quinta-feira, 21 de novembro de 2013

A Helicoverpa armigera


Por que essa praga é tão preocupante para os produtores?

A Helicoverpa armigera apresenta cinco características importantes:
• alto grau de polifagia, atacando várias espécies de interesse econômico, mas também hospedeiros selvagens;
• alta capacidade de dispersão dos indivíduos voadores (mariposas);
• alto potencial biótico, ou seja, elevada capacidade de reprodução e sobrevivência;
• potencial de desenvolvimento de resistência a inseticidas;
• plasticidade ecológica, ou seja, alta capacidade de adaptação a diferentes ambientes, climas e sistemas de cultivo.

Quais culturas podem ser atacadas pela lagarta?

Existem relatos de mais de cem espécies de plantas que podem ser hospedeiras e atacadas pela Helicoverpa armigera, inclusive culturas comerciais, como feijão, soja, algodão, milho e tomate.

Quais regiões foram realmente atacadas pela Helicoverpa armigera?

Os relatos recebidos tratam do Oeste Baiano e coletas foram realizadas nas regiões de Planaltina/DF, Londrina/PR e Mato Grosso. Mais levantamentos estão sendo realizados para caracterizar a extensão da situação.

Já existem dados sobre o prejuízo causado pela lagarta?

É preciso uma validação dentro de estudos econômicos para mensurar o prejuízo causado pela lagarta. Apesar disso, sabe-se que é um problema muito sério que afetou produtores de vários segmentos. A Helicoverpa armigera atingiu principalmente produtores de algodão que possuem um sistema de produção muito bem estabelecido. A literatura descreve relatos de grandes prejuízos, de cerca de bilhões de dólares por ano, decorrentes de problemas com a praga.

Existem inimigos naturais para a Helicoverpa armigera no Brasil?

Até o momento, não foram identificados em campo no País. Entretanto, segundo a literatura mundial, existem sim inimigos naturais associados a outras espécies do gênero Helicoverpa.

Fonte: Ministério da Agricultura


Saiba mais sobre a cultura da soja no Brasil

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Tanque-rede para Criar Peixes



Os chineses, sempre sábios e muito comerciantes, já faziam tanques com redes para criar peixes no delta do rio Amarelo, há 750 anos.
Americanos vieram depois. Nos anos 1970, imitaram os chineses e adotaram o sistema.
No Brasil, por essa época, começaram os investimentos das grandes hidrelétricas e a oferta das enormes águas represadas atraiu os piscicultores. Proprietários de lagos e açudes particulares vieram atrás.
O sistema é super-intensivo. O máximo de peixes, num mínimo de espaço. Ração concentrada especial, três vezes ao dia. As gaiolas com estrutura de alumínio, sustentadas por aquelas visíveis bóias amarelas, exigência da Marinha. Até onde é vantajoso criar peixe assim?
Um especialista no assunto, o engenheiro de pesca Luis Barreto resume a questão:
“- A indústria, hoje, fornece as gaiolas instaladas com um investimento até 60 por cento menor do que fazer tanques escavados na terra. Alimentar os peixes, com o tratador passando de barco, recolher, repicar, enfim tudo é muito mais simples. O terreno da propriedade fica liberado para outras atividades.”
Em terra, apenas um pequeno apoio: o galpão, pequeno, e uma moradia do tratador, sem ocupar nada mais do terreno, a não ser o acesso para o trapiche.
O piscicultor que pretende entrar no ramo, pode iniciar com um projeto pequeno: por exemplo, 100 gaiolas, de tamanho 2x2m, e 1m70cm de profundidade.
O peixe certo, e de valor garantido, é a tilápia, que chega a 800 gramas de peso em 5 meses.
Com ração especial de piscicultura, a tilápia faz uma conversão alimentar de 1,6 a 1,8, garantindo uma terminação rápida. No final, é só rebocar a gaiola até o trapiche, para recolher  e encaminhar os peixes para venda, seja em vivo, ou em caminhão baú térmico, para o peixe destinado ao consumo.
A lotação de peixes para engorda, no tanque, varia desde 200 unidades por metro cúbico, até um valor 50% maior. Isso tudo depende da condições da água, da temperatura, do manejo, do alimento. Assim, num tanque padrão, com 6 m3 de água, criam-se, no mínimo, 1200 peixes, ou seja, em torno de uma tonelada de peso vivo em 5 meses.
Luis Barreto, com sua experiência no assunto, conclui:
“- o alevino (filhote) é a semente de todo o processo. Por isso, o engordador de peixe, pensando no lucro, não pode esquecer a qualidade genética. Ao povoar os tanques, vá buscar alevinos onde há a melhor raça e variedade. Isso lhe garante peixes de crescimento rápido, com menor consumo de alimento, que suportam populações bem adensadas e têm maior rendimento em filé. O que conta para o comprador de hoje.”.

Tanque-rede de Pequeno Volume. Bom investimento. Retorno rápido de capital. Para a moderna piscicultura brasileira.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Como criar tilápias

Cinco toneladas de peixe num espaço como um campo de futebol.
Filés da moda, carne magra, valorizada nas bandejas dos supermercados.
A tilápia é um peixe facílimo de criar e pesa 800 gramas com um ano de vida, o tamanho ideal para venda. Sua comida básica é a ração, que se compra ou se fabrica em casa.
Sendo um peixe vegetariano, o manto verde das algas que costumam existir no açude serve também de “pasto” para os peixes. Há sistemas que não usam ração. Apenas o chamado “plâncton”, a população de algas microscópicas que fazem o manto verde da água.

Pequenos segredos são importantes para o sucesso. Assim:
1) Calcular exatamente o tamanho dos tanques, para reprodução, para filhotes e para engorde.
2) Fazer as pequeninas fêmeas recém-nascidas virarem machos. Isso se chama reversão sexual e é fundamental, pois somente os machos são grandes. A miudeza das fêmeas não interessa comercialmente.
3) Conhecer pelo menos algumas boas fórmulas de ração. Com a receita, prepara-se a comida dos peixes em casa, o que barateia tudo.
4) Conhecer uma segunda opção de criar. Ou seja, sem ração. Somente com algas. Para isso, é preciso saber como incrementar a formação dessa “massa verde” nos tanques.
5) Calcular exatamente o número de machos e fêmeas para a dimensão dos tanques.
Os rendimentos tirados no sistema podem variar bastante, dependendo do conjunto de técnicas que o piscicultor vai usar.

Mas, nada é complicado.
A tilápia é milenar. Peixe de Cleópatra, a rainha do Egito, que se mantinha esbelta e linda com a pesca que seus súditos traziam do rio Nilo.
Rústica, adaptada ao Brasil, é o peixe recomentado para dietas equilibradas.

Podemos lucrar bastante com isso.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013



Nosso país é o paraíso dos carneiros.
Seja no frio do Sul, na seca do Nordeste, no calor do Trópico, por toda parte há lugar para se criar ovinos.
Costuma-se dividir as raças em duas categorias

1) Para lã: aqueles carneiros fofinhos, macios, com cara de agasalho vivo.
2) Para carne: o animal da moda. Coqueluche dos gourmets. Carne especial.

Mas, como toda raça de criatório, as ovelhas podem ser cruzadas.
Quando o foco é comercial, para volta mais rápida do dinheiro gasto, a inteligência dos criadores inventou o que se chama “Cruzamento Industrial”.
Na internet brasileira pode-se saber tudo sobre ovinocultura e sobre as melhores raças de ovelhas para o Brasil. Neste artigo, vamos comentar sobre ovinos para carne.
O Dorper veio da África do Sul, onde é sucesso absoluto para carne. Com menos de 4 meses, os cordeiros passam de 36 kg. As mães costumam ter 2 a 3 filhotes por parto e podem parir 3 vezes em 2 anos. Uma raça de pouca lã, que costuma cair no verão, evitando o custo de tosquia. Muito mansa e fácil de lidar. O Dorper se adaptou de norte a sul do Brasil.
O Texel é da Holanda, nascido na Ilha de Texel. A ênfase da raça está nos cordeiros com carne magra de superior qualidade. Fêmeas costumam parir 2 crias por vez.
Tem a cara larga, curta e de nariz preto. Cara e pernas brancas, nuas, sem lã. O pelego pode pesar mais de 5 kg, com lã de comprimento médio.
Excelente para cruzamentos e melhoria racial (ver mais....       ).
Suffolk é uma raça inglesa. Produz carne de alta qualidade.
Chamada de “Cara Negra”, tanto a cara quanto as pernas são pretas e sem lã. Rústica, vai bem a campo. Os cordeiros chegam a ganhar 450 gr de peso vivo/dia.
Ótima para cruzar com outras raças, na produção de cordeiros para abate.
Santa Inês. Raça brasileira que pegou fama.
Vem do Nordeste, mas hoje está espalhada por todo o Brasil. É uma ovelha deslanada, com incrível adaptação à realidade brasileira, e muito usada nos cruzamentos com as raças de fora.
Vai bem a pasto, ou nos sistemas confinado ou misto (parte preso, e parte solto).
Diferente das outras raças, as fêmeas Santa Inês não têm “cio estacional”. Ao contrário, estão prontas para o macho em qualquer época do ano.
O cruzamento industrial permite aliar toda a rusticidade e facilidade de criar do Santa Inês, com o potencial de carne superior das raças importadas, seja o Texel, Suffolk, Ile-de-France, etc.

