terça-feira, 22 de janeiro de 2013


Saiba mais sobre ovelhas

Ovelhas "emotions" !

A estranha imagem foi detectada pela primeira vez em 20 animais que pastam em um campo em Melton Mowbray, Leicestershire. Já foram avistados em mais cinco campos, de Perthshire, na Escócia, em Exeter, a 500 quilômetros de distância, em Devon.
Os agricultores, estão coçando a cabeça - se perguntando por que seus rebanhos foram alvejados. Ros Turner, cujas ovelhas foram 'marcadas' em Melton Mowbray, disse: “Passando os motoristas e pedestres tiveram de olhar duas vezes”.
“Eles não podem acreditar no que estão vendo e algumas pessoas me param e perguntam o que está acontecendo”. "É como círculos de cultura - mas em ovelhas.
"Os animais não parecem ter sido afetados de alguma forma. Eles ainda estão pastando e tendo o seu dia-a-dia da forma usual."
E Ellie Stokeld, outro agricultor afetado, do Great Ayton, perto de Middlesbrough, disse: “O símbolo parece bizarro, mas faz uma mudança agradável”. "Você não pode deixar de rir quando você vê as ovelhas no campo, com os rostos sorridentes ao lado."

fonte: The Sun

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013




Laço em Dupla (Team roping) - A diferença entre ser rápido e ser consistente

Confira o DVD de laço pé e o de cabeça


Existem dois tipos diferentes de cabeceiros. Um que não erra, deixa o boi sair bem da barreira, geralmente monta em bons cavalos, erra pouco, dificilmente quebra barreira, confirma as laçadas e constantemente mistura nas provas por cometer poucos erros.
O Segundo estilo é o que joga de longe e se arrisca na barreira, tem muita habilidade com a corda, possivelmente não tem um bom cavalo e aprendeu a usar sua habilidade para inteirar a deficiência de seu cavalo.
 Quando eu comecei a laçar cabeça esses eram os dois grupos que eu poderia me encaixar. Tinha laçadores que saiam pra acertar e laçadores que podiam arremessar de longe, porém se davam mal nas barreiras compridas.
Quando era garoto meu pai treinava cavalos de pé, ele queria os bois laçados nos primeiro 12 metros da pista. Não importava o boi que fosse, era ali que gostaria que eu puxasse o boi, com isso aprendi a laçar rápido.
Porém quando um cliente ia em casa experimentar cavalos de pé, eu tinha que sair para não errar e ajeitar bem o boi para o peseiro. Aquilo foi ótimo pra mim porque me fez sentir os dois estilos.
Se eu erasse para os clientes meu pai me dava uma olhada furiosa que não precisava dizer mais nada, estão eu tentava não errar de jeito nenhum.
Um dos motivos que os cabeceiros do leste (EUA) jogam de longe é porque La as barreiras são curtas nos rodeios onde tem que fazer tempos ao redor de quatro segundos para ganhar alguma coisa
O lodo oeste trás mais laçadores firmes por causa das barreiras serem mais compridas, onde é necessário deixar o boi sair bastante para laçar.
Eu conheço bem esses dois estilos e percebi que muito poucos são excelentes nos dois.
É importante poder mudar o estilo de acordo com a situação. Quando você precisa acertar, use uma laçada menor, chegue perto do boi e deixe seu cavalo trabalhar. Seu cavalo irá ditar você ganhar ou perder.
Para ser rápido, você deve arriscar na barreira, depois aperte o paço e lace onde quer que o boi esteja.  Você não deve depender muito da velocidade do seu cavalo, mas sim controlar seu cavalo para não abrir.
Os dois tipos podem se sagrar campeões. Um é controlado e consistente; o outro é arrisca e é rápido.

Fonte:
Site:  http://www.centrodetreinamentorp.com.br

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Cultivo do Milho
DVD Cultivo do Milho

Apresentação


Atualmente, em todas as regiões brasileiras, existem produtores que já obtiveram rendimentos de milho superiores a 12 t/ha (200 sacos/ha), não sendo raros aqueles que produzem mais do que 14 t/ha. Entretanto, as produtividades médias obtidas por outros agricultores nessas regiões são bem inferiores, demonstrando uma grande diferença entre os sistemas de produção em uso e o potencial de produtividade.

