quarta-feira, 31 de julho de 2013

A soja no Brasil



A soja é a cultura agrícola brasileira que mais cresceu nas últimas três décadas e corresponde a 49% da área plantada em grãos do país. O aumento da produtividade está associado aos avanços tecnológicos, ao manejo e eficiência dos produtores. O grão é componente essencial na fabricação de rações animais e com uso crescente na alimentação humana encontra-se em franco crescimento.
Cultivada especialmente nas regiões Centro Oeste e Sul do país, a soja se firmou como um dos produtos mais destacados da agricultura nacional e  na balança comercial.
No cerrado, o cultivo da soja tornou-se possível graças aos resultados obtidos pelas pesquisas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com produtores, industriais e centros privados de pesquisa. Os avanços nessa área possibilitaram também o incremento da produtividade média por hectare, atingindo os maiores índices mundiais.
O cultivo de soja no Brasil se orienta por um padrão ambientalmente responsável, ou seja, com o uso de práticas de agricultura sustentável, como o sistema integração-lavoura-pecuária e a utilização da técnica do plantio direto. São técnicas que permitem o uso intensivo da terra e com menor impacto ambiental, o que reduz a pressão pela abertura de novas áreas e contribui para a preservação do meio ambiente.

fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Saiba mais sobre a cultura da soja

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Geradores do palco da JMJ usam biocombustível produzido a partir de resíduos do óleo de fritura



Os geradores que produzem parte da energia usada no palco principal da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em Copacabana, nos telões ao longo da orla e nos sistemas de som são alimentados por biodiesel. O produto é resultado da transformação de resíduos de óleo de fritura, pelo projeto Bioplanet, em óleo diesel.

Segundo a presidenta do Conselho da Biotechnos, proponente do Bioplanet, Márcia Werle, os 5 mil litros 5 mil litros de biodiesel, que serão usados durante a jornada, impediram que 60 milhões de litros de água fossem contaminados pelo óleo de fritura recolhido na capital fluminense. O biocombustível é produzido na unidade do Rioplanet instalada no Polo de Sustentabilidade, em Honório Gurgel, na zona norte da cidade, com a transformação do óleo de fritura. Segundo Marcia Werle, o projeto tem ao todo 40 arranjos produtivos nas cidades-sede da Copa do Mundo e nos principais centros de treinamento.

O óleo de cozinha usado é recolhido por cooperativas de catadores no projeto do Rioplanet que faz a coleta nas comunidades. “É um projeto socioambiental. O recolhimento é feito por essas cooperativas e gera renda para elas. O óleo está saindo do meio ambiente e estamos produzindo biodiesel, que é diferente por ser oriundo de oleaginosas”, disse.

O projeto Rioplanet tem ainda um programa de educação ambiental. Segundo Marta, alunos de várias escolas da rede pública do Rio já visitaram a unidade de produção do biodiesel. “A proposta é ter uma meta de produção de 50 mil litros de biodiesel neste arranjo exclusivamente a partir de óleos residuais”, explicou, acrescentando, que para chegar a esse total precisa trabalhar com 50 mil litros de óleo residual de fritura.

De acordo com a presidente, além evitar a contaminação de 60 milhões de litros de água, a ação vai capturar algo equivalente a 12,6 toneladas de gás carbônico . “Segundo estudos da Universidade de São Paulo, se utilizar 20% de mistura do biodiesel ao óleo diesel tem uma redução de 60% na emissão dos gases poluentes daquele motor. Então o biodiesel usado nesses geradores vai provocar esta redução”, explicou.

Márcia Werle informou que todos os peregrinos inscritos na Jornada receberam a mensagem sobre a utilização do produto e do resultado disso para o meio ambiente. “Todos vão saber que ao precisar descartar o óleo de fritura não devem fazer isso no ralo da pia e que precisam dar um destino correto”, disse. Ela ressaltou que algo em torno de 1,495 bilhão de litros de fritura ainda são descartados no Brasil, ao ano.

fonte : Agencia Brasil

Saiba mais sobre biodiesel

A criação do pirarucu


foto: Embrapa Amazônia Oriental

O pirarucu é um dos maiores peixes de água doce, podendo medir dois metros e pesar até 200 kg. Ele pertence a um grupo de animais muito antigo e resultado de 90 milhões de anos de evolução, por isso é considerado um contemporâneo dos dinossauros. O enorme peixe, que significa no idioma indígena peixe vermelho, vive em águas calmas e lagos inundados, mas também pode ser encontrado em rios de correnteza moderada.

