terça-feira, 27 de setembro de 2016

CAVALOS MANGALARGA

Usados para trabalhos no campo, ou para passeios e adestramento, os cavalos Mangalarga sempre alcançam bons preços
Agil para serviços com o gado, firme e elástico, o Mangalarga é um cavalo versátil, forte e resistente. Acei­tando convenientemente exercí­cios de adestramento, possui um andar cômodo e elegante. Essas qualidades transformaram-no num dos animais preferidos para passeio, e num excelente animal para trabalhos no campo.
Oriundo das terras de Minas Gerais, o cavalo Mangalarga foi desenvolvido pela família Jun­queira, a partir do Barão de Alfe­nas, que passou a cruzar éguas co­muns de seu criatório com um ga­ranhão da Coudelaria de Alter do Chão, de Portugal.
No início do século passado, membros da família Junqueira se transferiram para São Paulo tra­zendo o Mangalarga das Minas Gerais. A nova topografia, o clima e as novas funções que estes ani­mais passaram a enfrentar foram exigindo uma seleção diferenciada da mineira. Nascia o Mangalarga paulista. A marcha batida, com andamento lateral, suave, virou marcha trotada, num movimento diagonal e saltitante.
ALIMENTAÇÃO
A alimentação feita à base de pastagens exige áreas bem cultiva­das. Destine as áreas com melhores pastagens para as éguas da cria­ção, tanto em estado normal como grávidas ou lactantes. Mas não deixe os animais somente com essa alimentação. Todos eles de­vem receber uma suplementação com hortaliças, legumes, sais mi­nerais etc. Tome cuidado também com as áreas onde se localizam as pastagens. Evite os banhados, pois podem transmitir verminoses.
Toda alimentação suple­mentar pode ser feita através dos cochos que estarão localizados nas baias de cada animal. Não deixe faltar o sal mineral que, adicio­nado ao sal comum, auxilia muito a alimen­tação. Caso tenha de ser substituído. Por falta ou escassez.utilize a farinha de osso calcinada. que é rica em fósforo. Pude­se usar, no auxílio à alimentação, as rações
Características da Raça:
Cabeça: perfil retilíneo ou subcon­vexo. Olhos grandes, bem afastados e não oblíquos, ganachas delicadas e me­dianamente salientes. O chanfro é ligeiramente comprido. narinas dilatadas, móveis e de consistência firme. Orelhas móveis, de tamanho médio e em propor­ção harmoniosa com a cabeça, implan­tada em ângulo de cerca de 45° com a horizontal da face, frente ampla, boca bem rasgada;
Pescoço: de bom comprimento. musculoso, bom destaque do tronco. Saída do tronco alta.forma de tronco de pirãmide, ligado harmoniosamente com a cabeça e fazendo um ângulo aproxi­mado de 95° entre o bordo interior  a  face inferior da cabeça e implantando-se ao tronco em ângulo de n° com a hori­zontal;
Tronco: harmonioso e resistente. Cemelha delineada. mediana altura. não cortante. Dorso retilíneo não mer­gulhante e nem selado. Boa passagem de cilha. Rim curto e largo e bem protegido. Costelas arqueadas. Garupa com­prida. ampla. musculosa. coxas cheias e bem descidas. próximo a horizontal sem ser plana. cauda inserindo-se harmo­niosamenie na garupa:
Membros: de constituição forte, com articulações largas. secas e salientes. Espáduas ou paletas bem inclinadas, longas. fazendo um angulo de 55° com a horizontal que passa pela articulação escápulo-humeral. Braços longos. mus­culosos. fazendo um ângulo de 50°com a horizontal medida na articulação escápulo-humeral. Antebraços longos e musculosos. canelas curtas. secas. com tendões nítidos. largos. dando um bom perímetro. Bem aprumados vistos de frente, perfil e de trás. Coxas cheias e bem musculadas. Quartelas fortes. De comprimento e inclinação mediana. Os aprumos vistos em movimento devem também ser corretos;
Altura: para registro definitivo a al­tura mínima exigida é lm48 para os machos de 36 meses em diante, e de lm42 para asfêmeas de 30 meses em diante;
Andar: de preferência a marcha trotada, estando o animal em anda­mento em terreno plano e em linha reta, o rastro dos posteriores deoem alcançar ou cobrir o rastro deixado pelos anterio­res. O tempo de suspensão de marcha trotada é muito curto. somente o suti­ciente para que se proceda a troca dos membros, justificando-se desta maneira a sua denominação de "marcha trotada". As passadas em marcha trotada .5ão elegantes. levemente alçadas, com passadas longas e enérgicas;
Pelagem: são admitidas todas as pelagens. com exceção da albina, tam­bém conhecida como despigmentada.

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CAVALOS PERCHERON

Quase não dá para acreditar que um cavalo como esse, que topa tudo: puxa carroças, toca olarias, trabalha com implementas agrícolas e ainda se presta para produzir superburros, seja tão dócil. Mas é verdade. Um cavalo massudo, com um tremendo porte é também um animal fácil de se lidar e de domar.
Animal de porte vigoroso e bom tamanho. nem pa­rece ser na mesma me-
dida tão dócil, manso e fácil de domar. Características principais dos cavalos Percheron, preferidos para os serviços pesados de carga e tração. Pesando em torno de 800 a I.OOO kg com 1,60 a 1,80m de altura até a cernelha (7ookg e 1,50 a 1,60m para as fêmeas), esses cavalos são capazes de puxar até I tonelada em inúmeras tarefas: desde a aração da terra, colocação das sementes, ajuda nas colheitas, carregamento de esterco, capim, cana, lenha, até tocar uma olaria. Tamanho desempenho exige farta alimentação com verde, além de uma suplementação mineral reforçada.
Originário da região Nordeste da França, o Percheron, em sua formação, recebeu misturas das raças árabe, shire e belga, que lhe ocasionam maior vivacidade. Os cavalos apresentam bom desen­volvimento ósseo e muscular. A cabeça é fina. quadrada e o pes­coço musculoso. O corpo maciço, com dorso e lombo grandes reco­bertos de pêlos (como se usassem polainas). Sua pelagem é variada, indo desde o castanho, rosilho, alazão, tordilho até o negro.
Aprimorada e definida em pa­drão através dos tempos, a raça se espalha pelo mundo, principal­mente para o continente ameri­cano, onde é amplamente utili­zada principalmente em áreas de relevo acidentado.

No Brasil, os primeiros exemplares trazidos durante a década de 20 foram destinados ao Exército, à Matarazzo e à Companhia Cervejaria Antártica, que fazia suas entregas com carroças puxadas por Percherons ou animais resultantes de seus cruzamentos.

O CAPIM-BUFFEL

Nascendo onde nenhuma outra forrageira sobreviveria, essa gramínea suporta solos pobres, secas e pisoteios.
ferecendo vantagens como forrageira resisten­te ao pisoteio, o capim-buftel ou capim búfalo adapta-se com facilidade a solos secos de re­giões com períodos de longa estia­gem, principalmente do Norte e Nordeste brasileiro. Supre a ali­mentação do gado - bovinos, ovi­nos, caprinos - em épocas de se­ca, fornecendo alto teor de proteí­na bruta.
Originária da África (Indonésia e lndia) essa gramínea foi introduzida no Brasil, mais precisamente em São Paulo, no começo da década de 50. Porém, só anos mais tarde, começou a ser experimentada em regiões críticas, onde nenhuma outra forrageira se adaptava. A produtividade do capim-buffel (Cenchrus ciliaris L.) varia de acordo com a região, tipo de cul­tivo e cultivar escolhido; mas em média geral a produção oscila en­tre 6 a 12 t/ha/ano de matéria seca.
CULTIVARES
Para escolher o cultivar deve-se primeiro saber qual será o destino da pastagem. Para alimentação bovina recomenda-se a utilização dos cultivares Biloela e Molopo
Plante os cultivares Americano e Gayndah para as ovelhas e cabras, e o Molopo e o 8i/oela para o gado
- por apresen­tarem um porte mais alto, oferecem maior produ­tividade a esses animais. No caso da criação de ovinos ou caprinos os mais aconselháveis são o Gayn­dah e Americano - devido ao pe­queno porte e os caules menos espessos facilitam o pastoreio de animais menores.
De maneira geral, o capim ­buffel se desenvolve satisfatoria­mente em regiões com precipitações pluviométricas entre 350 e 1.200 mm anuais, sendo que os cultivares Biloela e o Molopo têm capacidade de tolerarem uma plu­viosidade mais baixa, sem haver comprometimento mais sério da produtividade.
Ao adquirir as sementes verifique a procedência e se contêm mistura de outras espécies indese­jáveis. Faça também um teste para verificar o poder germinativo de­las, procedendo da seguinte ma­neira: num caixote pequeno (com profundidade de uns 10 em) coloque areia úmida e semeie 100 sementes. Se num período de dez dias pelo menos 20% das sementes germinarem significa que o lote está com um poder germinativo adequado. Quanto maior o poder germinativo, melhor será o apro­veitamento das sementes.
SOLO E CLIMA
O melhor desenvolvimento do capim buffel se dá em solos leves. Mas em solos argilosos com boa drenagem ele também alcança uma produtividade satisfatória. São propícios ainda os terrenos pedregosos, onde há menor perda de umidade por evaporação. Solos encharcados ou pesados não são indicados.
As chuvas de verão são as mais benéficas para o cultivo, que tam­bém responderá favoravelmente às chuvas de inverno, desde que a temperatura não seja muito baixa. As regiões de clima muito frio e sujeitas a geadas não são reco­mendadas ao capim-buffel,
PLANTIO
A propagação do capim-buffel é feita por meio da semente que necessita de um período de dor­mência de pelo menos seis meses para apresentar um bom índice de germinação. O mais indicado é utilizar as sementes colhidas com 'um ano de antecedência ao plan­tio.
Para se evitar o aparecimento de plantas indesejáveis, prejudi­ciais ao crescimento do capim, o melhor é preparar o solo e fazer o plantio alguns dias depois das pri­meiras chuvas. Assim, as ervas in­vasoras crescendo primeiro pode­rão ser eliminadas antes da germi­nação do capim. Outra prática re­comendada é a semeadura em sul­cos e covas, facilitando a capina, tanto a manual como a mecani­zada.
Além de formar a pastagem se­meando o capirn-buffel em sulcos (espaçados 1 mal ,20 m uns dos outros) ou em covas, pode-se fazê­la a lanço. É importante que após os primeiros cultivos o agricultor escolha o método que seja mais adequado para as condições de sua propriedade.
Em solos leves recomenda-se que seja feita uma cobertura de 1,5 a 3 em de terra para facilitar o estabelecimento da gramínea. Embora o capim-buffel tenha alta resistência à seca, aconselha-se se­meá-lo quando o solo apresentar boa umidade, garantindo maior germinação. É importante que o pastejo esteja com uma altura de 10 a 15 em no final do período se­co, para que possa depois se recu­perar.
O controle de ervas daninhas pode ser feito de várias formas: manual (uso de enxadas), mecâ­nica (com roçadeira), química (herbicidas específicos indicados por um agrônomo) e também bio­lógica (pastejo asssociado de bovinos e caprinos - este último se ali­menta de plantas arbustivas e er­vas).
Elimine as plantas invasoras al­guns dias após as primeiras chu­vas. O combate às ervas daninhas deve estar terminado antes que elas floresçam e liberem as semen­tes que voltariam a invadir o cul­tivo.
Quanto à adubação, faça-a sob orientação de um técnico, evi­tando assim desperdícios e prejuí­zos. Sabe-se porém que a aplica­ção de adubos, principalmente à base de superfosfato simples, traz bons resultados ao cultivo.

