segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Como criar Minhocas

Aprenda aqui como criar minhocas: Em apenas 100 metros lineares de canteiro você obtém 12 toneladas de húmus na cada 60 dias, que comercializados a granel, atingem o preço médio de US$ 100 por tonelada.Você poderá obter lucro com húmus, bem como na venda de matrizes de minhocas a novos criadores. Aqui você vê, com todos os detalhes de como fazer a instalaçao, o manejo, o processamento e a comercializaçao do Húmus e da minhoca Vermelha da Califórnia.

Conteúdo: A Minhoca e o Solo A Minhoca e a Reproduçao A Criaçao de Minhocas A Produçao de Húmus Comercializaçao Custos (Instalaçao e Produçao)

Consultoria: Christa Knapper, Bióloga, pesquisadora da Universidade do Rio dos Sinos-RS.

SAIBA MAIS SOBRE PEQUENAS CRIAÇÕES

O cultivo e beneficiamento de plantas medicinais e aromáticas

O cultivo e beneficiamento de plantas medicinais e aromáticas que representam uma ótima opção em sua propriedade rural. Através de um mercado comprador forte e cada vez mais exigente, o cultivo dessas plantas pode ser muito lucrativo. Farmácias, Indústrias de Chás, Cosméticos e Perfumaria, Manipuladores, Indústria de Alimentos e Bebidas. Para isso, basta conhecer os detalhes do cultivo de ervas medicinais e aromática.

Veja nesse vídeo, o cultivo e beneficiamento de plantas medicinais e aromáticas que representam uma ótima opção em sua propriedade rural. Através de um mercado comprador forte e cada vez mais exigente, o cultivo dessas plantas pode ser muito lucrativo. Farmácias, Indústrias de Chás, Cosméticos e Perfumaria, Manipuladores, Indústria de Alimentos e Bebidas. Para isso, basta conhecer os detalhes do cultivo das ervas medicinais e aromáticas que são mostrados neste vídeo.

Conteúdo:

-As finalidades do cultivo de ervas
-Os fatores climáticos
-Altitude
-Temperatura
-Umidade
-Manejo dos cultivos
-O viveiro
-A multiplicação das plantas e o manejo
-Adubação
-O preparo do solo
-Irrigação
-Controle de pragas e doenças
-Escolha da área de cultivo
-Rotação de culturas
-Controle das ervas daninhas.

SAIBA MAIS SOBRE AGRICULTURA AQUI

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Como Melhorar o Desempenho do Cavalo em até 20%

O cavalo que precisa ser exercitado diariamente. O exercício básico de flexionamento do cavalo, é um dos itens mais importantes da equitação. O cavalo flexionado fica suscetível às ajudas, isto é, fica disponível ao cavaleiro para executar todos os comandos, como também fica "limpo", sem reações indesejáveis aos movimentos.
O cavalo flexionado está praticamente "pronto", está "domado", está preparado para o esporte e lazer.
O cavalo que passa pelos exercícios básicos da ginástica de flexões laterais e frontais chega a ter um rendimento de até 20% a mais no seu desempenho!

Este vídeo é direcionado para cavaleiros de todas as modalidades equestres que desejam aperfeiçoar sua equitação. É também ideal para o cavaleiro amador que busca proporcionar a seu cavalo o melhor trabalho, mesmo que apenas para fins de lazer. O cavalo bem flexionado trará uma significativa melhoria no trabalho do dia-o-dia, culminando em excelentes performances em pista.

Para a produção deste video, fomos até o Haras Mineral, localizado na cidade de Itapira, um cidade do circuito das águas do estado de São Paulo.

Conteúdo:

1 -Baixada de pescoço
2- Cedência à perna
3- Cedência à perna no círculo
4 -Cara ao muro
5 -Espádua a dentro
6 -Apoiar
7 -Recuo
8 -Simulação de Exercícios

Consultoria:
Ito Ricciluca
Treinador

O Haras Mineral foi fundado em setembro de 1972, completando hoje 41 anos de trabalhos dentro da Eqüideo Cultura Brasileira.

Nesta trajetória, iniciamos a criação do Cavalo Lusitano, Cavalo Brasileiro de Hipismo, Cavalo Andaluz Brasileiro e Cavalo Crioulo.

O Cavalo Lusitano é a nossa base inicial, começamos importando de Portugal, linhas muito boas visando a funcionalidade, onde acreditamos terem estrutura e morfologia suficientes para partirmos em busca do melhor cavalo.

São 41 anos de seleção morfológica e funcional, visando sempre excelentes movimentos com bom tempo de suspensão em cavalos de muito boa estrutura, sem perder suas características raciais e principalmente seu temperamento de cavalo ibérico o qual nos dá a melhor montabilidade.

Montabilidade significa: a facilidade de se montar o cavalo, a disponibilidade do mesmo em nos atender, sempre atento, alegre e participativo.

Dizem que o Cavalo Lusitano procura adivinhar as ajudas dos cavaleiros.

Cavalo Brasileiro de Hipismo vem depois, na nossa busca de um cavalo com mais força e mais estrutura que atenda a demanda de mercado nesta direção, direção do Salto e Adestramento. O Cavalo de Hipismo cruzamento das melhores raças Alemãs e Holandesas e Francesas: como Oldenburgo, Holstainer, Hannover, Sela Holandês, Sela Francês, Anglo Árabe e outras.

Cavalo Andaluz Brasileiro ou "Sela Brasileiro” vem em terceiro momento, pois ele é exatamente o cruzamento, a união do que há de melhor nas duas raças iniciais,entre o Cavalo Lusitano e o Cavalo de Hipismo.


Local de Filmagem: Haras Mineral

Ano de produção: 2016

duração aproximada : 50 minutos


quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

As Hortaliças

As Hortaliças são geralmente conhecidas como verduras e legumes, as hortaliças são alimentos ricos em vitaminas, minerais e fibras que devem ser consumidos diariamente. Também são ricas em compostos bioativos que protegem contra doenças crônico-degenerativas. Por possuírem baixo teor energético, o consumo desses alimentos auxilia na prevenção e controle da obesidade, e, indiretamente, ajuda a prevenir contra outras doenças degenerativas não transmissíveis cujo risco é agravado pela obesidade.
A diversidade de hortaliças na dieta é fundamental, visto que nenhum alimento específico é suficiente para fornecer todos os nutrientes necessários a uma boa nutrição e á manutenção da saúde. As hortaliças são alimentos muito versáteis e podem ser preparadas de diversas maneiras de modo a estarem presentes em todas as refeições.
Para obter o melhor de cada hortaliça é importante saber reconhecer um produto de boa qualidade, prepará-lo de forma adequada, de modo a preservar suas características sensoriais, como cor, sabor, textura e aroma, e seu valor nutricional, incluídos o teor e composição de nutrientes e de compostos bioativos. Igualmente importantes são o acondicionamento e o manuseio adequados, de modo a reduzir as perdas desses alimentos, evitando desperdícios e perdas financeiras.
o Brasil é um país privilegiado onde as condições de solo e clima permitem o cultivo de uma enorme diversidade de espécies, o que garante a disponibilidade de produtos frescos durante todo o ano. Este livro é um convite á descoberta de inúmeras possibilidades de alimentação saudável e saborosa. Descubra que hortaliça não é só salada, que couve não serve só para acompanhar feijoada, que quiabo é muito mais que baba, que bertalha não é um ser de outro planeta e muito mais.


quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Vaquejada sem Mistérios

Vaquejada Somente com Arreios de Boca

Esse método que foi desenvolvido para correr vaquejada usando apenas arreio de boca nos cavalos é um método que facilita a vida do vaqueiro, pois o animal oferece menos resistência em comparação quando se esta fazendo uso do arreio tradicional.
Mas é preciso que o vaqueiro se prepare para assimilar a nova técnica, dominando o uso das esporas corretamente e também fazendo uso das técnicas de rédeas.
Com o passar do tempo se percebera que se tem muito mais facilidade para correr somente com arreio de boca, do que quando se utiliza o arreio tradicional.

1 - Utilizando as esporas
2 - Desbloqueio
3 - Sensibilizar
4 - Flexionar a nuca
5 - Tipos de espora
6 - Arreios de boca
7 - Corrigindo na cancela
8 - Correndo boi com arreios de boca

Consultor:
Edeilton Ramos de Paula
Técnico Agrícola e Treinador de Cavalos

Duração aproximada: 68 minutos



Mês e Ano de produção: Dezembro de 2015

Local de Gravação:
Paque Acauã
Garanhuns - PE

Tecnologia de Gravação: Full HD

Fomos até a cidade de Garanhuns, localizada no agreste pernambucano. Cidade de clima ameno e povo hospitaleiro. E é nesta cidade onde está localizado o Parque Acauã, local provido de uma das melhores estruturas para a prática da Vaquejada no pais! Conta com uma pista muito boa, cocheiras onde os animais podem descansar e receberem os tratos. Parque conta também com belíssima estrutura para o publico que deseja assistir aos treinos e provas.
Neste local o treinador Edeilton realizou seu trabalho que culminou neste video curso. Os animais foram trazidos por ele. São animais que estão ainda no processo de correção, ou seja corriam no método tradicional, mas que apresentaram alguns problemas, e o treinador juntamente com sues proprietários decidiram que era hora de mudar as coisa! Foi então que iniciaram o processo de Correção usando somente arreios de boca.
Também Edeilton, nos mostrou os equipamentos que ele utiliza, como freios e bridões. São ferramentas, que ele fez algumas modificações, de acordo com o que ele foi percebendo ao longo dos treinos. Também apresentou as esporas para treinos e corridas. Sendo que ambas não causam traumas nos animais, já que não possuem pontas. Sendo esta um dos objetivos deste video, ou seja mostrar que é possível a pratica da vaquejada sem causar traumas aos animais, o que é uma das premissas das boas práticas na criação de cavalos e do bem estar animal.
Foram dias de muita dedicação e bons resultados, que podem ser vistos neste video curso.