Ovinocultura é um assunto inesgotável.
Com a divulgação através da internet, o interesse pelo assunto só fez aumentar.
Há muita informação disponível, confiável, em língua portuguesa, para quem tiver interesse maior sobre o assunto.
Voltaremos a falar sobre ovelhas brevemente, aqui no blog.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Como produzir ovos caipiras



FRANGO FELIZ


Os termos "Frango Feliz" e "Frango de Pasto" serão utilizados para caracterizar a maneira tradicional de criação de aves no meio rural, sendo diferente do modo como se criam frangos comerciais de granja. O sistema de criação a pasto é também chamado de sistema caipira, alternativo, semi-confinado, semi-intensivo, de parques, ecológico, natural, colonial, etc. ou seja, um frango que tem muito espaço para tomar sol, correr, bater asas, ciscar, enfim um frango feliz. O sistema pode ser aplicado às pequenas e médias propriedades rurais para a produção diferenciada de carne e ovos de excelente qualidade.


MATERIAIS GENÉTICOS:

Existem no mercado brasileiro alguns materiais genéticos apropriados para a criação do "Frango Feliz" ou "de Pasto": "Paraíso Pedrês" "Itatiba, SP.; "Frango Colonial Querência" - EMBRAPA, Concordia, SC.; "Pescoço Pelado" Label Rouge" " Porto Feliz, SP., entre outros. O Departamento de Genética da ESALQ vem desenvolvendo quatro linhagens para o sistema de pasto: "Caipirão da ESALQ", "Caipirinha da ESALQ", "7 P" e "Carijó Barbada"; O Caipirão apresenta um crescimento rápido, sendo uma mistura de materiais genéticos diversos, apresentando uma grande variação de plumagens. O "Caipirinha da ESALQ" vem sendo selecionado para crescimento lento e produção de ovos, a plumagem é bem heterogênea com topete, tem finalidade de substituir, aos poucos, as galinhas caipiras do sitiante tradicional, o caipirinha também tem a finalidade de atender a legislação (crescimento lento, mínimo de 85 dias). A linhagem "Sete P" (Pinto Preto Pesado de Pasto, Pescoço Pelado de Piracicaba, nome dado em homenagem à galinha PPPP "Pescoço Pelado Preta de Piracicaba, selecionada na década de 1940 por Torres e Graner na ESALQ), apresenta crescimento rápido e uniformidade de plumagem preta e pescoço pelado. A linhagem "Carijó Barbada" também vem sendo selecionada para crescimento lento e produção de ovos, a plumagem é do tipo barrada com presença de barba.


Adotando este sistema de criação você já estará empregando uma tecnologia que vai ser obrigatória muito em breve. Desde janeiro de 2012, a União Europeia proibiu o confinamento de poedeiras em baterias de gaiolas.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Como Criar Frango Caipira Colonial



Os frangos de corte Embrapa 041 são o resultantes do cruzamento entre raças de galinha de corte e mistas e enquadram-se no que recomenda o ofício circular do DOI/DIPOA número     07/99, sobre o registro de produto Frango Caipira ou Colonial e também na portaria 505 de 16/10/98 do D.O.U. sobre as normas da produção agroecológica/orgânica. Os frangos apresentam plumagem avermelhada (Foto), sendo que as fêmeas têm coloração mais clara. Apresentam crescimento mais lento, carne mais consistente, com menos gordura, do que os frangos industriais, devendo ser alimentados com ração balanceada (isenta de aditivos e promotores de crescimento) à vontade, até 28 dias de idade.
Após essa idade, a ração deve ser complementada com alimentos alternativos, principalmente pastagens e sobras de hortaliças e frutas, o que auxilia na pigmentação da pele e na diferenciação do sabor da carne, proporcionando o sabor característico de ave colonial.
Alojar os pintos de um dia em aviários pinteiros, isolados das demais criações, contendo cama nova (de boa qualidade cobrindo uniformemente todo o piso com 7 cm de espessura, podendo ser de maravalha/serragem, palha/capim ou sabugo triturado), aquecedores, bebedouros e comedouros infantis (abastecidos corretamente para evitar desperdícios e contaminações). Um círculo de proteção deverá ser construído ao redor desses equipamentos para facilitar o controle da temperatura no nível dos pintos. Manter a temperatura de 32oC no dia da chegada dos pintos e baixar 1oC por dia até chegar na temperatura ambiente. Fornecer água em abundância, limpa, fresca e isenta de microorganismos. Fornecer ração inicial à vontade.
A produção de frangos coloniais requer um período de, no mínimo, 21 dias entre alojamentos, após a limpeza e desinfecção das instalações e dos equipamentos. As aves devem ser vacinadas no incubatório, contra a doença de Marek. Doenças como Gumboro, Bronquite infecciosa e Newcastle podem ser evitadas através da vacinação aos 10, 35 e 55 dias de idade, com vacina viva. O esquema de vacinação deve atender aos desafios de biossegurança da região em que se localiza a produção e estar em consonância com a orientação do serviço oficial.
A prevenção contra a varíola aviária (bouba aviária) é feita através da vacinação por punção da asa, aos 21 dias de idade, ou via subcutânea, no primeiro dia de vida. Em regiões de alto desafio é recomendado fazer o reforço da vacina contra varíola aviária na quinta semana de idade. O controle de endo e ectoparasitos deve ser realizado com base no monitoramento periódico do lote. O controle da coccidiose pode ser feito pela vacinação das aves no primeiro dia de vida. O controle dos outros endoparasitos e dos ectoparasitos deve ser realizado com base no monitoramento periódico do lote.
O desempenho de campo esperado pelo potencial genético da ave para lotes de frangos criados em regime semi-confinado, com acesso à pastagens após os 28 dias de idade está mostrado na Tabela 1. Para monitorar o peso do lote adquirido, pesar um grupo de aves a cada duas semanas, calcular a média e comparar com os dados da Tabela 1. Separar as aves menores e alimentá-las em separado do grande grupo. Nos casos de desuniformidade do lote, determinar a causa do problema que pode ser parasitismo, superpopulação, calor, frio ou desnutrição.
Os pintos somente deverão ter acesso ao piquete após 28 dias de idade. Nesse caso, a alimentação e a água deverão ser fornecidas dentro do aviário. A partir dessa idade, iniciar o fornecimento de alimentação alternativa, duas vezes ao dia (grãos, capim, hortaliças, frutas, tubérculos) até o limite de 20% do total de alimento consumido no dia. Os outros 80% devem ser obrigatoriamente ração balanceada específica por fase. Alojar 10 aves/m2 no galinheiro e utilizar 5m2/ave nas áreas de piquetes. É interessante fazer o rodízio dos piquetes para evitar que as aves danifiquem a vegetação e para descontaminá-los pela ação dos raios solares durante o vazio de biossegurança. Uma sugestão esquemática para um sistema de produção com 250 frangos é apresentada na Figura 1. Recomenda-se iluminação artificial suplementar apenas na primeira semana de idade.
O arraçoamento deve ser diário, com incrementos semanais, para cada fase de vida da ave. Adquirir a ração de fornecedor idôneo. Quando houver condições, de fabricação de uma boa ração na propriedade, para a fase inicial e para a fase crescimento, uma opção é fabricá-las com aquisição dos respectivos núcleos, como mostra o exemplo de ração de frangos de corte oferecido por Gessulli (1999)*, misturando-se 10% do núcleo de frango de corte caipira/colonial para a fase inicial com 60% de milho moído, mais 30% de farelo de soja 46. Da mesma forma para fabricar a ração recria/crescimento, aquele autor sugere uma mistura de 10% do núcleo de frango de corte para a fase crescimento com 65% de milho moído, mais 25% de farelo de soja 46, mas, em ambos os casos, observar as quantidades e instruções de mistura do fabricante do núcleo. Não utilizar corantes nem subprodutos de origem animal no fabrico das rações.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves

