terça-feira, 25 de outubro de 2016

COMO CRIAR PACU E TAMBAQUI

COMO CRIAR PACU E TAMBAQUI

O Pacu e o Tambaqui são peixes nativos do Brasil. Das espécies nativas são as mais lucrativas e fáceis de criar, tanto em açudes de terra como em tanque-rede. Saiba como criar o pacu e o tambaqui com excelentes resultados. Neste video-curso você verá como fazer a construção do açude, a ração balanceada e caseira para os peixes, os cuidados com a compra dos alevinos e o povoamento do açude. Tudo isso filmado nas melhores criações do triângulo mineiro. A criação de pacu e tambaqui é uma fonte de lucros adicional na sua propriedade.

Conteúdo:
-Descrição das espécies
-Como fazer o tanque
-Os alevinos
-Como povoar o açude
-Como fazer a ração balanceada e tratar os peixes
-Rendimento em produção de carne.


Como Criar Rãs

Como Criar Rãs

A prática de se criar rã em cativeiro é muito antiga no Brasil, mas o interesse maior aconteceu há pouco mais de dez anos.
 As pesquisas nesta área evoluíram muito e a ranicultura brasileira está em franco desenvolvimento. A tecnologia é viável e as perspectivas do mercado são bem atraentes.
 Veja neste videocurso todas as informações necessárias para implantar uma criação de rãs de forma racional.

Conteúdo:
 Características gerais das rãs
 Sistemas de criação
 Instalações do ranário
 Formação do ranário
 Reprodução
 Alimentação dos girinos
 Alimentação das rãs em engorda
 Doenças
 Abate
 Comercialização

SAIBA MAIS SOBRE A CRIAÇÃO DE RÃS

Criação de Rãs em Estufa

Criação de Rãs em Estufa

Já é possível criar rãs em praticamente todo o país, e com produtividade. Nas regiões mais frias, onde a ranicultura era praticamente inviável, é possível alcançar ótimos resultados. A fórmula nao é nenhum milagre. É a criação de rãs em estufas agrícolas. Nelas, consegue se manter uma temperatura ambiente mais próxima possível da ideal para as rãs.

Conteúdo: Introdução, Aspectos Biológicos da Rã Touro, Aspectos Importantes para Escolha do Local, Manejo Sanitário do Ranário, Principais Indices Zootécnicos e Receitas.

Consultoria: Engº Agrº Ricardo Wirz .

SAIBA MAIS SOBRE A CRIAÇÃO DE RÃS

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

COMO CONSTRUIR ESTUFA

COMO CONSTRUIR ESTUFA PARA HORTI-FRUTICULTURA

Em "Como Construir Estufas para Horticultura e Fruticultura", você verá todos os passos para a construção de sua estufa: escolha do local, irrigação, resistência da estrutura e as técnicas de construção. Tipos de estufa: Londrina, Capela Pampeana, e Arco. No manual que acompanha este DVD, você tem um trabalho completo com orçamento de material e equipamentos necessários.

Conteúdo:
-Fatores importantes para instalações da estufa
-Quanto custa fazer uma estufa
-Estufa modelo Capela
-Colocação de travessas e fixações do filme plástico
-Colocação das cortinas laterais
-Estufa tipo Pampeana e Arco
-Estufa tipo Londrina
-Estufas Pré-fabricadas
-Equipamentos para estufa
-Sistema de irrigação.

APRENDA COMO CONSTRUIR ESTUFAS


Caprinos e ovinos

Coleção Caprinos e Ovinos Deca

KIT CAPRINOS E OVINOS DECA

10 DVD'S

Alimentação e Nutrição de caprinos e Ovinos
Inseminação Artificial em caprinos e Ovinos
Ovino de Corte Dorper e seus Cruzamentos
Criação e Manejo da Raça Santa Inês
Manejo Sanitário de Ovinos
Como Cria Ovinos de Corte Vol. 1
Como Cria Ovinos de Corte Vol. 2
Caprino de Corte - Raça Boer
Sistema Intensivo de produção de Cordeiros
Ovelha a Pasto

Criação de Frango de Corte

Criação de Frango de Corte - Instalações e Manejo

Este vídeo "Criação de Frango de Corte - Instalações e Manejo",  mostra desde os simples até os mais modernos equipamentos e instalações.
 A produção de frango de corte é uma atividade de giro rápido, na qual é possível produzir cerca de seis lotes por ano. Para isso, é preciso adotar um pacote tecnológico e seguí-lo a risca. E é esta a proposta deste vídeo, mostrar o que o produtor deve fazer para obter produtividade com eficiência na criação de frangos.

Conteúdo:
-Instalações
-Alimentação
-Aquecimento
-Ventilação
-Lotação
-Cama de aviário
-A apanha
-Sanidade
-Ração.

SAIBA COMO CRIAR FRANGO DE CORTE

Como Criar Suínos ao Ar Livre

Suínos ao Ar Livre 

A enorme vantagem deste sistema, criação de suinos ao ar livre, sobre as criações confinadas é a ausência de construções, tipo galpões, pocilgas, maternidades, etc. O suíno vive em cabanas simples, ao ar livre, manejado com auxílio de cercas elétricas.A rentabilidade, no entanto, é igual à das criações em confinamento. Neste vídeo-curso você vai saber planejar seu Outdoor ou Plein Air, desde plantéis pequenos, de 12 criadeiras até criações maiores com centenas de porcas matrizes. Em "Como criar Suinos ao Ar Livre", você verá todos os equipamentos necessários, e ainda o planejamento das pastagens com cercas eletrificadas para manejar criadeiras, machos e leitões.

Conteúdo:
-Definição de Out Door ou Plein Air
-As cabanas móveis
-Os bebedouros e a água
-Sombreamento
-Comedouros e alimentação
-Pastagens para suínos
-As cercas eletrificadas
-Produtividade e resultados
-Planejamento da criação

SAIBA COMO CRIAR SUINOS AO AR LIVRE

Criação de suínos em Cama Sobreposta

Criação de suínos em Cama Sobreposta

Em "Criação de Suínos em Cama Sobreposta", você conhecerá um sistema desenvolvido pela Embrapa Suínos e Aves, que trará inúmeros benefícios para sua criação, como menor custo de investimento em instalações, baixo custo de manejo de dejetos, melhor conforto e bem estar animal, o que corresponde a menos estresse. Além disso, menos mão de obra, melhor aproveitamento da área da propriedade e eliminação do mau cheiro tradicional na criação de suínos. Este vídeo-curso ajudará também a decidir qual sistema de criação de suinos será adotado pelo produtor.

Conteúdo:
-Vantagens e Desvantagens da criação em Cama Sobreposta
-Condições para uso do sistema Comparativo: Suíno sobre cama x Suino tradicional (ripado)
-A edificação
-A cama
-Manejo dos animais
-Manejo sanitário.


Parceria: EMBRAPA SUÍNOS E AVES - CONCÓRDIA - SC.

APRENDA COMO CRIAR SUINOS

O melhor do cavalo

Kit Extreme Horse 8

Um curso completo de Treinamento de Rédeas, Doma Racional, Laço em Dupla e Casqueamento e Ferrageamento.  .

Com Preço Especial Para Você!

COLEÇÃO COM 08 TITULOS DE  DVD´s


DVD 1 - Laço em Dupla - Team Hoping  CONSULTOR: Rafael Paoliello
DVD 2 - Treinamento de Rédeas Básico CONSULTOR Nelson Rodrigues
DVD 3 - Treinamento de Rédeas Avançado - CONSULTOR Nelson Rodrigues
DVD 4 - Guia Prático da Doma Iniciação de Potros- CONSULTOR: Paulo Nazário
DVD 5 - Doma Racional de Cavalos - CONSULTOR: Jorge Candido Vieira
DVD 6 - Working Cow Horse - CONSULTOR; Nelson Rodrigues
DVd 7 - Como Fazer Ferraduras- CONSULTOR - Fabio Furquim
DVd 8 - Como Fazer Casqueamento e Ferrageamento - CONSULTOR - Fabio Furquim

Saiba como treinar seu cavalo e a fazer seu manejo

doma de cavalos

Doma - Doma Fácil

A Doma é o momento de maior importância na vida de nossos cavalos, é praticamente o instante deles mudarem de vida, saem da vida de potros no pasto e vão para de cavalos montados. É um mundo totalmente novo, o cavalo vai se relacionar muito mais com os homens do que com seus amigos cavalos e com o agravante dos homens quererem que ele se enquadre numa rotina de trabalho sob uma sela! Portanto, precisamos de muito cuidado para não machucá-los fisicamente ou emocionalmente.
Através deste DVD, você terá a oportunidade de domar seus cavalos com o método mais FÁCIL VISTO ATÉ HOJE. Pegamos três potros no campo, potros já manejados de cabresto pelo tratador e deixamos eles domados em 3 dias. É fácil porque respeitamos totalmente as reações dos cavalos, esperando pelo entendimento deles na guia, se ele não esta entendendo fazemos mais voltas à guia, é "MUITO FÁCIL”. Outro ponto importante é o desempenho deste processo, o cavalo já vem descontraído para o treinamento no esporte!
Com este método se doma qualquer raça de cavalo, independente do temperamento. E não existe violência de qualquer forma, nem estresse.
Só se usa o "cabeção", "guia" e um " chicote", além dos equipamentos normais de sela.
Veja e compare com outros métodos.
E caso tenha um cavalo muito "complicado" leve-o para o Haras Mineral, que o pessoal da um jeito!
Veja um trecho do DVD:

Conteúdo:

No total são 04 discos (mais de 4 horas de duração).
O conteúdo é apresentado na forma de dias de doma.
Foram utilizados 03 cavalos; o Giba, o Gabarito e o cavalo3.
Disco 1
Capítulo 1 – No Haras
Capítulo 2 – 1 Dia de Doma
1 dia cavalo giba
1 dia cavalo gabarito
Disco 2
Cont. Cap. 2 – 1 Dia de Doma
3 dia cavalo 3
Disco 3
Capítulo 3 – 2 Dia de Doma
2 dia cavalo gabarito
2 dia cavalo giba
Disco 4
Capitulo 4 – 3 dia de doma
4 dia cavalo 3
3 dia cavalo giba
3 dia cavalo gabarito


Consultor:

Ito Ricciluca
Treinador
Haras Mineral


Participação especial:

Bruno Ricciluca
Treinador
Haras Mineral

APRENDA COMO FAZER A DOMA RACIONAL

Treinamento de Rédeas

Treinamento de Rédeas com Demetrius Jean Kotrozinis e Marcelo Almeida

Estes dvds mostram de uma maneira didática e prática como preparar seu cavalo para o Potro do Futuro e outras provas, nesses 2 DVD's eles vão revelar técnicas interessantes para o treinamento do seu potro.