SAIBA MAIS SOBRE VAQUEJADA AQUI!

Como Melhorar o Desempenho do Cavalo

O cavalo que precisa ser exercitado diariamente. O exercício básico de flexionamento do cavalo, é um dos itens mais importantes da equitação. O cavalo flexionado fica suscetível às ajudas, isto é, fica disponível ao cavaleiro para executar todos os comandos, como também fica "limpo", sem reações indesejáveis aos movimentos.
O cavalo flexionado está praticamente "pronto", está "domado", está preparado para o esporte e lazer.
O cavalo que passa pelos exercícios básicos da ginástica de flexões laterais e frontais chega a ter um rendimento de até 20% a mais no seu desempenho!

Este vídeo é direcionado para cavaleiros de todas as modalidades equestres que desejam aperfeiçoar sua equitação. É também ideal para o cavaleiro amador que busca proporcionar a seu cavalo o melhor trabalho, mesmo que apenas para fins de lazer. O cavalo bem flexionado trará uma significativa melhoria no trabalho do dia-o-dia, culminando em excelentes performances em pista.

Para a produção deste video, fomos até o Haras Mineral, localizado na cidade de Itapira, um cidade do circuito das águas do estdo de São Paulo.

Conteúdo:

1 -Baixada de pescoço
2- Cedência à perna
3- Cedência à perna no círculo
4 -Cara ao muro
5 -Espádua a dentro
6 -Apoiar
7 -Recuo
8 -Simulação de Exercícios

Consultoria:
Ito Ricciluca
Treinador

O Haras Mineral foi fundado em setembro de 1972, completando hoje 41 anos de trabalhos dentro da Eqüideo Cultura Brasileira.

Nesta trajetória, iniciamos a criação do Cavalo Lusitano, Cavalo Brasileiro de Hipismo, Cavalo Andaluz Brasileiro e Cavalo Crioulo.

O Cavalo Lusitano é a nossa base inicial, começamos importando de Portugal, linhas muito boas visando a funcionalidade, onde acreditamos terem estrutura e morfologia suficientes para partirmos em busca do melhor cavalo.

São 41 anos de seleção morfológica e funcional, visando sempre excelentes movimentos com bom tempo de suspensão em cavalos de muito boa estrutura, sem perder suas características raciais e principalmente seu temperamento de cavalo ibérico o qual nos dá a melhor montabilidade.

Montabilidade significa: a facilidade de se montar o cavalo, a disponibilidade do mesmo em nos atender, sempre atento, alegre e participativo.

Dizem que o Cavalo Lusitano procura adivinhar as ajudas dos cavaleiros.

Cavalo Brasileiro de Hipismo vem depois, na nossa busca de um cavalo com mais força e mais estrutura que atenda a demanda de mercado nesta direção, direção do Salto e Adestramento. O Cavalo de Hipismo cruzamento das melhores raças Alemãs e Holandesas e Francesas: como Oldenburgo, Holstainer, Hannover, Sela Holandês, Sela Francês, Anglo Árabe e outras.

Cavalo Andaluz Brasileiro ou "Sela Brasileiro” vem em terceiro momento, pois ele é exatamente o cruzamento, a união do que há de melhor nas duas raças iniciais,entre o Cavalo Lusitano e o Cavalo de Hipismo.


Local de Filmagem: Haras Mineral

Ano de produção: 2016

duração aproximada : 50 minutos

APRENDA MAIS SOBRE CAVALOS

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

O Cavalo Crioulo

Agilidade e a resistência fi­zeram do Cavalo Crioulo um dos mais apropriados cavalos
para o manejo do gado bovino e da criação de ovinos em todo o país. Ativo, inteligente, corajoso e bondoso, o cavalo Crioulo vence com grande facilidade qualquer tipo de terreno e, com o passar de sua evolução, tem mostrado uma grande adaptação também às bruscas diferenciações climáticas. Sua criação é simples e barata, sendo que o criador beneficia-se principalmente de sua rusticidade e facilidade de reprodução. Em apenas seis anos é possível a co­mercialização de animais. Atual­mente a raça se espalha por todo o Brasil, com os principais focos no Rio Grande do Sul, São Paulo, Goiás, Norte de Minas Gerais, Pernambuco, Ceará, Acre e Sul do Paraná. Nos últimos anos. a criação tem conseguido bons re­sultados também na Amazônia.
O fato do Crioulo ter sido criado, evoluindo livremente na na­tureza, fez com que o mesmo ad­quirisse certas defesas orgânicas. sendo a raça menos propensa à anemias que se tem conheci­mento. Estas defesas se iniciam logo no seu couro, muito grosso para que moscas e mosquitos pos­sam penetrar.
No relacionamento com o ho­mem, o Crioulo é um cavalo de boa sela, manso, dócil obediente e cômodo. Seu andar é cadenciado e regular em trancas, trotes ou galo­pes. O crioulo não sabe marchar.
O animal deve ser criado em li­berdade. A criação em cocheiras o faz perder suas habilidades natu­rais, deixando-o tímido e até mesmo agressivo. Pode-se ter desde um só animal até uma cria­ção destinada à comercialização, numa proporção de 10 éguas para cada reprodutor.
INSTALAÇOES
Deixe para cada animal um es­paço mínimo de 1 ha. Não é reco­mendável deixar dois machos pró­ximos, mesmo que estejam em pastos vizinhos. Tome este cui­dado, mesmo sem a presença de éguas no cio na área.
Faça um piquete de exercícios para o cavalo, que pode ser um campo ou curral apropriado, com área mínima de 1500 m2• Dentro do piquete construa apenas uma casinha, aberta em dois lados, na qual o animal possa se proteger da chuva e descansar à sombra. Vol­tada para o lado sul deve haver


uma meia parede, até um palmo acima da cernelha do animal, para que ele possa olhar por cima e se proteger dos ventos.
O curral deve ser construído de madeira e ter um compartimento chamado de "tronco de conten­ção", onde a égua fique total­mente presa, para que nela possa ser feito algum curativo, tosa da pelagem, aparação dos cascos e outros tratamentos. O pasto do curral deve ser composto de gramíneas próprias à criação eqüina, tais como: grama-estrela, cort-cross e transval.
ALIMENTAÇÃO
A alimentação do Crioulo é toda à base de feno e alfafa, mas podem ser acrescentados fenos de aveia-preta e de leguminosas. Se os potros forem próprios para ex­posições ou leilões, faça um con­centrado de sua ração com um ba­lanceamento de torta de soja, fa­relo de tr.igo, .rolão. de milho, legumes e sais mmerais.
REPRODUÇÁO
A reprodução dos cavalos Crioulos, tanto reprodutores corno éguas, não deve ocorrer an­tes dos três anos de idade. Cada macho pode cobrir (cruzar) sem problemas, trinta fêmeas por ano. O período de prenhez (gravidez) é de 10 meses e nasce um filhote a cada parto.
O cio das fêmeas se dá todos os anos, pouco antes da primavera, sendo que, nestas épocas, um ve­terinário deve examinar o estado uterino de cada égua, para evitar imperfeições, pois as mesmas acarretariam a possível perda do potro ou da mãe.
O Crioulo faz suas coberturas em campo aberto. Solte-o junto com até 10 éguas no pasto. O ani­mal saberá o momento quando o óvulo da égua descer, libe­rando um cheiro característico. Desse modo, é necessário apenas urna cobertura.
Se o cruzamento for feito em cocheira, cada reprodutor deve fa­zer um mínimo de três coberturas em cada fêmea. Quando o repro­dutor é caro e único, sendo com­provadamente eficiente, deve-se ter alguns cuidados para não ferilo com um possível coice por re­jeição da égua. Imobilize-a amar­rando suas duas patas dianteiras e uma traseira. Use uma maneia (correia apropriada para prender cavalos). Desse modo, ela perrni­tirá a cobertura normalmente.
POTROS
O nascimento dos potros ocorre naturalmente, sem que sejam ne­cessárias intervenções do criador, mas a assistência de um veteri­nário é sempre recomendável. Desmame o potro a partir do 6</ mês de idade, época na qual o leite da fêmea perde os valores nu­tricionais e o potro já pode pastar. Para desmamá-lo, tire-o do campo de visão da mãe. Ao potro deve ser dada, nas primeiras semanas da desmama, uma ração suple­mentar em um cocho.
O potro somente pode ser exer­citado a partir do segundo ano de idade, caso contrário, cria-se uma grande massa muscular sem que exista uma formação óssea ade­quada. A doma deve ser iniciada aos três anos, para tal, existem dois tipos de doma: a rústica e a racional.
A doma rústica é a utilizada por peões gaúchos e consiste em amarrar o cavalo num palanque, montá-lo e deixar que pule o quanto quiser, até amansar. A doma racional é bastante diferente e tomada por três etapas. A primeira é a de aproximação
e tem por finalidade acostumar o animal ao criador e aos homens em geral, tornando-o acessível e dócil. A se­gunda é denominada "doma-de­baixo" e consiste em acostumar o animal à sela, sem que ele sinta cócegas ou a repudie. A terceira e última etapa é a "doma-de-cima", já montado; o animal é orientado a fazer execuções simples com o comando do criador; depois ele deve ser charreteado, ou seja, deve ser acostumado com o passo de uma charrete, respondendo a comandos básicos tais como: "calma", "para" e "siga"
CUIDADOS
O Cnoulo tem poucas doenças e nenhuma lhe é natural e especí­fica. Os cuidados relativos à sua saúde, resumem-se na prevenção da verminose. Para combatê-la aplique vermífugo a cada 90 dias. É importante que o vermífugo seja trocado a cada aplicação, numa proporção de três tipos.
O pêlo das orelhas não deve ser cortado, e de 15 em 15 dias apli­que pomadas ou pós específicas contra carrapatos.