Cientificamente o pirarucu chama-se Arapaima gigas e sua carne deliciosa e muito valorizada o tem tornando presa fácil dos predadores. Hoje ele é caçado indiscriminadamente na Amazônia reduzindo a sua produção e comercialização. Para os pesquisadores da Embrapa Amazônia Oriental a alternativa para reduzir essa pressão e garantir o consumo de sua carne, é criar o pirarucu em cativeiro.

Engorda
Povoamento
• Início: animais de aproximadamente 1,0kg de peso médio
• Sistema de cultivo: viveiros escavados
• Tamanho dos viveiros: Depende de Layout do Produtor
• Densidade de estocagem: 1 peixe a cada 10 m2
• Período de cultivo: 12 a 14 meses
• Peso médio final esperado: 16 a 18 kg
• Alimentação: Ração extrusada com no mínimo 40% PB
• Conversão Alimentar Esperada: 2,0 a 2,5

fontes:

-Embrapa Amazônia Oriental
-Universidade Federal do Amazonas
Faculdade de Ciências Agrárias
Departamento de Ciências Pesqueiras

Saiba mais sobre o pirarucu.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Segredo das formas do favo de mel revelado



A forma hexagonal perfeita das células do favo de mel – que se pensava ser uma façanha incrível dos insetos – agora foi explicada pela mecânica simples.
Os cientistas sempre estiveram maravilhados com a perfeição angular do favo de mel, mas nenhum foi capaz de descrever claramente como ele se forma. Engenheiros do Reino Unido e da China deram um passo a frente, mostrando que as células na verdade começam como círculos, moldados pela forma do corpo de uma abelha, e então o fluxo segue para o padrão hexagonal alguns segundos depois.
“As pessoas sempre especularam como as abelhas formam esses favos de mel”, disse Bhushan Karihaloo, engenheiro da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, e coautor do estudo, citando Galileu Galilei e Johannes Kepler como dois dos luminares mistificados pelo problema. “Houve algumas explicações incríveis, algumas até um pouco bizarras. Algumas pessoas acreditavam que as abelhas tinham uma incrível capacidade de medir ângulos, mas na verdade é muito mais simples”.
Usando um favo de mel cultivado em um centro de pesquisa em Pequim, os pesquisadores foram capazes de afastar cuidadosamente as abelhas e fotografar as colmeias vazias segundos após a formação dos favos, proporcionando a primeira evidência clara de que as células começam naturalmente como círculos. Eles então observaram as abelhas no aquecimento da cera após a formação inicial da célula – um fenômeno identificado em estudos anteriores, mas nunca analisado ​​em detalhes – e descobriram que este é o passo fundamental no formação do hexágono para o favo de mel.
Ao aquecer as células, a cera se torna fundida e flui como lava. Depois disso, as paredes das células naturalmente entram em queda e assumem a forma de um hexágono, como bolhas adjacentes em um banho. Esta é fisicamente a maneira mais simples e estável para os cilindros se fundirem, explica Karihaloo.
A equipe ainda não sabe exatamente como funciona o aquecimento de cada célula, e explorou a mecânica de dois cenários plausíveis: um em que as abelhas concentram o calor só nos pontos das células se tocam (um total de seis pontos por célula), e outro em que as abelhas aquecem a célula inteira de uma vez.
“Minha impressão é de que a natureza tenta minimizar o gasto de energia e, a partir desse ponto de vista, eu acho que o primeiro cenário é o mais provável”, disse Karihaloo. “Mas, por outro lado, do ponto de vista das abelhas, elas podem apenas querer esquentar a célula toda”.
Construindo como abelhas
A equipe calculou a quantidade de tempo que cada cenário deve tomar, e descobriu que as células circulares devem transformar-se em hexágonos dentro de seis segundos se são aquecidas inteiramente, e dentro de 36 segundos se são apenas parcialmente aquecidas. Em seus trabalhos futuros, os pesquisadores esperam que essas limitações de tempo ajudem a avaliar qual o mecanismo que as abelhas usam.
Juergen Tautz, biólogo especialista em abelhas da Alemanha, que não estava envolvido no estudo, não acredita que as abelhas podem direcionar o calor em pontos específicos em uma célula, mas ainda considera este estudo valioso.
“Este trabalho é muito importante no meu ponto de vista, porque não só nos dá um profundo conhecimento sobre os mecanismos que as abelhas conseguem construir células muito precisas, mas também a tecnologia que pode existir nisso”, conta Tautz.
A equipa espera que seus resultados possam permitir a criação um favo de mel artificial tão forte quanto o material natural, o que seria útil no reforço de uma variedade de materiais de construção e estruturais.