CONTEÚDO DOS  DVDS:

- Treinamento potros de 2 anos
- Treinamento potros de 3 anos
      - Guiar nos circulos
      - Flexionamentos e spins
      - Inicio de esbarros
      - Trocas de mão
      - Recuo
      - rollbacks
      - Dicas para competição
     "Bonus : Doma Racional"

PRODUÇÃO: Centro de Treinamento Madalha de Ouro

Doma Racional para Cavalos de Vaquejada

Doma Racional para Cavalos de Vaquejada

Aprenda a fazer a Doma Racional para cavalos de Vaquejada, no sistema de treinamento que  Steve Bezerra utiliza em seu centro de treinamento. As 4 palavras que regem este sistema são: Ensinar, Cobrar, Corrigir e Confirmar.

Veja como são treinados os futuros campeões das pistas de vaquejada!

CONTEÚDO:
Capítulo 1 - Flexionamento:com o potro na baia usando a mão e osidepull, colocando na vida do potro as 4 palavras que regem este sistema de treinamento:ensinar, cobrar, corrigir e confirmar.

Capítulo 2 - Controle no redondel:passo, trote e galope. Controle de velocidade e paradas usando o comando de voz.

Capítulo 3 - Banho de Corda e Banho de Forro

Capítulo 4 - Charreteamento:flexionamento de nuca, controle de corpo, mudança de direção 180º(Roll Back), círculos, esbarro,spine recuo.

Capítulo 5 - Banho de Sela


Capítulo 6 - Montar e desmontar (banho de gente):andar ao passo no redondel, flexionar nuca, controle de corpo, círculos pequenos, círculos grandes, mudança de direção, oito, início do esbarro e recuo.
Duração Aproximada: 3 horas
Dividido em 3 discos
Consultor:
Steve Bezerra
Treinador e Zootecnista
Saloá - Pernambuco

SAIBA COMO FAZER A DOMA DE CAVALOS DE VAQUEJADA

Rédeas para Vaquejada

Treinamento Básico de Rédeas para Vaquejada

O treinamento de rédeas é recomendado a
todo cavalo antes de ser levado para a vaquejada.
Os exercícios mostrados ajudam muito a Steve Bezerra no
seu dia-a-dia no seu centro de treinamento.

CONTEÚDO:

1 - Galopar em círculo na mão certa de 3 formas diferentes
2 - Ladear
3 - Roll back de 2 formas diferentes
4 - Esbarro em 3 posições
5 - Troca de mão de 2 formas
6 - Spin de 3 formas diferentes

Consultoria:

Steve Bezerra
zootecnista e Treinador
Fazenda Brejo
Saloá - PE

APRENDA COMO TREINAR RÉDEAS PARA CAVALOS DE VAQUEJADA

Sistema de Treinamento Vaquejada

Sistema de Treinamento Vaquejada

Aprenda como fazer um treinamento específico para vaquejada, após você ter passado pelos exercicios de rédeas, conseguindo assim o controle do seu cavalo é hora de partir para os treinos de pista. Isto é importante porque você irá preparar seu cavalo na cancela, na corrida e até a faixa de derrubada do boi. Este treinamento faz parte da rotina de Steve Bezerra em seu centro de treinamento com os cavalos de vaquejada. Com ele você vê, você faz!

CONTEÚDO;  


1 - Introdução do potro no gado (trilhar)

2 - Exercícios de cancela

3 - Alinhar o cavalo no boi de ambos os lados

4 - Exercícios de escantear

5 - Definir lado

6 - Ensinar o potro a abrir trocando de mãos com velocidade
para derrubar o boi.

Consultoria:

Steve Bezerra
Zootecnista e Treinador de Cavalos
Saloá - PE

APRENDA TUDO SOBRE A NOVA VAQUEJADA LEGAL

CORREÇÃO DE CAVALOS DE VAQUEJADA

CORREÇÃO DE CAVALOS DE VAQUEJADA

Você aprende com o treinador Steve Bezerra alguns exercícios que servem para a correção de problemas de cavalos de vaquejada.

Este trabalho não é feito só dentro da pista. Você deve voltar um pouco, fazer com que seu cavalo aprenda o princípio mais simples que é "sair da pressão"

1 - Flexionamento
2 - Charreteamento
3 - Caminhar com o cavalo
4 - Trilhar o boi dentro e fora da pista
5 - Alinhar o boi em ambos os lados
6 - Escantear voltando para a porteira

Steve Bezerra
Zootecnista e Treinador
Salóa - PE - Brasil

Aprenda tudo sobre a VAQUEJADA LEGAL

Arreios para Cavalos de Vaquejada

Arreios para Cavalos de Vaquejada

Neste curso em video, Steve Bezerra mostra como utiliza os arreios.  Primeiro na fase inicial da doma  mostrando como  inicia,  flexiona e charreteia os animais e quais os arreios utiliza. Após vem a fase de quando se inicia os flexionamentos na boca e, mostrando também quais são os bridões utilizados.  Depois apresenta os arreios de correção. E por último mostra como gosta de utilizar os freios, o inicio de cada um, o inicio do bocado, cada tipo e como utiliza dentro da vaquejada.

Conteúdo:

1 - Fase de flexionamento
2 - Bridão
3 - Arreios de correção
4 - Fase de freios
5 - Levantadores
6 - Freios fixos
7 - Arreios definitivos
8 - Breques

Consultoria:

Steve Bezerra
Zootecnista e Treinador de Cavalos
Saloá - PE

Tudo sobre a vaquejada legal aqui!

Vaquejada Legal

Coleção Vaquejada Steve Bezerra

VAQUEJADA – Consultor: Treinador Steve Bezerra
Vídeos filmados em Saloá e Garanhuns - PE.
1- DVD - Doma Racional para cavalos de Vaquejada – Com 3 Discos
2- DVD - Treinamento Báscio de Rédeas para Cav Vaquejada – Com 01 Disco
3- DVD - Sistema de Treinamento para cavalos de Vaquejada- Com 01 Disco
4- DVD - Correção de cavalos de Vaquejada – Com 01 Disco
5- DVD  - Arreios para Cavalos de Vaquejada- Com 01 Disco

tudo sobre Vaquejada

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

O cavalo quarto de Milha

Unindo beleza e versatilidade, o cavalo quarto de milha é assim denominado pela sua impressionante invencibilidade nas provas de 402 metros (um quarto de milha). Além de seu desempenho em corridas e provas de rédeas (rodopios, galope, trote em círculos e esbarro), é bastante útil no trabalho diário, para laçar, apartar o gado, separar bezerros e outras funções, desde que seja bem treinado. Seu temperamento dócil facilita esta tarefa. O quarto de milha é um cavalo forte e musculoso, com o corpo bem proporcionado e harmonioso. A partir de um ano e meio ou dois anos, já se pode iniciar a monta. Aos dois anos está preparado para as corridas e aos dois anos e meio para o trabalho no campo. A tonalidade de pelagem mais comum é o alazão, seguido pelo castanho e pelo tordilho. Mais raros e muito procurados são os pretos e o baio amarilho (com crina e rabo brancos). Essa raça atinge em média 1,55m de altura, pesando em torno de 500 quilos. De origem norte-americana, o quarto de milha é um animal rústico, capaz de se adaptar a diferentes tipos de clima. O que irá definir sua utilização - se em competições ou trabalho de campo - é, basicamente, a alimentação, as instalações e o treinamento a que é submetido.
INSTALAÇOES
As instalações podem ser simples, desde que supram as necessidades básicas do animal. A especialização encarece a criação, e irá depender da finalidade com que os cavalos são criados. Para a lida no campo, providencie uma. baia para o garanhão, com o mínimo de conforto e espaço. Construa-a em alvenaria ou madeira, com 4x4m, coberta com telhas de barro e chão de concreto, para facilitar a limpeza e manutenção. Também são necessários cochos para ração, sal e água e uma boa cama de serragem ou feno. Um piquete com área mínima de 250m\ cercados com tábuas de 1,50m de altura deve ser utilizado para os exercícios. As éguas vivem soltas no pasto, que por esta razão é cercado com tábuas de 1,40m de altura. Evite cercas de arame, pois os animais poderão se ferir.
ALIMENTAÇÃO
Para animais cuja criação é voltada para o trabalho no campo, o pasto, desde que bem manejado, é suficiente para alimentá-los. As únicas exceções são as fêmeas gestantes e cavalos excepcionalmente submetidos a esforços extras. Nestes casos é aconselhável o forneci¬mento de uma alimentação suplementar. Animais que despendem maior quantidade de energia, como os cavalos de corrida, também recebem alimentação diferenciada. A ração é um complemento alimentar que pode ser fornecido a potros que já tenham pelo menos um mês de idade. Em geral consiste em milho com soja, feno ou capim picado, sal e outros complementos. É fornecida ao animal duas ou três vezes por dia, de preferência sempre nos mesmos horários. A quantidade, tanto de ração quanto de pasto, irá depender de fatores como a idade do animal e o clima da região. Em climas quentes, por exemplo, a digestão é mais lenta. Portanto, se o cavalo comer em demasia, poderá vir a ter distúrbios digestivos, cólicas e outros problemas. Além do pasto e da ração fazem parte da dieta diária dos cavalos o sal mineral e a água, fornecida à vontade. Eventualmente podem ser adicionadas algumas vitaminas.
REPRODUÇÃO
O quarto de milha pode ser acasalado com éguas de outras raças ou da mesma, dependendo de sua disponibilidade e de seus objetivos. A gestação dura 11 meses e aos 6 vem o desmame. A égua está preparada para uma nova cobertura uma semana após o parto. Durante o período de procriação, porém, é aconselhável separá-la no pasto. Os potros são criados no próprio pasto. As mães têm ótima lactação, principalmente quando alimentadas com ração durante a gestação e amamentação. Realize os cruzamentos de preferência nos meses de primavera e verão, pois o cio é mais produtivo de setembro a março, o que possibilita maior êxito nas coberturas.
CUIDADOS
Devido à sua resistência, o quarto de milha apresenta baixo índice de doenças, principalmente de natureza grave. Para evitar acidentes, não deixe buracos nos pastos e cuide da manutenção das cercas, consertando as que estiverem malfeitas ou pontiagudas. Em criações seletivas é recomendável o acompanhamento de um veterinário especializado, especialmente durante a época de reprodução. Vermífugos devem ser dados pelos menos a cada 60 dias durante toda a vida do animal. A vacinação é dada de acordo com as orientações do veterinário ou pessoa especializada.


segunda-feira, 17 de outubro de 2016

a Garnisé

Os criadores de aves ornamentais utilizam as garnisés para chocarem os ovos de aves de pequeno porte, obtendo com isso cem por cento. 
de nascimentos.De porte pequeno e leve, sendo uma miniatura da galinha comum, a garnisé ou bantans é de raça rústica e resistente, não precisando de 
grandes cuidados. O galo é igualmente pequeno, magro, esbelto e elegante. A graça e esperteza características das galinhas garnisés fazem 
com que elas sejam criadas muitas vezes como ave ornamental, apesar de não serem bonitas. O principal motivo de sua criação é que são 
excelentes amas, consideradas poedeiras razoáveis. Delas aproveita-se também a carne, de ótimo paladar.A qualidade de ama desta raça faz com que muitos criadores de aves ornamentais tenham um plantei de gamisés apenas para chocar os 
ovos de aves de pequeno porte, desaconselháveis para serem colocados junto a galinhas pesadas. Como a garnisé é muito leve, não quebra 
os ovos pequenos, sendo o índice de nascimento bem maior do que quando se usa a chocadeira (100% em geral). 