A cauda deve ser cortada sem­pre à altura do joelho. Verifique também se o animal tem travagem (uma espécie de carne que cresce na gengiva, acima dos dentes). Se houver, um veterinário deve furá-­la e cauterizá-la. Uma vez por mês corte os cascos e, se algum animal estiver encocheirado, limpe a renilha.


O CAPIM-BUFFEL

Nascendo onde nenhuma outra forrageira sobreviveria, essa gramínea suporta solos pobres, secas e pisoteios, oferecendo vantagens como forrageira resisten­te ao pisoteio, o capim-
buftel ou capim búfalo adapta-se com facilidade a solos secos de re­giões com períodos de longa estia­gem, principalmente do Norte e Nordeste brasileiro. Supre a ali­mentação do gado - bovinos, ovi­nos, caprinos - em épocas de se­ca, fornecendo alto teor de proteí­na bruta.
Originária da África (Indonésia e lndia) essa gramínea foi introduzida no Brasil, mais precisamente em São Paulo, no começo da década de 50. Porém, só anos mais tarde,
começou a ser experimentada em regiões críticas, onde nenhuma outra forrageira se adaptava. A produtividade do capim-buffel (Cenchrus ciliaris L.) varia de acordo com a região, tipo de cul­tivo e cultivar escolhido; mas em média geral a produção oscila en­tre 6 a 12 t/ha/ano de matéria seca.
CULTIVARES
Para escolher o cultivar deve-se primeiro saber qual será o destino da pastagem. Para alimentação bovina recomenda-se a utilização dos cultivares Biloela e Molopo
Plante os cultivares Americano e Gayndah para as ovelhas e cabras,
e o Molopo e o 8i/oela para o gado
- por apresen­tarem um porte mais
alto, oferecem maior produ­tivi.dade a esses animais. No caso da criação de ovinos ou caprinos os mais aconselháveis são o Gayn­dah e Americano - devido ao pe­queno porte e os caules menos es­pessos facilitam o pastoreio de animais menores.
De maneira geral, o capim­buffel se desenvolve satisfatoria­mente em regiões com precipita­ções pluviométricas entre 350 e 1.200 mm anuais, sendo que os cultivares Biloela e o Molopo têm capacidade de tolerarem uma plu­viosidade mais baixa, sem haver comprometimento mais sério da produtividade.
Ao adquirir as sementes verifique a procedência e se contêm mistura de outras espécies indese­jáveis. Faça também um teste para verificar o poder germinativo de­las, procedendo da seguinte ma­neira: num caixote pequeno (com profundidade de uns 10 em) colo­que areia úmida e semeie 100 se­mentes. Se num período de dez dias pelo menos 20% das sementes germinarem significa que o lote está com um poder germinativo adequado. Quanto maior o poder germinativo, melhor será o apro­veitamento das sementes.
SOLO E CLIMA
O melhor desenvolvimento do capim-buffel se dá em solos leves. Mas em solos argilosos com boa drenagem ele também alcança uma produtividade satisfatória. São propícios ainda os terrenos pedregosos, onde há menor perda de umidade por evaporação. Solos encharcados ou pesados não são indicados.
As chuvas de verão são as mais benéficas para o cultivo, que tam­bém responderá favoravelmente às chuvas de inverno, desde que a temperatura não seja muito baixa. As regiões de clima muito frio e sujeitas a geadas não são reco­mendadas ao capim-buffel,
PLANTIO
A propagação do capim-buffel é feita por meio da semente que necessita de um período de dor­mência de pelo menos seis meses para apresentar um bom índice de germinação. O mais indicado é utilizar as sementes colhidas com 'um ano de antecedência ao plan­tio.
Para se evitar o aparecimento de plantas indesejáveis, prejudi­ciais ao crescimento do capim, o melhor é preparar o solo e fazer o plantio alguns dias depois das pri­meiras chuvas. Assim, as ervas in­vasoras crescendo primeiro pode­rão ser eliminadas antes da germi­nação do capim. Outra prática re­comendada é a semeadura em sul­cos e covas, facilitando a capina, tanto a manual como a mecani­zada.
Além de formar a pastagem se­meando o capirn-buffel em sulcos
(espaçados 1 mal ,20 m uns dos outros) ou em covas, pode-se fazê­la a lanço. É importante que após os primeiros cultivos o agricultor escolha o método que seja mais adequado para as condições de sua propriedade.
Em solos leves recomenda-se que seja feita uma cobertura de 1,5 a 3 em de terra para facilitar o estabelecimento da gramínea. Embora o capim-buffel tenha alta resistência à seca, aconselha-se se­meá-lo quando o solo apresentar boa umidade, garantindo maior germinação. É importante que o pastejo esteja com uma altura de 10 a 15 em no final do período se­co, para que possa depois se recu­perar.
O controle de ervas daninhas pode ser feito de várias formas: manual (uso de enxadas), mecâ­nica (com roçadeira), química (herbicidas específicos indicados por um agrônomo) e também bio­lógica (pastejo asssociado de bovi-
nos e caprinos - este último se ali­menta de plantas arbustivas e er­vas).
Elimine as plantas invasoras al­guns dias após as primeiras chu­vas. O combate às ervas daninhas deve estar terminado antes que elas floresçam e liberem as semen­tes que voltariam a invadir o cul­tivo.
Quanto à adubação, faça-a sob orientação de um técnico, evi­tando assim desperdícios e prejuí­zos. Sabe-se porém que a aplica­ção de adubos, principalmente à base de superfosfato simples, traz bons resultados ao cultivo.

Utilize o capim-buffel para o pastejo direto, ou para produzir feno, colhendo-o aos 35 dias do crescimento. Pode-se também co­lher as sementes para a formação de um novo cultivo. Colha as se­mentes quando o índice de ama­durecimento for de pelo menos 50% e evite que apresentem sinais de umidade.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