Utilize o capim-buffel para o pastejo direto, ou para produzir feno, colhendo-o aos 35 dias do crescimento. Pode-se também co­lher as sementes para a formação de um novo cultivo. Colha as se­mentes quando o índice de ama­durecimento for de pelo menos 50% e evite que apresentem sinais de umidade.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Tainha

Peixe de crescimento rápido e de carne saborosa, a tainha pode ser criada em viveiros com água salgada ou doce, permitindo ainda a criação 13m lagunas represadas por diques ou cercadas.
Peixe de carne saborosa, a re­sistente tainha suporta va­riações de temperaturas de 3° a 42°, desde que gradativas. A sua criação é viável tan­to em água doce, quanto em á­gua salgada ou salobra. Agüenta salinidade de zero ppm (corres­pondente a água doce (até 75 ppm (água salgada). Seu crescimento é rápido e sua carne alcança grande valor comercial. Nas regiões cos­teiras não poluídas do Brasil, há grande disponibilidade de alevinos para o cultivo. Quando na natu­reza, eles costumam desovar no mar e as correntes trazem os alevi­nos para a costa, onde são encon­trados em mangues, estuários de rios, lagoas formadas por marés etc. Os cardumes para se reprodu­zirem costumam migrar no in­verno.
A tamha (Mugi! Lisa) pode ser criada em viveiros de água doce (escavado ou represado) feitos di­retamente em solos argilosos, ou em viveiros com água do mar. Outra opção é a criação em laguna represada por diques ou cercada.
VIVEIROS CERCADOS POR REDES
Para viveiros construídos à beira-mar, procure uma área calma e de fácil acesso, obser­vando sempre a altura da maré lo­cal; dê preferência à saída de rios. '
Os viveiros cercados por redes são presos no chão por estacas que ficam enterradas meio metro no solo. A malha da rede deve fi­car um metro e meio acima da maior maré do local. Escolha uma rede de malha proporcional ao ta­manho do alevino ou do peixe jo­vem. Prenda-a nas estacas, for­mando um quadrado de um a cinco hectares.
As redes podem ser fervidas em casca de arueira ou jacatirão para evitar que fiquem entupidas de al­gas ou que outros peixes as furem. Neste tipo de viveiro toda alimentação virá do mar, não havendo necessidade de suplementação.
VIVEIROS DE TERRA E ÁGUA SALGADA
Será possível obter-se melhores rendimentos nos viveiros de en­gorda feitos na terra - onde os peixes recebem ração - do que nos cercados em que o alimento vem do mar, o que é entretanto menos oneroso.
O melhor tipo de solo para construção dos viveiros é o argi­loso, que evita a absorção da água pelo terreno,
Os viveiros de terra para a cria­ção em água salgada devem ser lo­calizados em uma zona de maré, para que se possa aproveitar o vai­vém (maré alta e baixa) dela. Lembre-se também que a água precisa ser de boa qualidade e rica em alimentação para os peixes.
O tamanho dos viveiros pode ser de um a cinco hectares, depen­dendo das condições da área de instalação. Para facilitar a des­pesca e renovação de água, faça o declive do viveiro de um a um e meio por cento.
Construa as paredes do viveiro um metro maior do que a linha da maré alta. A declividade delas deve ser na proporção de três para um (ex: três metros de largura na ba­se para um metro de altura).A crista da parede poderá ser de dois a três metros.


As paredes construídas em fitas de 30 centímetros cada, evitarão possíveis vazamentos. Estas fitas precisam ser bem compactas.
A profundidade do viveiro poderá variar de um a três metros, dependendo das marés. Construa na zona de maré uma com- porta para controlar a entrada e saída de água. Ela deve ser feita de cimento com uma porta de madeira; coloque pedras na base para dar mais firmeza à estrutura. A altura e largura dessa comporta irá variar de acordo com a maré de cada região. Con­trole a entrada e saída de água com um sistema monge ou de bombeamento.
Deve-se também construir na entrada do viveiro uma sanga, para evitar que os peixes fujam e predadores entrem. A sanga tem o formato de um funil, sendo insta­lada com a extremidade de menor diâmetro voltada para dentro do viveiro.
VIVEIRO DE ÁGUA DOCE
O viveiro para cultivo de tainha em água doce poderá ser de di­mensão menor que os viveiros an­teriores. Construa-o a partir de 200 metros quadrados, sendo o comprimento de duas a três vezes a largura do viveiro, e a profundi­dade de um a dois metros. Para evitar erosão nas paredes plante grama formiga, grama batatais ou coloque palha.
Faça análise do solo e da água que irá utilizar no viveiro, e caso um dos dois não possuam pH neu­tro (ao redor de 7) - ideal para o cultivo será necessário fazer uma calagem. Aplique-a com o vi­veiro vazio, depois encha-o de água e deixe por 15 dias antes da adubação.
Na adubação utilize esterco de gado curtido (uma tonelada por hectare), ou esterco de porco ou de galinha curtidos (500 kg por hectare). Pode-se usar também su­perfosfato (P03) - 10 kg por hec­tare - em diversos pontos do vi­veiro.
A tainha alimenta-se de fito e zooplâncton, mas se pode incre­mentar a alimentação usando ra­ções apropriadas para peixes existentes no mercado. A alimentação deve ser distri­buída diariamente no mesmo local e hora, para que os peixes se acos­tumem. Deve-se estimar o peso de todos os peixes contidos no viveiro e fornecer 3% do peso geral em a­limento.
A quantidade de peixes a ser colocada no viveiro pode até ser de dez alevinos por metro qua­drado, isso nos primeiros dois a três meses. Depois desse período, o ideal é colocar de um a dois pei­xes por metro quadrado.
A colocação de peixes nos vi­veiros (peixamento) de engorda, tanto nos cercados como nos de água salgada ou salobra deve ser feita da seguinte forma: coloque os peixes com a água que foram transportados (dentro de sacos plásticos) e deixe os sacos boiando no viveiro para que a temperatura da água de onde estão e a do vi­veiro se igualem. Depois vá mistu­rando a água do viveiro com a água do saco plástico, e lenta­mente solte os peixes.
No cultivo de tainha em água doce será necessário que os alevi­nos já estejam aclimatados água doce) para depois serem introduzi­dos nos viveiros.
Os peixes após um ano em re­giões de temperatura anual de 20°C a 30°C podem atingir, quando devidamente arraçoados e em viveiros bem manejados, o peso de 400 gramas ou mais. A
despesca em viveiros marinhos será feita com rede. E em água doce o ideal será esgotar o viveiro para a despesca total.
CUIDADOS
Como forma de se evitar preda­dores (algumas aves, por exemplo) ou que intrusos pesquem os pei­xes, coloque espaçadamente varas de bambu enfiadas dentro do vi­veiro. Com esse método a água também será enriquecida, uma vez que pequeninos organismos fixam-se com facilidade nestas va­ras ou estacas, podendo servir de alimentos para as tainhas. Outra maneira de se evitar ataques (de aves e predadores) é colocar redes velhas sobre os viveiros.