Saiba como criar Frango caipira colonial

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

A Chia


Chia é cultivada comercialmente por sua semente, é um alimento rico em ácidos graxos ômega-3, uma vez que as sementes produzem extraível de 25-30% de óleo, incluindo o ácido α-linolênico (ALA). Do total de gordura, a composição do óleo pode ser de 55%  ω-3, 18%  ω-6 ​​, 6%  ω-9, e 10% de gordura saturada .
Sementes de Chia são geralmente pequenas, com um diâmetro de cerca de 1 mm . Elass são multi-coloridas (marrom, cinza, preto e branco).
A chia é tradicionalmente consumido no México, eo sudoeste dos Estados Unidos, mas não é amplamente conhecido na Europa. Chia (ou Chian ou chien) tem sido quase sempre identificado como Salvia hispanica L. Hoje, a chia é cultivada comercialmente no México,Bolívia, Paraguai, Argentina , Equador , Nicarágua , Austrália e Guatemala . Em 2008, a Austrália foi o maior produtor mundial de chia.
A espécie semelhante, Salvia columbariae ou ouro chia, é usado da mesma forma, mas não é cultivada comercialmente para a alimentação. S

Nutrientes e usos alimentares:

De acordo com o USDA, 28 gramas  de sementes de chia contém 9 gramas de gordura , 5 miligramas de sódio , 11 gramas de fibras dietéticas e 4 gramas de proteína . As sementes também tem de 18% da ingestão diária recomendada de cálcio , 27% ​​de fósforo e 30% de manganês. Embora a pesquisa preliminar indica potencial benefícios para a saúde da dieta, este trabalho continua sendo escassos e inconclusivos.
Em 2009, a União Europeia aprovou sementes de chia como um novo alimento , permitindo que até 5% da matéria total de um produto de pão.
As sementes de Chia pode ser adicionado a outros alimentos como  cereais matinais , barras energéticas , iogurtes , feitos em uma gelatina como substância ou consumidos crus.

Estudos preliminares

Um estudo piloto constatou que 10 semanas a ingestão de 25 gramas por dia de moagem de sementes de chia, em comparação com sementes intactas, produziram níveis mais elevados no sangue de ácido alfa-linolênico e ácido eicosapentaenóico , um ômega-3 de cadeia longa de ácidos graxos considerado bom para o coração.

fonte: Wikipedia

Saiba mais sobre agricultura

A Araucária


Araucária - Bonita e particular que chega a caracterizar as regiões em que nasce. Além de tudo isso suas sementes são consumidas desde tempos remotos, conhecidas por pinhão. Industrialmente os usos mais importantes ficam para a produção de papel e celulose.
0 pinheiro brasileiro ou pinheiro do Paraná pertence família Araucariacea, da ordem das Coniferalis. É uma árvore alta que pode alcançar de 20 a 50m de altura, com 0,50 a 2 m de diâmetro, com casca grossa e resinosa de ate 15 cm. E a mais importante essência florestal na economia madeireira do Sul do Pais, provocando por muito tempo sua exploração indiscriminada desde o inicio do século. Hoje a reposição dessas florestas encontra-se num estágio bem avançado, formando agrupamentos densos em regiões dos Estados do Sul do Brasil, ou em cidades como Campos do Jordão em São Paulo, além do Sul de Minas. Fora o cultivo para exploração da madeira, o pinheiro é plantado em parques e avenidas para ornamentação.
A araucária é uma árvore que depois de decorar as paisagens desafia seus cultivadores a usufruir de todas as suas utilidades.

AJUDANTES NATURAIS
Deixando suas terras desprotegidas e improdutivas você corre um risco maior de ter prejuízos. Plantar árvores vigorosas em terras ainda não aproveitadas por culturas intensivas node servir como um seguro contra erosões, por exemplo. O único trabalho será instalar essas árvores, como a araucária, num começo de plantação. Depois toda ela se manterá por si mesma, inclusive sem dificuldade de propagação. É que esse serviço pode ser leito pelos animais nativos. Dois exemplos são a gralha azul e os esquilos, muito frequentes nas plantações de araucária.
A gralha azul (Cyanocora coerulea Viellot), procurando alimentar-se do pinhão, acaba por carregar e derrubar um ou outro para áreas ensolaradas, onde pode então se desenvolver.

Os esquilos (Tamiasciurus sp) são mais sofisticados. Carregando as pinhas para longe, chegam até, para protegê-las, a enterrá-las. 0 que significa que as sementes foram plantadas, já que os esquilos esquecem uma grande parte delas.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Freios e Bridões para cavalos

Freios e bridões são equipamentos que estão no grupo das embocaduras.
Na história há evidências que esses dispositivos eram feitos de osso, chifre, madeira dura, ou corda.
Pedaços de metal foram utilizados pela primeira vez entre 1300 e 1200 aC.
Originalmente eram feito de bronze.
Hoje, o material mais usado é o aço inoxidável.
No entanto, o cobre, e o aço laminado a frio, também são combinados em alguns para induzir a salivação na boca do cavalo.
Todavia, materiais mais baratos, como o níquel, também são utilizados.
Alguns fabricantes também usam borracha ou plástico misturado com os metais.

Veja aqui modelos de Freios e Bridões e quando e como utilizar.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Como proteger o planeta



Para proteger o nosso planeta, já não basta mais apenas reciclar o seu lixo ou usar com respeito e equilíbrio os recursos naturais. As roupas que você usa podem ser uma nova e boa maneira de salvar a Terra.

Várias grifes já incluíram em suas coleções a chamada onda ecofashion. Nesse segmento, as as roupas produzidas com material reciclável (como a garrafa PET) são o carro-chefe, mas não a única maneira de produzir pensando no bem estar do planeta.

Veja os principais materiais alternativos para entrar na moda sem agredir o meio ambiente:

Algodão orgânico
É cultivado sem o uso de pesticidas, fertilizantes químicos e reguladores do crescimento. Para ser 100% orgânico, no processo de tingimento devem ser usados pigmentos naturais.

Fibra de bambu
Planta de crescimento rápido, o que significa que é altamente renovável. Se reproduz em abundância sem o uso de pesticidas e fertilizantes. Sua fibra é naturalmente antibactericida, biodegradável e extremamente macia. Tem característica termodinâmica, deixa a peça fresca no verão e mais quente no inverno.

Garrafas PET
O plástico reciclado é transformado em fibras que produzem um tecido forte, mas macio. Em geral, elas são combinadas com algodão, que dá um toque ainda mais confortável.

Juta
Com aparência semelhante a do linho, é plantada na região amazônica, sem nenhum impacto ambiental. É preciso apenas água para o seu cultivo, sem a necessidade do uso de agrotóxicos. Além disso é biodegradável.

O TENCEL® é uma fibra de celulose feita a partir da polpa de madeira, um recurso natural e renovável que é retirado de florestas gerenciadas e auto-sustentáveis.Diferentemente das lavouras de algodão, a cultura da polpa requer usos limitados de pesticidas e herbicidas. E as árvores usadas para a polpa produzem sete vezes mais celulose por hectare do que o algodão.

Os fornecedores de polpa para TENCEL® exercem a administração responsável de floresta e são credenciados por associações tais como a Sustainable Forestry Initiative, SFI.

A sinergia entre a natureza e a tecnologia é mais impressioante no processo de fabricação do TENCEL®, através do uso de solvente em "ciclo fechado". Um solvente não-tóxico de óxido de amina dissolve a polpa de madeira em uma solução viscosa que é filtrada e, em seguida, extrudada e lavada para remover o solvente.

Os resíduos são insignificantes - mais de 99,9% do solvente é reciclado. O processo de produção do TENCEL® é, inerentemente, muito mais limpo do que o da viscose, reduzindo significativamente as emissões e consumindo menos energia.