Fonte: LiveScience

Saiba como criar abelhas

segunda-feira, 22 de julho de 2013

A criação de caprinos no Brasil


A caprinocultura e a ovinocultura têm se destacado no agronegócio brasileiro. A criação de caprinos, com rebanho estimado em 14 milhões de animais, distribuído em 436 mil estabelecimentos agropecuários, colocou o Brasil em 18º lugar do ranking mundial de exportações.
Grande parte do rebanho caprino encontra-se no Nordeste, com ênfase para Bahia, Pernambuco, Piauí e Ceará. A ovinocultura tem representatividade na região Nordeste e no estado do Rio Grande do Sul.
Carne, pele e lã estão entre os principais produtos. A produção de leite de cabra é de cerca de 21 milhões de litros e envolve, em grande parte, empresas de pequeno porte.

Fonte: MAPA

Veja como criar caprinos

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Há o melhor cavalo para competir na prova de 3 Tambores?


Os cavalos Quarto de Milha, Paint Horse e Appaloosa são os mais reconhecidos nas provas de rédeas, caso da prova dos 3 Tambores. Porém, existe uma corrente progressista e porque não dizer, visionária, que acredita nos cavalos Crioulos.

Porém, há ainda muita desconfiança e descrença por parte dos mais tradicionalistas no direcionamento do Crioulo para a prova de 3 Tambores.  Principalmente porque ver o Crioulo usando uma sela americana e competindo em modalidade western vai contra o tradicionalismo gaúcho. Mas há, também, a visão dos criadores das raças já citadas em acreditar que o Crioulo é um cavalo muito pesado, duro e que serviria apenas para a lida campeira.

Apesar da raça e das divergências, há questões importantes levantadas por especialistas no assunto, na hora de selecionar um cavalo para seguir em treinamento para a prova dos 3 Tambores. Entre elas, selecionamos algumas questões importantes a serem levadas em conta:

.  Não comprar um cavalo que seja melhor que o cavaleiro;
. Fazer check-up veterinário para ter certeza das condições do cavalo;
. A compra deve ser pessoal e nunca por foto ou vídeo;
. Saber quanto pode pagar, para não se empolgar;
. Ter conhecimento sobre como um bom cavalo se comporta – sua atitude;
. Buscar conhecimento com quem entende do assunto;

Sobre o ponto quatro – saber quanto se pode pagar para não haver empolgação – é fundamental alinhar o orçamento com três pontos importantes:

. conformação
. pedigree
. atitude ou inteligência do animal

E, ainda, há uma grande preferência por machos castrados, já que éguas são mais difíceis de treinar e garanhões possuem gênio forte.

Tudo sobre cavalos

terça-feira, 16 de julho de 2013

A Arte de domar cavalos



A Doma é o momento de maior importância na vida de nossos cavalos, é praticamente o instante deles mudarem de vida, saem da vida de potros no pasto e vão para de cavalos montados. É um mundo totalmente novo, o cavalo vai se relacionar muito mais com os homens do que com seus amigos cavalos e com o agravante dos homens quererem que ele se enquadre numa rotina de trabalho sob uma sela!!
Portanto, precisamos de muito cuidado para não machucá-los fisicamente ou emocionalmente.
Para isso usamos este processo da “Doma Fácil” no qual respeitamos todas as dificuldades dos cavalos em se adaptarem a esse mundo novo.
O processo é muito simples: Toda vez que eles se encontram assustados, desconfiados, nós apenas continuamos com eles na guia esperando que eles se adaptem se acostumem com a fase em questão para daí sim passarmos pra próxima fase.
Este ano em setembro próximo completamos no Haras Mineral 41 (quarenta e hum) anos de trabalhos equestres, domando e treinando cavalos de todas as raças de nossa propriedade e de terceiros, estes anos de experiência nos mostrou pouco a pouco que este processo é o mais simples e melhor processo no qual os cavalos se adaptam mais e ao mesmo tempo o que é importantíssimo, ganhamos realmente a sua amizade e parceria, nossos amigos cavalos têm o maior prazer em trabalhar conosco.
Alguns cavaleiros me perguntam se esta doma é para uma determinada raça ou se é para apenas algum esporte equestre. Claro que não, usamos este processo para todas as raças e todos os esportes equestres que pudemos ter contato.
Já trabalhamos com Mangalarga, Mangalarga Marchador, Crioulo, Brasileiro de Hipismo, Andaluz Brasileiro, Lusitano, Quarto de Milha, Árabe, Inglês, etc..
Nos esportes: Adestramento, Salto, CCE, Rédeas, Equitação de Trabalho, Atrelagem e Cavalos de Passeio.
Temos total confiança no processo, posso garantir que obterão um bom amigo com esta Doma.
Estamos as suas ordens sempre para ouvi-los, responder perguntas ou também receber cavalos e/ou cavaleiros que tenham mais dificuldade no processo.