As larvas aquáticas de libélulas, alguns hemípteros e coleópteros (também aquáticos), outros peixes e a ariranha são predadores, alimentando-se de alevinos. A co­locação de uma tela na entrada do viveiro de água doce impedirá que as larvas de predadores entrem no cultivo. Esta tela deve ser inspe­cionada com freqüência, princi­palmente após ou durante chuvas fortes, pois detritos trazidos pela água podem entupi-la. Coloque uma cobertura de bambu ou sapé em uma das partes do viveiro para proteção contra a insolação muito grande.

aprenda mais sobre criação de peixes

Aprenda a fazer Chutney

Por incrível que pareça, a mistura, sem cerimônias, de ingredientes que não são vizinhos em sua cozinha, produz um dos mais saborosos condimentos: o chutney. Ele acompanha carnes, peixes, frangos e pode ser consumido somente com pão torrado.
Clássico e típico indiano, o chutney é antes de tudo um condimento especial para temperar carnes, peixes, frangos ou simplesmente para ser saboreado com pão torrado. Os ingredientes básicos são frutas e legumes, além de vinagre, açú­car e ervas aromáticas, levados ao fogo e cozidos até ganharem consistência; alguns tipos se redu­zem a purês. O tempo de cozi­mento geralmente é de uma ho­ra. Depois de prontos deve-se guardá-los em frascos (vidro etc.)
com tampa e previamente esterili­zados, sendo possível conservá-los por até um ano, desde que manti­dos em lugar fresco, longe da cla­ridade ou então dentro da gela­deira.


CHUTNEY DE MANGAS Ingredientes: 2 kg de mangas ape­nas maduras; 200 gramas de uvas­passas: 100 gramas de amêndoas: 2 li­mões: 2 laranjas; pimenta moida: 3 dentes de alho: I kg de açúcar mascavo; sal.

Modo de fazer: após lavar os li­mões e as laranjas. corte-os em rodelas para depois picá-los em pedaços. Tire a calca do alho e piqu(-o. Descasque e corte as mangas. Coloque tudo numa panela de ágata.junte o vinagre. o açú­car e a pimenta. Cozinhe em fogo brando por 45 minutos. mexendo sem­pre. Guarde em um fiasco e tampe.

Construir um Haras

Aprendendo a construir um haras
O prazer de criar cavalos vem Junto com uma série
de responsabilidades. Quanto maior o número de animais, maiores são os cuidados. E aí só tem um Jeito: saber direitinho como montar um haras e lidar com as
baias, piquetes, farmácias, galpões ...
Imagine-se montado num cavalo, galopando pelos campos. A cena, sem dúvida, inspira uma sensação de liberdade e harmonia. Mas o cavalo não se presta apenas a longos e relaxantes passeios. Ele também pode ser treinado para práticas esportivas como a corrida e o salto, ou para auxiliar diversos trabalhos do campo. Por isso, constitui também um ótimo investimento financeiro. Sua criação, entretanto, exige alguns cuidados e instalações pró-
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prias, que oferecem aos cavalos as condições adequadas para um pleno desenvolvimento. Essas instalações são chamadas de haras.
BAIAS
As baias, ou boxes, são compartimentos individuais destinados ao recolhimento dos animais durante a noite, para descansar e para abrigá-los das chuvas e ventos. Para que o cavalo fique bem instalado, a cocheira deve ter no mínimo 4x4m. Para as éguas com potro ao pé, reserve baias um pouco maiores, com pelo menos 5x5m. Da mesma forma, você vai precisar de uma cocheira-maternidade com 5x5m ou 4x6m, e uma iluminação acessória para auxiliar a hora do parto.
Dentro da baia, você deve colocar dois cochos, um para água e outro para ração. Faça o piso impermeabilizado, mas tome cuidado para não deixá-lo muito liso nem muito áspero, pois poderia ferir os cascos dos cavalos. O principal é que o animal se sinta à vontade e que não exista qualquer tipo de risco com relação a quedas ou fraturas.
Um último cuidado que você deve observar é com relação à posição da baia e a sua ventilação. O haras pode ser instalado tanto num terreno montanhoso como planto. Entretanto, observe que nas regiões planas as cocheiras devem ter a frente voltada para leste ou oeste, no sentido do nascer ou do pôr-do-sol. Já num terreno acidentado é necessário observar o curso do vento. Por exemplo, se houver uma montanha nas proximidades, não faça a cocheira de
frente para ela, pois o vento bate e volta, podendo prejudicar os cava¬los. Elas precisam receber a luz solar mas dispensam o vento. A ventilação da baia, feita através de aberturas, fica numa altura superior à do cavalo, de forma a evitar que correntes de ar o incomodem.
PIQUETES
Além das rações ministradas nas cocheiras, os animais precisam ter acesso ao pasto. Antes disso, entretanto, você deve fazer uma análise do pH do solo. O ideal são terrenos quase alcalinos e ricos em minerais. Quando o pH for muito baixo, significa que as terras são ácidas e precisam ser corrigidas. Uma das formas de corrigir o teor de pH do solo é através da cala¬gem, que consiste na colocação de pó de calcário em terra nua. Para uma criação comercial, principal-mente de cavalos destinados a práticas esportivas, também é re¬comendável verificar e corrigir o teor específico dos principais minerais presentes no solo. O tipo de pastagem vai depender das condi¬ções da região.
Para cercar os piquetes use
tábuas com 10cm de espessura pintadas de branco (a cor facilita a visualização por parte do ani¬mal). Coloque a primeira tábua a 80cm do solo e a segunda 40cm acima. Se quiser, coloque também uma terceira tábua. Além da madeira, pode ser usado arame liso. O inconveniente deste material é que ele cede e arrebenta com mais facilidade. Em hipótese alguma cerque os piquetes com arame far¬pado, pois isso pode ocasionar sérios acidentes aos animais.
Em cada piquete instale cochos para água, alimentação e sal. Para evitar desperdícios ou a impregnação da água das chuvas, faça-os cobertos ou sob árvores frondosas.
INSTALAÇÕES
Além das cocheiras e dos piquetes, algumas construções facilitam o trabalho no haras. Um picadeiro, por exemplo, pode ser muito útil para exercitar o garanhão, efetuar as domas e fazer as coberturas controladas. Além disso, um armazém para guardar o capim, feno, ração e concentra¬dos. Uma selaria para guardar os equipamentos de montaria. Uma
farmácia para realizar pequenas operações e curativos. E, no caso de uma criação comercial, um escritório para tratar das documentações e dos assuntos burocráticos.
MANUTENÇÃO
Para a criação de 40 cavalos, você vai precisar de aproximadamente 35 a 40 hectares. Observe, entretanto, que para cada égua de cria que você possuir, devem ser providenciadas cocheiras triplas para abrigar a fêmea e suas duas possíveis crias. Isto se torna desnecessário se você vender um dos animais adultos depois de cada nascimento. Dessa forma, o potrinho ficará com a cocheira desocupada e sua criação manterá a mesma quantidade de cavalos.
Em termos de pessoal, um haras com 40 cocheiras vai requisitar o trabalho de um treinador, um tratador, um veterinário (que deve comparecer no haras uma vez por semana) e alguns auxiliares. A quantidade de auxiliares varia muito, sendo que uma pessoa especializada chega a cuidar de 20 animais por dia.

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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Aprenda sobre Cavalos

Kit Extreme Horse 8

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3- DVD - Sistema de Treinamento para cavalos de Vaquejada- Com 01 Disco
4- DVD - Correção de cavalos de Vaquejada – Com 01 Disco
5- DVD  - Arreios para Cavalos de Vaquejada- Com 01 Disco