A TENCEL® produz suas fibras satisfazendo as condições rigorosas estabelecidas pelo padrão ISO 14001 de gerenciamento ambiental.

saiba mais sobre ecologia

quarta-feira, 31 de julho de 2013

A soja no Brasil



A soja é a cultura agrícola brasileira que mais cresceu nas últimas três décadas e corresponde a 49% da área plantada em grãos do país. O aumento da produtividade está associado aos avanços tecnológicos, ao manejo e eficiência dos produtores. O grão é componente essencial na fabricação de rações animais e com uso crescente na alimentação humana encontra-se em franco crescimento.
Cultivada especialmente nas regiões Centro Oeste e Sul do país, a soja se firmou como um dos produtos mais destacados da agricultura nacional e  na balança comercial.
No cerrado, o cultivo da soja tornou-se possível graças aos resultados obtidos pelas pesquisas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com produtores, industriais e centros privados de pesquisa. Os avanços nessa área possibilitaram também o incremento da produtividade média por hectare, atingindo os maiores índices mundiais.
O cultivo de soja no Brasil se orienta por um padrão ambientalmente responsável, ou seja, com o uso de práticas de agricultura sustentável, como o sistema integração-lavoura-pecuária e a utilização da técnica do plantio direto. São técnicas que permitem o uso intensivo da terra e com menor impacto ambiental, o que reduz a pressão pela abertura de novas áreas e contribui para a preservação do meio ambiente.

fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Saiba mais sobre a cultura da soja

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Geradores do palco da JMJ usam biocombustível produzido a partir de resíduos do óleo de fritura



Os geradores que produzem parte da energia usada no palco principal da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em Copacabana, nos telões ao longo da orla e nos sistemas de som são alimentados por biodiesel. O produto é resultado da transformação de resíduos de óleo de fritura, pelo projeto Bioplanet, em óleo diesel.

Segundo a presidenta do Conselho da Biotechnos, proponente do Bioplanet, Márcia Werle, os 5 mil litros 5 mil litros de biodiesel, que serão usados durante a jornada, impediram que 60 milhões de litros de água fossem contaminados pelo óleo de fritura recolhido na capital fluminense. O biocombustível é produzido na unidade do Rioplanet instalada no Polo de Sustentabilidade, em Honório Gurgel, na zona norte da cidade, com a transformação do óleo de fritura. Segundo Marcia Werle, o projeto tem ao todo 40 arranjos produtivos nas cidades-sede da Copa do Mundo e nos principais centros de treinamento.

O óleo de cozinha usado é recolhido por cooperativas de catadores no projeto do Rioplanet que faz a coleta nas comunidades. “É um projeto socioambiental. O recolhimento é feito por essas cooperativas e gera renda para elas. O óleo está saindo do meio ambiente e estamos produzindo biodiesel, que é diferente por ser oriundo de oleaginosas”, disse.

O projeto Rioplanet tem ainda um programa de educação ambiental. Segundo Marta, alunos de várias escolas da rede pública do Rio já visitaram a unidade de produção do biodiesel. “A proposta é ter uma meta de produção de 50 mil litros de biodiesel neste arranjo exclusivamente a partir de óleos residuais”, explicou, acrescentando, que para chegar a esse total precisa trabalhar com 50 mil litros de óleo residual de fritura.

De acordo com a presidente, além evitar a contaminação de 60 milhões de litros de água, a ação vai capturar algo equivalente a 12,6 toneladas de gás carbônico . “Segundo estudos da Universidade de São Paulo, se utilizar 20% de mistura do biodiesel ao óleo diesel tem uma redução de 60% na emissão dos gases poluentes daquele motor. Então o biodiesel usado nesses geradores vai provocar esta redução”, explicou.

Márcia Werle informou que todos os peregrinos inscritos na Jornada receberam a mensagem sobre a utilização do produto e do resultado disso para o meio ambiente. “Todos vão saber que ao precisar descartar o óleo de fritura não devem fazer isso no ralo da pia e que precisam dar um destino correto”, disse. Ela ressaltou que algo em torno de 1,495 bilhão de litros de fritura ainda são descartados no Brasil, ao ano.

fonte : Agencia Brasil

Saiba mais sobre biodiesel

A criação do pirarucu


foto: Embrapa Amazônia Oriental

O pirarucu é um dos maiores peixes de água doce, podendo medir dois metros e pesar até 200 kg. Ele pertence a um grupo de animais muito antigo e resultado de 90 milhões de anos de evolução, por isso é considerado um contemporâneo dos dinossauros. O enorme peixe, que significa no idioma indígena peixe vermelho, vive em águas calmas e lagos inundados, mas também pode ser encontrado em rios de correnteza moderada.

Cientificamente o pirarucu chama-se Arapaima gigas e sua carne deliciosa e muito valorizada o tem tornando presa fácil dos predadores. Hoje ele é caçado indiscriminadamente na Amazônia reduzindo a sua produção e comercialização. Para os pesquisadores da Embrapa Amazônia Oriental a alternativa para reduzir essa pressão e garantir o consumo de sua carne, é criar o pirarucu em cativeiro.

Engorda
Povoamento
• Início: animais de aproximadamente 1,0kg de peso médio
• Sistema de cultivo: viveiros escavados
• Tamanho dos viveiros: Depende de Layout do Produtor
• Densidade de estocagem: 1 peixe a cada 10 m2
• Período de cultivo: 12 a 14 meses
• Peso médio final esperado: 16 a 18 kg
• Alimentação: Ração extrusada com no mínimo 40% PB
• Conversão Alimentar Esperada: 2,0 a 2,5

fontes:

-Embrapa Amazônia Oriental
-Universidade Federal do Amazonas
Faculdade de Ciências Agrárias
Departamento de Ciências Pesqueiras

Saiba mais sobre o pirarucu.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Segredo das formas do favo de mel revelado



A forma hexagonal perfeita das células do favo de mel – que se pensava ser uma façanha incrível dos insetos – agora foi explicada pela mecânica simples.
Os cientistas sempre estiveram maravilhados com a perfeição angular do favo de mel, mas nenhum foi capaz de descrever claramente como ele se forma. Engenheiros do Reino Unido e da China deram um passo a frente, mostrando que as células na verdade começam como círculos, moldados pela forma do corpo de uma abelha, e então o fluxo segue para o padrão hexagonal alguns segundos depois.
“As pessoas sempre especularam como as abelhas formam esses favos de mel”, disse Bhushan Karihaloo, engenheiro da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, e coautor do estudo, citando Galileu Galilei e Johannes Kepler como dois dos luminares mistificados pelo problema. “Houve algumas explicações incríveis, algumas até um pouco bizarras. Algumas pessoas acreditavam que as abelhas tinham uma incrível capacidade de medir ângulos, mas na verdade é muito mais simples”.
Usando um favo de mel cultivado em um centro de pesquisa em Pequim, os pesquisadores foram capazes de afastar cuidadosamente as abelhas e fotografar as colmeias vazias segundos após a formação dos favos, proporcionando a primeira evidência clara de que as células começam naturalmente como círculos. Eles então observaram as abelhas no aquecimento da cera após a formação inicial da célula – um fenômeno identificado em estudos anteriores, mas nunca analisado ​​em detalhes – e descobriram que este é o passo fundamental no formação do hexágono para o favo de mel.
Ao aquecer as células, a cera se torna fundida e flui como lava. Depois disso, as paredes das células naturalmente entram em queda e assumem a forma de um hexágono, como bolhas adjacentes em um banho. Esta é fisicamente a maneira mais simples e estável para os cilindros se fundirem, explica Karihaloo.
A equipe ainda não sabe exatamente como funciona o aquecimento de cada célula, e explorou a mecânica de dois cenários plausíveis: um em que as abelhas concentram o calor só nos pontos das células se tocam (um total de seis pontos por célula), e outro em que as abelhas aquecem a célula inteira de uma vez.
“Minha impressão é de que a natureza tenta minimizar o gasto de energia e, a partir desse ponto de vista, eu acho que o primeiro cenário é o mais provável”, disse Karihaloo. “Mas, por outro lado, do ponto de vista das abelhas, elas podem apenas querer esquentar a célula toda”.
Construindo como abelhas
A equipe calculou a quantidade de tempo que cada cenário deve tomar, e descobriu que as células circulares devem transformar-se em hexágonos dentro de seis segundos se são aquecidas inteiramente, e dentro de 36 segundos se são apenas parcialmente aquecidas. Em seus trabalhos futuros, os pesquisadores esperam que essas limitações de tempo ajudem a avaliar qual o mecanismo que as abelhas usam.
Juergen Tautz, biólogo especialista em abelhas da Alemanha, que não estava envolvido no estudo, não acredita que as abelhas podem direcionar o calor em pontos específicos em uma célula, mas ainda considera este estudo valioso.
“Este trabalho é muito importante no meu ponto de vista, porque não só nos dá um profundo conhecimento sobre os mecanismos que as abelhas conseguem construir células muito precisas, mas também a tecnologia que pode existir nisso”, conta Tautz.
A equipa espera que seus resultados possam permitir a criação um favo de mel artificial tão forte quanto o material natural, o que seria útil no reforço de uma variedade de materiais de construção e estruturais.