criação de tilápias com tucunaré


O problema de crescimento populacional acelerado ocasionado pelas tilápias pode ser resolvido com consórcio, no mesmo tanque de peixes que são seus predadores. O tucunaré, preferido para esse fim, possibilita ainda o crescimento e a engorda dos peixes com tamanho comercial.
tilápia (Oreochromis nilo­ticus) é um dos peixes mais conhecidos da piscicultura brasileira. Originário da África, é tipicamente tropical e, por sua facilidade de manejo, rus­ticidade e resistência às doenças, é preferido nas criações em tanques. Além de todas as facilidades, a ti­lápia é um peixe de reprodução rápida e fácil, chegando mesmo a se transformar em problema para os criadores, pois ocasiona um au­mento populacional desgoverna­do, reduzindo o espaço e cau­sando diminuição no peso médio dos peixes.
Uma das alternativas encontra­das para reter o demasiado cresci­mento populacional das tilápias é a utilização de predadores natu­rais. Estes predadores, como o tu­cunaré, acabam. por resolver o problema de população sem impe­dir o desenvolvimento de ambas as espécies. Com isso tem-se uma criação em conjunto onde apro­veita-se melhor as instalações já construídas.
O tucunaré (Cicha ocellaris) é um peixe carnívoro de clima tropi­cal, originário do Brasil. Muito di­fundido no Norte do país, é o maior entre os de sua espécie, po­dendo atingir pesos superiores a 8kg. Com a criação associada es­se peixe acaba por ter a função de controlar, além do crescimento populacional excessivo, a repro­dução precoce e a produção de ti­lápias anãs. O tucunaré se ali­menta dos peixes pequenos, não alterando o crescimento e en­gorda das tilápias já com tamanho comercial.
O mesmo controle também pode ser feito com outros predadores, como o Black-bass e o trai­rão. Ou através do desbaste perió­dico, feito com pescas seletivas programadas, onde se separam os peixes machos para que terminem seu ciclo de vida (são precoces em relação às fêmeas). Outro pro­cesso utilizado é o cultivo monos­sexo, ou seja, a produção única de tilápias machos resultantes do cru­zamento das espécies tilápia­nilótica e tilápia-de-zanzibar. To­dos, é claro, funcionais mas menos lucrativos, o que aumenta ainda mais as vantagens comerciais com o tucunaré consorciado.
CONSORCIO
O consórcio tilápia-tucunaré é feito em tanques de 400m2 com uma profundidade de 1m. A densidade adotada é de 1 peixe por metro quadrado.
O povoamento dos tanques é feito com tilápias de 14 ou 15g (8,7cm de compri­mento) e com tucunarés de 10 a 13g (9,4cm de comprimento). A quantidade adequada de tilápias para cada tucunaré deve ser ob­servada, pois o equilíbrio depen­derá dessa proporção. A mais indi­cada fica ao redor de 6 tilápias . para cada tucunaré (6: 1 You, no máximo, 9 (9: I).
SISTEMAS
Existem três tipos de criação executados em função deste consorcio. Um deles é a exploração extensiva, ou seja, onde se faz a adaptação da produção de peixes. aos alimentos naturais de sua região de criação.
O segundo é a exploração semi­intensiva, também destinado à produção, e onde os peixes se alimentam de plânctons, resultantes da adubação nos tanques.
O terceiro tipo é chamado de exploração intensiva. Nela são co­locados implementos e suplementações alimentares na forma de ra­ções destinadas à engorda dos peixes.
Para saber qual Q mais indicado para o seu caso analise seus recur­sos naturais e sua disponibilidade de recursos. A piscicultura, lem­bre-se, objetiva não só a multipli­cação, mas também a obtenção de produtos com qualidade.
ADUBAÇÃO
A primeira adubação é feita duas semanas antes da colocação dos peixes nos tanques. Depois é repetida de 15 em 15 dias nos me­ses quentes, ou de mês em mês em épocas frias.
A quantidade mensal de adubo utilizado para tanques de 400m2 é: looglm2 de adubo orgânico (es­terco bovino ou de aves), 3,Ig1m2 de adubo mineral (sendo 60% de superfosfato simples), 35;~ de sul­fato de amônia e 5% de cloreto de potássio. O pH da água dos tanques deve ser mantido entre 7,8 e 8,3.
POVOAMENTO
Com o tanque adubado e de­pois de passado o prazo neces­sário, você pode enchê-lo, respei­tando a quantidade de 1 peixe por metro quadrado, já misturados dentro das proporções entre as espécies (tilápia/ tucunaré).
Quando transferir os peixes para os tanques evite o choque térmico causado pela diferença de temperatura entre as águas que os guardavam. Antes de soltá-los. co­loque-os em sacos plásticos e deixe-os por 15 minutos imersos nos tanques para que as temperaturas se igualem. Se estiverem em latas ou baldes, faça a transferên­cia bem devagar, retirando a água do balde e colocando a do tanque com lentidão.
Seja qual for o seu sistema de criação, a alimentação não varia muito e, nesse caso, é indispensá­vel o fornecimento de comple­mentação, onde são usados sub­produtos agricolas. A ração é com­posta de 25 a 35% de proteína pura em farinha de arroz, trigo, farelo de mamona, torta de babaçu. É fornecida na proporção de 5% do peso vivo de animal nos primei­ros 6 meses, caindo para 3% nos meses finais (terminação). Esta proporção pode ser calculada retirando-se do tanque lO;:' dos peixes. Pese-os e divida o resultado pelo número de peixes colhi­dos, multiplicando em seguida pelo número de peixes existentes no tanque (número de peixes ve­zes 10). Desta maneira você terá uma média de quanto peso-vivo você tem em cada tanque e ficará fácil o cálculo da ração a ser fornecida.
Em 302 dias você pode fazer a despesca, retirando uma produção de acordo com o consórcio tilá­pia/tucunaré utilizado (ver qua­dro). Para o exemplo de nosso tan­que (400m2) a quantidade de 400 peixes é considerada ideal.



Os Jumentos


Os Jumentos são muito cotados, pois através do seu cruzamento com éguas é que se produz burros e mulas, tão necessários no trabalho do campo. Principalmente pelo alto custo de máquinas e combustível.
A criação de jumentos ou je­gues vem-se destacando nos últimos anos que atualmente os criadores estão muito preocupados com o melhoramento das raças, principalmente, diante dos altos preços de mer­cado, na maioria das vezes superiores aos preços de cavalos. Nordeste, por exemplo, os jegues estão tão caros que os agricultores estão optando por bicicletas como meio de transporte.
No Brasil existem quatro raças de asininos, destacando-se os ju­mentos da raça pega ou mineiros, criados principalmente em Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Goiás e alguns Estados do Nordeste; o jumenta paulista ou brasileiro, cria­do no Paraná, São Paulo, Minas e Sul do País; o jumento italiano, criado em Minas, São Paulo, Goiás e Centro-Sul do País; e os jegues nordestinos, cujos maiores plantéis estão nos Estados do Nor­deste e no Norte de Minas.
São duas as finalidades da cria­ção de jegues e jumentos: para produção de burros e mulas - re­sultantes do cruzamento com a é­gua -, que servem para montaria e trabalhos pesados; outra opção é a criação para a obtenção de ju­mentos e jumentas, cujo plantel é baixíssimo no País e, por esse mo­tivo, alcança excelentes preços de mercado. E a grande vantagem decriá-los é que se adaptam bem a climas diversos e não são exigen­tes quanto à alimentação.
Existem crenças a respeito do leite da jumenta, que é considera­do em algumas regiões como re­médio eficaz no combate a certas doenças. É comum o seu uso na alimentação de pessoas fracas e debilitadas e a sua constituição é semelhante à do leite materno, quanto ao teor de cálcio, gordu­ra, açúcar, caseína e fósforo. Nas áreas do sertão nordestino, o leite de jumenta é usado por pessoas com problemas alérgicos e asmáti­cos, principalmente crianças.
Praticamente não existem pes­quisas com jegues e jumentos, a não ser o trabalho dos criadores que vêm selecionando esses ani­mais. Desse modo, a criação é fei­ta de acordo com a experiência de cada um. Se você quer começar a criação, saiba que estará ajudando na preservação da espécie, princi­palmente se optar por criar os je­gues nordestinos, vítimas dos aba­tes indiscriminados por parte dos frigoríficos da região, que comer­cializam a sua carne como se fosse a de cavalos, para a fabricação dos enlatados.
COMECE PELO PASTO
Comece plantando o capim para os animais. Escolha a varie­dade que produz melhor na re­gião, cerque toda a área com ara­me farpado, dividindo-a para a co­locação dos lotes de animais. Faça piquetes para o reprodutor, que deve ficar em local separado e só levado à fêmea para cobertura.
Adquira um bom macho repro­dutor e as fêmeas - éguas ou ju­mentas -, de acordo com o objeti­vo da criação. Solte as fêmeas sol­teiras (sem cria no pé, prenhe ou não) nos pastos. Não é preciso construção alguma no local, a não ser cercas. Coloque o reprodutor em piquete, sempre sozinho.
Assim que forem nascendo as crias, divida-as do seguinte modo: 1) fêmea parida com cria ao pé; 2) fêmeas e machos desmamados até um ano; 3) produtos em cresci­mento - a partir de um ano -, se­parados por sexo (machos a partir de um ano de idade são criados em lotes separados). Para as fê­meas, separe um bom pasto para a maternidade. Construa no local uma cobertura com telhas para proteger a mãe e a cria das chu­vas. No local, coloque um cocho para fornecimento de sais mine­rais à fêmea. Essa construção deve ficar próxima à sede da propriedade, para facilitar o trabalho. A me­lhor água é a corrente, mas na fal­ta desta podem-se usar bebedou­ros.
Crie os animais nos pastos ape­nas com esse tipo de alimento, que é suficiente para atender às exi­gências dos asininos. Num pasto de produção razoável, é possível colocar cerca de seis cabeças por alqueire, ou duas a três cabeças por hectare. Não se esqueça de plantar capineiras (área plantada com capim) para o período da en­tressafra. Complete a alimentação da fêmea parida com cria ao pé, do reprodutor e dos produtos em crescimento com sais minerais.
A gestação da jumenta, quando cruzada com jumento, dura 12 meses (365 dias); do jumento com égua (dando os híbridos burro e mula), 11,5 meses; enquanto a do cavalo com égua dura 11 meses. A idade ideal para a primeira cober­tura é a partir de 2,5 anos, tanto para o macho como para a fêmea. Em boas criações, onde há ali­mentação de boa qualidade, é possível cobrir a fêmea no sétimo dia após a cria, obtendo uma cria por ano. No Nordeste, por exem­plo, onde a criação é feita sem preocupação, o intervalo entre partos é de 18 meses - 12 de ges­tação e seis para a recuperação da fêmea. Mas, naquela região, os je­gues se alimentam de papel, restos de lixo, raízes, sabugo de milho, cascas de arbustos e capim.
A CRIA
A fêmea tem apenas um filhote de cada vez, e este é criado com ela até seis a sete meses, quando então é desmamado (na ocasião, principalmente no dia do desma­me, mãe e filho fazem o maior berreiro por causa da separação; o criador não deve ficar assustado, pois é normal). Nessa época, o melhor é comercializar os machos - já que um pode cobrir até 45 fê­meas - e deixar as fêmeas para aumentar o planteI.
A criação de jegues e jumentos é feita do mesmo modo: ambos têm as mesmas características zootécnicas, pertencem à mesma família e a única diferença é que o jegue é um animal mais rústico e subnutrido, principalmente em função da região onde é criado. O jegue era preferido ao cavalo ou burro, antigamente, por ser mais barato e até por ser um animal sa­grado, que serviu para carregar Je­sus, Maria e José até a estrebaria. Até hoje faz parte do folclore, nos presépios e em festas religiosas do povo nordestino. Costuma-se di­zer que, "quando um jegue rincha na baixa, é sol que racha", mas, "quando rincha no outeiro, é chu­va no terreiro".
Os jumentos raramente adoe­cem. Entretanto, o criador deve fazer vermifugação do plantei a partir dos seis meses e a cada três ou quatro meses, dependendo da região. Além disso, outro cuidado é com a encefalite, a principal doença que afeta a criação. Faça controle preventivo, vacinando o rebanho anualmente, a partir dos seis meses. Faça também um exame anual para verificar se há algum animal com anemia infec­ciosa. Apesar de algumas pessoas afirmarem que há tratamento para a doença, muitos criadores dizem que isso não é possível, só restan­do sacrificar o animalCreated by Readiris, Copyright IRIS 2010
Created by Readiris, Copyright IRIS 2010
Asininos (jumentos e jumentas) quando cruzados com Eqüinos (cavalos e éguas) resultam nos Muares (burro ou mulo e burra, besta ou mula). Todos os muares são estéreis, pois resultam do cruzamento de espécies diferentes. Apenas as mulas em rarissimos casos, podem dar crias. O cruzamento do jumento com a égua resulta, quando macho, no burro ou mulo. Quando fêmea, na burra, mula ou besta. O cruzamen­to do cavalo com a jumenta resulta nos chamados "bardotos ".