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A raça Jerjey

GADO JERSEY
Resistindo a temperaturas bruscas, produzindo por mais de 20 anos, e transformando tudo o que come em leite, as vacas Jersey serão, com certeza, suas melhores inquilinas.
Jersey é a vaca leiteira que apresenta maior produção por hectare ou por tonelada de alimento. A quantidade de leite produzido para cada 100 kg de seu peso é que a torna uma leiteira por excelência, desta-cando-a entre as demais raças com a mesma aptidão. A produção diária é de 10 a 20 kg de leite.
Além de seu alto poder de conversão alimentar, transformando tudo o que come em leite, a vaca Jersey se caracteriza por uma acentuada longevidade, chegando, muitas vezes, a ultrapassar os 20 anos de idade, como reprodutora constante e regular. São comuns as vacas que atingem sua maior produtividade dos dez aos 12 anos, com longas lactações, sem queda expressiva de sua produção.
De excepcional tolerância ao calor e frio intensos, essa raça rústica começou a ser introduzida no Brasil, via Portugal, por Francisco de Assis Brasil, em 1895. Inicialmente no Rio Grande do Sul, a raça disseminou-se pelo Brasil com rebanhos em São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Ceará, Bahia e em outros Estados do Norte e Nordeste.
Espalhada pelo mundo, a Jersey ocupa posição de destaque no rebanho leiteiro de países como a Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos, Canadá, Índia, entre outros, onde vem sofrendo um trabalho de aprimoramento nas suas características de uniformidade, conformação e aptidão leiteira. Também é muito utilizada no melhoramento das raças nativas de muitos países, inclusive do Brasil.
A Jersey está bem caracterizada em dois tipos básicos: o clássico, da ilha de Jersey, com animais pequenos, esqueleto leve, compleição mais "arredondada" e forte aptidão leiteira; o americano e canadense, com animais maiores, ossatura delicada e com uma angulosidade bastante acentuada e mais descarnados, têm altas produções por lactação.
Dentre as raças leiteiras, a Jersey adapta-se mais facilmente a regiões com os mais diversos tipos de solo, alimentação e clima. É um animal que pode viver muito bem em terrenos acidentados, pedregosos ou em contínuo pastoreio devido à alta resistência de seus pequenos e bem modelados cascos.
A sua maturidade reprodutiva se dá aos dois anos de idade ou pouco mais, antecipando-se, portanto, cerca de seis meses, em mé-
dia, em relação às outras raças, Com isso, o criador ganha uma geração, isto é, um bezerro e uma lactação a mais. Prenhez entre os 14 e 17 meses ocorre com freqüência, sem que haja interrupção no crescimento da novilha que continua a se desenvolver normalmente em tamanho e em produção até atingir o padrão da raça.
Os touros, com um ano de idade, já estão aptos para as coberturas ou para o fornecimento de sêmen para inseminação artificial.
CARACTERíSTICAS
É uma raça de pequeno porte, com as fêmeas medindo entre 1,25 a 1,35 m de altura e apresentando um peso entre 320 e 450 kg. Os machos, mais altos, pesam entre 550 a 800 kg.
A boa aparência e disposição dessa vaca não é sem razão: ela tem uma grande resistência à maioria das moléstias que atacam os bovinos nas regiões de clima tropical e subtropical. Isso não quer dizer, entretanto, que ela não necessite dos cuidados preventivos, indispensáveis a todo tipo de criação para manter a saúde do rebanho.
A vaca Jersey tem uma parição muito fácil, não precisando de nenhuma ajuda no trabalho de parto. O problema de retenção da placenta, freqüente em outras raças, não ocorre nesse caso.
ALIMENTAÇÃO
Se você deseja uma criação com boa produtividade, dispense cuidados desde cedo. Procure fornecer todas as condições para que se desenvolva o seu potencial genético, mantendo uma produ-
çâo média constante, durante um longo período de lactação.
O rendimento dessa leiteira está diretamente relacionado com uma alimentação rica e abundante, em termos de forrageira e rações concentradas. Por isso, é indispensável a formação de pastagens com forrageiras superiores (estrela, coast cross e outras) que estejam à disposição do gado durante o ano inteiro.
Apesar da notável capacidade
digestiva da vaca Jersey em digerir as forrageiras, ela - para manter uma alta produção - necessita de alimento suplementar na forma de rações concentradas. Assim, você deve fornecer-lhe, diariamente, 1 kg de ração para cada 4 kg de leite produzidos.
INST ALAÇOES
Cercas das pastagens, um galpão ou curral, onde você fará as duas ordenhas diárias serão suas instalações. Tudo adaptado ao tamanho de área e criação. É importante para a qualidade do leite o máximo de higiene no local da or-denha e na manipulação dos utensílios a serem usados.
Como em qualquer criação, alguns cuidados são fundamentais para manter os animais sadios e produtivos, por mais resistentes a doenças que eles possam ser. O mesmo acontece em relação ao gado Jersey. Você não pode deixar de aplicar a vacina contra a febre aftosa, a cada 90 e 120 dias e a dose única da vacina contra brucelose.
Faça exames periódicos para detectar a presença de verminoses que, ao menor indício, devem ser tratadas adequadamente com vermífugos, pois é a única forma de manter um controle sobre essa moléstia. Os carrapatos devem ser combatidos regularmente, com a aplicação de carrapaticida.

Veja mais sobre o gado gado Jersey

TILÁPIAS COM TUCUNARÉS

TILÁPIAS COM TUCUNARÉS
o problema de crescimento populacional acelerado ocasionado pelas tilápias pode ser resolvido com consórcio, no mesmo tanque de peixes que são seus predadores. O tucunaré, preferido para esse fim, possibilita ainda o crescimento e a engorda dos peixes com tamanho comercial.
tilápia (Oreochromis niloticus) é um dos peixes mais conhecidos da pisci-
cultura brasileira. Originário da África, é tipicamente tropical e, por sua facilidade de manejo, rusticidade e resistência às doenças, é preferido nas criações em tanques. Além de todas as facilidades, a tilápia é um peixe de reprodução rápida e fácil, chegando mesmo a se transformar em problema para os criadores, pois ocasiona um aumento populacional desgovernado, reduzindo o espaço e causando diminuição no peso médio dos peixes.
Uma das alternativas encontradas para reter o demasiado crescimento populacional das tilápias é a utilização de predadores naturais. Estes predadores, como o tucunaré, acabam. por resolver o problema de população sem impedir o desenvolvimento de ambas as espécies. Com isso tem-se uma criação em conjunto onde aproveita-se melhor as instalações já construídas.
O tucunaré (Cicha ocellaris) é um peixe carnívoro de clima tropical, originário do Brasil. Muito difundido no Norte do país, é o maior entre os de sua espécie, podendo atingir pesos superiores a 8kg. Com a criação associada esse peixe acaba por ter a função de controlar, além do crescimento populacional excessivo, a reprodução precoce e a produção de tilápias anãs. O tucunaré se alimenta dos peixes pequenos, não alterando o crescimento e engorda das tilápias já com tamanho comercial.
O mesmo controle também pode ser feito com outros predadores, como o Black-bass e o trairão. Ou através do desbaste periódico, feito com pescas seletivas programadas, onde se separam os peixes machos para que terminem seu ciclo de vida (são precoces em relação às fêmeas). Outro processo utilizado é o cultivo monossexo, ou seja, a produção única de tilápias machos resultantes do cruzamento das espécies tilápianilótica e tilápia-de-zanzibar. Todos, é claro, funcionais mas menos lucrativos, o que aumenta ainda mais as vantagens comerciais com o tucunaré consorciado.
CONSORCIO
O consórcio tilápia-tucunaré é feito em tanques de 400m2 com uma profundidade de 1m. A densidade adotada é de 1 peixe
por metro quadrado.
O povoamento
dos tanques é feito com tilápias de 14 ou 15g (8,7cm de comprimento) e com tucunarés de 10 a 13g (9,4cm de comprimento). A quantidade adequada de tilápias para cada tucunaré deve ser observada, pois o equilíbrio dependerá dessa proporção. A mais indi-cada fica ao redor de 6 tilápias . para cada tucunaré (6: 1 Y ou, no máximo, 9 (9: I).
SISTEMAS
Existem três tipos de criação executados em função deste consorcio. Um deles é a exploração extensiva, ou seja, onde se faz a adaptação da produção de peixes. aos alimentos naturais de sua região de criação.
O segundo é a exploração semiintensiva, também destinado à produção, e onde os peixes se almentam de plânctons, resultantes da adubação nos tanques.
O terceiro tipo é chamado de exploração intensiva. Nela são colocados implementos e suplementações alimentares na forma de rações destinadas à engorda dos peixes.
Para saber qual Q mais indicado
para o seu caso analise seus recur¬sos naturais e sua disponibilidade de recursos. A piscicultura, lembre-se, objetiva não só a multiplicação, mas também a obtenção de produtos com qualidade.
ADUBAÇÃO
A primeira adubação é feita duas semanas antes da colocação dos peixes nos tanques. Depois é repetida de 15 em 15 dias nos meses quentes, ou de mês em mês em épocas frias.
A quantidade mensal de adubo utilizado para tanques de 400m2 é: 100g/m2 de adubo orgânico (esterco bovino ou de aves), 3,Ig1m2 de adubo mineral (sendo 60% de superfosfato simples), 35% de sulfato de amônia e 5% de cloreto de potássio. O pH da água dos tanques deve ser mantido entre 7,8 e 8,3.
POVOAMENTO
Com o tanque adubado e depois de passado o prazo neces¬sário, você pode enchê-lo, respeitando a quantidade de 1 peixe por metro quadrado, já misturados
dentro das proporções entre as espécies (tilápia/ tucunaré).
Quando transferir os peixes para os tanques evite o choque térmico causado pela diferença de temperatura entre as águas que os guardavam. Antes de soltá-los. coloque-os em sacos plásticos e deixe-os por 15 minutos imersos nos tanques para que as tempera-turas se igualem. Se estiverem em latas ou baldes, faça a transferência bem devagar, retirando a água do balde e colocando a do tanque com lentidão.
Seja qual for o seu sistema de criação, a alimentação não varia muito e, nesse caso, é indispensável o fornecimento de complementação, onde são usados subprodutos agrícolas. A ração é composta de 25 a 35% de proteína pura em farinha de arroz, trigo, fa-relo de mamona, torta de babaçu. É fornecida na proporção de 5% do peso vivo de animal nos primeiros 6 meses, caindo para 3% nos meses finais (terminação). Esta proporção pode ser calculada retirando-se do tanque 10% dos peixes. Pese-os e divida o resultado pelo número de peixes colhidos, multiplicando em seguida pelo número de peixes existentes no tanque (número de peixes vezes 10). Desta maneira você terá uma média de quanto peso-vivo você tem em cada tanque e ficará fácil o cálculo da ração a ser fornecida.
Em 302 dias você pode fazer a despesca, retirando uma produção de acordo com o consórcio tilápia/tucunaré utilizado . Para o exemplo de nosso tanque (400m2) a quantidade de 400 peixes é considerada ideal.

Saiba mais sobre tilápia aqui!