Fonte: LiveScience

Saiba como criar abelhas

segunda-feira, 22 de julho de 2013

A criação de caprinos no Brasil


A caprinocultura e a ovinocultura têm se destacado no agronegócio brasileiro. A criação de caprinos, com rebanho estimado em 14 milhões de animais, distribuído em 436 mil estabelecimentos agropecuários, colocou o Brasil em 18º lugar do ranking mundial de exportações.
Grande parte do rebanho caprino encontra-se no Nordeste, com ênfase para Bahia, Pernambuco, Piauí e Ceará. A ovinocultura tem representatividade na região Nordeste e no estado do Rio Grande do Sul.
Carne, pele e lã estão entre os principais produtos. A produção de leite de cabra é de cerca de 21 milhões de litros e envolve, em grande parte, empresas de pequeno porte.

Fonte: MAPA

Veja como criar caprinos

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Há o melhor cavalo para competir na prova de 3 Tambores?


Os cavalos Quarto de Milha, Paint Horse e Appaloosa são os mais reconhecidos nas provas de rédeas, caso da prova dos 3 Tambores. Porém, existe uma corrente progressista e porque não dizer, visionária, que acredita nos cavalos Crioulos.

Porém, há ainda muita desconfiança e descrença por parte dos mais tradicionalistas no direcionamento do Crioulo para a prova de 3 Tambores.  Principalmente porque ver o Crioulo usando uma sela americana e competindo em modalidade western vai contra o tradicionalismo gaúcho. Mas há, também, a visão dos criadores das raças já citadas em acreditar que o Crioulo é um cavalo muito pesado, duro e que serviria apenas para a lida campeira.

Apesar da raça e das divergências, há questões importantes levantadas por especialistas no assunto, na hora de selecionar um cavalo para seguir em treinamento para a prova dos 3 Tambores. Entre elas, selecionamos algumas questões importantes a serem levadas em conta:

.  Não comprar um cavalo que seja melhor que o cavaleiro;
. Fazer check-up veterinário para ter certeza das condições do cavalo;
. A compra deve ser pessoal e nunca por foto ou vídeo;
. Saber quanto pode pagar, para não se empolgar;
. Ter conhecimento sobre como um bom cavalo se comporta – sua atitude;
. Buscar conhecimento com quem entende do assunto;

Sobre o ponto quatro – saber quanto se pode pagar para não haver empolgação – é fundamental alinhar o orçamento com três pontos importantes:

. conformação
. pedigree
. atitude ou inteligência do animal

E, ainda, há uma grande preferência por machos castrados, já que éguas são mais difíceis de treinar e garanhões possuem gênio forte.

Tudo sobre cavalos

terça-feira, 16 de julho de 2013

A Arte de domar cavalos



A Doma é o momento de maior importância na vida de nossos cavalos, é praticamente o instante deles mudarem de vida, saem da vida de potros no pasto e vão para de cavalos montados. É um mundo totalmente novo, o cavalo vai se relacionar muito mais com os homens do que com seus amigos cavalos e com o agravante dos homens quererem que ele se enquadre numa rotina de trabalho sob uma sela!!
Portanto, precisamos de muito cuidado para não machucá-los fisicamente ou emocionalmente.
Para isso usamos este processo da “Doma Fácil” no qual respeitamos todas as dificuldades dos cavalos em se adaptarem a esse mundo novo.
O processo é muito simples: Toda vez que eles se encontram assustados, desconfiados, nós apenas continuamos com eles na guia esperando que eles se adaptem se acostumem com a fase em questão para daí sim passarmos pra próxima fase.
Este ano em setembro próximo completamos no Haras Mineral 41 (quarenta e hum) anos de trabalhos equestres, domando e treinando cavalos de todas as raças de nossa propriedade e de terceiros, estes anos de experiência nos mostrou pouco a pouco que este processo é o mais simples e melhor processo no qual os cavalos se adaptam mais e ao mesmo tempo o que é importantíssimo, ganhamos realmente a sua amizade e parceria, nossos amigos cavalos têm o maior prazer em trabalhar conosco.
Alguns cavaleiros me perguntam se esta doma é para uma determinada raça ou se é para apenas algum esporte equestre. Claro que não, usamos este processo para todas as raças e todos os esportes equestres que pudemos ter contato.
Já trabalhamos com Mangalarga, Mangalarga Marchador, Crioulo, Brasileiro de Hipismo, Andaluz Brasileiro, Lusitano, Quarto de Milha, Árabe, Inglês, etc..
Nos esportes: Adestramento, Salto, CCE, Rédeas, Equitação de Trabalho, Atrelagem e Cavalos de Passeio.
Temos total confiança no processo, posso garantir que obterão um bom amigo com esta Doma.
Estamos as suas ordens sempre para ouvi-los, responder perguntas ou também receber cavalos e/ou cavaleiros que tenham mais dificuldade no processo.

Ito Ricciluca
Haras Mineral
Itapira - SP


sexta-feira, 12 de julho de 2013

Três Tambores


Nesta modalidade, o competidor deve contornar 3 tambores, mantendo um percurso oficial, no menor tempo possível e sem derrubar os tambores. A prova consiste em contornar primeiro o tambor número 1 que fica a direita em 360 graus e após isto se dirigir ao tambor número 2 que fica a esquerda contornando da mesma forma em 360 graus. Logo após, contornar o tambor de número 3 que fica ao centro também em 360 graus e em seguida disparar para a linha de chegada. O competidor que fizer este percurso no menor tempo possível é considerado campeão.
O competidor pode encostar nos tambores sem ser penalizado, no entanto se algum dos tambores cair ele será penalizado com acréscimo de alguns segundos ao seu tempo, esse tempo de penalização pode variar e é definido pela organização de cada prova. O competidor pode ser desclassificado se cair do animal ou cruzar a linha de chegada com alguma parte do corpo de fora do animal. Existe uma medida oficial entre os tambores que é de 27,50 metros entre o 1º e 2º, e de 32 metros entre o 2º e 3º.
Algumas técnicas e treinamentos ajudam cavalo e cavaleiro a se aperfeiçoarem na modalidade adquirindo mais precisão nos movimentos e velocidade para chegar no melhor tempo.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Suínos ao ar livre



A criação de suínos ao ar livre (SISCAL) tem origem na Europa e foi introduzido no Brasil no final da década de 80.  Este sistema é caracterizado por manter os suínos em piquetes com cobertura vegetal, a enorme vantagem deste sistema sobre as criações confinadas é a ausência de construções, tipo galpões, pocilgas, maternidades, etc. O suíno vive em cabanas simples, ao ar livre, manejado com auxílio de cercas elétricas. A rentabilidade, no entanto, é igual à das criações em confinamento.
O sistema se torna viável pois o desempenho das matrizes e das leitegadas apresentam resultados semelhantes ou superiores aos suínos mantidos em confinamento. É também mais econômico, com menores custos de implantação e produção. O que se torna uma ótima opção para suinocultores que desejam iniciar uma criação de suínos e não desejam fazer um investimento inicial muito grande. Para quem já tem sua criação instalada é uma boa alternativa para aumentar a produção.


quinta-feira, 4 de julho de 2013

Conservas Caseiras

Fazer conservas caseiras pode parecer um hábito antiquado nos dias atuais diante de tanta modernidade. No entanto, os enlatados e conservas industrializadas não tem o mesmo sabor e não são preparadas da mesma forma.

O preparo da conserva caseira necessita de um processo para que dê certo.  As conservas de legumes são as mais comuns e mais fáceis de fazer em casa, já as conservas de frutas são um pouquinho mais complicadas, mas nada que assuste apenas alguns detalhes a mais.