CRIAÇÃO
 A criação de garnisé pode ser feita em quintais, chácaras, sítios, gaiolas etc. Em espaços maiores as galinhas permanecem à vontade por
grande parte do dia e o resultados são melhores. De qualquer forma, o local deve ser bem ensolarado. Pode-se optar pela construção de um
barracão, no tamanho desejado, dependendo da quantidade de galinhas que se irá criar. Faça paredes com I metro de altura, completando-a
com mais 1,5 a 2 metros de tela. A cobertura poderá ser de telhas de zinco ou palha. Para evitar chuvas e ventos frios, instale cortinas de
plástico, que serão abaixadas apenas nestas condições. O piso deve ser de tijolos rejuntados, recoberto com camada de serragem de
desempenadeira ou sabugo de milho triturado.Outra opção, bem mais interessante para as galinhas, é cercar uma área grande com tela. Neste espaço plante capim - as garnisés adoram
comê-lo além de lhes serem benéficos. Construa um abrigo rústico coberto e com poleiro no fundo de uma parede qualquer. A parede onde
for instalado o po-, leiro deve ser totalmente fechada, para que as aves fiquem protegidas do sol, vento ou chuvas. No mesmo local, reserve
um cantinho e coloque os ninhos para postura, contendo palha no seu interior.Calcule um ninho para quatro fêmeas. Providencie também um lugar coberto para os bebedouros e comedouros.Um outro método de criação, também eficiente, consiste em deixar as garnisés soltas numa área, mas com facilidade de reuni-las quando
necessário. Neste caso, prividencie um galinheiro coberto - com ninhos - para as galinhas se recolherem à noite para dormir. O local deve
ser fechado, de forma que as galinhas fiquem nele na parte da manhã para a postura.Seja qual for o tipo de criação, coloque dez fêmeas para cada macho, se desejar fazer reprodução. Mas poderá usar somente fêmeas se
quiser produzir ovos ou tê-las como ama. Para iniciar o plantei pode-se comprar pintinhos com cerca de 21 dias ou adquirir franguinhas
com 60 a 90 dias.  As aves maiores são a melhor opção, uma vez que já são grandes e vacinadas. Como alimentação, forneça ração para postura desde os 40
dias do nascimento, misturada com parte igual de milho. Coloque também bastante verde, desde verduras diversas (chicória, confrei,
almeirão, serralha e cebolinha) até capim. A água pode ser servida em bebedouro automático ou colocada em vasilhames, sendo trocada
diariamente. Lave as vasilhas pelo menos uma vez por semana. 
POSTURA 
A postura começa por volta dos quatro meses, cerca de 90 a 120 ovos por período. As garnisés produzem bem durante os quatro primeiros
anos de idade, sendo a primeira postura a mais abundante. Nessa época, recolha os ovos diariamente, e faça a marcação da data de postura
na casca e quando tiver 10 a 15 ovos - no máximo - coloque-os para chocar. Providencie para que haja comida e água próximas ao ninho -
em geral as galinhas não gostam de se deslocar grandes distâncias para este fim.Os pintinhos nascem após 21 dias de incubação, devendo ficar com a mãe em local seco, separados das outras galinhas. O importante é a
tranqüilidade da mãe e filhos. Forre o lugar com palha, sabugo de milho triturado ou semelhantes. Deixe próximo às aves, o bebedouro e o
comedouro (ambos colocados bem baixinho, mas de modo que não sejam derrubados). Se quiser, ponha sobre um jornal ração inicial e
quirera de milho, para os pintinhos. Coloque também bastante verde e cebolinha picadinha, além de gema cozida. Caso preferir, os
pintinhos poderão ser colocados em criadeira com aquecimento - mas isso não é necessário porque a mãe consegue cuidar de tudo sozinha.No quinto dia de vida. vacine a ninhada contra New Castle. colocando uma gota de vacina no olho, narina ou na água do bebedouro. Repita
a vacina a cada quatro meses ou no minimo de seis em seis meses. Aos 21 dias, vacine-os contra bouba aviaria, seguindo as instruções do
fabricante. Dê também vermifugos à base de piperazina a cada quatro meses. E duas vezes ao ano, pulverize todo o plantel com produto
contra piolhos e parasitas de aves.Faça desinfecção das instalações e das telas com calou produto semelhante. Esses cuidados certamente evitarão doenças, mas se surgir
algum problema grave, chame o veterinário. 
CRIAÇAO EM GAIOLAS 
Caso você não possua uma área grande, as garnisés poderão ser criadas em gaiolas pequenas ou coletivas. Nas gaiolas pequenas coloque
duas galinhas em cada uma e nas coletivas 20 ou mais.As gaiolas pequenas são as melhores por facilitarem o trabalho, além de melhor aproveitamento da ração e da produção de ovos (de
tamanho um pouco maior). As gaiolas são instaladas em barracões ou galinheiros cobertos, com paredes feitas de cortinas plásticas. Os
bebedouro e comedouro já vêm instalados A postura é feita no piso da gaiola, sendo que os ovos rolam até o anteparo, para depois serem
recolhidos.

Saiba mais sobre Galinha Caipira

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

O Nelore

Nelore - Cria, Recria e Engorda

Em "Nelore - Cria, Recria e Engorda" você aprenderá as técnicas do manejo do gado de corte da raça Nelore.
O Nelore ostenta com muito orgulho a posição de maior rebanho do Brasil em escala comercial.
A busca pela redução dos custos, assim como pela maior eficiência em todas as fases de produção tornou-se o grande desafio da pecuária de corte. A garantia do sucesso do negócio está na nutrição aliada ao potencial genético da raça e ao manejo racional e sustentável.
Você vê, você faz e o lucro aparece!

Conteúdo:
CRIA
-Manejo reprodutivo
-Piquete maternidade
-Parto
-Após o nascimento
-Manejo do recém-nascido
-Identificação
-Carimbação
-Formação de lotes homogêneos
-Crescimento durante o aleitamento
-Produção de leite
-Suplementação nutricional
-Creep-feeding
-Desmame
-Época do ano
-Desmame abrupto
-Estratégias

RECRIA
-Tamanho do lote
-Verminose
-Suplementação protéica
-Acompanhamento

ENGORDA
-Engorda a pasto
-Semi-confinamento
-Confinamento

CONSULTOR
Daniel F. Biluca &ndash Zootecnista - Mestrado em Nutrição Animal.  
Executivo da Conexão Delta G

SAIBA MAIS SOBRE O GADO DE CORTE

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Guia prático de enxertia

Guia prático de enxertia

"Guia Prático de Enxertia", como o próprio título já diz, este é um GUIA PRÁTICO para você aprender a usar a técnica mais adequada de enxertia, na época certa, para a produção de mudas frutíferas, florestais e ornamentais, e que respeitem o padrão da legislação brasileira. Conheça as diferentes técnicas para obter sucesso na enxertia de frutiferas e outras espécies vegetais.

Conteúdo:
-Técnicas de enxertia
-Enxertia
-Garfagem Herbácea
-Enxertia
-Garfagem Lenhosa
-Enxertia
-Borbulha
-Sobreenxertia.

SAIBA FAZER ENXERTIA

Como Produzir Coco Anão Irrigado

Como Produzir Coco Anão Irrigado

A palmeira do coco-da-baía (Cocos nucíferas) é reconhecida hoje como a mais lucrativa do país. É chamada de "árvore da vida" por seus múltiplos usos e finalidades. Podem ser extraídos mais de 200 produtos e subprodutos da raiz, caule, folhas, palmito e frutos. Este vídeo mostra passo-a-passo da produção do coqueiro anão verde para consumo d'água. Um cultivo rentável que possibilita o retorno dos investimentos já nos 3 primeiros anos de produção. Uma excelente alternativa para quem deseja produzir rapidamente um produto cada vez mais procurado no país.

Conteúdo:
Variedades e Híbridos
Como é a Planta
Produtividade e Fenologia
Produção de Mudas
Preparo do Solo e Plantio
Espaçamento
Fertirrigação
Irrigação
Consórcios

SAIBA MAIS SOBRE O CULTIVO DE COCO

Como Produzir Maracujá

Como Produzir Maracujá

Uma das frutas mais consumidas na forma de sorvete, mousses, batidas e doces, além de estar aumentando o consumo interno, outros países também estao conhecendo esta fruta. E o Brasil, que é o maior produtor no mundo, tem tudo para aumentar ainda mais a sua produçao. Além de colocar os frutos no mercado, os produtores estao buscando alternativas para colher mais lucros. Com um equipamento simples, o produtor de maracujá pode processar a polpa na propriedade e transformar sua colheita em um produto de maior valor. Neste vídeo, você acompanha todos os passos necessários para uma boa produçao de maracujá.

Conteúdo: Produçao das mudas Construçao da espaldeira Construçao da latada Adubaçao Conduçao do maracujazeiro Polinizaçao Pragas e doenças Colheita Processamento

Consultoria: Belgo Mineira.

SAIBA MAIS SOBRE O CULTIVO DE FRUTAS

Poda de Árvores Frutíferas

Poda de Árvores Frutíferas

Aprenda neste DVD quais os cuidados na poda de árvores frutíferas, como e quando fazê-la...  A poda de Pêssego, Pêra, Maçã e Caqui.

Conteúdo:
- Porque devemos podar as árvores frutíferas
- Tipos de Poda
- Condução em Taça, guia modificada e espaldeira
- Tipos de ramos que frutificam
- Tipos de poda e condução para Pêssego, Pera, Maça e Caqui

Duração Aproximada: 66 minutos

Consultoria: Engº Agrº e Profº Flavio Zanete - UFPR

SAIBA MAIS SOBRE PODA DE FRUTIFERAS

COMO FAZER SEU POMAR

COMO FAZER SEU POMAR

Neste DVD você vai aprender como escolher uma boa muda e definir o local para implantar o pomar. Vai conhecer as técnicas que antecedem o plantio da muda e saber como distribuir as árvores. O preparo correto da cova e a época certa de plantio ( plantas caducas de inverno e plantas perenes). Mostra, ainda todas as operaçoes de pós-plantio.

Conteúdo: Escolha do local Espécies e variedades adaptadas Práticas premilinares para implantaçao do pomar Distribuiçao das plantas Modo de plantio ( preparo do solo) Preparo da cova Época de plantio Tipo de embalagens das mudas Transplante da muda Operaçao de pós-plantio.

Consultoria: Engº Agrº e Profº Flavio Zanete - Universidade Federal do Paraná - Especializaçao na Univ. de Firenze-Itália - Mestrado na Univ. do Rio Grande do Sul e Doutorado na Univ. de Clermont Ferrand- França.