terça-feira, 25 de outubro de 2016

COMO CRIAR PACU E TAMBAQUI

COMO CRIAR PACU E TAMBAQUI

O Pacu e o Tambaqui são peixes nativos do Brasil. Das espécies nativas são as mais lucrativas e fáceis de criar, tanto em açudes de terra como em tanque-rede. Saiba como criar o pacu e o tambaqui com excelentes resultados. Neste video-curso você verá como fazer a construção do açude, a ração balanceada e caseira para os peixes, os cuidados com a compra dos alevinos e o povoamento do açude. Tudo isso filmado nas melhores criações do triângulo mineiro. A criação de pacu e tambaqui é uma fonte de lucros adicional na sua propriedade.

Conteúdo:
-Descrição das espécies
-Como fazer o tanque
-Os alevinos
-Como povoar o açude
-Como fazer a ração balanceada e tratar os peixes
-Rendimento em produção de carne.


Como Criar Rãs

Como Criar Rãs

A prática de se criar rã em cativeiro é muito antiga no Brasil, mas o interesse maior aconteceu há pouco mais de dez anos.
 As pesquisas nesta área evoluíram muito e a ranicultura brasileira está em franco desenvolvimento. A tecnologia é viável e as perspectivas do mercado são bem atraentes.
 Veja neste videocurso todas as informações necessárias para implantar uma criação de rãs de forma racional.

Conteúdo:
 Características gerais das rãs
 Sistemas de criação
 Instalações do ranário
 Formação do ranário
 Reprodução
 Alimentação dos girinos
 Alimentação das rãs em engorda
 Doenças
 Abate
 Comercialização

SAIBA MAIS SOBRE A CRIAÇÃO DE RÃS

Criação de Rãs em Estufa

Criação de Rãs em Estufa

Já é possível criar rãs em praticamente todo o país, e com produtividade. Nas regiões mais frias, onde a ranicultura era praticamente inviável, é possível alcançar ótimos resultados. A fórmula nao é nenhum milagre. É a criação de rãs em estufas agrícolas. Nelas, consegue se manter uma temperatura ambiente mais próxima possível da ideal para as rãs.

Conteúdo: Introdução, Aspectos Biológicos da Rã Touro, Aspectos Importantes para Escolha do Local, Manejo Sanitário do Ranário, Principais Indices Zootécnicos e Receitas.

Consultoria: Engº Agrº Ricardo Wirz .

SAIBA MAIS SOBRE A CRIAÇÃO DE RÃS

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

COMO CONSTRUIR ESTUFA

COMO CONSTRUIR ESTUFA PARA HORTI-FRUTICULTURA

Em "Como Construir Estufas para Horticultura e Fruticultura", você verá todos os passos para a construção de sua estufa: escolha do local, irrigação, resistência da estrutura e as técnicas de construção. Tipos de estufa: Londrina, Capela Pampeana, e Arco. No manual que acompanha este DVD, você tem um trabalho completo com orçamento de material e equipamentos necessários.

Conteúdo:
-Fatores importantes para instalações da estufa
-Quanto custa fazer uma estufa
-Estufa modelo Capela
-Colocação de travessas e fixações do filme plástico
-Colocação das cortinas laterais
-Estufa tipo Pampeana e Arco
-Estufa tipo Londrina
-Estufas Pré-fabricadas
-Equipamentos para estufa
-Sistema de irrigação.

APRENDA COMO CONSTRUIR ESTUFAS


Caprinos e ovinos

Coleção Caprinos e Ovinos Deca

KIT CAPRINOS E OVINOS DECA

10 DVD'S

Alimentação e Nutrição de caprinos e Ovinos
Inseminação Artificial em caprinos e Ovinos
Ovino de Corte Dorper e seus Cruzamentos
Criação e Manejo da Raça Santa Inês
Manejo Sanitário de Ovinos
Como Cria Ovinos de Corte Vol. 1
Como Cria Ovinos de Corte Vol. 2
Caprino de Corte - Raça Boer
Sistema Intensivo de produção de Cordeiros
Ovelha a Pasto

Criação de Frango de Corte

Criação de Frango de Corte - Instalações e Manejo

Este vídeo "Criação de Frango de Corte - Instalações e Manejo",  mostra desde os simples até os mais modernos equipamentos e instalações.
 A produção de frango de corte é uma atividade de giro rápido, na qual é possível produzir cerca de seis lotes por ano. Para isso, é preciso adotar um pacote tecnológico e seguí-lo a risca. E é esta a proposta deste vídeo, mostrar o que o produtor deve fazer para obter produtividade com eficiência na criação de frangos.

Conteúdo:
-Instalações
-Alimentação
-Aquecimento
-Ventilação
-Lotação
-Cama de aviário
-A apanha
-Sanidade
-Ração.

SAIBA COMO CRIAR FRANGO DE CORTE

Como Criar Suínos ao Ar Livre

Suínos ao Ar Livre 

A enorme vantagem deste sistema, criação de suinos ao ar livre, sobre as criações confinadas é a ausência de construções, tipo galpões, pocilgas, maternidades, etc. O suíno vive em cabanas simples, ao ar livre, manejado com auxílio de cercas elétricas.A rentabilidade, no entanto, é igual à das criações em confinamento. Neste vídeo-curso você vai saber planejar seu Outdoor ou Plein Air, desde plantéis pequenos, de 12 criadeiras até criações maiores com centenas de porcas matrizes. Em "Como criar Suinos ao Ar Livre", você verá todos os equipamentos necessários, e ainda o planejamento das pastagens com cercas eletrificadas para manejar criadeiras, machos e leitões.

Conteúdo:
-Definição de Out Door ou Plein Air
-As cabanas móveis
-Os bebedouros e a água
-Sombreamento
-Comedouros e alimentação
-Pastagens para suínos
-As cercas eletrificadas
-Produtividade e resultados
-Planejamento da criação

SAIBA COMO CRIAR SUINOS AO AR LIVRE

Criação de suínos em Cama Sobreposta

Criação de suínos em Cama Sobreposta

Em "Criação de Suínos em Cama Sobreposta", você conhecerá um sistema desenvolvido pela Embrapa Suínos e Aves, que trará inúmeros benefícios para sua criação, como menor custo de investimento em instalações, baixo custo de manejo de dejetos, melhor conforto e bem estar animal, o que corresponde a menos estresse. Além disso, menos mão de obra, melhor aproveitamento da área da propriedade e eliminação do mau cheiro tradicional na criação de suínos. Este vídeo-curso ajudará também a decidir qual sistema de criação de suinos será adotado pelo produtor.

Conteúdo:
-Vantagens e Desvantagens da criação em Cama Sobreposta
-Condições para uso do sistema Comparativo: Suíno sobre cama x Suino tradicional (ripado)
-A edificação
-A cama
-Manejo dos animais
-Manejo sanitário.


Parceria: EMBRAPA SUÍNOS E AVES - CONCÓRDIA - SC.

APRENDA COMO CRIAR SUINOS

O melhor do cavalo

Kit Extreme Horse 8

Um curso completo de Treinamento de Rédeas, Doma Racional, Laço em Dupla e Casqueamento e Ferrageamento.  .

Com Preço Especial Para Você!