A abelha Jataí

Para quem tem medo ou é alérgico ao veneno das abelhas europeias ou africanizadas (Apis melifera), mas gosta de lidar com apicultura e quer ter sua própria produção de mel, a abelha jataí é uma excelente opção. Além de ser desprovida de ferrão e, portanto, de veneno, a abelha jataí produz um mel de reputada propriedade medicinal, é relativamente dócil e facilmente criada.
Apesar de todas estas vantagens, a abelha jataí (Trigona jaty) não produz mel nas mesmas quantidades que as abelhas europeias ou africanizadas. Para se ter uma ideia, basta dizer que, enquanto uma colônia de abelhas africanizadas produz de 20 a 50 quilos de mel por ano, desde que bem ma¬nejada, a abelha jataí produz pouco mais de um quilo de mel por ano. Por isso, desconfie dos vendedores que oferecem grandes quantidades de mel de jataí para venda.
Ao iniciar este tipo de criação é importante saber que a abelha jataí tem aspecto e hábitos bem diferentes dos das demais abelhas. As diferenças começam na aparência: a jataí é bem menor do que a européia e apresenta cabeça e tórax pretos, abdômen escuro - com o primeiro anel amarelado e pernas escuras, com tons também amarelos.
A colônia de abelhas jataí apresenta também uma diferença de disposição na construção da colméia. A jataí costuma construir suas colônias em árvores ocas, frestas de pedras e muros. E a entrada da colmeia é bastante característica: é um tubo de cera, oco e irregular, semelhante a um dedo de luva, por onde as abelhas entram e saem da colméia.
Em condições naturais, a colméia de jataí apresenta formato aproximadamente circular. Mas ela é construída de forma bem diferente da das européias. As paredes do ninho são construídas com um material chamado batume. No espaço central da colméia são construídos os favos de cria. Ao redor desses favos as abelhas constroem os favos de mel e pólen - que vai garantir a alimentação da colônia. Acontece que esses favos, ao contrário das abelhas melíferas européias e africanizadas, não têm disposição hexagonal. Na verdade, esses favos são pequenas cápsulas de cera, esféricas, utilizadas para estocar mel e pólen. Já os favos de cria são hexagonais, mas dispostos em posição horizontal, uns sobre os outros, em camadas.
Em razão dessas características da jataí, a forma mais racional de se explorar esta cultura é a partir de duas câmaras para cada colônia. Uma delas será destinada ao armazenamento de alimento para a família e a outra para o desenvolvimento da colônia.
As caixas, ou câmaras, devem ser feitas com pinho ou outra madeira leve, E, para dar maior vida útil às caixas, convém pintá-las com cores claras: branco, cinza¬claro ou amarelo.
Para abrigar uma colônia é necessária a construção de duas câmaras: uma, menor, que servirá de ninho, para o desenvolvimento das abelhas, e outra, maior, para que elas possam armazenar mel e pólen.
A câmara de cria deve apresentar duas aberturas esféricas, com o diâmetro aproximado de um dedo. Uma delas, que servirá de "porta" para as abelhas, deverá ser construída na parede frontal da caixa. Faça a outra abertura na parede lateral da câmara de cria, para que as abelhas possam trans¬portar alimento da câmara de armazenagem, que será acoplada lateralmente à câmara de cria, formando uma peça única.
Para facilitar os trabalhos de inspeção e revisão, a parede lateral deverá ser móvel. E, no interior da câmara, instale três prateleiras, no sentido horizontal, que servirão de base para os favos de pólen e mel.

CUIDADOS
O cuidado mais importante a ser tomado na construção das câmaras é o de não deixar frestas, para evitar a entrada de vespas - o pior inimigo da jataí. Para evitar o
ataque de outros inimigos, entre eles a formiga, instale as caixas em suportes horizontais de 80cm de altura. Isso vai também facilitar o trabalho de manejo.
Para povoar as câmaras só existe uma forma: capturar colônias na natureza, já que não há produtores que vendam enxames de jataí. Assim, depois de localizar a colméia, transfira a família e os potes de mel e pólen para uma caixa provisória, que será deixada ao lado da colméia original durante dez dias, aproximadamente.
Depois destes dez dias, faça a transferência para a colméia definitiva, que você construiu. Esta operação deverá ser feita à noite. Transfira da caixa provisória os favos de cria e as abelhas jovens que ainda não conseguem voar para a câmara de cria - a menor - e passe para a câmara de armazenagem os potes de mel e pólen que estiverem em boas condições.

COLHEITA
Um ano após a captura da colônia, você já poderá fazer sua primeira colheita de mel, caso não tenha faltado alimento (flores) e água para as abelhas.
A colheita deve ser feita em dias quentes, quando há poucas abelhas na colméia. Como o mel está armazenado em pequenas esferas, a colheita deverá ser feita com seringa e agulha de calibre grosso, dessas usadas em veterinária. Desta forma, as abelhas poderão reconstituir facilmente as esferas esvaziadas.

Aprenda sobre a criação de abelha jataí

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Produção de linguiças

 Na produção de linguiças, a matéria-prima precisa ser de obtenção recente, os utensílios devem ser lavados e esterilizados e o local de preparação dos produtos bem arejado, portas e janelas protegidas com tela. Chamamos a atenção para: 1) aproveitar as tripas do porco abatido; 2) misturar adequadamente o tempero, que deve ser proporcional à quantidade de carne; 3) introdução correta (embutição).
No que se refere à obtenção da matéria-prima, o animal deve ser sadio e momentos antes do abate estar descansado e levar um banho de água fria. Após o abate, o animal é sapecado com lança chamas, palha ou capim ou se faz uma simples pelagem com água quente. E importante promover uma sangria cuidadosa para obter carne da melhor qualidade. Retire as vísceras (barrigada e fressuras) com cuidado para não furar as tripas, evitando-se a contaminação e deterioração da carne. Parta o porco separando os pernis, o lombo, as costelas, o toucinho, etc., dispondo sobre a mesa bem limpa. Verifique se não há manifestações de "Taenia solium" na carne (conhecida como canjica). No preparo de linguiça simples pode-se usar a carne dos pernis dianteiros juntamente com os traseiros e a fralda da costela.

Aprenda a produzir embutidos e defumados

A cachaça

Se você curte fazer artesanalmente bebidas e comidas, prepare-se para vibrar de satisfação, fazendo sua própria "cachacinha", com toda a pureza e qualidade a que tem direito.
Para desfrutar desse prazer - que praticamente não requer nenhum custo nem muito trabalho -, você precisará ter: moedor de cana (moenda), tanque para fermentação (de preferência barrica de madeira), sacarômetro (de Brix ou Baumé), um termômetro, tonel de madeira, alambique e garrafas ou garrafões.
O processo de fabricação artesanal da pinga passa por nove etapas: 1) moagem da cana; 2) diluição; 3) coagem; 4) preparo do pé de cuba; 5) preparo do mosto; 6) fermentação; 7) destilação do vinho; 8) envelhecimento; e 9) engarrafamento.
Antes de começarmos a falar da fabricação, é preciso dizer algo sobre a cana-de-açúcar, matéria¬prima que dará a aguardente, de-terminando até mesmo a sua qualidade. A melhor cana é aquela que contém razoável concentra¬ção de sacarose (açúcar). No co¬meço e no fim da colheita, a cana é pobre em sacarose; ela atinge o ponto bom no meio da safra, quando contém o máximo em densidade de açúcar,
Uma explicação sobre o sacarômetro. De forma que lembra um termômetro, este aparelho de vidro tem a função de "pesar" a densidade de açúcar contida num líquido. Há dois tipos de sacarômetros que são usados comumente: o de Brix e o de Baumé. Você pode utilizar-se tanto de um como de outro, pois na tabela abaixo estão devidamente indicados os valores de ambos.
O nível ideal de sacarose na garapa, para uma boa fermentação e, conseqüentemente uma ótima pinga, é de 15 graus Brix, que cor-responde na escala de Baumé a 8 graus. Caso a densidade de sacarose ultrapasse essa marca convém diminuí-la, adicionando-se água pura (sem cloro) ao caldo, cuidadosamente até chegar ao ponto desejado.
Para sua maior segurança, apresentamos abaixo a tabela com os valores da densidade (medidos nas duas escalas) da sacarose no caldo e a pro¬porção de água que deve ser adicionada (para efeitos de cálculos estabeleceu-se 50 litros de garapa para fazer a aguardente ).

aprenda fazer cachaça artesanal

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

O cultivo do abacaxi

O abacaxizeiro (Ananas comosus (L.) Merril) tem seu fruto bastante apreciadodesde o tempo dos colonizadores, quando se tornou conhecido. A maior parte da produção mundial tem seu uso na

indústria. Cerca de 70/0, sob a forma de sucos, geléias e compotas; e o restante, 30%, é consumido "in natura". No Brasil, o consumo maior é da fruta fresca. Ela tem baixo teor em calorias, fósforo,

vitaminas A e C. É rica em açúcares e ajuda a digestão de outros alimentos.
A temperatura mais favorável à cultura é de 21 ° a 27° C. Abaixo de 20° C a planta entra em dormência. É suscetível a geadas, e temperaturas demasiadamente elevadas provocam queimaduras no fruto.

O abacaxizeiro resiste à seca mas não devem faltar chuvas na época de florescimento e frutificação da planta. O solo deve ser leve e arejado, com pH em torno de 5.O a 6.0, com boa fertilidade. Para a

instalação do pomar você precisara arar e gradear o terreno, cuidar para que não haja formigas no local do plantio, cuidar para que não haja formigas no local do plantio.