SAIBA MAIS SOBRE FRUTICULTURA AQUI

Como Produzir Uva de Mesa Irrigada

Como Produzir Uva de Mesa Irrigada 

As técnicas mostradas neste vídeo, permitem que você produza 4.800 caixas por hectare com custos muito baixos se comparados com um faturamento potencial de 40 mil dólares. Sao técnicas comprovadas nas melhores produçoes de uva do semi-árido. Essa regiao representa uma área de 70% do Nordeste Brasileiro. Sao 13% das terras do Brasil. Além de muita área, tem um clima extraordinário que permite produzir 3 safras ao ano de uva de mesa. Sem dúvida, aí está uma boa alternativa de investimento para o empreendedor rural. Confira você mesmo.

Conteúdo: Implantaçao do parreiral Adubaçao de plantio e produçao Tratos culturais Irrigaçao Produtividade e Fenologia Pragas e Doenças Colheita p/ exportaçao Packing House ou Casa de Embalagem Custos e mao-de-obra.

Consultoria: Belgo Mineira.

SAIBA MAIS SOBRE O CULTIVO DE FRUTAS

Como Produzir Morango

Como Produzir Morango

Neste videocurso você verá como muitos agricultores estão aumentando seus lucros através do cultivo de morangos. A lavoura pode ser instalada num pequeno pedaço de terra e pode ter alto rendimento.
 O vídeo mostra como escolher o melhor local na propriedade, o tipo de solo correto; fornece informações desde o tamanho dos canteiros até o plantio das mudas. Gente que entende do assunto fala sobre os tipos de cultivo, o preparo das mudas, a colocação do plástico, a colheita e a comercialização.

Conteúdo:
 Rentabilidade
 Solo e seu preparo
 Máquinas
 Preparo das mudas
 Adubação
 Colocação do plástico
 Tipos de cultivo
 Irrigação
 Colheita

SAIBA MAIS SOBRE O CULTIVO DE FRUTAS

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Quarter Horse

Brought to Brazil in 1955, the Quarter Horse has expanded throughout the country, and soon showed all his versatility, making it the No. 1 on the preference of the Brazilian family, which operates in 21 sports.

On August 15, 1969 was founded the Brazilian Association of Quarter Horse Breeders (ABQM), the White Water Park in Sao Paulo. The organization currently has in its registration (until 08.13.2015) more than 95,700 owners, including 26,900 members who are responsible for more than 474,800 registered breeding the animals, with approximately R $ 9,5bilhões.

His horse farms distributed about 1 million hectares, are valued at over R $ 19.8 billion, which are consumed annually in feed around 336,000 tons, with expenditure of about R $ 370 million.



The workforce employed directly in these herds is also quite significant, providing around 380,000 direct jobs (average of 4 employees for each property), not including veterinarians, agronomists, animal scientists, farriers, training centers, breeding centers, auctioneers, auction houses, carpenters, bricklayers, electricians, carpenters, horse carriers, equipment manufacturers and food industry and veterinary products, among others.

In the last five years the Stud Book ABQM registered more than 110,000 foals. Also in this same period, the race moved at auctions across the country around R $ 1 billion from the sale of approximately 23,000 animals, the overall average of R $ 43,400.

The universe of more than 474,800 Quarter animals spread throughout Brazil, the states that make up the Northeast accounted for 15% of all their squad, with approximately 71,000 animals registered in ABQM. Among the 95,700 owners of race horses, the Northeast accounts for more than 21.2% (20,300 people). And in relation to the total associated ABQM (26,9 mil), the quartistas this region exceed 26.7% (7.1 mil).

VIDEOPAR HORSE

A HISTÓRIA DA VAQUEJADA

A HISTÓRIA DA VAQUEJADA

Na época dos coronéis, quando não havia cercas no sertão nordestino, os animais eram marcados e soltos na mata. Depois de alguns meses, os coronéis reuniam os peões (vaqueiros) para juntar o gado marcado. Eram as pegas de gado, que originalmente aconteciam no Rio Grande do Norte. Montados em seus cavalos, vestidos com gibões de couro, estes bravos vaqueiros se embrenhavam na mata cerrada em busca dos bois, fazendo malabarismos para escaparem dos arranhões de espinhos e pontas de galhos secos. Alguns animais se reproduziam no mato. Os filhotes eram selvagens por nunca terem mantido contato com seres humanos, e eram esses animais os mais difíceis de serem capturados. Mesmo assim, os bravos vaqueiros perseguiam, laçavam e traziam os bois aos pés do coronel. Nessa luta, alguns desses homens se destacavam por sua valentia e habilidade, e foi daí que surgiu a ideia da realização de disputas.

A primeira vaquejada ocorrida no mundo, foi na cidade de Morada Nova no Ceara. O Rio Grande do Norte é apontado como o estado que deu o primeiro passo para a prática da vaquejada. A cidade de Currais Novos é o berço das vaquejadas, onde a tradição é mantida até os dias atuais. O historiador Câmara Cascudo dizia que por volta de 1810 ainda não existia a vaquejada, mas já se tinha conhecimento de uma atividade parecida. Era a derrubada de vara de ferrão, praticada em Portugal e na Espanha, onde o peão utilizava uma vara para pegar o boi. Mas derrubar o boi pelo rabo, a vaquejada tradicional, é puramente nordestina. Na região Seridó do Rio Grande do Norte, mais precisamente no município de CURRAIS NOVOS onde tudo começou, era impossível o uso da vara, pois o campo era muito acidentado e a mata muito fechada, e por essa razão tudo indica que foi o vaqueiro seridoense o primeiro a derrubar boi pelo rabo.

Somente em 1874 apareceu o primeiro registro de informação sobre vaquejada. O escritor José de Alencar escreveu a respeito da "puxada de rabo de boi" no Ceará, mas não como sendo algo novo, ele deixou claro que a prática já ocorria anteriormente. E se existia no Ceará, era indiscutível que pudesse existir em estados vizinhos como, Rio Grande do Norte, Paraíba e Piauí, já que eram regiões tão semelhantes nos hábitos, atividade econômica e social, e ambiente físico. Foi isso que levantou a suspeita dos pesquisadores. Eles descobriram pela tradição falada que muito antes de 1870 já se praticava vaquejada no Seridó Potiguar. Uma indicação para isso era a existência dos currais de apartação de bois, que deram origem ao nome da cidade de CURRAIS NOVOS, também no Rio Grande do Norte. Esses currais foram feitos em 1760. E era entre 1760 e 1790 que acontecia em Currais Novos a apartação e feira de gado. Foram dessas apartações que surgiram as vaquejadas. O pátio de apartação de São Bento, no município de Currais Novos foi construído em 1830.

No Nordeste, desde a colonização, o gado sempre foi criado solto. A coragem e a habilidade dos vaqueiros eram indispensáveis para que se mantivesse o gado junto. O vaqueiro veio tangendo os bois, abrindo estradas e desbravando regiões. Foram eles os grandes desbravadores do sertão nordestino, e muito especialmente do sertão do Seridó, região cheia de contos e lendas de bois e de vaqueiros.




Evolução da vaquejada

De 1880 a 1910: A prática era com a lida do boi, a apresentação nos sítios e fazendas. Não existia formalmente o termo Vaquejada. O Brasil vivia um momento de transição da Monarquia para a República. As músicas de Chiquinha Gonzaga estouravam nas paradas de sucesso.

De 1920 a 1950: A ideia da festa da vaquejada começava a existir com as brincadeiras de argolas e corridas de pé-de-mourão. Nesse período, o temido Lampião costumava participar das festinhas com argolas, em fazendas de amigos. Na época destacavam-se, na música, Noel Rosa,Ari Barroso, e surgia um garoto chamado Luiz Gonzaga no Brasil republicano, onde brilhou a estrela de Getúlio Vargas.

De 1960 aos anos 70: Começam a ser disputadas as primeiras vaquejadas na faixa dos seis metros. Ainda eram eventos de pequeno porte, em sua maioria festinhas de amigos, com participação mínima de vaqueiros. O Brasil vivia a época da ditadura. O forró de Luiz Gonzaga, Trio Nordestino, Marinês e outros animavam as festas.

De 1980 aos anos 90: Mudanças nas regras da vaquejada. A faixa dos seis metros, que exigia força do vaqueiro, passou a ser de dez metros, cuja principal característica é a técnica. Começam a ser distribuídos prêmios para os competidores, mas o público ainda era pequeno. Época em que o País inteiro foi às ruas gritar pelas eleições diretas que foram consolidadas em 1988.

Anos 90 até a atualidade: A vaquejada é encarada como um grande negócio. Os organizadores começam a cobrar ingressos e o público entende a proposta. O vaqueiro é reconhecido como um atleta da pista. Nasce um novo forró com o surgimento de bandas como "Mastruz com Leite". Resultado: parques lotados e, a cada ano, surgem mais pessoas interessadas pela atividade.

Depois de muito tempo, a vaquejada só tende a crescer como um bom esporte para o povo nordestino e também para amantes da vaquejada em outras regiões. O crescimento veio pelo fato da criação das categorias(aspirante, amador, profissional), fazendo com que a prática desse esporte se expanda.

Os fazendas de antigamente com o passar do tempo vai se estruturando de acordo com as atualidades e novas vão se criando. Suas estruturas, formas de criação dos animais, qualidades são melhoradas para obter ótimos vaqueiros e animais, que na vaquejada, dão o seu melhor para levar resultado para sua equipe(Fazenda,Rancho,Haras). Dentre uma pesquisa realizada em alguns estados encontram-se os seguintes parques e haras de vaquejada com maiores títulos em disputas pelas regiões brasileiras:

Parque Nacional do vaqueiro, Serrita (Pernambuco) - Parque Haras VM, Pernambuco. - Parque Milani,Pernambuco. - Parque Rancho do Pinguim, João Pessoa, Paraíba. - Parque Ivandro Cunha Lima, Campina Grande, Paraíba. - Parque Maria do Carmo, Serrinha, Bahia. - Parque Miguel da Hora - Jaguaquara - Parque Sant'Ana Campo Grande, Rio Grande do Norte. - Parque Porcino Park Center, Mossoró, Rio Grande do Norte. - Clube do Vaqueiro, Fortaleza. - Parque Sossaite, Maragogi, Alagoas.


Regras
As disputas são entre várias duplas, que montados em seus cavalos perseguem pela pista e tentam derrubar o boi na faixa apropriada para a queda, com dez metros de largura, desenhada na areia da pista com cal. Cada vaqueiro tem uma função: um é o batedor de esteira, o outro é o puxador.

O Batedor de Esteira
É o encarregado de "tanger" o boi para perto do derrubador no momento da disparada dos animais e pegar o rabo do boi e imediatamente passar para o colega, além de empurrar com as pernas do seu cavalo, o boi para dentro da faixa caso o boi tente levantar-se fora da faixa.

O Puxador
É o encarregado de puxar o rabo do boi e de derrubá-lo dentro da faixa apropriada, e também quem faz quase todo o trabalho não desmerecendo o esteira.

O Juiz
O juiz serve como árbitro na disputa entre as duplas e deve ficar ao alto da faixa onde o boi será derrubado. Ao cair na pista, dependendo do local, pontos são somados ou não a dupla. Se o boi for derrubado dentro da faixa apropriada para esse fim, com as quatro patas para o ar, ele grita para o público: "Valeu Boi", então, soma-se pontos a dupla, se isso não acontecer, ele fala: "Zero", a dupla não consegue somar pontos.E ganha aquele que tiver mas ponto somada,e aie e só festejar mas uma vitoria.