COLEÇÃO COM 08 TITULOS DE  DVD´s


DVD 1 - Laço em Dupla - Team Hoping  CONSULTOR: Rafael Paoliello
DVD 2 - Treinamento de Rédeas Básico CONSULTOR Nelson Rodrigues
DVD 3 - Treinamento de Rédeas Avançado - CONSULTOR Nelson Rodrigues
DVD 4 - Guia Prático da Doma Iniciação de Potros- CONSULTOR: Paulo Nazário
DVD 5 - Doma Racional de Cavalos - CONSULTOR: Jorge Candido Vieira
DVD 6 - Working Cow Horse - CONSULTOR; Nelson Rodrigues
DVd 7 - Como Fazer Ferraduras- CONSULTOR - Fabio Furquim
DVd 8 - Como Fazer Casqueamento e Ferrageamento - CONSULTOR - Fabio Furquim

Saiba como treinar seu cavalo e a fazer seu manejo

doma de cavalos

Doma - Doma Fácil

A Doma é o momento de maior importância na vida de nossos cavalos, é praticamente o instante deles mudarem de vida, saem da vida de potros no pasto e vão para de cavalos montados. É um mundo totalmente novo, o cavalo vai se relacionar muito mais com os homens do que com seus amigos cavalos e com o agravante dos homens quererem que ele se enquadre numa rotina de trabalho sob uma sela! Portanto, precisamos de muito cuidado para não machucá-los fisicamente ou emocionalmente.
Através deste DVD, você terá a oportunidade de domar seus cavalos com o método mais FÁCIL VISTO ATÉ HOJE. Pegamos três potros no campo, potros já manejados de cabresto pelo tratador e deixamos eles domados em 3 dias. É fácil porque respeitamos totalmente as reações dos cavalos, esperando pelo entendimento deles na guia, se ele não esta entendendo fazemos mais voltas à guia, é "MUITO FÁCIL”. Outro ponto importante é o desempenho deste processo, o cavalo já vem descontraído para o treinamento no esporte!
Com este método se doma qualquer raça de cavalo, independente do temperamento. E não existe violência de qualquer forma, nem estresse.
Só se usa o "cabeção", "guia" e um " chicote", além dos equipamentos normais de sela.
Veja e compare com outros métodos.
E caso tenha um cavalo muito "complicado" leve-o para o Haras Mineral, que o pessoal da um jeito!
Veja um trecho do DVD:

Conteúdo:

No total são 04 discos (mais de 4 horas de duração).
O conteúdo é apresentado na forma de dias de doma.
Foram utilizados 03 cavalos; o Giba, o Gabarito e o cavalo3.
Disco 1
Capítulo 1 – No Haras
Capítulo 2 – 1 Dia de Doma
1 dia cavalo giba
1 dia cavalo gabarito
Disco 2
Cont. Cap. 2 – 1 Dia de Doma
3 dia cavalo 3
Disco 3
Capítulo 3 – 2 Dia de Doma
2 dia cavalo gabarito
2 dia cavalo giba
Disco 4
Capitulo 4 – 3 dia de doma
4 dia cavalo 3
3 dia cavalo giba
3 dia cavalo gabarito


Consultor:

Ito Ricciluca
Treinador
Haras Mineral


Participação especial:

Bruno Ricciluca
Treinador
Haras Mineral

APRENDA COMO FAZER A DOMA RACIONAL

Treinamento de Rédeas

Treinamento de Rédeas com Demetrius Jean Kotrozinis e Marcelo Almeida

Estes dvds mostram de uma maneira didática e prática como preparar seu cavalo para o Potro do Futuro e outras provas, nesses 2 DVD's eles vão revelar técnicas interessantes para o treinamento do seu potro.

CONTEÚDO DOS  DVDS:

- Treinamento potros de 2 anos
- Treinamento potros de 3 anos
      - Guiar nos circulos
      - Flexionamentos e spins
      - Inicio de esbarros
      - Trocas de mão
      - Recuo
      - rollbacks
      - Dicas para competição
     "Bonus : Doma Racional"

PRODUÇÃO: Centro de Treinamento Madalha de Ouro

Doma Racional para Cavalos de Vaquejada

Doma Racional para Cavalos de Vaquejada

Aprenda a fazer a Doma Racional para cavalos de Vaquejada, no sistema de treinamento que  Steve Bezerra utiliza em seu centro de treinamento. As 4 palavras que regem este sistema são: Ensinar, Cobrar, Corrigir e Confirmar.

Veja como são treinados os futuros campeões das pistas de vaquejada!

CONTEÚDO:
Capítulo 1 - Flexionamento:com o potro na baia usando a mão e osidepull, colocando na vida do potro as 4 palavras que regem este sistema de treinamento:ensinar, cobrar, corrigir e confirmar.

Capítulo 2 - Controle no redondel:passo, trote e galope. Controle de velocidade e paradas usando o comando de voz.

Capítulo 3 - Banho de Corda e Banho de Forro

Capítulo 4 - Charreteamento:flexionamento de nuca, controle de corpo, mudança de direção 180º(Roll Back), círculos, esbarro,spine recuo.

Capítulo 5 - Banho de Sela


Capítulo 6 - Montar e desmontar (banho de gente):andar ao passo no redondel, flexionar nuca, controle de corpo, círculos pequenos, círculos grandes, mudança de direção, oito, início do esbarro e recuo.
Duração Aproximada: 3 horas
Dividido em 3 discos
Consultor:
Steve Bezerra
Treinador e Zootecnista
Saloá - Pernambuco

SAIBA COMO FAZER A DOMA DE CAVALOS DE VAQUEJADA

Rédeas para Vaquejada

Treinamento Básico de Rédeas para Vaquejada

O treinamento de rédeas é recomendado a
todo cavalo antes de ser levado para a vaquejada.
Os exercícios mostrados ajudam muito a Steve Bezerra no
seu dia-a-dia no seu centro de treinamento.

CONTEÚDO:

1 - Galopar em círculo na mão certa de 3 formas diferentes
2 - Ladear
3 - Roll back de 2 formas diferentes
4 - Esbarro em 3 posições
5 - Troca de mão de 2 formas
6 - Spin de 3 formas diferentes

Consultoria:

Steve Bezerra
zootecnista e Treinador
Fazenda Brejo
Saloá - PE

APRENDA COMO TREINAR RÉDEAS PARA CAVALOS DE VAQUEJADA

Sistema de Treinamento Vaquejada

Sistema de Treinamento Vaquejada

Aprenda como fazer um treinamento específico para vaquejada, após você ter passado pelos exercicios de rédeas, conseguindo assim o controle do seu cavalo é hora de partir para os treinos de pista. Isto é importante porque você irá preparar seu cavalo na cancela, na corrida e até a faixa de derrubada do boi. Este treinamento faz parte da rotina de Steve Bezerra em seu centro de treinamento com os cavalos de vaquejada. Com ele você vê, você faz!

CONTEÚDO;  


1 - Introdução do potro no gado (trilhar)

2 - Exercícios de cancela

3 - Alinhar o cavalo no boi de ambos os lados

4 - Exercícios de escantear

5 - Definir lado

6 - Ensinar o potro a abrir trocando de mãos com velocidade
para derrubar o boi.

Consultoria:

Steve Bezerra
Zootecnista e Treinador de Cavalos
Saloá - PE

APRENDA TUDO SOBRE A NOVA VAQUEJADA LEGAL

CORREÇÃO DE CAVALOS DE VAQUEJADA

CORREÇÃO DE CAVALOS DE VAQUEJADA

Você aprende com o treinador Steve Bezerra alguns exercícios que servem para a correção de problemas de cavalos de vaquejada.

Este trabalho não é feito só dentro da pista. Você deve voltar um pouco, fazer com que seu cavalo aprenda o princípio mais simples que é "sair da pressão"

1 - Flexionamento
2 - Charreteamento
3 - Caminhar com o cavalo
4 - Trilhar o boi dentro e fora da pista
5 - Alinhar o boi em ambos os lados
6 - Escantear voltando para a porteira

Steve Bezerra
Zootecnista e Treinador
Salóa - PE - Brasil

Aprenda tudo sobre a VAQUEJADA LEGAL

Arreios para Cavalos de Vaquejada

Arreios para Cavalos de Vaquejada

Neste curso em video, Steve Bezerra mostra como utiliza os arreios.  Primeiro na fase inicial da doma  mostrando como  inicia,  flexiona e charreteia os animais e quais os arreios utiliza. Após vem a fase de quando se inicia os flexionamentos na boca e, mostrando também quais são os bridões utilizados.  Depois apresenta os arreios de correção. E por último mostra como gosta de utilizar os freios, o inicio de cada um, o inicio do bocado, cada tipo e como utiliza dentro da vaquejada.

Conteúdo:

1 - Fase de flexionamento
2 - Bridão
3 - Arreios de correção
4 - Fase de freios
5 - Levantadores
6 - Freios fixos
7 - Arreios definitivos
8 - Breques

Consultoria:

Steve Bezerra
Zootecnista e Treinador de Cavalos
Saloá - PE

Tudo sobre a vaquejada legal aqui!

Vaquejada Legal

Coleção Vaquejada Steve Bezerra

VAQUEJADA – Consultor: Treinador Steve Bezerra
Vídeos filmados em Saloá e Garanhuns - PE.
1- DVD - Doma Racional para cavalos de Vaquejada – Com 3 Discos
2- DVD - Treinamento Báscio de Rédeas para Cav Vaquejada – Com 01 Disco
3- DVD - Sistema de Treinamento para cavalos de Vaquejada- Com 01 Disco
4- DVD - Correção de cavalos de Vaquejada – Com 01 Disco
5- DVD  - Arreios para Cavalos de Vaquejada- Com 01 Disco