MUDAS
São vários os tipos de mudas: a coroa, que são as folhas do ápice do fruto; o filhote (ou rebento), que nasce do pedúnculo da planta; o rebentão, que se origina da haste. A escolha da muda irá depender

da facilidade em encontrá-la. A coroa é pouco disponível, com ciclo mais longo, uniforme e mais sujeita à podridão. Filhotes são mudas abundantes, de ciclo curto. Rebentões são mudas raras, ciclo

bem mais curto, mais sujeitas ao
ataque de pragas.
Geralmente, o plantio é feito em fileiras duplas, com espaça¬mento de 1,0 x 0,50 x 0,30 m. Com carreadores a cada 8 a 10 linhas duplas, de largura de 2,5 a 3,0 m.
As mudas devem ser preparadas antecipadamente. Realiza-se a cura, que consiste em expor as mudas ao sol, em camada única, com as bases voltadas para cima, durante o período de duas semanas,

para evitar seu apodrecimento. Após a cura é executado um desbaste das folhas da base, o que facilitará o enraizamento. As mudas serão separadas por tamanho ou peso. com o objetivo de se
obter talhões mais uniformes. Durante as operações de preparo serão descartadas as mudas que não estiverem perfeitamente sadias. Então se faz o tratamento contra a fusariose, doença que ataca a

parte basal da muda, realizando imersão por cerca de 3 minutos em fungicida.
Para o plantio abrem-se covas ou sulcos com profundidade de 20 em. O controle de plantas daninhas deve ser eficaz, sem causar danos ao sistema radicular do abacaxizeiro, o qual é muito superficial.
A adubação, por planta, é de 10 g de sulfato de arnônio, 10 g de superfosfato simples e 5 g de sulfato de potássio, um mês após o plantio. Esta adubação será repetida no início da estação chuvosa e no

verão, com exceção do uso do superfosfato. Durante o inverno, bastam uma a três pulverizações com uréia a 5%.
Para a produção durante um maior período do ano, devem-se plantar mudas de vários tipos e em diferentes épocas. É recomendado o controle do florescimento colocando-se uma pedrinha (1 g

aproximadamente) de carbureto de cálcio no centro da roseta foliar, em plantas com cerca de 1 ano de idade. O carbureto em contato com a umidade no interior da roseta produzirá acetileno, que vai

induzir a planta a entrar em florescimento. Este procedimento uniformizará a colheita. Se a maturação ocorrer no verão, devem-se proteger os frutos do sol através da amarração das folhas ou papel

jornal ao redor do fruto.
As variedades recomendadas são a Smooth Cayenne, que tem as folhas sem espinhos e fruto amarelo-alaranjado, sendo bem doce; o Pérola ou Branco de Pernambuco, de polpa branca e mais ácida e o

Amarelo (Boituva), de espinhos agressivos, baixo teor de açúcares e ligeiramente ácido.
A principal doença é a gomose ; e as pragas, a cochonilha e a broca dos frutos.
A colheita é manual, quando os frutos se encontram maduros. Depois do fruto colhido, novo plantio
deverá ser realizado.

Saiba mais sobre fruticultura aqui!

A HIDROPONIA

HIDROPONIA COMERCIAL - ALFACE E HORTELÃ

Hidroponia Comercial - Oportunidades e Negócios", foi produzido para mostrar detalhadamente como desenvolver esta atividade, a hidroponia, como uma excelente alternativa de diversificação na propriedade rural, bem como uma nova oportunidade de negócios para as pessoas dos centros urbanos. Só para ter uma idéia, em uma hidroestufa de 2m x 20m (40m2), cultivando alface em perfis hidropônicos, é possível a colheita de 640 pés a cada 15 dias. Em termos de culturas, existe um grande mercado em potencial, a alface conquista novos espaços a cada dia, a hortelã, está no mesmo caminho, com restaurantes, industrias de alimentos e farmacêuticas, sendo compradores em potencial.
Veja neste vídeo-curso como iniciar e desenvolver o cultivo hidropônico.

Conteúdo:
-Implantação do Sistema: o local, a fotografia, posição em relação ao sol
-Construção da Estufa: formato, dimensões, materiais, nivelamento, cobertura, bancada, canais de cultivo ( telhas de fibrocimento, tubos de pvc cortados, perfis hidropônicos)
-Distribuição e captação da solução nutritiva, sistema hidráulico
-A qualidade da água: os testes de qualidade
-A solução nutritiva: Formulação com sais comprados em separados, como fazer os cálculos
-Projeto: Produção de 7.000 a 14.000 pés de alface por mês.


terça-feira, 20 de setembro de 2016

Arreios para Cavalos de Vaquejada

Arreios para Cavalos de Vaquejada

Neste curso em video, Steve Bezerra mostra como utiliza os arreios.  Primeiro na fase inicial da doma  mostrando como  inicia,  flexiona e charreteia os animais e quais os arreios utiliza. Após vem a fase de quando se inicia os flexionamentos na boca e, mostrando também quais são os bridões utilizados.  Depois apresenta os arreios de correção. E por último mostra como gosta de utilizar os freios, o inicio de cada um, o inicio do bocado, cada tipo e como utiliza dentro da vaquejada.

Conteúdo:

1 - Fase de flexionamento
2 - Bridão
3 - Arreios de correção
4 - Fase de freios
5 - Levantadores
6 - Freios fixos
7 - Arreios definitivos
8 - Breques

Consultoria:

Steve Bezerra
Zootecnista e Treinador de Cavalos
Saloá - PE


Nova Vaquejada

Kit Nova Vaquejada


Consultores: Treinador Steve Bezerra (do 1 ao 5) e Edeilton Ramos (6)
Vídeos filmados em Saloá e Garanhuns - PE.
1- DVD - Doma Racional para cavalos de Vaquejada – Com 3 Discos
2- DVD - Treinamento Básico de Rédeas para Cavalos de  Vaquejada – Com 01 Disco
3- DVD - Sistema de Treinamento para cavalos de Vaquejada- Com 01 Disco
4- DVD - Correção de cavalos de Vaquejada – Com 01 Disco
5- DVD  - Arreios para Cavalos de Vaquejada- Com 01 Disco
6 - DVD - Vaquejada Somente com Arreios de Boca - Nova técnica - com 1 disco

Saiba mais sobre este produto

FREIOS E BRIDÕES (EMBOCADURAS)

Freios e Bridões para cavalos

FREIOS E BRIDÕES  (EMBOCADURAS) 

João do Freio apresenta o que ele fabrica, indicando como e quando usar freios e bridões (embocaduras) no animal. Com a experiência de mais de 20 anos no ramo, ele tem muito a ensinar!

Este curso vai abordar o tema freios e bridões  e dar algumas dicas sobre esporas.

Freios e bridões são equipamentos que estão no grupo das embocaduras.
No Nordeste usa-se o termo Areio.
Na história há evidências que esses dispositivos eram feitos de osso, chifre, madeira dura, ou corda.
Pedaços de metal foram utilizados pela primeira vez entre 1300 e 1200 aC.
Originalmente eram feito de bronze.
Hoje, o material mais usado é o aço inoxidável.
No entanto, o cobre, e o aço laminado a frio, também são combinados em alguns para induzir a salivação na boca do cavalo.
Todavia, materiais mais baratos, como o níquel, também são utilizados.
Alguns fabricantes também usam borracha ou plástico misturado com os metais.


ESTE DVD ESTA DIVIDIDO EM 4 CAPITULOS:

A palavra "ferramentas” é utilizada pelo João do Freio para designar os Freios e Bridões.

CAPITULO 1 -- Ferramentas para início de doma
Mostra um Bridão D liso; um Bridão de argola torcido; um Freio Billy Allen e um Gag Bitt.


CAPITULO  2 -- Ferramentas para cavalos de velocidade
São mostradas as ferramentas para cavalos de baliza e tambor (cavalos de velocidade).


CAPITULO 3 -- Ferramentas para cavalos de trabalho
Se mostra as ferramentas para cavalos e laço de bezerro, laço em dupla, apartação, rédeas, team penning, working cow horse e laço comprido (cavalos de trabalho).

CAPITULO  4 -- Perguntas e Respostas
João do Freio comenta sobrea as perguntas que mais fizeram a ele nestes 20 anos de profissão. Ele responde de forma bem prática!


CONSULTORIA:

João Magalhães Neto (João do Freio)
Cidade: Astorga - PR - Brasil

Saiba mais sobre Freios e Bridões

Vaquejada Somente com Arreios de Boca - Nova Técnica

Vaquejada Somente com Arreios de Boca - Nova Técnica

Esse método que foi desenvolvido para correr vaquejada usando apenas arreio de boca nos cavalos é um método que facilita a vida do vaqueiro, pois o animal oferece menos resistência em comparação quando se esta fazendo uso do arreio tradicional.
Mas é preciso que o vaqueiro se prepare para assimilar a nova técnica, dominando o uso das esporas corretamente e também fazendo uso das técnicas de rédeas.
Com o passar do tempo se percebera que se tem muito mais facilidade para correr somente com arreio de boca, do que quando se utiliza o arreio tradicional.

1 - Utilizando as esporas
2 - Desbloqueio
3 - Sensibilizar
4 - Flexionar a nuca
5 - Tipos de espora
6 - Arreios de boca
7 - Corrigindo na cancela
8 - Correndo boi com arreios de boca

Consultor:
Edeilton Ramos de Paula
Técnico Agrícola e Treinador de Cavalos

Duração aproximada: 68 minutos

Mês e Ano de produção: Dezembro de 2015

Local de Gravação:
Paque Acauã
Garanhuns - PE

Saiba mais sobre cavalos de vaquejada!

Sistema de Treinamento Vaquejada

Sistema de Treinamento Vaquejada

Aprenda como fazer um treinamento específico para vaquejada, após você ter passado pelos exercicios de rédeas, conseguindo assim o controle do seu cavalo é hora de partir para os treinos de pista. Isto é importante porque você irá preparar seu cavalo na cancela, na corrida e até a faixa de derrubada do boi. Este treinamento faz parte da rotina de Steve Bezerra em seu centro de treinamento com os cavalos de vaquejada. Com ele você vê, você faz!