Alguns cuidados devem ser observados para produzir uma conserva de qualidade:

Matéria-prima: Deve ser fresca de boa qualidade e tenra, não misturar produtos sadio com doente. Embalagem:  Os vidros e tampas não podem ter defeitos,  usar  borracha nova. Em alguns produtos (chucrute, sucos,  picles) podem ser usados sacos plásticos adequados. Higiene: A matéria-prima, deve ser bem lavada, as instalações e utensílios devem ser adequados, a água deve ser de boa qualidade.  Fechamento dos vidros: Não encher completamente os vidros a pasteurizar. O liquido deve ficar a uns 2 centímetros da boca do vidro. Pasteurização ou Banho-Maria: A temperatura e o tempo de pasteurização são de grande importância no sucesso da conservação. Quando tirar os vidros quentes do banho-maria, não coloca-los em superfícies frias ou correntes de ar frio para evitar que se quebrem. No fundo da panela ou do recipiente,  deve ter um pano ou grade de madeira para evitar a quebra dos vidros.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Adestrar cães de guarda

   Escolhidos por seu porte, raça e pelas próprias características hereditárias, os cães de guarda pertencem à chamada elite entre os da espécie. Treinar estes cães é um desafio cuidadoso e que exige muita atenção por parte de qualquer pessoa, já que além do controle total sobre o animal, o treinador deve ter muita autoconfiança e pleno controle de sua vontade.
Os cães preferidos para o serviço de guarda pertencem às raças raça Pastor Alemão, Dobermann, Rottweiller, Fila Brasileiro e Boxer. Por causa de sua inteligência e força aprendem rapidamente as orientações e são muito obedientes.
O treinamento de um cão de guarda apenas estará terminado quando houver a total e perfeita assimilação de obediência, apuração de sentidos e instintos e total controle do cão pelo treinador. Isto tudo leva, geralmente, de 3 a 4 meses em um treino doméstico, porém, estas datas são flexíveis de acordo com o aproveitamento do animal. 

Um correto adestramento faz com que toda capacidade natural do cão seja utilizada com mais eficiência.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Hidroponia

A hidroponia é uma técnica avançada de produção bastante utilizada nos países desenvolvidos. Nela há o cultivo de plantas sem solo, as raízes ficam suspensas e recebem uma solução com os nutrientes para o desenvolvimento da planta.
Além de oferecer um produto de ótima qualidade, com este sistema elimina-se a aração da terra, o feitio de covas para o plantio, as capinas e também a incorporação de adubos no solo. Isso diminui a mão de obra e consequentemente há uma redução no custo de produção. Outra vantagem é a diminuição no gasto com agrotóxicos. Em geral, os preços alcançados com produtos hidropônicos são maiores.

Só para ter uma ideia, em uma hidroestufa de 2m x 20m (40m2), cultivando alface em perfis hidropônicos, é possível a colheita de 640 pés a cada 15 dias. Em termos de culturas, existe um grande mercado em potencial, a alface conquista novos espaços a cada dia, a hortelã, está no mesmo caminho, com restaurantes, indústrias de alimentos e farmacêuticas, sendo compradores em potencial.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Peixes em Tanque Rede

Tanques-rede são estruturas flutuantes, delimitadas por telas de aço, revestida de PVC, como uma gaiola, que permite confinar os peixes no seu interior. Normalmente, essas estruturas são construídas com canos de PVC , vergalhões ou tela de poliéster. Para flutuar utilizam-se galões plásticos ou tubos de PVC de maior diâmetro. A espécie mais utilizada na produção de peixes em tanque-rede é a Tilápia do Nilo. Outra espécie que vem sendo utilizada é o Pacu. Para águas com temperaturas acima de 25 graus e com um bom manejo as tilápias atingem 600 gramas de peso vivo em cinco meses. Já o pacu atinge 800 gramas por volta dos doze meses em média. O retorno do investimento ocorre no período de 30 meses em média, quando se consegue as seguintes produtividades: Tilápia - 120 kg por metro cúbico Pacu - 40 Kg por metro cúbico.

 Saiba mais sobre esse assunto

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Doma

Os cavalos são animais de velocidade e têm um medo inato dos predadores. Eles vão responder a situações inusitadas ou assustadoras fugindo ou com coices. Domar um cavalo envolve o trabalho com o animal para ajudar a suprimir esses instintos e aceitar o contato humano. É um processo demorado, que envolve muita paciência. Qualquer tentativa de pressionar o cavalo e correr o treinamento irá danificar o vínculo de confiança. O trabalho inicial deve ocorrer em uma área de trabalho segura que é grande o suficiente para permitir o cavalo a recuar, se necessário, mas não tão grande a ponto de prejudicar o contato com o manipulador.




quarta-feira, 3 de abril de 2013

Manejo de pastagens


A intensificação das pastagens é sem dúvida a melhor forma de aumentar a produtividade na pecuária de corte.
Longe de ser uma técnica com uma receita única, como aquela que os pecuaristas logo imaginam quando se fala em intensificação de pastagens ( aqueles sistemas com micro piquetes de 1 ou ½ hectare e manejo  ultra Intensivo), o conceito manejo intensivo de pastagens vem sendo preconizado para as  mais diversas situações e com diferentes graus de intensificação de acordo com as características  de cada propriedade pecuária.
Manejo intensivo de pastagens é sim um conceito que visa o máximo aproveitamento das pastagens através de um manejo rotacionado respeitando principalmente  a fisiologia das plantas forrageiras.
 Veja como implantar o sistema desde a escolha da área, estratégias de manejo, infra-estrutura
Exigida... Até as categorias de melhor resposta em sistemas intensivos.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Criação de galinhas caipiras


A criação de galinhas caipiras é uma atividade cujo mercado é muito promissor, uma vez que, comumente, a oferta desse produto é menor do que a demanda. É uma alternativa que tanto pode complementar a renda de um pequeno produtor, como ser um negócio para um grande produtor rural. Sua comercialização pode ser feita de modo direto (produtor-consumidor), ou com no máximo, um intermediário, tornando compensadores e bastante atrativos os preços dos produtos para o produtor.

Tradicionalmente, as criações domésticas de galinha caipira eram feitas nas unidades agrícolas familiares, em forma de exploração extensiva, onde não existiam instalações, prática de reprodução, nutrição e manejos sanitários.

Atualmente a criação de galinha caipira possui um sistema muito prático e conhecido que é o “semi-confinamento” ou “frango feliz”, uma técnica onde os frangos são criados remetendo a maneira antiga de forma extensiva, no entanto, possuem controle quanto aos aspectos sanitários, controle nutricional e de reprodução. Nesta forma de criação existe um aviário que abriga as aves e um piquete onde podem siscar, pastejar e ficar à sombra, ou seja, um sistema onde o conforto animal é respeitado gerando assim carne e ovos de maior qualidade.

Veja o vídeo que indicamos sobre este sistema de criação:

terça-feira, 26 de março de 2013

Apicultura - Um negócio com mercado garantido e crescente



A apicultura é hoje um dos bons negócios existentes, pois o mercado tanto interno quanto externo esta aquecido, e tende a ficar assim por um bom tempo... Não porque desejamos, mas sim porque o Brasil reúne todas as condições para ter uma produção igual ou superior aos maiores produtores mundiais. Temos matas nativas e plantações das mais diversas que podem garantir a produção de mel e outros produtos da melhor qualidade, como por exemplo, a produção de mel orgânico.


Uma colméia de abelhas apis mellifera possui:
1 rainha
400 zangões
60 a 80 mil operárias


Boas plantas melíferas
- Bananeiras
- Amor-agarradinho
- Girassol
- Uva-do-Japão
- Milho
- Laranjeiras
- Cambará e assa-Peixe
- Catuaba
- Eucalipto



E produz:
- Mel
- Própolis
- Pólen
- Geléia real
- Cera
- Apitoxina

segunda-feira, 25 de março de 2013

Parasitas em gado de corte


O setor de pecuária no Brasil vive um momento de otimismo devido a grande demanda de exportação de carne. E ao mesmo tempo em que se tem perspectiva de crescimento no setor também aumentam as ameaças sanitárias. Neste sentido podemos perceber que os parasitas trazem enormes prejuízos ás criações. Os animais atingidos tornam-se fracos, irritados, magros e sem apetite, podendo até morrer quando estão abrigando em seu corpo parasitas como bernes, carrapatos, moscas, e outros. As parasitoses prejudicam a sanidade dos rebanhos, a produção de leite e a lucratividade do produtor.
Saiba mais sobre este assunto
A melhor maneira de evitar aborrecimentos neste sentido e com um bom sistema de prevenção. Uma boa maneira de prevenir as parasitoses é  oferecer uma boa alimentação, bem balanceada e altamente nutritiva aos animais. Quando bem alimentados ficam menos suscetíveis á doenças e resistem melhor ao tratamento caso sejam atacados. Deve-se prestar atenção quanto a higiene das instalações e manter um controle de inspeção frequente nestes locais. As pastagens devem ser planejadas para que haja rotação, evitando assim superpovoamento da área, o que contribui para a proliferação das parasitoses. A administração de vermífugos e banhos com remédios específicos também pode ser considerada uma forma de prevenção muito eficaz.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013


Saiba mais sobre ovelhas

Ovelhas "emotions" !