Regulamentação

O Peão de vaquejada hoje é regulamentado pela Lei nº 10.220, de 11 de abril de 2001, que considera "atleta profissional o peão de rodeio - Entendem-se como provas de rodeios as montarias em bovinos e eqüinos, as vaquejadas e provas de laço, promovidas por entidades públicas ou privadas, além de outras atividades profissionais da modalidade organizadas pelos atletas e entidades dessa prática esportiva".
Empresários de todo o país vêem o evento como um grande e próspero negócio. As vaquejadas são consideradas "Grandes Eventos Populares" deixando de ser uma simples manifestação Cultural Nordestina, e atraindo um excelente público onde quer que aconteçam.

APRENDA AS TÉCNICAS DE VAQUEJADA

Vaquejada: o símbolo cultural do Esporte Nordestino

Vaquejada: o símbolo cultural do Esporte Nordestino


A Vaquejada é uma tradição que vem de geração em geração há centenas de anos. Na sociedade atual além de mantenedor da cultura de uma região do país é a mola propulsora da economia dos Estados Nordestino. Sendo o carro chefe de toda a indústria do cavalo Quarto de Milha. A Vaquejada está contida como patrimônio cultural nordestino, que vem passado de pai para filho trazendo em suas raízes a tradição através do esporte, a criação de empregos diretos e indiretos e o sustento de milhares de famílias.

Grandes escritores e historiadores souberam transmitir em palavras a representatividade desta paixão nordestina, entre eles o cearense José Martiniano de Alencar, que escreveu em 1874 o livro ?Puxada de rabo do boi?; como também o norte-rio-grandense Luís da Câmara Cascudo, em 1976, ?A vaquejada nordestina e sua origem?; e, em 1986, o pernambucano Manuel Correia de Oliveira Andrade lançou ?A terra e o homem do Nordeste?.

Outra importante fonte de informação para os nordestinos, que amam esta tradicionalíssima modalidade esportiva, a pesquisa divulgada com o título: ?Estudo do Complexo do Agronegócio Cavalo, realizada pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) e publicada em 2006 pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a história da Vaquejada teve seu início na região Nordeste no final do século XIX, estritamente para os proprietários de fazendas e sítios. Como evento aberto ao público, o trabalho mostra que as provas começaram nos anos 40 e, a partir de 1980, as regras começaram a ser definidas de uma maneira melhor e os prêmios distribuídos aos competidores. A partir daí, começaram a se transformar em grandes eventos, apoiados por patrocinadores. Com o passar dos anos a modalidade ganhou grande impulso nos últimos dez anos, principalmente com a introdução de cavalos de maior valor, que variam entre R$ 150 e R$ 200 mil, e a consolidação das regras, embora com variações regionais. Em 2001 o vaqueiro foi equiparado ao atleta profissional ao atleta profissional, conferidos os seus direitos conforme Lei nº 10.220, de 11 de abril de 2001.

Para a realização de uma prova de Vaquejada, há o envolvimento de aproximadamente 270 profissionais, entre veterinários, juízes, inspetores, locutores, equipes de circuito como: organizadores, seguranças, limpeza e apoio de gado, entre outros. Além desta estrutura, ocorre também a contratação de pessoas ligadas às várias bandas musicais que fazem parte da programação dos shows, o setor de alimentação e outras atividades de apoio ao evento.

Segundo ainda a pesquisa, cada etapa contabiliza em média cerca de 550 duplas de vaqueiros, que desembolsam aproximadamente R$ 1,1 milhão em senhas (média de valor por senha: R$ 300,00 a 1ª e R$ 250,00 a 2ª). No período que foi realizada a pesquisa, estimava-se que existia três milhões de adeptos desta prática esportiva que atuavam em duas mil provas anualmente, sendo destas 400 oficiais e a movimentação econômica desta atividade é calculada em R$ 164 milhões. Conforme pesquisa publicada em 2006 pela Confederação da Agriculta e Pecuária do Brasil (CNA). Hoje, esses números de eventos praticamente dobraram?, segundo as informações da Associação Brasileira de Vaquejada (ABVAQ):

NÚMEROS ATUAIS DA VAQUEJADA/ANO 2014-15

Giro 600 milhões por ano

120 mil EMPREGOS DIRETOS

600 mil EMPREGOS INDIRETOs

650 Milhões de PESSOAS CIRCULANTES por ano

Estão inclusos nestes números os leilões e feiras agropecuárias: 4 mil vaquejadas por ano, das quais 60 apresentam premiação superior a R$ 150 mil. O esporte que mais cresce no Brasil. O maior esporte em número de publico no nordeste, perdendo só para o futebol.

A ABVAQ em atuação conjunta com a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha são as responsáveis por implantar os regulamentos das competições e normas de conduta voltadas sempre ao Bem-Estar Animal. E o Comitê Nacional de Vaquejada ? órgão oficial da ABQM?, entidade que acompanha todos os circuitos oficializados e organizados pelas Associações e Núcleos da raça Quarto de Milha em todos os estados nordestinos, proporcionando credibilidade e apoio para que sejam realizados com grande sucesso.

APRENDA AS TÉCNICAS DE VAQUEJADA

Quarto de Milha e uma indústria chamada Vaquejada

Quarto de Milha e uma indústria chamada Vaquejada 

Trazido ao Brasil em 1955, o cavalo Quarto de Milha se expandiu em todo o território nacional e, em pouco tempo, mostrou toda sua versatilidade, tornando-se o nº 1 na preferência da família brasileira, onde atua em 21 modalidades esportivas.

Em 15 de agosto de 1969 foi fundada a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM), no Parque da Água Branca, em São Paulo. A entidade possui atualmente em seu cadastro (até 13/08/2015) mais de 95,7 mil proprietários, entre eles 26,9 mil associados, que são responsáveis por um plantel superior a 474,8 mil animais registrados, com o valor aproximado de R$9,5bilhões.

Seus haras distribuídos em aproximadamente 1 milhão de hectares, são avaliados em mais R$ 19,8 bilhões, onde são consumidos anualmente em ração em torno de 336 mil toneladas, com gasto de cerca de R$ 370 milhões.



A mão de obra empregada diretamente nestes plantéis também é bastante significativa, oferecendo em torno de 380 mil empregos diretos (média de 4 funcionários para cada propriedade), sem contar com veterinários, agrônomos, zootecnistas, ferradores, centros de treinamento, centros de reprodução, leiloeiros, empresas leiloeiras, carpinteiros, pedreiros, eletricistas, marceneiros, transportadores de cavalos, fabricantes de equipamentos e indústria de ração e produtos veterinários, entre outros.

Nos últimos cinco anos o Stud Book da ABQM registrou mais de 110 mil potros. Também neste mesmo período a raça movimentou em leilões por todo o país em torno de R$ 1 bilhão com a comercialização de aproximadamente 23 mil animais, pela média geral de R$ 43,4 mil.

Do universo de mais de 474,8 mil animais Quarto de Milha espalhados por todo o Brasil, os estados que compõem a Região Nordeste representam 15% de todo o seu plantel, com aproximadamente 71 mil animais registrados na ABQM. Já entre os 95,7 mil proprietários de cavalos da raça, os nordestinos são responsáveis por mais de 21,2% (20,3 mil pessoas). E em relação ao total de associados da ABQM (26,9 mil), os quartistas desta região ultrapassam os 26,7% (7,1 mil).

APRENDA MAIS SOBRE VAQUEJADA

Regulamento Vaquejada

A VAQUEJADA
Regulamento do Bem Estar Animal em Competições

Este Regulamento contém regras de Bem-Estar Animal nos eventos de concentração que envolvam equídeos e bovídeos, definindo procedimentos e estabelecendo diretrizes e normas para a garantia de atendimento aos princípios de bem-estar animal.

Artigo 1º - Constituem objetivos básicos para salvaguardar o bem-estar dos animais nos eventos de concentração:

I ? assegurar a ausência de fome e sede, com alimentação à disposição e suficiente;

II ? assegurar a ausência de desconforto, através de local apropriado e área de descanso confortável, fazendo com que as instalações e edificações não sejam excessivamente quentes ou frias;

III ? assegurar a ausência de ferimentos e doenças, mantendo instalações e utilizando medicamentos, fômites, apetrechos técnicos, instrumentos, ferramentas ou utensílios adequados, bem como aplicar as vacinas devidas de forma a minimizar tais riscos;

IV ? assegurar a liberdade comportamental, através de espaço suficiente e instalações apropriadas, gerando a possibilidade dos animais expressarem padrões de comportamentos normais e instintos inerentes a espécie;

V ? minimizar situações de estresse, medo e ansiedade.

Artigo 2º - São também objetivos deste regulamento:

I - promover a melhoria da qualidade do ambiente, garantindo condições de saúde, segurança e bem-estar público;

II - assegurar e promover a prevenção, a redução e a eliminação da morbidade, da mortalidade decorrentes de zoonoses e dos agravos causados pelos animais;

III - assegurar e promover a participação, a educação sanitária, o acesso à informação e a conscientização da coletividade nas atividades envolvendo animais e que possam redundar em comprometimento da saúde pública e do meio ambiente.

Artigo 3º - Para consecução dos objetivos os criadores, os proprietários, os tratadores, os promotores de eventos e seus prepostos, os administradores do evento, os competidores, os contratantes de gado, os médicos veterinários, os cavaleiros e amazonas, entre outros que tem animais a seu cargo devem:

I - proceder a um manejo condizente com a espécie animal;

II - possuir conhecimentos e práticas comprovadas no manejo de animais;

III - assegurar que a estrutura e os equipamentos das instalações, bem como os medicamentos, as vacinas, os fômites, os apetrechos técnicos, os instrumentos, as ferramentas ou os utensílios sejam apropriados e adequados para salvaguardar o bem-estar e a sanidade dos animais; IV - transportar os animais em veículos devidamente aparelhados para a espécie;

V ? zelar pelo bem-estar animal durante a realização da prova ou evento, coibindo qualquer conduta agressiva com ao animais

1º - A proteção e integridade física dos animais compreenderão todas as etapas, desde o transporte dos locais de origem ao destino, o ingresso, o recebimento, as acomodações, o trato, o manejo, a montaria e o egresso.

2º - Em todas as etapas de preparação e apresentação dos animais para competição, o bem-estar do animal deve estar acima de todas as outras exigências.

Artigo 4º - A entidade promotora e administrador compete manter, as suas expensas, durante a realização dos eventos de concentração, médico veterinário habilitado, ao qual estará afeta a responsabilidade do acompanhamento das condições físicas e sanitárias dos animais participantes.

Artigo 5º - Os organizadores dos eventos ficam obrigados a contratar seguro pessoal de vida e invalidez permanente ou temporária, em favor dos competidores.

DAS RESPONSABILIDADES

Artigo 6º ? As promotoras de eventos, os administradores do evento, os veterinários, os competidores, os contratantes de gado, os juízes das provas, entre outros profissionais, devem possuir um alto grau de conhecimento das suas áreas de atuação e devem assegurar o bem-estar dos animais usados nas provas.