CONTEÚDO;  


1 - Introdução do potro no gado (trilhar)

2 - Exercícios de cancela

3 - Alinhar o cavalo no boi de ambos os lados

4 - Exercícios de escantear

5 - Definir lado

6 - Ensinar o potro a abrir trocando de mãos com velocidade
para derrubar o boi.

Consultoria:

Steve Bezerra
Zootecnista e Treinador de Cavalos
Saloá - PE

saiba mais sobre Vaquejada aqui!

Como Fazer Casqueamento e Ferrageamento Básico

Como Fazer Casqueamento e Ferrageamento Básico

Trata-se de um videocurso extremamente prático onde o Dr. Fábio Furquim mostra em seu ambiente de trabalho como fazer Casqueamento e Ferrageamento em cavalos.
Como havia muita informação a ser mostrada, este videocurso é apresentado em 2 discos.
Na parte 1, são mostrados alguns conceitos básicos e logo em seguida mostra-se como se faz o casqueamento. Como acontece no dia-a-dia de trabalho, podem surgir cavalos com diferentes problemas, e foi pensando nisto que resolvemos colocar no vídecurso 4 situaçòes diferentes de casqueamento (Capítulos 3, 4, 5 e 6), onde o Dr. Fábio Furquim explica como está fazendo.
Parte 1 - CASQUEAMENTO BÁSICO
Capítulo 1 - Membros locomotores
Capítulo 2 - O casco
Capítulo 3 - Casqueando 1º cavalo
Capítulo 4 - Casqueando 2º cavalo
Capítulo 5 - Casqueando 3º cavalo com o uso do nível
Capítulo 6 - Casqueando 4º cavalo com aguamento crônico

Na parte 2, você aprende o básico para ferrar um cavalo. O Dr. Fábio Furquim ensina o que aprendeu nos anos de estudo e prática.
PARTE 2 - FERRAGEAMENTO BÁSICO
Capitulo 7 - A ferradura
Capítulo 8 - As ferramentas
Capítulo 9 - Os cravos
Capítulo 10 - Retirar e recolocar uma ferradura
Capítulo 11 - Ferrageamento simples no anterior
Capítulo 12 - Guarda casco
Capítulo 13 - Ferrageamento a quente no posterior com guarda casco na pinça
Capítulo 14 - Ferrageamento a quente no posterior com guarda casco lateral
Capítulo 15 - O que é justura
Capítulo 16 - Modificações em ferraduras

Consultoria:
Dr. Fábio Furquim Corrêa
Médico Veterinário e Ferrador
Araçatuba-SP
Breve Curriculum do Dr. Fábio:
Certificação Graduada pela Associação de Ferradores do Brasil
Formado em Medicina Veterinária pela Unesp-Jaboticabal,SP
Criador de cavalos e laçador desde a infância.
Cursos em reprodução no Posto de Monta de Campinas, Jockey Club Brasileiro no Rio de Janeiro, Instituto de Zootecnia em Colina.
Cursos de casqueamento e ferrageamento no Brasil e exterior com grandes nomes.

Saiba mais sobre Casqueamento e Ferrageamento de cavalos

Treinamento de Rédeas

Treinamento de Rédeas

O que é Rédeas

Rédeas é a modalidade de Hipismo Western, na qual o cavalo recebe adestramento básico. Entre todas as modalidades é a mais técnica. Qualquer cavalo que pratique outra modalidade, precisa ter Rédeas para obter sucesso. Controlar um cavalo, não é apenas guiá-lo, mas dominar seus movimentos. O cavalo melhor controlado deverá ser voluntariamente guiado com pouca ou nenhuma resistência. Qualquer movimento dele próprio poderá ser considerado como falta de controle.

O trabalho de rédeas é considerado a base para todas as modalidades, pois aprimora a resposta do cavalo aos comandos.
O treinamento de rédeas começa com exercícios básicos, onde o cavalo aprende os primeiros movimentos e manobras.

Neste vídeo você vai acompanhar como fazer o treinamento de rédeas em todas as suas etapas. Desde os primeiros trabalhos durante a doma até o treinamento de um cavalo pronto para competição.

 Conteúdo:

- o que é treinamento de rédeas.

- potros em processo de doma - o início no redondel.

- os primeiros comandos com cabresto e com bridão.

- hora de ir para a pista - nuca, costelas, paletas.

- controle de velocidade, mão correta, recuo, spin, esbarro.

- avançando no treinamento - corrigindo erros.

- a modalidade de rédeas.

Consultor

Nelson Rodrigues (Nelsinho) - Avaré , SP
Veja Trailer do Vídeo

Aprenda sobre treinamento de rédeas aqui!

Guia Prático de Doma - Iniciação de Potros(Doma Racional)

Guia Prático de Doma - Iniciação de Potros(Doma Racional)

Como domar um cavalo? Aprenda a Doma racional, a doma natural. Neste videocurso você aprende!
Mostra de forma inédita como fazer a doma de cavalos. Todo o trabalho  desde a entrada no redondel até o momento em que o Paulo Nazário monta o cavalo já encilhado.

*** Aprovado por quem entende! ***
"O trabalho está ótimo imagens excelentes! Qualquer pessoa com conhecimentos mínimos de equitação está em condições de domar um cavalo vendo os DVDs.   Parabéns!”
Carlos Torres - Instrutor de Equitação

Conteúdo (3 DVDs)
DVD 1
Capítulo 1 - Como o curso será apresentado
Capítulo 2 - Os equipamentos
Capítulo 3 - Conceitos básicos
Capítulo 4 - Contato com o cavalo
Capítulo 5 - Controle de fuga
Capítulo 6 - Vocalização
Capítulo 7 - Cabresteamento
Capítulo 8 - Trabalho com guia e corda

DVD 2
Capítulo 9 - Rodando o cavalo com a guia e trabalho de voz
Capítulo 10 - Trabalho com bandeira e lona plástica
Capítulo 11 - Tirando a sensibilidade com uso de corda
Capítulo 12 - Montando cavalo a pelo
Capítulo 13 - Montando cavalo encilhado

DVD 3
Capítulo 14 - Domando um segundo cavalo
Capítulo 15 - Pegando cavalo no pasto
Capítulo 16 - Pegando cavalo mais chucro no pasto

Duração aproximada total : 3 horas e 11 minutos

Consultor:
Treinador Paulo Nazário


segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Laço em Dupla - Peseiro

Laço em Dupla - Peseiro

Laço em Dupla (Team Hoping) É uma modalidade que apresenta um boi e dois cavaleiros montados. O primeiro laçador é chamado de "cabeceiro", será ele que deverá lançar a corda na frente do boi, geralmente em torno dos chifres, mas também é válido a corda de ir ao redor do pescoço. O segundo é o "peseiro", que joga a corda no boi pelas suas patas traseiras. O Laço em Dupla é o único evento de rodeio, onde homens e mulheres competem juntos na mesma competição profissional.

Segundos de emoção. É apenas um breve momento, mas sempre intenso e único. A cada corrida dois cavaleiros disparam em busca da laçada perfeita. Veja neste videocurso as técnicas que o grande campeão Rafael Paoliello usa no seu dia-a-dia nas pistas.

Capitulo 1 – Qual corda utilizar
Capitulo 2 – Características da laçada
Capitulo 3 – Treino no cavalete
Capítulo 4 – Treino com o boi mecânico
Capítulo 5 – A enrolada da corda
Capítulo 6 – Laçando
Capítulo 7 – Show de corridas

Consultoria:
Rafael Paoliello

Aprenda sobre laço em dupla

APLICAÇÃO DE VACINA CONTRA A FEBRE AFTOSA

 APLICAÇÃO DE VACINA CONTRA A FEBRE AFTOSA

O estado de saúde dos animais é um fator primordial para a produtividade do rebanho, da qual depende a rentabilidade e o desenvolvimento da pecuária nacional. Esta cartilha trata, de forma detalhada, desde o histórico do combate a febre aftosa no Brasil, o conhecimento sobre a legislação, saúde animal e febre aftosa até as medidas de prevenção.

Saiba mais sobre gado de corte

INSTALAÇÕES PARA A CRIAÇÃO DE OVINOS TIPO CORTE NAS REGIÕES CENTRO-OESTE E SUDESTE DO BRASIL

INSTALAÇÕES PARA A CRIAÇÃO DE OVINOS TIPO CORTE NAS REGIÕES CENTRO-OESTE E SUDESTE DO BRASIL


As instalações para a criação de ovinos devem proporcionar condições favoráveis para que os animais tenham uma boa performance produtiva. Elas devem proteger os ovinos dos fatores climáticos, como: chuva, sol, ventos fortes e frios, e, até mesmo, de doenças e predadores. Contudo, é essencial um estudo detalhado da área onde serão construídas as instalações e um levantamento dos benefícios-custos e da mão-de-obra disponível.

Com a edição do manual técnico "Instalações para a criação de ovinos tipo corte nas regiões Centro-Oeste e Sudeste do Brasil", a LK Editora apresenta um trabalho inédito - o único com metodologia passo a passo existente no mercado - que vai orientar os leitores sobre os principais tipos de instalações de ovinos, desde o conhecimento sobre os sistemas de criação, os tipos de aprisco, os solários, as esterqueiras, os tipos de comedouros e bebedouros, os currais, os piquetes, os tipos de cerca até as instalações anexas.