tudo sobre Vaquejada

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

O cavalo quarto de Milha

Unindo beleza e versatilidade, o cavalo quarto de milha é assim denominado pela sua impressionante invencibilidade nas provas de 402 metros (um quarto de milha). Além de seu desempenho em corridas e provas de rédeas (rodopios, galope, trote em círculos e esbarro), é bastante útil no trabalho diário, para laçar, apartar o gado, separar bezerros e outras funções, desde que seja bem treinado. Seu temperamento dócil facilita esta tarefa. O quarto de milha é um cavalo forte e musculoso, com o corpo bem proporcionado e harmonioso. A partir de um ano e meio ou dois anos, já se pode iniciar a monta. Aos dois anos está preparado para as corridas e aos dois anos e meio para o trabalho no campo. A tonalidade de pelagem mais comum é o alazão, seguido pelo castanho e pelo tordilho. Mais raros e muito procurados são os pretos e o baio amarilho (com crina e rabo brancos). Essa raça atinge em média 1,55m de altura, pesando em torno de 500 quilos. De origem norte-americana, o quarto de milha é um animal rústico, capaz de se adaptar a diferentes tipos de clima. O que irá definir sua utilização - se em competições ou trabalho de campo - é, basicamente, a alimentação, as instalações e o treinamento a que é submetido.
INSTALAÇOES
As instalações podem ser simples, desde que supram as necessidades básicas do animal. A especialização encarece a criação, e irá depender da finalidade com que os cavalos são criados. Para a lida no campo, providencie uma. baia para o garanhão, com o mínimo de conforto e espaço. Construa-a em alvenaria ou madeira, com 4x4m, coberta com telhas de barro e chão de concreto, para facilitar a limpeza e manutenção. Também são necessários cochos para ração, sal e água e uma boa cama de serragem ou feno. Um piquete com área mínima de 250m\ cercados com tábuas de 1,50m de altura deve ser utilizado para os exercícios. As éguas vivem soltas no pasto, que por esta razão é cercado com tábuas de 1,40m de altura. Evite cercas de arame, pois os animais poderão se ferir.
ALIMENTAÇÃO
Para animais cuja criação é voltada para o trabalho no campo, o pasto, desde que bem manejado, é suficiente para alimentá-los. As únicas exceções são as fêmeas gestantes e cavalos excepcionalmente submetidos a esforços extras. Nestes casos é aconselhável o forneci¬mento de uma alimentação suplementar. Animais que despendem maior quantidade de energia, como os cavalos de corrida, também recebem alimentação diferenciada. A ração é um complemento alimentar que pode ser fornecido a potros que já tenham pelo menos um mês de idade. Em geral consiste em milho com soja, feno ou capim picado, sal e outros complementos. É fornecida ao animal duas ou três vezes por dia, de preferência sempre nos mesmos horários. A quantidade, tanto de ração quanto de pasto, irá depender de fatores como a idade do animal e o clima da região. Em climas quentes, por exemplo, a digestão é mais lenta. Portanto, se o cavalo comer em demasia, poderá vir a ter distúrbios digestivos, cólicas e outros problemas. Além do pasto e da ração fazem parte da dieta diária dos cavalos o sal mineral e a água, fornecida à vontade. Eventualmente podem ser adicionadas algumas vitaminas.
REPRODUÇÃO
O quarto de milha pode ser acasalado com éguas de outras raças ou da mesma, dependendo de sua disponibilidade e de seus objetivos. A gestação dura 11 meses e aos 6 vem o desmame. A égua está preparada para uma nova cobertura uma semana após o parto. Durante o período de procriação, porém, é aconselhável separá-la no pasto. Os potros são criados no próprio pasto. As mães têm ótima lactação, principalmente quando alimentadas com ração durante a gestação e amamentação. Realize os cruzamentos de preferência nos meses de primavera e verão, pois o cio é mais produtivo de setembro a março, o que possibilita maior êxito nas coberturas.
CUIDADOS
Devido à sua resistência, o quarto de milha apresenta baixo índice de doenças, principalmente de natureza grave. Para evitar acidentes, não deixe buracos nos pastos e cuide da manutenção das cercas, consertando as que estiverem malfeitas ou pontiagudas. Em criações seletivas é recomendável o acompanhamento de um veterinário especializado, especialmente durante a época de reprodução. Vermífugos devem ser dados pelos menos a cada 60 dias durante toda a vida do animal. A vacinação é dada de acordo com as orientações do veterinário ou pessoa especializada.


segunda-feira, 17 de outubro de 2016

a Garnisé

Os criadores de aves ornamentais utilizam as garnisés para chocarem os ovos de aves de pequeno porte, obtendo com isso cem por cento. 
de nascimentos.De porte pequeno e leve, sendo uma miniatura da galinha comum, a garnisé ou bantans é de raça rústica e resistente, não precisando de 
grandes cuidados. O galo é igualmente pequeno, magro, esbelto e elegante. A graça e esperteza características das galinhas garnisés fazem 
com que elas sejam criadas muitas vezes como ave ornamental, apesar de não serem bonitas. O principal motivo de sua criação é que são 
excelentes amas, consideradas poedeiras razoáveis. Delas aproveita-se também a carne, de ótimo paladar.A qualidade de ama desta raça faz com que muitos criadores de aves ornamentais tenham um plantei de gamisés apenas para chocar os 
ovos de aves de pequeno porte, desaconselháveis para serem colocados junto a galinhas pesadas. Como a garnisé é muito leve, não quebra 
os ovos pequenos, sendo o índice de nascimento bem maior do que quando se usa a chocadeira (100% em geral). 

CRIAÇÃO
 A criação de garnisé pode ser feita em quintais, chácaras, sítios, gaiolas etc. Em espaços maiores as galinhas permanecem à vontade por
grande parte do dia e o resultados são melhores. De qualquer forma, o local deve ser bem ensolarado. Pode-se optar pela construção de um
barracão, no tamanho desejado, dependendo da quantidade de galinhas que se irá criar. Faça paredes com I metro de altura, completando-a
com mais 1,5 a 2 metros de tela. A cobertura poderá ser de telhas de zinco ou palha. Para evitar chuvas e ventos frios, instale cortinas de
plástico, que serão abaixadas apenas nestas condições. O piso deve ser de tijolos rejuntados, recoberto com camada de serragem de
desempenadeira ou sabugo de milho triturado.Outra opção, bem mais interessante para as galinhas, é cercar uma área grande com tela. Neste espaço plante capim - as garnisés adoram
comê-lo além de lhes serem benéficos. Construa um abrigo rústico coberto e com poleiro no fundo de uma parede qualquer. A parede onde
for instalado o po-, leiro deve ser totalmente fechada, para que as aves fiquem protegidas do sol, vento ou chuvas. No mesmo local, reserve
um cantinho e coloque os ninhos para postura, contendo palha no seu interior.Calcule um ninho para quatro fêmeas. Providencie também um lugar coberto para os bebedouros e comedouros.Um outro método de criação, também eficiente, consiste em deixar as garnisés soltas numa área, mas com facilidade de reuni-las quando
necessário. Neste caso, prividencie um galinheiro coberto - com ninhos - para as galinhas se recolherem à noite para dormir. O local deve
ser fechado, de forma que as galinhas fiquem nele na parte da manhã para a postura.Seja qual for o tipo de criação, coloque dez fêmeas para cada macho, se desejar fazer reprodução. Mas poderá usar somente fêmeas se
quiser produzir ovos ou tê-las como ama. Para iniciar o plantei pode-se comprar pintinhos com cerca de 21 dias ou adquirir franguinhas
com 60 a 90 dias.  As aves maiores são a melhor opção, uma vez que já são grandes e vacinadas. Como alimentação, forneça ração para postura desde os 40
dias do nascimento, misturada com parte igual de milho. Coloque também bastante verde, desde verduras diversas (chicória, confrei,
almeirão, serralha e cebolinha) até capim. A água pode ser servida em bebedouro automático ou colocada em vasilhames, sendo trocada
diariamente. Lave as vasilhas pelo menos uma vez por semana. 
POSTURA 
A postura começa por volta dos quatro meses, cerca de 90 a 120 ovos por período. As garnisés produzem bem durante os quatro primeiros
anos de idade, sendo a primeira postura a mais abundante. Nessa época, recolha os ovos diariamente, e faça a marcação da data de postura
na casca e quando tiver 10 a 15 ovos - no máximo - coloque-os para chocar. Providencie para que haja comida e água próximas ao ninho -
em geral as galinhas não gostam de se deslocar grandes distâncias para este fim.Os pintinhos nascem após 21 dias de incubação, devendo ficar com a mãe em local seco, separados das outras galinhas. O importante é a
tranqüilidade da mãe e filhos. Forre o lugar com palha, sabugo de milho triturado ou semelhantes. Deixe próximo às aves, o bebedouro e o
comedouro (ambos colocados bem baixinho, mas de modo que não sejam derrubados). Se quiser, ponha sobre um jornal ração inicial e
quirera de milho, para os pintinhos. Coloque também bastante verde e cebolinha picadinha, além de gema cozida. Caso preferir, os
pintinhos poderão ser colocados em criadeira com aquecimento - mas isso não é necessário porque a mãe consegue cuidar de tudo sozinha.No quinto dia de vida. vacine a ninhada contra New Castle. colocando uma gota de vacina no olho, narina ou na água do bebedouro. Repita
a vacina a cada quatro meses ou no minimo de seis em seis meses. Aos 21 dias, vacine-os contra bouba aviaria, seguindo as instruções do
fabricante. Dê também vermifugos à base de piperazina a cada quatro meses. E duas vezes ao ano, pulverize todo o plantel com produto
contra piolhos e parasitas de aves.Faça desinfecção das instalações e das telas com calou produto semelhante. Esses cuidados certamente evitarão doenças, mas se surgir
algum problema grave, chame o veterinário. 
CRIAÇAO EM GAIOLAS 
Caso você não possua uma área grande, as garnisés poderão ser criadas em gaiolas pequenas ou coletivas. Nas gaiolas pequenas coloque
duas galinhas em cada uma e nas coletivas 20 ou mais.As gaiolas pequenas são as melhores por facilitarem o trabalho, além de melhor aproveitamento da ração e da produção de ovos (de
tamanho um pouco maior). As gaiolas são instaladas em barracões ou galinheiros cobertos, com paredes feitas de cortinas plásticas. Os
bebedouro e comedouro já vêm instalados A postura é feita no piso da gaiola, sendo que os ovos rolam até o anteparo, para depois serem
recolhidos.