SEÇÃO I

Das Responsabilidades da Promotora de Eventos e Administrador

Artigo 7º. - A promotora do evento ou administrador do evento são, em última instância, os responsáveis pela condução do evento e devem garantir o cumprimento dos padrões ora regulamentados, devem possuir competência e autoridade para cumprir com suas tarefas, bem como devem garantir que:

I - todos os participantes e equipes estejam atentos aos requisitos preestabelecidos neste regulamento;

II - um contratante de gado esteja trabalhando para o evento;

III - somente pessoal qualificado e competente esteja cuidando, manejando e tratando dos animais;

IV - veterinário habilitado examine todos os animais usados na competição antes, durante e após o evento;

V - os animais que apresentarem fraqueza, problemas de visão, doenças ou ferimentos, devidamente atestados pelo médico veterinário habilitado, sejam removidos do rebanho;

VI - os animais utilizados no evento estejam em conformidade com os padrões técnicos e legais;

VII - áreas anexas e cercados sejam inspecionados antes do início do evento e estejam de acordo com os padrões técnicos e legais;

VIII - os equipamentos de competição sejam inspecionados, permitindo a percepção que o modo como estes são montados ou usados sobre o animal cumpram todos os aspectos conforme os padrões técnicos e legais.

SEÇÃO II

Das Responsabilidades dos Juízes das Provas

Artigo 8º. - Os juízes das provas são os responsáveis para assegurar ordem na competição, bem como o bem-estar dos animais que estiverem competindo na arena, campo, pista entre outros locais reservados as provas.

Artigo 9º. - Os juízes das provas tem a autoridade para remover dos locais destinados as provas quaisquer indivíduos que interferirem nas mesmas.

SEÇÃO III

Das Responsabilidades dos Competidores

Artigo 10 - O competidor é o responsável pelos animais que estiverem usando durante as provas.

Artigo 11 - Os competidores devem:

I - tratar de modo humanitário todos os animais com os quais eles interagirem;

II - usar apenas equipamentos que cumpram os padrões técnicos e legais;

III - obter tratamento rápido e apropriado para ferimentos a quaisquer de seus animais.

SEÇÃO IV

Das Responsabilidades dos Veterinários Habilitados

Artigo 12 - O veterinário habilitado é responsável por:

I - atestar sobre a saúde do animal e sua aptidão para a prova;

II - examinar os animais na sua entrada no recinto;

III - lidar com as emergências.


SEÇÃO V

Das Responsabilidades do Contratante de Gado

Artigo 13 - O contratante de gado é responsável pelo bem-estar e manejo apropriado de todos os animais do evento, devendo garantir que:

I - o transporte e o manejo dos animais sejam feitos de acordo com as práticas para o bem-estar animal;

II - os animais fornecidos para ao evento estejam com boa saúde, acompanhados de todos os exames e atestados exigidos pelo órgão de defesa agropecuária e apropriados para o proposito para o qual se destinam, devendo os mesmos serem treinados para o tipo de modalidade a ser utilizado;

III - animais inaptos sejam retirados da prova;

IV - as instruções do médico veterinário habilitado e a empresa promotora de eventos ou administrador do evento sejam implementadas;

V - os bovídeos e os equídeos sejam colocados em cocheiras separadas nos anexos e durante o transporte;

VI - o tratamento apropriado seja prontamente dado a qualquer ferimento, bem como a assistência veterinária se requisitada.

SAIBA MAIS SOBRE VAQUEJADA

Criação de Peixes

Criação de Peixes

Em "Criação de Peixes", você verá com riqueza de informações como ingressar numa atividade altamente rentável. Com a modernização da piscicultura, as técnicas convencionais de como criar peixes precisam ser aperfeiçoadas. A relação custo benefício torna-se cada vez mais importante na criação. A abertura de novos mercados possibilitam a criação de novas espécies de peixes e de outras já consagradas. Veja nesse vídeo-curso todo os detalhes da iniciação de um cultivo de peixes. E ainda, dicas de criação de algumas espécies.

Conteúdo:
-Sistema de cultivo (escolha o sistema)
-Localização dos tanques ( seleção do local da criação, dentro de uma propriedade)
-Construção dos tanques
-Dimensões
-Cuidados iniciais e essenciais (calagem e adubação)
-Qualidade da água
-Espécies de peixes: CARPAS, TILÁPIA, LAMBARI E CATFISH.

SAIBA MAIS SOBRE CRIAÇÃO DE PEIXES

Peixes - Nutrição e Alimentação

Peixes - Nutrição e Alimentação

Com o vídeocurso "Nutrição e Alimentação de Peixes", você terá em mãos todas as informações para a alta produção de peixes através de uma alimentação adequada. Este vídeo traz informações detalhadas para o tratamento correto de cada espécie, pois os gastos com alimento podem representar cerca de 50 a 80% dos custos de produção. Por isso, o objetivo do manejo nutricional e alimentar de peixes, é melhorar a conversão alimentar, pois quanto mais peso o peixe ganhar por quilo de ração consumida, melhor.  

Conteúdo:
-O hábito alimentar dos peixes
-Aspectos de nutrição
-O alimento natural, adubação de viveiros
-Manejo alimentar
-A ração artesanal
-Mais aspectos importantes.

SAIBA MAIS SOBRE PEIXES

PISCICULTURA SUPERINTENSIVA

PISCICULTURA SUPERINTENSIVA COM RECIRCULAÇÃO DE ÁGUA

Aprenda todas as técnicas e manejo da piscicultura supeintensiva com recirculação de água. Um novo sistema que traz muita lucratividade para a criação de peixes.

Conteúdo: 1. A água. 2. Sistema de Cultivo. 3. Povoamento. 4. Nutrição. 5. Despesca e biometria.

Consultoria: Bass - Tecnologia em piscicultura.

Criação de Frango Caipira Colonial

Criação de Frango Caipira Colonial

A avicultura brasileira se desenvolveu muito nos últimos anos.Atingindo níveis de qualidade elevados. Que forçou a todos a investir em alta tecnologia para poderem concorrer neste mercado.E esta alta tecnologia, é ração, manejo, instalações e equipamentos especializados.Só para se ter uma idéia, as instalações de um galpão de 100 m de comprimento, onde serão alojados 25 mil frangos, podem custar mais ou menos uns 100 mil reais.E como a margem de lucro é baixa, cada vez mais o produtor tem que investir, para ter escala de produção e poder ter lucro.E quem está podendo investir alto, são apenas os grandes grupos.

Então, a alternativa é procurar um negócio que exija um investimento bem mais baixo.E a avicultura alternativa, se enquadra perfeitamente neste perfil.Já que se pode fazer o aproveitamento de galpões já existentes.Ou construir aviários bem simples. Aliado a este menor custo de implantação do projeto, existe ainda uma forte tendência de mercado, que é a procura por um grande número de consumidores, por alimentos produzidos da forma mais natural possível, e que ainda tenham um sabor diferenciado.
Então, somando um menor custo de produção, com esta oportunidade de mercado, podemos ver o negócio da produção de frangos caipiras – coloniais, como uma ótima alternativa para o pequeno produtor rural.E é neste nicho de mercado que a Embrapa Suínos e Aves, está trabalhando.
Organização do Produtor
Bom, a primeira coisa que o produtor que deseja entrar neste tipo de negócio deve procurar saber, é como torná-lo viável. Neste caso, o primeiro passo é saber como se organizar.

Um bom exemplo de organização é o programa Frango Verde, realizado pela prefeitura de Peritiba.Um município localizado na região noroeste do Estado de Santa Catarina.Um programa que tem como objetivo o fornecimento de frangos de corte para o mercado consumidor que está localizado a uma distância média de 50 km ao redor do município.Onde os produtores estão reunidos, de forma que desde a compra de insumos até a venda dos frangos, é feita de forma conjunta, diminuindo assim os custos.E com o mesmo objetivo, se utiliza mão de obra familiar, onde até mesmo os pequenos participam.Por enquanto, ao abate é feito em um abatedouro contratado, mas já existe um projeto para a construção de um abatedouro específico para este programa.E o que é melhor, os supermercados estão fazendo pedidos constantes. Pois o consumidor já está pedindo este tipo de produto.
Outro tipo de organização, um único produtor de frangos faz parte de uma associação de produtores de diferentes gêneros.
Onde duas vezes por semana realizam uma feira em dois pontos diferentes da cidade de Curitiba, no Paraná.
Na feira, ele vende os frangos em pedaços ou inteiro.E o sucesso é tamanho, que quem quiser, tem que chegar cedo para comprar o seu.
E novamente vemos aqui, a união de produtores.Será que sozinho este produtor conseguiria vender seus frangos?Será que na frente de seu ponto de venda teria este volume de gente?Logicamente que não, pois aqui, as pessoas vão à feira para comprar vários produtos e não apenas frango.
A diferença deste modelo  para o de Santa Catarina, é que neste caso, a compra de insumos é individualizada, apenas a comercialização que é feita em um espaço comum.

Saiba mais sobre o frango caipira da embrapa

O FRANGO PESADÃO

O FRANGO PESADÃO E OUTRAS RAÇAS

Neste vídeo-curso, você verá a criação do Frango Pesadão e de outras raças caipiras, tanto para produção de ovos como de carne. A cada dia surgem novas tendências de mercado com relação aos produtos alimentícios, uma delas, é a produção de alimentos produzidos da forma mais natural possível.

É nesta oportunidade de negócio que se enquadra a criação de "Frango Pesadão & Outras Raças", criadas em regime de semi-confinamento, onde consomem ração, pasto, inseto, etc.

Neste vídeo, você acompanha todas as etapas de uma criação familiar de galinhas, onde existe a presença do galo e da galinha choca, sendo a produção destinada ao consumo da família.

E também uma criação comercial com raças específicas para corte e outras para postura. Uma excelente alternativa para diversificar a produção em sua propriedade.

Conteúdo:

Criação Familiar:

-Instalações (galinheiro, piso, puleiro e ninho),

-Galos e Galinhas (a escolha, quando trocar),

-A choca dos ovos (a boa choca), manejo geral (como criar pintainhos, colheita dos ovos)



Criaçao Comercial:

-Instalações (como dimensionar os galpões)

-Aves de Corte(Label rouge, pesadão e híbridos comerciais),

-Manejo geral (fases de criação),

-Alimentação (ração e pasto)

-Aves de Postura(exemplos de raça)

-Manejo das aves (ninhos,luz artificial, índices),

-Alimentação (raçao e pasto)

-Galinha da Angola (informações básicas)

-Higienização (galpão e equipamentos)

-Vacinação e vermifugação

Consultoria:
Méd. Vet. Sebastião G. Franco - Doutor em Produção de Aves - Prof. Un. Fed. Paraná e Méd. Vet. Ronaldo Flemming - Mestre em Nutrição Animal - Prof. Un. Fed. Do Paraná.

