rodeios as montarias em bovinos e eqüinos, as vaquejadas e provas de laço, promovidas por entidades públicas ou privadas, além de outras atividades profissionais da modalidade organizadas pelos atletas e entidades dessa prática esportiva".
Empresários de todo o país vêem o evento como um grande e próspero negócio. As vaquejadas são consideradas "Grandes Eventos Populares" deixando de ser uma simples manifestação Cultural Nordestina, e atraindo um excelente público onde quer que aconteçam.