Ito Ricciluca
Haras Mineral
Itapira - SP


sexta-feira, 12 de julho de 2013

Três Tambores


Nesta modalidade, o competidor deve contornar 3 tambores, mantendo um percurso oficial, no menor tempo possível e sem derrubar os tambores. A prova consiste em contornar primeiro o tambor número 1 que fica a direita em 360 graus e após isto se dirigir ao tambor número 2 que fica a esquerda contornando da mesma forma em 360 graus. Logo após, contornar o tambor de número 3 que fica ao centro também em 360 graus e em seguida disparar para a linha de chegada. O competidor que fizer este percurso no menor tempo possível é considerado campeão.
O competidor pode encostar nos tambores sem ser penalizado, no entanto se algum dos tambores cair ele será penalizado com acréscimo de alguns segundos ao seu tempo, esse tempo de penalização pode variar e é definido pela organização de cada prova. O competidor pode ser desclassificado se cair do animal ou cruzar a linha de chegada com alguma parte do corpo de fora do animal. Existe uma medida oficial entre os tambores que é de 27,50 metros entre o 1º e 2º, e de 32 metros entre o 2º e 3º.
Algumas técnicas e treinamentos ajudam cavalo e cavaleiro a se aperfeiçoarem na modalidade adquirindo mais precisão nos movimentos e velocidade para chegar no melhor tempo.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Suínos ao ar livre



A criação de suínos ao ar livre (SISCAL) tem origem na Europa e foi introduzido no Brasil no final da década de 80.  Este sistema é caracterizado por manter os suínos em piquetes com cobertura vegetal, a enorme vantagem deste sistema sobre as criações confinadas é a ausência de construções, tipo galpões, pocilgas, maternidades, etc. O suíno vive em cabanas simples, ao ar livre, manejado com auxílio de cercas elétricas. A rentabilidade, no entanto, é igual à das criações em confinamento.
O sistema se torna viável pois o desempenho das matrizes e das leitegadas apresentam resultados semelhantes ou superiores aos suínos mantidos em confinamento. É também mais econômico, com menores custos de implantação e produção. O que se torna uma ótima opção para suinocultores que desejam iniciar uma criação de suínos e não desejam fazer um investimento inicial muito grande. Para quem já tem sua criação instalada é uma boa alternativa para aumentar a produção.


quinta-feira, 4 de julho de 2013

Conservas Caseiras

Fazer conservas caseiras pode parecer um hábito antiquado nos dias atuais diante de tanta modernidade. No entanto, os enlatados e conservas industrializadas não tem o mesmo sabor e não são preparadas da mesma forma.

O preparo da conserva caseira necessita de um processo para que dê certo.  As conservas de legumes são as mais comuns e mais fáceis de fazer em casa, já as conservas de frutas são um pouquinho mais complicadas, mas nada que assuste apenas alguns detalhes a mais.

Alguns cuidados devem ser observados para produzir uma conserva de qualidade:

Matéria-prima: Deve ser fresca de boa qualidade e tenra, não misturar produtos sadio com doente. Embalagem:  Os vidros e tampas não podem ter defeitos,  usar  borracha nova. Em alguns produtos (chucrute, sucos,  picles) podem ser usados sacos plásticos adequados. Higiene: A matéria-prima, deve ser bem lavada, as instalações e utensílios devem ser adequados, a água deve ser de boa qualidade.  Fechamento dos vidros: Não encher completamente os vidros a pasteurizar. O liquido deve ficar a uns 2 centímetros da boca do vidro. Pasteurização ou Banho-Maria: A temperatura e o tempo de pasteurização são de grande importância no sucesso da conservação. Quando tirar os vidros quentes do banho-maria, não coloca-los em superfícies frias ou correntes de ar frio para evitar que se quebrem. No fundo da panela ou do recipiente,  deve ter um pano ou grade de madeira para evitar a quebra dos vidros.