Saiba mais sobre o frango pesadão

Como Criar Galinhas Semi-Confinadas

Como Criar Galinhas Semi-Confinadas

Este vídeo mostra um sistema de criação de galinhas que combina área de pasto e galpão. Indica quais raças produzem carne e ovos. Ensina passo a passo desde a choca até o final da produção.
Além disso, você aprenderá a fazer uma previsão orçamentária com os custos de implantação e com previsão de retorno do investimento. Criar galinhas semi-confinadas torna-se uma atividade bem mais simples após assistir este vídeo!
Videopar, você vê, você faz e o lucro aparece!

Conteúdo:
-Raças para produção de carne e ovos
-Incubação e choca
-Instalações
-Alimentação
-Higiene e Sanidade
-Área de Pastagem
-Custo de Implantação
-Previsão Orçamentária

Saiba mais sobre criar galinhas 

Criação de Frango e Galinha Caipira

Criação de Frango e Galinha Caipira Sete P

Este vídeo-curso mostra detalhadamente como fazer a criação de frango e galinha caipira Sete P.
A linhagem "Sete P" (Pinto Preto Pesado de Pasto, de Pescoço Pelado e de Piracicaba, nome dado em homenagem à galinha PPPP "Pescoço Pelado Preta de Piracicaba", selecionada na década de 1940 por Torres e Graner na ESALQ) apresenta crescimento rápido e uniformidade de plumagem preta e de pescoço pelado.

É um dos materiais genéticos que o Projeto "Frango Feliz" do Departamento de Genética da ESALQ mantém, buscando disseminar o sistema de criação conhecido como caipira ou colonial.

Outras raças e o sistema de criação Frango Feliz são descritos de forma simples e didática neste vídeo.



Conteúdo:

-Mercado

-Legislação

-Instalações

-Dimensionamento do plantel e das instalações.

-Escolha das raças ou linhagens

-Manejo: cria, recria e engorda

-Sanidade

-Nutrição

-Abate e Comercialização



Consultoria:

Prof. Dr. Antonio Augusto Domingos Coelho&ndash Dep. Genética ESALQ/USP
Prof. Dr. Vicente José Maria Savino - Dep. Genética ESALQ/USP

Saiba mais sobre Galinha Caipira

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Aprendendo a fazer queijos

Como Fazer Queijos

A técnica de fabricação caseira de queijos sempre foi um segredo guardado a sete chaves. Um privilégio das melhores granjas de leite e de algumas poucas donas-de-casa do meio rural. Graças a esta produção inédita em vídeo,"Como Fazer Queijos", agora você pode aprender, em sua própria casa, como fazer os mais deliciosos Queijos, Iogurtes, Ricotas, Requeijão e Coalhadas.

Conteúdo:
-Nozinho
-Provolone
-Mozarela
-Cacciocavallo
-Minas Frescal
-Minas Prensado
-Requeijões Fundido e Cremoso
-Ricotas
-Coagulação do leite
-Preparo da salmoura
-Preparo das massas.


LAVOURA DE MILHO DE ALTA PRODUÇÃO

LAVOURA DE MILHO DE ALTA PRODUÇÃO

O milho se torna cada vez mais lucrativo quando a produção ultrapassa 100 sacos por hectare. Hoje não é mais justificável investir em máquinas, combustível, trabalho e mão de obra, capital de terra e benfeitorias se o lucro não corresponder. Vale a pena planejar bem a safra e colher mais. Neste vídeo-curso você verá como conduzir sua lavoura de milho para aumentar a produtividade.

Conteúdo:
-Planejar uma grande colheita
-Tornar a terra fértil
-Atenção para o stand e variedades
-Não admitir plantas daninhas
-Controlar as pragas da lavoura
-Colher e guardar corretamente.

Saiba mais sobre agricultura

COMO DIVERSIFICAR E INTEGRAR CULTURAS E CRIAÇÕES

COMO DIVERSIFICAR E INTEGRAR CULTURAS E CRIAÇÕES

Em "Como Integrar e Diversificar Culturas e Criações", você verá que a palavra de ordem no campo é diversificar. Foi-se a época em que o produtor rural vivia apenas de uma fonte de receita em sua propriedade. Com a diversificação, o produtor não fica sujeito as variações de mercado de apenas um produto. Não existe uma receita pronta, e sim várias possibilidades de produção.

Conteúdo:
-Um exemplo prático
-Análise da terra
-Determinação da capacidade do uso da terra
-Seleção de cultivos e criações baseado em custos e margens de lucro
-Considerações de outros fatores na seleção de produtos
-Integração da propriedade com o comércio local.

Saiba mais sobre diversificação da propriedade rural

A mandioca no Brasil

Cultivo da mandioca

O vídeo mostra etapas essenciais para você produzir mais e com melhor qualidade, obtendo maiores lucros. Com a ajuda da Embrapa, você aprenderá a reconhecer o potencial econômico da planta, considerando as várias formas de seu aproveitamento; características que devem ser observadas nas áreas de plantio; os cuidados necessários quanto à preparação do solo; e a melhor época de plantio para a sua região. Adquira também o Cultivo da Mandioca - Parte 2, que traz informações sobre espaçamentos, seleção e preparo das manivas-semente, métodos de plantio e variedades de mandioca.

saiba mais sobre agricultura

Abelha Jataí - Criação, Manejo e Produção de mel

Abelha Jataí - Criação, Manejo e Produção de mel

Veja como criar a abelha jataí com todos os seus segredos. Além de ser mais uma alternativa de negócio, a Jatai é uma abelha sem ferrão que produz mel justamente na entressafra com possibilidade de criação em todo o território brasileiro. Se você pretende iniciar uma criação de abelhas jataí, certamente irá precisar dete vídeo-curso: "Abelha Jataí - Criação, Manejo e Produção de Mel".
Conteúdo:
-Identificação do enxame
-Como capturar o enxame
-Construção das caixas
-As colméias
-Cuidados na criação
-Extração e envase do mel
-Comercialização
-Dicas de mercado.

Saiba mais sobre abelhas sem ferrão

Guia Prático de Apicultura - Como iniciar seu Apiáro

GUIA PRÁTICO DE APICULTURA - COMO INICIAR SEU APIÁRIO

Você verá em "Guia Prático de Apicultura - Como iniciar seu Apiáro", que iniciar um apiário não é uma tarefa de difícil execução. Mas é necessário que o futuro apicultor saiba adotar as técnicas corretas para o resultado negativo não aparecer lá na frente. E é a isto que se destina este vídeo, mostrar desde o local para a instalação, ao preparo da colméia. Tudo mostrado de forma clara e didática, para qualquer um entender e fazer.Um vídeo ideal para quem deseja iniciar as atividades da criação de abelhas Apis mellifera. Mostra passo a passo todas as estapas para implantar uma colméia em local adequado.

Conteúdo:
-As Colméias
-Planta e montagem da colméia padrão
-Modelo
-Langstroth Indumentária e Materiais
-Local do Apiário
-Floradas
-Povoamento da Colméia
-Captura de enxames
-O Trabalho no Apiário
-Doenças, Pragas e Predadores
-Custos
-Investimentos.

aprenda mais sobre apiário

Casa de Mel - Instalações e Equipamentos

 Como manter a qualidade do mel até sua comercialização? O mel deve ser tratado como um produto que deve chegar ao consumidor com suas propriedades inalteradas. Para isso é preciso investir em estrutura e processos adequados de manipulação. E está na construção de uma Casa de Mel a melhor escolha para o apicultor alcançar este objetivo. Veja neste vídeo o passo-a-passo da construção de uma casa de mel.

Conteúdo:
-Os caminhos do mel
-Serviços de inspeção
-Onde construir
-A casa de mel
-Equipamentos e Utensílios
-Colheita e manipulação do mel
-O Entreposto de mel
-Boas Práticas

Saiba mais como Casa de mel

Manejo da Colméia

Guia Prático de Apicultura - Manejo da Colméia

Depois de instalar seu apiário, você precisa saber como fazer o manejo da colméia de Apis mellifera. Pois existem segredos sem os quais, certamente a produção de mel não seria a desejada,e estes segredos estão disponíveis no conteúdo deste vídeo-curso "Guia Prático de Apicultura - Manejo da Colméia". Como resultado final do manejo você aprenderá como colher o mel, o própolis, o pólen e a cera. Tudo mostrado na prática, sem mistérios, como lidar com a colméia!

Conteúdo:
-A abelha
-Enxameação
-Multiplicação artificial de famílias
-União de famílias fracas
-Revisão de colméias
-Pilhagem
-Alimentação artificial
-A importância do manejo do ninho
-A polinização
-Colheita do mel
-Colheita de própolis
-Colheita de pólen
-Substituição de rainhas.