A estranha imagem foi detectada pela primeira vez em 20 animais que pastam em um campo em Melton Mowbray, Leicestershire. Já foram avistados em mais cinco campos, de Perthshire, na Escócia, em Exeter, a 500 quilômetros de distância, em Devon.
Os agricultores, estão coçando a cabeça - se perguntando por que seus rebanhos foram alvejados. Ros Turner, cujas ovelhas foram 'marcadas' em Melton Mowbray, disse: “Passando os motoristas e pedestres tiveram de olhar duas vezes”.
“Eles não podem acreditar no que estão vendo e algumas pessoas me param e perguntam o que está acontecendo”. "É como círculos de cultura - mas em ovelhas.
"Os animais não parecem ter sido afetados de alguma forma. Eles ainda estão pastando e tendo o seu dia-a-dia da forma usual."
E Ellie Stokeld, outro agricultor afetado, do Great Ayton, perto de Middlesbrough, disse: “O símbolo parece bizarro, mas faz uma mudança agradável”. "Você não pode deixar de rir quando você vê as ovelhas no campo, com os rostos sorridentes ao lado."

fonte: The Sun

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013




Laço em Dupla (Team roping) - A diferença entre ser rápido e ser consistente

Confira o DVD de laço pé e o de cabeça


Existem dois tipos diferentes de cabeceiros. Um que não erra, deixa o boi sair bem da barreira, geralmente monta em bons cavalos, erra pouco, dificilmente quebra barreira, confirma as laçadas e constantemente mistura nas provas por cometer poucos erros.
O Segundo estilo é o que joga de longe e se arrisca na barreira, tem muita habilidade com a corda, possivelmente não tem um bom cavalo e aprendeu a usar sua habilidade para inteirar a deficiência de seu cavalo.
 Quando eu comecei a laçar cabeça esses eram os dois grupos que eu poderia me encaixar. Tinha laçadores que saiam pra acertar e laçadores que podiam arremessar de longe, porém se davam mal nas barreiras compridas.
Quando era garoto meu pai treinava cavalos de pé, ele queria os bois laçados nos primeiro 12 metros da pista. Não importava o boi que fosse, era ali que gostaria que eu puxasse o boi, com isso aprendi a laçar rápido.
Porém quando um cliente ia em casa experimentar cavalos de pé, eu tinha que sair para não errar e ajeitar bem o boi para o peseiro. Aquilo foi ótimo pra mim porque me fez sentir os dois estilos.
Se eu erasse para os clientes meu pai me dava uma olhada furiosa que não precisava dizer mais nada, estão eu tentava não errar de jeito nenhum.
Um dos motivos que os cabeceiros do leste (EUA) jogam de longe é porque La as barreiras são curtas nos rodeios onde tem que fazer tempos ao redor de quatro segundos para ganhar alguma coisa
O lodo oeste trás mais laçadores firmes por causa das barreiras serem mais compridas, onde é necessário deixar o boi sair bastante para laçar.
Eu conheço bem esses dois estilos e percebi que muito poucos são excelentes nos dois.
É importante poder mudar o estilo de acordo com a situação. Quando você precisa acertar, use uma laçada menor, chegue perto do boi e deixe seu cavalo trabalhar. Seu cavalo irá ditar você ganhar ou perder.
Para ser rápido, você deve arriscar na barreira, depois aperte o paço e lace onde quer que o boi esteja.  Você não deve depender muito da velocidade do seu cavalo, mas sim controlar seu cavalo para não abrir.
Os dois tipos podem se sagrar campeões. Um é controlado e consistente; o outro é arrisca e é rápido.

Fonte:
Site:  http://www.centrodetreinamentorp.com.br

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Cultivo do Milho
DVD Cultivo do Milho

Apresentação


Atualmente, em todas as regiões brasileiras, existem produtores que já obtiveram rendimentos de milho superiores a 12 t/ha (200 sacos/ha), não sendo raros aqueles que produzem mais do que 14 t/ha. Entretanto, as produtividades médias obtidas por outros agricultores nessas regiões são bem inferiores, demonstrando uma grande diferença entre os sistemas de produção em uso e o potencial de produtividade.

As mudanças que vêm ocorrendo nos sistemas de produção de milho no Brasil comprovam a profissionalização dos produtores. Essas mudanças, associadas ao papel cada vez mais importante de técnicos, consultores e extensionistas da rede pública e especialmente da rede privada além do maior fluxo de informações, são as principais causas para essa profissionalização do setor produtivo. Além disso, várias tecnologias ligadas à cultura foram implementadas ou ainda estão sendo implementadas no agronegócio brasileiro. Dentre elas destacam-se:

(i) a utilização de cultivares de alto potencial genético (híbridos simples e triplos) e de cultivares transgênicas com resistência a lagartas;

(ii) espaçamento reduzido associado à maior densidade de plantio, permitindo melhor controle de plantas daninhas, controle de erosão, melhor aproveitamento de água, luz e nutrientes, além de permitir uma otimização das máquinas plantadoras;

(iii) melhoria na qualidade das sementes que, associada ao tratamento dos grãos, especialmente o tratamento industrial, e máquinas e equipamentos de melhor qualidade, são medidas que têm permitido que as plantas emergidas apresentem maior índice de sobrevivência e melhor desenvolvimento do plantio à colheita, expressando melhor seu potencial genético;

(iv) Controle químico de doenças em regiões com maior severidade e;

(v) Correção do solo baseando-se em dados de análise e levando em consideração o sistema e não a cultura individualmente. Além disso, deve ser enfatizado a utilização de tecnologias como o sistema de plantio direto, integração lavoura-pecuária, agricultura de precisão e melhores técnicas de irrigaçã, que têm permitido uma melhoria do potencial produtivo das lavouras.

A produção de milho no Brasil é caracterizada pelo plantio em duas épocas: primeira safra ou safra de verão e segunda safra ou safrinha. Os plantios de verão são realizados em todos os estados, na época tradicional, durante o período chuvoso, que varia entre fins de agosto, na região Sul, até os meses de outubro/novembro, no Sudeste e Centro-Oeste (no Nordeste, esse período ocorre no início do ano). A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) classifica como segunda safra a safrinha propriamente dita e a safra de inverno plantada em Rondônia, Tocantins e em determinadas regiões da Bahia.

A safrinha refere-se ao milho de sequeiro, plantado extemporaneamente, geralmente de janeiro a março ou abril, quase sempre depois da soja precoce, predominantemente na região Centro-Oeste e nos estados do Paraná, São Paulo e Minas Gerais. Verifica-se nas últimas safras um decréscimo na área plantada no período da primeira safra, mas que tem sido compensado pelo aumento dos plantios na safrinha e no aumento do rendimento agrícola das lavouras de milho. Embora realizados em uma condição desfavorável de clima, os sistemas de produção da safrinha tem sido aprimorados e adaptados a essas condições, o que tem contribuído para elevar os rendimentos das lavouras também nessa época.

A área cultivada com o milho primeira safra 2010/11 foi de 7.837,9 mil hectares, 1,5% maior que a área cultivada na primeira safra 2009/10, que foi de 7.724 mil hectares. Para o milho safrinha foi previsto o cultivo de 5.855,2 mil hectares, 11,1% maior que a área semeada na safra anterior, que foi de 5.269,9 mil hectares.

A área total cultivada com milho, resultante da soma da primeira e segunda safras (safrinha), alcançou 13.693,1 mil hectares, apresentando crescimento de 5,4% em relação à safra anterior. Boa parte desse aumento está relacionada com a recuperação das áreas semeadas nas regiões Norte e Nordeste e o incremento da área semeada na safrinha.A produtividade média daprimeira safra foi de 4.571 kg/ha, 3,6% maior que a safra 2009/10, que alcançou 4.412 kg/ha.Para o milho safrinha, a produtividade esperada é de 3.673 kg/ha. As perdas na produtividade em relação à estimativa inicial foram as seguintes: Paraná, 17,7%; Mato Grosso do Sul, 23,46%; e São Paulo, 8,76%.

Pela ponderação das produtividades das duas safras, a média nacional deve ficar em 4.114 kg/ha, 4,6% menor que a safra anterior, quando alcançou 4.311 kg/ha.

A produção brasileira de milho esperada para a safra 2010/11 passa a ser de 56,33 milhões de toneladas. Ela é resultado de 35,82 milhões de toneladas produzidas na primeira safra e de 20,50 milhões de toneladas esperadas para a segunda safra.