As mudanças que vêm ocorrendo nos sistemas de produção de milho no Brasil comprovam a profissionalização dos produtores. Essas mudanças, associadas ao papel cada vez mais importante de técnicos, consultores e extensionistas da rede pública e especialmente da rede privada além do maior fluxo de informações, são as principais causas para essa profissionalização do setor produtivo. Além disso, várias tecnologias ligadas à cultura foram implementadas ou ainda estão sendo implementadas no agronegócio brasileiro. Dentre elas destacam-se:

(i) a utilização de cultivares de alto potencial genético (híbridos simples e triplos) e de cultivares transgênicas com resistência a lagartas;

(ii) espaçamento reduzido associado à maior densidade de plantio, permitindo melhor controle de plantas daninhas, controle de erosão, melhor aproveitamento de água, luz e nutrientes, além de permitir uma otimização das máquinas plantadoras;

(iii) melhoria na qualidade das sementes que, associada ao tratamento dos grãos, especialmente o tratamento industrial, e máquinas e equipamentos de melhor qualidade, são medidas que têm permitido que as plantas emergidas apresentem maior índice de sobrevivência e melhor desenvolvimento do plantio à colheita, expressando melhor seu potencial genético;

(iv) Controle químico de doenças em regiões com maior severidade e;

(v) Correção do solo baseando-se em dados de análise e levando em consideração o sistema e não a cultura individualmente. Além disso, deve ser enfatizado a utilização de tecnologias como o sistema de plantio direto, integração lavoura-pecuária, agricultura de precisão e melhores técnicas de irrigaçã, que têm permitido uma melhoria do potencial produtivo das lavouras.

A produção de milho no Brasil é caracterizada pelo plantio em duas épocas: primeira safra ou safra de verão e segunda safra ou safrinha. Os plantios de verão são realizados em todos os estados, na época tradicional, durante o período chuvoso, que varia entre fins de agosto, na região Sul, até os meses de outubro/novembro, no Sudeste e Centro-Oeste (no Nordeste, esse período ocorre no início do ano). A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) classifica como segunda safra a safrinha propriamente dita e a safra de inverno plantada em Rondônia, Tocantins e em determinadas regiões da Bahia.

A safrinha refere-se ao milho de sequeiro, plantado extemporaneamente, geralmente de janeiro a março ou abril, quase sempre depois da soja precoce, predominantemente na região Centro-Oeste e nos estados do Paraná, São Paulo e Minas Gerais. Verifica-se nas últimas safras um decréscimo na área plantada no período da primeira safra, mas que tem sido compensado pelo aumento dos plantios na safrinha e no aumento do rendimento agrícola das lavouras de milho. Embora realizados em uma condição desfavorável de clima, os sistemas de produção da safrinha tem sido aprimorados e adaptados a essas condições, o que tem contribuído para elevar os rendimentos das lavouras também nessa época.

A área cultivada com o milho primeira safra 2010/11 foi de 7.837,9 mil hectares, 1,5% maior que a área cultivada na primeira safra 2009/10, que foi de 7.724 mil hectares. Para o milho safrinha foi previsto o cultivo de 5.855,2 mil hectares, 11,1% maior que a área semeada na safra anterior, que foi de 5.269,9 mil hectares.

A área total cultivada com milho, resultante da soma da primeira e segunda safras (safrinha), alcançou 13.693,1 mil hectares, apresentando crescimento de 5,4% em relação à safra anterior. Boa parte desse aumento está relacionada com a recuperação das áreas semeadas nas regiões Norte e Nordeste e o incremento da área semeada na safrinha.A produtividade média daprimeira safra foi de 4.571 kg/ha, 3,6% maior que a safra 2009/10, que alcançou 4.412 kg/ha.Para o milho safrinha, a produtividade esperada é de 3.673 kg/ha. As perdas na produtividade em relação à estimativa inicial foram as seguintes: Paraná, 17,7%; Mato Grosso do Sul, 23,46%; e São Paulo, 8,76%.

Pela ponderação das produtividades das duas safras, a média nacional deve ficar em 4.114 kg/ha, 4,6% menor que a safra anterior, quando alcançou 4.311 kg/ha.

A produção brasileira de milho esperada para a safra 2010/11 passa a ser de 56,33 milhões de toneladas. Ela é resultado de 35,82 milhões de toneladas produzidas na primeira safra e de 20,50 milhões de toneladas esperadas para a segunda safra.

Mais informações sobre estatísticas e sobre a conjuntura econômica relacionada à cultura do milho ao longo do ano podem ser encontradas na página do Centro de Inteligência do Milho - CIMilho .

Esse trabalho discute os principais aspectos técnicos da produção de milho, considerado os resultados mais recentes de pesquisa e oferecendo alternativas para situações particulares, como, por exemplo, sistemas de produtores, técnicos de assistência técnica e extensão rural e de planejamento de informações necessárias à sua tomada de decisão, para situações específicas de cada sistema de produçã, visando ao aumento de sua produtividade e rentabilidade.