terça-feira, 4 de outubro de 2016

O Cavalo da Raça Crioulo


A agilidade e a resistência serafizaram do Crioulo um dos mais apropriados cavalos para o manejo do gado bovino e da criação de ovinos em todo o país. Ativo, inteligente, corajoso e bondoso, o cavalo Crioulo vence com grande facilidade qualquer tipo de terreno e, com o passar de sua evolução, tem mostrado uma grande adaptação também às bruscas diferenciações climáticas. Sua criação é simples e barata, sendo que o criador beneficia-se principalmente de sua rusticidade e facilidade de reprodução. Em apenas seis anos é possível a comercialização de animais. Atualmente a raça se espalha por todo o Brasil, com os principais focos no Rio Grande do Sul, São Paulo, Goiás, Norte de Minas Gerais, Pernambuco, Ceará, Acre e Sul do Paraná. Nos últimos anos. a criação tem conseguido bons resultados também na Amazônia.
O fato do Crioulo ter sido criado, evoluindo livremente na natureza, fez com que o mesmo adquirisse certas defesas orgânicas. sendo a raça menos propensa à anemias que se tem conhecimento. Estas defesas se iniciam logo no seu couro, muito grosso para que moscas e mosquitos possam penetrar.
No relacionamento com o homem, o Crioulo é um cavalo de boa sela, manso, dócil obediente e cômodo. Seu andar é cadenciado e regular em trancas, trotes ou galo­pes. O crioulo não sabe marchar.
O animal deve ser criado em liberdade. A criação em cocheiras o faz perder suas habilidades naturais, deixando-o tímido e até mesmo agressivo. Pode-se ter desde um só animal até uma criação destinada à comercialização, numa proporção de 10 éguas para cada reprodutor.
INSTALAÇÕES
Deixe para cada animal um es­paço mínimo de 1 ha. Não é recomendável deixar dois machos pró­ximos, mesmo que estejam em pastos vizinhos. Tome este cuidado, mesmo sem a presença de éguas no cio na área.
Faça um piquete de exercícios para o cavalo, que pode ser um campo ou curral apropriado, com área mínima de 1500 m2. Dentro do piquete construa apenas uma casinha, aberta em dois lados, na qual o animal possa se proteger da chuva e descansar à sombra. Vol­tada para o lado sul deve haver uma meia parede, até um palmo acima da cernelha do animal, para que ele possa olhar por cima e se proteger dos ventos.
O curral deve ser construído de madeira e ter um compartimento chamado de "tronco de conten­ção", onde a égua fique total­mente presa, para que nela possa ser feito algum curativo, tosa da pelagem, aparação dos cascos e outros tratamentos. O pasto do curral deve ser composto de gramíneas próprias à criação eqüina, tais como: grama-estrela, cort-cross e transval.
ALIMENTAÇÃO
A alimentação do Crioulo é toda à base de feno e alfafa, mas podem ser acrescentados fenos de aveia-preta e de leguminosas. Se os potros forem próprios para ex­posições ou leilões, faça um con­centrado de sua ração com um ba­lanceamento de torta de soja, fa­relo de tr.igo, .rolão. de milho, legu-
mes e sais mmerais.
REPRODUÇÁO
A reprodução dos cavalos Crioulos, tanto reprodutores corno éguas, não deve ocorrer an­tes dos três anos de idade. Cada macho pode cobrir (cruzar) sem problemas, trinta fêmeas por ano. O período de prenhez (gravidez) é de 10 meses e nasce um filhote a cada parto.
O cio das fêmeas se dá todos os anos, pouco antes da primavera, sendo que, nestas épocas, um veterinário deve examinar o estado uterino de cada égua, para evitar imperfeições, pois as mesmas acarretariam a possível perda do potro ou da mãe.
O Crioulo faz suas coberturas em campo aberto. Solte-o junto com até 10 éguas no pasto. O animal saberá o momento quando o óvulo da égua descer, liberando um cheiro característico. Desse modo, é necessário apenas urna cobertura.
Se o cruzamento for feito em cocheira, cada reprodutor deve fa­zer um mínimo de três coberturas em cada fêmea. Quando o repro­dutor é caro e único, sendo comprovadamente eficiente, deve-se ter alguns cuidados para não feri-lo com um possível coice por re­jeição da égua. Imobilize-a amarrando suas duas patas dianteiras e uma traseira. Use uma maneia (correia apropriada para prender cavalos). Desse modo, ela perrni­tirá a cobertura normalmente.
POTROS
O nascimento dos potros ocorre naturalmente, sem que sejam necessárias intervenções do criador, mas a assistência de um veterinário é sempre recomendável. Desmame o potro a partir do 6 mês de idade, época na qual o leite da fêmea perde os valores nu­tricionais e o potro já pode pastar. Para desmamá-lo, tire-o do campo de visão da mãe. Ao potro deve ser dada, nas primeiras semanas da desmama, uma ração suple­mentar em um cocho.
O potro somente pode ser exer­citado a partir do segundo ano de idade, caso contrário, cria-se uma grande massa muscular sem que exista uma formação óssea ade­quada. A doma deve ser iniciada aos três anos, para tal, existem dois tipos de doma: a rústica e a racional.
A doma rústica é a utilizada por peões gaúchos e consiste em amarrar o cavalo num palanque, montá-lo e deixar que pule o quanto quiser, até amansar. A doma racional é bastante diferente e tomada por três etapas. A primeira é a de aproximação e tem por finalidade acostumar o animal
ao criador e aos homens em geral, tornando-o acessível e dócil. A se­gunda é denominada "doma-de­baixo" e consiste em acostumar o animal à sela, sem que ele sinta cócegas ou a repudie. A terceira e última etapa é a "doma-de-cima", já montado; o animal é orientado a fazer execuções simples com o comando do criador; depois ele deve ser charreteado, ou seja, deve ser acostumado com o passo de uma charrete, respondendo a comandos básicos tais como: "calma", "para" e "siga"
CUIDADOS
O Cnoulo tem poucas doenças e nenhuma lhe é natural e específica. Os cuidados relativos à sua saúde, resumem-se na prevenção da verminose. Para combatê-la aplique vermífugo a cada 90 dias. É importante que o vermífugo seja trocado a cada aplicação, numa proporção de três tipos.
O pêlo das orelhas não deve ser cortado, e de 15 em 15 dias aplique pomadas ou pós específicas contra carrapatos.
A cauda deve ser cortada sempre à altura do joelho. Verifique também se o animal tem travagem (uma espécie de carne que cresce na gengiva, acima dos dentes). Se houver, um veterinário deve furá-­la e cauterizá-la. Uma vez por mês corte os cascos e, se algum animal
estiver encocheirado, limpe a renilha.



O Gado da Raça Nelore

O NELORE

Quando se fala em gado de corte, dificilmente encontramos uma raça tão produtiva quanto a Nelore. Constituindo maioria em nossos rebanhos, este Zebuíno, além de rústico, atinge seu completo desen-volvimento precocemente - o que significa estar pronto para o abate bem mais cedo que os animais de outras raças. Sua adaptação ao nosso clima e topografia é excelente, assim como sua capacidade de conversão dos alimentos numa dieta não tão exigente quanta das raças européias, por exemplo. Fértil e produtivo, ele é ainda criado para seleção e aprimoramento de outras raças, imprimindo nesses cruza-mentos suas melhores características. O Nelore (Bos indicus) de origem indiana, juntamente com outros Zebuínos (Gir, Guzerá, Indubrasil etc ... ) suportam tempera- . turas elevadas e adaptam-se facilmente a qualquer tipo de solo, manejo e alimentação. Sua pelagem típica é branca ou branco-cinza e em alguns machos aparecem manchas escuras na cabeça, pescoço e cupim (giba). Existem ainda as. variedades como a mocha (sem chifres). malhada de preto, de pelagem vermelha e de pele rosa ou creme.
SISTEMA DE CRIAÇÃO
O sistema de criação mais apropriado é o semi-intensivo, ou seja, aquele em que o gado fica solto na estação das chuvas beneficiando¬se da vegetação e das pastagens; e que durante a estação das secas recebe suplementação alimentar no cocho. Não é aconselhável, para quem quer ter uma criação produtiva, utilizar o sistema extensivo onde o gado fica solto nas pastagens alimentando-se apenas de vegetação natural. Por outro lado é antieconômico confiná-lo (sistema intensivo) alimentando-o à base de rações e grãos.
Dentro deste sistema "intermediário" proceda da seguinte forma: deixe o gado pastar livremente durante o dia. Cuide, porém, para que os animais não sejam soltos em áreas muito extensas pois podem tornar-se ariscos. No final da tarde, recolha-os em currais secos e limpos e ofereça ração balanceada rica em sais minerais.
Usando esse sistema "intermediário" é aconselhável ainda um melhoramento nas pastagens, substituindo os pastos naturais por pastos cultivados com gramíneas que possuam maior valor protéico. Isso deve acontecer por dois motivos: 19) apesar de o Nelore aproveitar muito bem as forragens grosseiras e de qualidade inferior, ele possui alguma dificuldade em ingerir rações nos cochos já que seu aparelho digestivo é mais reduzido em comparação ao do gado europeu, o que faz com que coma menos e repetidas vezes.
Assim, com um pasto de qualidade diminui, sensivelmente, a necessidade de rações no cocho; 29) com pastagens de qualidade e conseqüente diminuição das rações os custos do criador também diminuem.
Considere o pasto como uma cultura. Use gramíneas como o capim colonião, as braquiárias, andropagon, capim-gordura e tobiatã. Faça replantes, aragens, semeaduras, consorciações e tudo que for necessário para manter o pasto saudável e rico.
INSTALAÇOES
Construa instalações simples e rústicas. Nesses currais de madeira é que você fará o manejo do gado, dando maior atenção aos animais. Ali serão efetuadas as marcações, vacinações, exames e cuidados veterinários, e a divisão do rebanho em lotes (levando-se em conta a faixa etária e o desenvolvimento). Em volta do curral, ou currais, faça piquetes - pastos menores - para animais pequenos e doentes.
Com os pastos já tratados faça as divisões necessárias com cercas. Distribua bebedouros e cochos cobertos com sal mineral por toda a área.
Um ponto importante é fazer o rodízio dos animais nos pastos. O rodízio é necessário para que eles se alimentem sempre de capim maduro, com boa quantidade de nutrientes e boa massa.
REPRODUÇÃO
Não permita que os acasalamentos ocorram ao acaso, 'isto é, fora de um programa previamente estabelecido. Evite a prenhez em fêmeas que ainda não apresentem desenvolvimento suficiente para conceber. Só admita coberturas quando as vacas atingirem um peso em torno de 300kg.
A cobertura só é viável, quando a fêmea entra no período do cio, caso contrário ela evitará o macho. Pode ser efetuada a cobertura natural ou por meio de inseminação artificial, que consiste na aplicação do sêmem diluído do macho (conservado a baixa temperatura), no interior do útero da vaca. O período do cio dura de 20 a 25 horas, com intervalos médios de 21 dias. Nas raças zebuínas, o período de duração do cio é mais curto do que nas raças européias.
Procure estar atento para identificar os sintomas e manifestações do cio: olhares vivos, inquietude e mugidos constantes, tentativa de acasalamento em outras vacas, salivação abundante e tremores. Há também uma sensível diminuição na produção de leite e os lábios vaginais ficam entumescidos e úmidos.
Espere até que o cio seja realmente constatado e proceda da seguinte forma: cerque pequenas áreas e isole de 20 a 25 vacas para cada touro. Seguindo esse sistema, você poderá obter a certeza da paternidade.
Planeje as coberturas para que sejam realizadas no mínimo duas vezes por cio, respeitando intervalos de oito horas. Lembre-se de que a primeira cobertura só pode ser efetuada 18 horas após a constatação do cio.
As fêmeas Nelore apresentam uma gestação de nove meses, têm regularmente um bezerro por ano (parem até os 20 anos), demonstram
notável longevidade e os touros são considerados animais extremamente férteis.
BEZERROS
Os bezerros em geral nascem sadios, fortes e muito. espertos, já mamando. Em poucas horas eles acompanham as mães, movimentando-se entre o rebanho.
A perda de bezerros é mínima e quando desmamados (aos oito meses) estão pesando em média 200kg, e as fêmeas 150kg. A partir daí, já podem ser alimentados com gramíneas e grãos. Aos dois ou três anos de idade, os machos podem ser castrados e abatidos, fornecendo
mais ou menos 255kg (17 arrobas) de carne de ótima qualidade. Em provas de ganho de peso, os garrotes Nelore disputam os primeiros lugares.
DOENÇAS
A higiene dos animais e das instalações jamais deve ser descuidada, se você pretende manter a criação sempre saudável. Os bovinos Nelore são muito resistentes, e por isso dificilmente são molestados por bernes ou carrapatos. Mas se isso acontecer procure um veterinário e siga suas orientações, não deixando que o animal permaneça muito tempo abrigando estes parasitos.
Vacine periodicamente o gado para combater as zoonoses (designação genérica das doenças dos animais), sobretudo as mais comuns.
Aplique nos bezerros (até 8 meses de idade) uma única dose da vacina contra a brucelose, e nos bovinos adultos, uma dose a cada quatro meses da vacina contra a febre aftosa.
Em regiões mais úmidas e quentes, onde há uma maior proliferação de vermes, os vermífugos devem ser empregados de quatro em quatro meses; em regiões secas e frias, de seis em seis meses. É bom lembrar que o fornecimento de sal mineral ajuda no combate à verminose.

SAIBA MAIS SOBRE GADO DE CORTE