Mais informações sobre estatísticas e sobre a conjuntura econômica relacionada à cultura do milho ao longo do ano podem ser encontradas na página do Centro de Inteligência do Milho - CIMilho .

Esse trabalho discute os principais aspectos técnicos da produção de milho, considerado os resultados mais recentes de pesquisa e oferecendo alternativas para situações particulares, como, por exemplo, sistemas de produtores, técnicos de assistência técnica e extensão rural e de planejamento de informações necessárias à sua tomada de decisão, para situações específicas de cada sistema de produçã, visando ao aumento de sua produtividade e rentabilidade.

Fonte:


Embrapa Milho e Sorgo
Rod. MG 424 KM 45 - Sete Lagoas
Telefone (31) 3027-1100 - Fax (31) 3027-1188
Caixa Postal 285 - CEP 35701-970 Sete Lagoas - MG - Brasil



Cultivo do milho em DVD

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Criação de Codorna DVD sobre codorna


A codorna ou codorniz criada em cativeiro para a produção de ovos e carne é a codorna doméstica, resultado de cruzamento entre espécies selvagens, realizados por japoneses e chineses no início do século. Graças à sua eficiência produtiva — a codorna pode ser abatida aos 45 dias de vida, quando começa a postura de ovos —, ela é criada comercialmente em praticamente todos os países do mundo. Devido a sua alta fertilidade, abundante postura de ovos, aliadas à facilidade de transporte e pouco espaço para confinamento, a codorna foi uma das principais fontes de alimento dos vietnamitas durante a guerra do Vietnã. A codorna doméstica foi trazida para o Brasil por imigrantes italianos e japoneses, e é criada desde a década de 50. Características físicas — Quando adulta, a codorna mede de 11 a 13 em de altura. O macho pesa de 100 a 130 g e a fêmea, de 120 a 160 g. O pescoço é curto, permitindo a rotação quase que completa da cabeça. Não tem crista ou barbilhos, como outras aves de sua família (a galinha, por exemplo). O tronco é arredondado e resistente, sendo mais desenvolvido na fêmea, e o peito é amplo, musculoso e carnudo. As duas patas são curtas e bem articuladas. Seu bico é pequeno, pontiagudo e resistente e os ouvidos são protegidos por tufos de penas. A visão da codorna é muito desenvolvida e facilitada pela boa mobilidade do pescoço.
Instalações:
As codornas podem ser criadas em pequenos espaços — como galpões, garagens, quartos não utilizados e até mesmo em apartamentos. Tanto nas criações domésticas, para consumo próprio, quanto nas criações comerciais as aves devem ser confinadas em gaiolas, para racionalizar o trabalho de manejo. A criação de codornas no chão ou em grandes viveiros não é recomendada, pois fica mais sujeita à umidade, que provoca o stress das aves, reduzindo a produção de carne e, principalmente, de ovos. Em criações comerciais. uma sala ou um galpão de alvenaria com 16 m2(4 x 4), com 3m de altura, pode abrigar 2.000 codornas em fase de postura ou engorda.  A luz solar não deve incidir diretamente sobre as gaiolas. Para impedir a entrada de insetos, pássaros e outros animais, é bom proteger as janelas com telas e manter as portas fechadas. Já as gaiolas são encontradas em casas de avicultura e material agrícola, em vários tamanhos, conforme as necessidades do criador. As gaiolas para fêmeas em época de postura medem normalmente 1 m de comprimento e 30 cm de profundidade. divididas em três seções — cada uma delas abrigando de cinco a seis aves. A altura máxima não deve ultrapassar os 16 cm, para impedir o voo das aves e, assim, evitar acidentes. O piso das gaiolas apresenta desnível de 2 a 5 cm, com um prolongamento de 8 em por onde os ovos rolam. A instalação de ninhos é dispensável, já que a codorna bota seus ovos em qualquer ponto do piso da gaiola. Os machos são criados em gaiolas similares às das fêmeas, mas com piso sem inclinação. Para economizar espaço, o criador pode dispor as gaiolas em baterias, que ficam no sentido vertical, presas em suportes de madeira. Alguns criadores utilizam baterias (suportes e gaiolas) totalmente em madeira e sem divisões, com 15 a 20 aves por compartimento. Esse tipo de gaiola é mais indicado para engorda. Comedouros e bebedouros são instalados do lado de fora da gaiola, em lados opostos para que não haja mistura de ração com água. As gaiolas têm uma chapa removível abaixo do piso para a coleta de excrementos. Comportamento — A codorna doméstica é muito sensível à mudança de aviário, a barulho, pessoas estranhas no local de criação e outras alterações. Se assustadas, entram em stress e param de botar ovos por alguns dias. A falta de comida também pode provocar problemas de stress. Quando a ração é insuficiente, as aves começam a se bicar, chegando até mesmo ao canibalismo. Outra providência para evitar o stress é a separação de machos e fêmeas, que devem ficar, se possível, em alas diferentes. A diferença de sexo é notada após o 21 dia de vida da ave, quando acontece a transformação da penugem em penas. Neste momento o macho apresenta o peito mais escuro e uniforme. Já a fêmea tem o peito claro com pintinhas pretas que o deixam carijó. É importante que as mesmas pessoas cuidem das codornas, vestindo o mesmo tipo de roupa com cores suaves.




Oderm: TINAFIFORMES
Famíçia: Tinamidae
Gênero-Espécie: Coturnix coturnix japonica

Aprenda a criar matrizes de codorna


terça-feira, 15 de janeiro de 2013


ENXERTIA DE PLANTAS FRUTÍFERAS

Multiplicação Sexuada X Assexuada

1 - SEXUADA:
- Facilidade;
- Baixo custo.

2 - ASSEXUADA:
- Características desejáveis;
- Uniformidade (Clone);
- Juvenilidade (reduz);

2.1 - MÉTODOS:
Estruturas especiais;
Estaquia;
Enxertia;
Alporquia;
Mergulhia;
Propagação ‘in vitro’

ENXERTIA
Método de multiplicação vegetativa que consiste na junção de partes de plantas de tal maneira que irão unir-se e desenvolver-se formando uma única planta.

PORTA-ENXERTO
Porção inferior da planta enxertada, que vai constituir o sistema radicular.

ENXERTO
Porção superior da planta enxertada, que vai constituir a copa.

Razões para Uso da Enxertia

- Perpetuação de clones que não podem ser facilmente propagados
por outros métodos;
- Obtenção de benefícios do porta-enxerto;
- Mudança de cultivar em plantas adultas;
- Substituição do porta-enxerto.

Autor:
Prof.  Angelo P. Jacomino
ENXERTIA DE PLANTAS FRUTÍFERAS
Fruticultura - LPV 0448 Março/2012
ESALQ - USP

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013


o "Globo Rural" comemora 33 anos com um especial sobre as raças de cavalos marchadores brasileiros. São seis raças formadas no país. A principal característica do cavalo marchador é manter por mais tempo três patas no chão ao andar, diferente de outros cavalos que alternam duas patas no ar e duas no chão. É esse atributo genético, reforçado no adestramento, que confere um cavalgar macio e confortável para o cavaleiro.
O repórter Nélson Araújo visita fazendas históricas nas montanhas de Minas Gerais que serviram de berço para as raças Mangalarga e Mangalarga Marchador. Ainda em Minas, o repórter mostra o menor dos marchadores, o Piquira, um pônei brasileiro, e o Jumento Pêga, pai de mulas e burros de marcha. Em Santa Catarina, ele conhece o cavalo Campeiro das Araucárias e no Rio de Janeiro, o Campolina, cavalo de porte alto e bela pelagem.
E neste ano, o Mangalarga Marchador mineiro virou enredo da escola de samba Beija-Flor. Na quadra da escola, em Nilópolis, a reportagem revela algumas alegorias representando o cavalo e mostra o samba em homenagem ao cavalo, que diz: "Sou mangalarga marchador... um vencedor, meu limite é o céu... eu vim brilhar com a Beija Flor... valente, guerreiro, um amigo fiel!".
Em Portugal, o jornalista André Luiz Azevedo visita a Coudelaria Alter Real, em Alter do Chão, um local de criação e treinamento de cavalos que existe desde o começo do século XVII. De lá, Dom João VI trouxe garanhões e éguas que, no cruzamento com animais que já existiam no Brasil, se tornaram formadores de algumas raças marchadoras.

Saiba mais sobre cavalos