Saiba mais sobre Galinha Caipira

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

O Nelore

Nelore - Cria, Recria e Engorda

Em "Nelore - Cria, Recria e Engorda" você aprenderá as técnicas do manejo do gado de corte da raça Nelore.
O Nelore ostenta com muito orgulho a posição de maior rebanho do Brasil em escala comercial.
A busca pela redução dos custos, assim como pela maior eficiência em todas as fases de produção tornou-se o grande desafio da pecuária de corte. A garantia do sucesso do negócio está na nutrição aliada ao potencial genético da raça e ao manejo racional e sustentável.
Você vê, você faz e o lucro aparece!

Conteúdo:
CRIA
-Manejo reprodutivo
-Piquete maternidade
-Parto
-Após o nascimento
-Manejo do recém-nascido
-Identificação
-Carimbação
-Formação de lotes homogêneos
-Crescimento durante o aleitamento
-Produção de leite
-Suplementação nutricional
-Creep-feeding
-Desmame
-Época do ano
-Desmame abrupto
-Estratégias

RECRIA
-Tamanho do lote
-Verminose
-Suplementação protéica
-Acompanhamento

ENGORDA
-Engorda a pasto
-Semi-confinamento
-Confinamento

CONSULTOR
Daniel F. Biluca &ndash Zootecnista - Mestrado em Nutrição Animal.  
Executivo da Conexão Delta G

SAIBA MAIS SOBRE O GADO DE CORTE

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Guia prático de enxertia

Guia prático de enxertia

"Guia Prático de Enxertia", como o próprio título já diz, este é um GUIA PRÁTICO para você aprender a usar a técnica mais adequada de enxertia, na época certa, para a produção de mudas frutíferas, florestais e ornamentais, e que respeitem o padrão da legislação brasileira. Conheça as diferentes técnicas para obter sucesso na enxertia de frutiferas e outras espécies vegetais.

Conteúdo:
-Técnicas de enxertia
-Enxertia
-Garfagem Herbácea
-Enxertia
-Garfagem Lenhosa
-Enxertia
-Borbulha
-Sobreenxertia.

SAIBA FAZER ENXERTIA

Como Produzir Coco Anão Irrigado

Como Produzir Coco Anão Irrigado

A palmeira do coco-da-baía (Cocos nucíferas) é reconhecida hoje como a mais lucrativa do país. É chamada de "árvore da vida" por seus múltiplos usos e finalidades. Podem ser extraídos mais de 200 produtos e subprodutos da raiz, caule, folhas, palmito e frutos. Este vídeo mostra passo-a-passo da produção do coqueiro anão verde para consumo d'água. Um cultivo rentável que possibilita o retorno dos investimentos já nos 3 primeiros anos de produção. Uma excelente alternativa para quem deseja produzir rapidamente um produto cada vez mais procurado no país.

Conteúdo:
Variedades e Híbridos
Como é a Planta
Produtividade e Fenologia
Produção de Mudas
Preparo do Solo e Plantio
Espaçamento
Fertirrigação
Irrigação
Consórcios

SAIBA MAIS SOBRE O CULTIVO DE COCO

Como Produzir Maracujá

Como Produzir Maracujá

Uma das frutas mais consumidas na forma de sorvete, mousses, batidas e doces, além de estar aumentando o consumo interno, outros países também estao conhecendo esta fruta. E o Brasil, que é o maior produtor no mundo, tem tudo para aumentar ainda mais a sua produçao. Além de colocar os frutos no mercado, os produtores estao buscando alternativas para colher mais lucros. Com um equipamento simples, o produtor de maracujá pode processar a polpa na propriedade e transformar sua colheita em um produto de maior valor. Neste vídeo, você acompanha todos os passos necessários para uma boa produçao de maracujá.

Conteúdo: Produçao das mudas Construçao da espaldeira Construçao da latada Adubaçao Conduçao do maracujazeiro Polinizaçao Pragas e doenças Colheita Processamento

Consultoria: Belgo Mineira.

SAIBA MAIS SOBRE O CULTIVO DE FRUTAS

Poda de Árvores Frutíferas

Poda de Árvores Frutíferas

Aprenda neste DVD quais os cuidados na poda de árvores frutíferas, como e quando fazê-la...  A poda de Pêssego, Pêra, Maçã e Caqui.

Conteúdo:
- Porque devemos podar as árvores frutíferas
- Tipos de Poda
- Condução em Taça, guia modificada e espaldeira
- Tipos de ramos que frutificam
- Tipos de poda e condução para Pêssego, Pera, Maça e Caqui

Duração Aproximada: 66 minutos

Consultoria: Engº Agrº e Profº Flavio Zanete - UFPR

SAIBA MAIS SOBRE PODA DE FRUTIFERAS

COMO FAZER SEU POMAR

COMO FAZER SEU POMAR

Neste DVD você vai aprender como escolher uma boa muda e definir o local para implantar o pomar. Vai conhecer as técnicas que antecedem o plantio da muda e saber como distribuir as árvores. O preparo correto da cova e a época certa de plantio ( plantas caducas de inverno e plantas perenes). Mostra, ainda todas as operaçoes de pós-plantio.

Conteúdo: Escolha do local Espécies e variedades adaptadas Práticas premilinares para implantaçao do pomar Distribuiçao das plantas Modo de plantio ( preparo do solo) Preparo da cova Época de plantio Tipo de embalagens das mudas Transplante da muda Operaçao de pós-plantio.

Consultoria: Engº Agrº e Profº Flavio Zanete - Universidade Federal do Paraná - Especializaçao na Univ. de Firenze-Itália - Mestrado na Univ. do Rio Grande do Sul e Doutorado na Univ. de Clermont Ferrand- França.

SAIBA MAIS SOBRE FRUTICULTURA AQUI

Como Produzir Uva de Mesa Irrigada

Como Produzir Uva de Mesa Irrigada 

As técnicas mostradas neste vídeo, permitem que você produza 4.800 caixas por hectare com custos muito baixos se comparados com um faturamento potencial de 40 mil dólares. Sao técnicas comprovadas nas melhores produçoes de uva do semi-árido. Essa regiao representa uma área de 70% do Nordeste Brasileiro. Sao 13% das terras do Brasil. Além de muita área, tem um clima extraordinário que permite produzir 3 safras ao ano de uva de mesa. Sem dúvida, aí está uma boa alternativa de investimento para o empreendedor rural. Confira você mesmo.

Conteúdo: Implantaçao do parreiral Adubaçao de plantio e produçao Tratos culturais Irrigaçao Produtividade e Fenologia Pragas e Doenças Colheita p/ exportaçao Packing House ou Casa de Embalagem Custos e mao-de-obra.

Consultoria: Belgo Mineira.

SAIBA MAIS SOBRE O CULTIVO DE FRUTAS

Como Produzir Morango

Como Produzir Morango

Neste videocurso você verá como muitos agricultores estão aumentando seus lucros através do cultivo de morangos. A lavoura pode ser instalada num pequeno pedaço de terra e pode ter alto rendimento.
 O vídeo mostra como escolher o melhor local na propriedade, o tipo de solo correto; fornece informações desde o tamanho dos canteiros até o plantio das mudas. Gente que entende do assunto fala sobre os tipos de cultivo, o preparo das mudas, a colocação do plástico, a colheita e a comercialização.

Conteúdo:
 Rentabilidade
 Solo e seu preparo
 Máquinas
 Preparo das mudas
 Adubação
 Colocação do plástico
 Tipos de cultivo
 Irrigação
 Colheita

SAIBA MAIS SOBRE O CULTIVO DE FRUTAS

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Quarter Horse

Brought to Brazil in 1955, the Quarter Horse has expanded throughout the country, and soon showed all his versatility, making it the No. 1 on the preference of the Brazilian family, which operates in 21 sports.

On August 15, 1969 was founded the Brazilian Association of Quarter Horse Breeders (ABQM), the White Water Park in Sao Paulo. The organization currently has in its registration (until 08.13.2015) more than 95,700 owners, including 26,900 members who are responsible for more than 474,800 registered breeding the animals, with approximately R $ 9,5bilhões.

His horse farms distributed about 1 million hectares, are valued at over R $ 19.8 billion, which are consumed annually in feed around 336,000 tons, with expenditure of about R $ 370 million.



The workforce employed directly in these herds is also quite significant, providing around 380,000 direct jobs (average of 4 employees for each property), not including veterinarians, agronomists, animal scientists, farriers, training centers, breeding centers, auctioneers, auction houses, carpenters, bricklayers, electricians, carpenters, horse carriers, equipment manufacturers and food industry and veterinary products, among others.

In the last five years the Stud Book ABQM registered more than 110,000 foals. Also in this same period, the race moved at auctions across the country around R $ 1 billion from the sale of approximately 23,000 animals, the overall average of R $ 43,400.

The universe of more than 474,800 Quarter animals spread throughout Brazil, the states that make up the Northeast accounted for 15% of all their squad, with approximately 71,000 animals registered in ABQM. Among the 95,700 owners of race horses, the Northeast accounts for more than 21.2% (20,300 people). And in relation to the total associated ABQM (26,9 mil), the quartistas this region exceed 26.7% (7.1 mil).

VIDEOPAR HORSE