Fonte:


Embrapa Milho e Sorgo
Rod. MG 424 KM 45 - Sete Lagoas
Telefone (31) 3027-1100 - Fax (31) 3027-1188
Caixa Postal 285 - CEP 35701-970 Sete Lagoas - MG - Brasil



Cultivo do milho em DVD

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Criação de Codorna DVD sobre codorna


A codorna ou codorniz criada em cativeiro para a produção de ovos e carne é a codorna doméstica, resultado de cruzamento entre espécies selvagens, realizados por japoneses e chineses no início do século. Graças à sua eficiência produtiva — a codorna pode ser abatida aos 45 dias de vida, quando começa a postura de ovos —, ela é criada comercialmente em praticamente todos os países do mundo. Devido a sua alta fertilidade, abundante postura de ovos, aliadas à facilidade de transporte e pouco espaço para confinamento, a codorna foi uma das principais fontes de alimento dos vietnamitas durante a guerra do Vietnã. A codorna doméstica foi trazida para o Brasil por imigrantes italianos e japoneses, e é criada desde a década de 50. Características físicas — Quando adulta, a codorna mede de 11 a 13 em de altura. O macho pesa de 100 a 130 g e a fêmea, de 120 a 160 g. O pescoço é curto, permitindo a rotação quase que completa da cabeça. Não tem crista ou barbilhos, como outras aves de sua família (a galinha, por exemplo). O tronco é arredondado e resistente, sendo mais desenvolvido na fêmea, e o peito é amplo, musculoso e carnudo. As duas patas são curtas e bem articuladas. Seu bico é pequeno, pontiagudo e resistente e os ouvidos são protegidos por tufos de penas. A visão da codorna é muito desenvolvida e facilitada pela boa mobilidade do pescoço.
Instalações:
As codornas podem ser criadas em pequenos espaços — como galpões, garagens, quartos não utilizados e até mesmo em apartamentos. Tanto nas criações domésticas, para consumo próprio, quanto nas criações comerciais as aves devem ser confinadas em gaiolas, para racionalizar o trabalho de manejo. A criação de codornas no chão ou em grandes viveiros não é recomendada, pois fica mais sujeita à umidade, que provoca o stress das aves, reduzindo a produção de carne e, principalmente, de ovos. Em criações comerciais. uma sala ou um galpão de alvenaria com 16 m2(4 x 4), com 3m de altura, pode abrigar 2.000 codornas em fase de postura ou engorda.  A luz solar não deve incidir diretamente sobre as gaiolas. Para impedir a entrada de insetos, pássaros e outros animais, é bom proteger as janelas com telas e manter as portas fechadas. Já as gaiolas são encontradas em casas de avicultura e material agrícola, em vários tamanhos, conforme as necessidades do criador. As gaiolas para fêmeas em época de postura medem normalmente 1 m de comprimento e 30 cm de profundidade. divididas em três seções — cada uma delas abrigando de cinco a seis aves. A altura máxima não deve ultrapassar os 16 cm, para impedir o voo das aves e, assim, evitar acidentes. O piso das gaiolas apresenta desnível de 2 a 5 cm, com um prolongamento de 8 em por onde os ovos rolam. A instalação de ninhos é dispensável, já que a codorna bota seus ovos em qualquer ponto do piso da gaiola. Os machos são criados em gaiolas similares às das fêmeas, mas com piso sem inclinação. Para economizar espaço, o criador pode dispor as gaiolas em baterias, que ficam no sentido vertical, presas em suportes de madeira. Alguns criadores utilizam baterias (suportes e gaiolas) totalmente em madeira e sem divisões, com 15 a 20 aves por compartimento. Esse tipo de gaiola é mais indicado para engorda. Comedouros e bebedouros são instalados do lado de fora da gaiola, em lados opostos para que não haja mistura de ração com água. As gaiolas têm uma chapa removível abaixo do piso para a coleta de excrementos. Comportamento — A codorna doméstica é muito sensível à mudança de aviário, a barulho, pessoas estranhas no local de criação e outras alterações. Se assustadas, entram em stress e param de botar ovos por alguns dias. A falta de comida também pode provocar problemas de stress. Quando a ração é insuficiente, as aves começam a se bicar, chegando até mesmo ao canibalismo. Outra providência para evitar o stress é a separação de machos e fêmeas, que devem ficar, se possível, em alas diferentes. A diferença de sexo é notada após o 21 dia de vida da ave, quando acontece a transformação da penugem em penas. Neste momento o macho apresenta o peito mais escuro e uniforme. Já a fêmea tem o peito claro com pintinhas pretas que o deixam carijó. É importante que as mesmas pessoas cuidem das codornas, vestindo o mesmo tipo de roupa com cores suaves.