Os procedimentos são apresentados em fotografias, acompanhadas por textos curtos e objetivos, e inserções de atenções, que visam à produtividade e à obtenção de um produto de qualidade.



Autores

Aurora Maria Guimarães Gouveia: Médica Veterinária, Especialista em Caprinocultura e Ovinocultura, Mestre em Medicina Veterinária Preventiva, Doutora em Saúde Animal e Professora da Escola Veterinária da UFMG.

Erbert Correia Araújo: Médico Veterinário e Produtor Rural.

Maurício Fonseca Pimentel de Ulhoa: Zootecnista, Especialista em Agribusiness, Mestre em Nutrição de Ruminantes, Inspetor Técnico da Associação Brasileira dos Criadores de Ovinos (ARCO), Diretor Técnico de Ovinos da Associação dos Criadores de Caprinos e Ovinos de Minas Gerais (ACCOMIG) e Professor das Faculdades Associadas de Uberaba (FAZU).

Saiba mais sobre ovinos e caprinos aqui!

Identificação e Controle de doenças na cultura do milho

Identificação e Controle de doenças na cultura do milho

O diagnóstico das doenças que podem causar danos na produção do milho é imprescindível tanto para a aplicação de medidas de controle imediato quanto para prevenção para a safra seguinte.
Nesta 2ª edição, revista e ampliada, Identificação e Controle de Doenças na Cultura do Milho traz mais informações e fotografias das doenças que podem ocorrer nessa cultura, nas diversas regiões do território nacional.
Com certeza, será útil ao trabalho de técnicos, estudantes e professores que atuam nos diversos segmentos da cadeia produtiva desse cereal.

Saiba mais sobre a cultura do milho

PISCICULTURA SUPERINTENSIVA COM RECIRCULAÇÃO DE ÁGUA

PISCICULTURA SUPERINTENSIVA COM RECIRCULAÇÃO DE ÁGUA

Aprenda todas as técnicas e manejo da piscicultura supeintensiva com recirculação de água. Um novo sistema que traz muita lucratividade para a criação de peixes.

Conteúdo: 1. A água. 2. Sistema de Cultivo. 3. Povoamento. 4. Nutrição. 5. Despesca e biometria.

Consultoria: Bass - Tecnologia em piscicultura.

A Nutrição e Alimentação de Peixes

Peixes - Nutrição e Alimentação

Com o vídeocurso "Nutrição e Alimentação de Peixes", você terá em mãos todas as informações para a alta produção de peixes através de uma alimentação adequada. Este vídeo traz informações detalhadas para o tratamento correto de cada espécie, pois os gastos com alimento podem representar cerca de 50 a 80% dos custos de produção. Por isso, o objetivo do manejo nutricional e alimentar de peixes, é melhorar a conversão alimentar, pois quanto mais peso o peixe ganhar por quilo de ração consumida, melhor.  

Conteúdo:
-O hábito alimentar dos peixes
-Aspectos de nutrição
-O alimento natural, adubação de viveiros
-Manejo alimentar
-A ração artesanal
-Mais aspectos importantes.

Saiba mais sobre Peixes 

COMO CRIAR PACU E TAMBAQUI

COMO CRIAR PACU E TAMBAQUI

O Pacu e o Tambaqui são peixes nativos do Brasil. Das espécies nativas são as mais lucrativas e fáceis de criar, tanto em açudes de terra como em tanque-rede. Saiba como criar o pacu e o tambaqui com excelentes resultados. Neste video-curso você verá como fazer a construção do açude, a ração balanceada e caseira para os peixes, os cuidados com a compra dos alevinos e o povoamento do açude. Tudo isso filmado nas melhores criações do triângulo mineiro. A criação de pacu e tambaqui é uma fonte de lucros adicional na sua propriedade.

Conteúdo:
-Descrição das espécies
-Como fazer o tanque
-Os alevinos
-Como povoar o açude
-Como fazer a ração balanceada e tratar os peixes
-Rendimento em produção de carne.

Aprenda como cultivar pacu e tambaqui!

cultivo de Peixes em Tanque Rede

Tanque Rede de Pequeno Volume

Em "Tanques-Rede de Pequeno Volume", você aprende como cultivar peixes em tanque-rede.
A espécie mais utilizada na produção de peixes em tanque-rede é a Tilápia do Nilo. Outra espécie que vem sendo utilizada é o Pacu.
Para águas com temperaturas acima de 25 graus e com um bom manejo as
tilápias atingem 600 gramas de peso vivo em cinco meses.
Já o pacu atinge 800 gramas por volta dos doze meses em média.
O retorno do investimento ocorre no período de 30 meses em média,
quando se consegue as seguintes produtividades:
Tilápia - 120 kg por metro cúbico
Pacu -   40 Kg por metro cúbico.

Conteúdo:

-Introdução
-A escolha do local
-Manejo
-Manejo das Tilápias
-Manejo do Pacu
-Manejo alimentar
-Tipos de arraçoamento
-Manutenção das gaiolas
-Despesca e comercialização
-Considerações finais

Consultor:

Luiz Eduardo G. de Sá Barreto
Engenheiro de Pesca
Funcionário do Instituto Emater do Estado do Paraná
Mestre em Ciências Ambientais

Aprenda como cultivar peixes em tanque rede aqui!

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

O cultivo do rabanete

RABANETE . Rephanus sativus. Planta herbácea, anual, de folhas irregularmente denteadas, flores amarelas e raiz carnosa, comestível, arredondada ou comprida, branca, vermelha ou preta, dependendo da variedade hortícola. As folhas e os talos são utilizados pela medicina popular como estimulante das funçóes gastrointestinais. Originária da Asia, é cultivada no Brasil. (Família das crucíferas.)
RÁBANO (Do gr. rhaphanos, pelo lat. rephanus, Brassica campestris. Denominação comum a várias plantas da família das crucíferas, originárias da Europa, utilizadas como forragem para animais domésticos.

aprenda sobre hortaliças

Criação de rãs

RANICULTURA  (Do lato rana, rã + cultura, criação.) Criação de rãs.
No Brasil, pratica-se a ranicultura desde 1935, mas só a partir da década de 80 que a sua técnica passou a ser desenvolvida cientificamente, colocando o Brasil corno o maior produtor de rãs do mundo. Trata-se de uma cultura muito delicada, pois a rã é um animal muito sensível, tanto à presença de estranhos quanto à falta de higiene e limpeza. Outro fator importante, responsável pela perda de cerca de 50% dos animais, é o canibalismo. fenômeno muito comum entre este tipo de anfíbio. No entanto, a ranicultura pode ser muito rentável, pois obtém-se uma carne sem gordura, muito rica em proteínas e sais minerais (cálcio e ferro), indicada, sobretudo, às pessoas com problemas digestivos. Além disso, da carne pode-se fazer patê; das tripas, o categute (fio de sutura utilizado em cirurgias), e da pele, obtém-se matéria-prima para indústria de calçados.
A espécie de rã utilizada na ranicultura é a touro-gigante (Rana catesbeiana), de origem norte-americana.

Veja como criar rãs!

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

O USO DA CANA DE AÇÚCAR NA ALIMENTAÇÃO DO GADO DE CORTE

O USO DA CANA DE AÇÚCAR NA ALIMENTAÇÃO DO GADO DE CORTE

Neste vídeo-curso você verá como usar cana-de-açúcar na alimentação do gado de corte. Uma das maiores preocupações dos pecuaristas no país é encontrar a melhor forma de repor as perdas de energia que o Gado de Corte sofre no período da seca. Uma alternativa que possui um baixo custo em relação a outros alimentos, é a cana-de-açúcar. Pois além de evitar a perda de peso, pode ser produzida em todo o País e é a forrageira que mais fornece matéria seca e energia por área. Um alqueire de cana alimenta 100 cabeças de gado durante 100 dias.  Nesse vídeo Como Usar Cana-de-açúcar na Alimentação do Gado de Corte, você vai saber como implantar a cana, manejar o corte do canavial e as diferentes formas de fornecimento na alimentação do gado, que pode ser picada, ao natural, junto com minerais proteinados, junto com uréia, na forma de silagem, ou após a transformação como cana hidrolisada.
Conteúdo:
- A cana
-O canavial
-O corte
-A cana na alimentação
-Cana + Minerais Proteinados
-Cana + Uréia
-Cana no confinamento
-Bagaço-de-cana
-Cana Hidrolisada
-Cana + Suplemento
-Abelhas

Saiba mais sobre alimentação do gado de corte 

SUPLEMENTAÇÃO MINERAL

SUPLEMENTAÇÃO MINERAL

A suplementação mineral é uma prática necessária para atender as demandas nutricionais de bovinos criados em pasto, independente da intensificação de manejo imposta à pastagem. Isto porque as plantas forrageiras, normalmente, são deficientes em elementos minerais essenciais, como sódio, fósforo, iodo, zinco, cobre, cobalto e selênio. Naturalmente a pastagem é o elemento-chave da dieta de bovinos. Também o uso de forrageiras nutritivas e adaptadas à condição de solo da região é muito importante.
Neste vídeo-curso você verá passo a passo como fazer a suplementação mineral.


Conteúdo:

- Princípios de mineralização em gado de corte.

- Formulação de misturas minerais para gado de corte.

- Manejo da mineralização em gado de corte.


Parceria: Embrapa Gado de Corte
Consultoria: Pesquisadora: Maria Luiza F. Nicodemo