Oderm: TINAFIFORMES
Famíçia: Tinamidae
Gênero-Espécie: Coturnix coturnix japonica

Aprenda a criar matrizes de codorna


terça-feira, 15 de janeiro de 2013


ENXERTIA DE PLANTAS FRUTÍFERAS

Multiplicação Sexuada X Assexuada

1 - SEXUADA:
- Facilidade;
- Baixo custo.

2 - ASSEXUADA:
- Características desejáveis;
- Uniformidade (Clone);
- Juvenilidade (reduz);

2.1 - MÉTODOS:
Estruturas especiais;
Estaquia;
Enxertia;
Alporquia;
Mergulhia;
Propagação ‘in vitro’

ENXERTIA
Método de multiplicação vegetativa que consiste na junção de partes de plantas de tal maneira que irão unir-se e desenvolver-se formando uma única planta.

PORTA-ENXERTO
Porção inferior da planta enxertada, que vai constituir o sistema radicular.

ENXERTO
Porção superior da planta enxertada, que vai constituir a copa.

Razões para Uso da Enxertia

- Perpetuação de clones que não podem ser facilmente propagados
por outros métodos;
- Obtenção de benefícios do porta-enxerto;
- Mudança de cultivar em plantas adultas;
- Substituição do porta-enxerto.

Autor:
Prof.  Angelo P. Jacomino
ENXERTIA DE PLANTAS FRUTÍFERAS
Fruticultura - LPV 0448 Março/2012
ESALQ - USP

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013


o "Globo Rural" comemora 33 anos com um especial sobre as raças de cavalos marchadores brasileiros. São seis raças formadas no país. A principal característica do cavalo marchador é manter por mais tempo três patas no chão ao andar, diferente de outros cavalos que alternam duas patas no ar e duas no chão. É esse atributo genético, reforçado no adestramento, que confere um cavalgar macio e confortável para o cavaleiro.
O repórter Nélson Araújo visita fazendas históricas nas montanhas de Minas Gerais que serviram de berço para as raças Mangalarga e Mangalarga Marchador. Ainda em Minas, o repórter mostra o menor dos marchadores, o Piquira, um pônei brasileiro, e o Jumento Pêga, pai de mulas e burros de marcha. Em Santa Catarina, ele conhece o cavalo Campeiro das Araucárias e no Rio de Janeiro, o Campolina, cavalo de porte alto e bela pelagem.
E neste ano, o Mangalarga Marchador mineiro virou enredo da escola de samba Beija-Flor. Na quadra da escola, em Nilópolis, a reportagem revela algumas alegorias representando o cavalo e mostra o samba em homenagem ao cavalo, que diz: "Sou mangalarga marchador... um vencedor, meu limite é o céu... eu vim brilhar com a Beija Flor... valente, guerreiro, um amigo fiel!".
Em Portugal, o jornalista André Luiz Azevedo visita a Coudelaria Alter Real, em Alter do Chão, um local de criação e treinamento de cavalos que existe desde o começo do século XVII. De lá, Dom João VI trouxe garanhões e éguas que, no cruzamento com animais que já existiam no Brasil, se tornaram formadores de algumas raças marchadoras.

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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Muito cuidado com a alimentação das vacas leiteiras.


Um caso de intoxicação alimentar por excesso de milho verde consumido por animais foi registrado na manhã desta terça (01), em uma propriedade rural na Linha Ajuricaba, interior de Marechal Cândido Rondon.
Segundo informações do agricultor Pedro Regelmeier, no último dia 31, cerca de dezesseis vacas e quatro novilhas teriam arrebentado um cerca elétrica e fugido para uma plantação de milho, onde acabaram ingerindo grande quantidade de milho verde.
Na manhã de ontem (01), algumas vacas começaram a passar mal. Um médico veterinário examinou e medicou o rebanho. No entanto, seis vacas, das quais cinco estão prenhas, teriam ingerido uma quantidade maior de milho, ocasionando a fermentação do mesmo e a intoxicação por conseqüência.
Das seis vacas intoxicadas, quatro já morreram até a manhã desta quarta-feira e as outras duas estão condenadas também.
O agricultor estima um prejuízo em torno de 20 mil reais

Fonte: AquiAgora.net

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